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domingo, 17 de maio de 2009

Trupe Iá… Pocô, na Fafi

trupe_ia_pocoA Trupe Iá… Pocô surgiu em Aracruz – ES no ano de 2004 da ideia do diretor, dramaturgo e ator Rodrigo Paouto, que tem como objetivo ensinar a arte teatral aos seus aluno. Com vários trabalhos em seu currículo, a Trupe chega à Escola de Teatro e Dança Fafi com seu mais recente trabalho, “Os Mendigos e o Pato do Imperador”.

O grupo tem base nos mais variados estilos e muita base na arte do clown, apresentando-se em palco ou no teatro de rua.

A Companhia Folgazões me passou a informação sobre este trabalho, então segue abaixo o que eles me passaram. “Os Mendigos e o Pato do Imperador” tem entrada franca e terá encenação nos dias 22 e 23 de maio de 2009 (sexta-feira e sábado), na Escola de Teatro e Dança Fafi. Bom espetáculo para todos!

Convite

cartaz mendigos -data MENOR A TRUPE IÁ...POCÔ tem o imenso prazer em convidá-lo para que nos prestigiem em nosso mais novo espetáculo – OS MENDIGOS E O PATO DO IMPERADOR – Espetáculo escrito e dirigido por Rodrigo Paouto com a estréia nos dias 22 e 23 de maio de 2009 na Escola de Dança e Teatro Fafi, às 20h.

Espatáculo para jovens acima dos 13 anos.

Entrada Franca

Escola de Dança e Teatro Fafi – Av. Jerônimo Monteiro, 656 – Vitória Centro.

Tel: 3381 – 6923 (Fafi)

(27) 8142-3213 (Rodrigo Paouto)

Breve Histórico do Grupo:

Cartaz 2 A Trupe Teatral Iá... Pocô! (antigo grupo "A Luz da Ribalta") se formou no Município de Aracruz, sob direção do diretor, ator e dramaturgo Rodrigo Paouto, com o objetivo de ensinar a arte teatral.

O grupo alcançou notoriedade em Aracruz, suas circunvizinhanças e no Estado do Espírito Santo apresentando vários espetáculos com linguagens diversas e outras formas de manifestação cênica, como arte clown, danças e festivais de esquetes teatrais.

Recentemente, o grupo migrou para a capital capixaba (Vitória) e começa a escrever mais uma página de sucesso... e resistência.

Nosso objetivo é fortalecer a cultura, deixando arte por onde quer que passemos. Além de buscar contatos para apresentações, colocando nossos talentosos atores à disposição para apresentações teatrais, e de também buscar patrocínios, pois o grupo ainda se mantém apenas por conta própria, graças ao esforço dos atores e à dedicação do diretor.

Para maiores detalhes, como fotos e vídeos de nossos espetáculos, por favor entrem em nossas páginas na internet:

www.trupeiapoco.blogspot.com (blog do grupo)

www.rodrigopaouto.blogspot.com (blog do diretor)

Nos dê a honra de sua presença

TRUPE IÁ...POCÔ, 5 ANOS DE PURA DETERMINAÇÃO, CULTURA, ARTE E MAGIA.

Cais das Artes pode se tornar realidade

cais_das_artes_externo Após muitos comentários – e brincadeiras – sobre a construção de um Centro Cultural próximo à Praça do Papa, na Enseada do Suá, o jornal A Gazeta, no Caderno Dois de domingo (17/05/2009), reafirmou o que já havia comentado no Gazeta Online de novembro de 2008, O Cais das Artes se tornará uma realidade.

paulo_mendes_rocha O projeto do capixaba Paulo Mendes da Rocha, ganhador do Prêmio Pritzker 2006, está na sua fase final do processo de licitação e deve ser lançado no mês de junho de 2009, de acordo com a Secretária de Cultura, Dayse Lemos. Ela e a primeira-dama, Cristina Hartung, coordenadora do projeto, desejam entregar o Cais das Artes já em funcionamento para o próximo governo do estado, ou melhor, a idéia é começá-lo o mais breve possível.

O Cais das Artes comportará um teatro com capacidade de 1,3 mil espectadores, um museu, com capacidade para grandes exposições, um auditório, uma biblioteca e um café. O projeto tem 150 metros de comprimento e 20 metros de altura, e foi apresentado pelo arquiteto em junho de 2008 na Embaixada do Brasil, em Londres, sendo destaque na exposição da Bienal de Arquitetura da capital inglesa.

cais_das_artes_teatro A Secretária chegou a mencionar para o jornal que espera que o “efeito cais” não influencie apenas quem vem de fora, mas impulsione também as produções de músicos, atores e artistas plásticos do Espírito Santo: “Nossos artistas se empenharão mais em seus projetos e espetáculos com mais uma boa opção de um local de apresentação e exposição.”, disse ela. A área total do teatro terá 20 mil metros quadrados, a maior de dentro do estado.

De acordo com o arquiteto, a ideia é de que o Cais das Artes seja como um barco ancorado na Enseada do Suá, por isso sua proximidade à Baía de Vitória.

Agora é acreditar no projeto, que tem uma bela apresentação no Youtube, em 360º, logo abaixo:

sexta-feira, 15 de maio de 2009

O Theatro Carlos de portas fechadas… Para reforma!

logo_gol No Gazeta Online de 14/05/2009 (quinta-feira) saiu a matéria referente as reformas no Theatro Carlos Gomes.

A SECULT informou que o teatro passará por ampla reforma. Terá mudança no piso da plateia, pintura externa e interna, mudança no carpete das laterais, ampliação e melhora separação dos toaletes masculinos e femininos, mudança do mármore dos quatro foyer, além de ganhar poltrona novas. O teatro , que tem capacidade atual de 450 lugares, diminuirá para 417, sendo que quatro destes novos lugares serão destinados a obesos. Os camarotes também devem ganhar novas cadeiras. O telhado deve passar por uma reforma acirrada, também, ganhando uma manta de proteção, para quando acontecerem chuvas, não ocorrer infiltrações.

A reforma tem como intenção o conforto do público que for assistir aos concertos da Orquestra, os projetos Seis e Meia e as peças teatrais que passam por ali. Também pretendem mudar a subestação de luz para o terceiro piso do teatro, com um novo transformador, dando possibilidade de reorganização do teatro

As reformas começarão em junho de 2009 e deve ir até setembro de 2009. Vamos torcer que com isto o Theatro Carlos Gomes volte com uma aparência mais atrativa do que a atual.

Editais da Secult 2009 com os dias contados

Editais_2009_final No Dia 27 de março de 2009 (sexta-feira), no Dia Mundial do Teatro, a SECULT lançou os Editais da Cultura de 2009. São 19 edtais que pretendem ajudar grupos folclóricos, espetáculos cênicos, vídeos, grupos musicais e até mesmo a mídia virtual. Agora o prazo está para encerrar.

A Secult mantém o prazo de inscrição para dezessete dos dezenove editais, ficando somente o Edital 001, que é destinado ao apoio financeiro para custeio de despesas com locomoção de artistas, técnicos e estudiosos, ficará até dezembro de 2009 e o Edital 010 é o prêmio à produção de longa metragem para mídia digital realizada no Espírito Santo, que terá suas inscrições até 06 de outubro de 2009 (terça-feira).

Após o término das inscrições, fica a expectativa pela primeira etapa, onde os documentos enviados serão avaliados e visto se estão corretos, depois vem a segunda etapa, onde os selecionados serão avaliados pelas propostas ou textos enviados.

Boa sorte a todos!

quarta-feira, 13 de maio de 2009

Encontro da Rede Brasileira de Teatro de Rua, em Arcozelo

aldeia-de-arcozelo Como Wyller Villaças mencionou o Encontro da RBTR, na Aldeia de Arcozelo, em Paty do Alferes, no Rio de Janeiro, e a Companhia Circo Teatro Capixaba disponibilizou as cartas referentes ao encontro no Grupo Opiniões Cênicas. Decidi colocá-las a disposição para leitura aqui. Seguem abaixo a Carta do Movimento de Teatro de Rua do ES e a Carta da RBTR, em Arcozelo. Boa leitura!

Movimento de Teatro de Rua do Espírito Santo

Rede Brasileira de Teatro de Rua

A Rede Brasileira de Teatro de Rua criada em março de 2007, em Salvador/BA, é um espaço físico e virtual de organização horizontal, sem hierarquia, democrático e inclusivo. Todos os artistas-trabalhadores e grupos pertencentes a ela podem e devem ser seus articuladores para, assim, ampliar e capilarizar, cada vez mais, suas ações e pensamentos.

O intercâmbio da Rede Brasileira de Teatro de Rua ocorre de forma virtual, entretanto toda e qualquer deliberação é feita nos encontros presenciais, sendo que seus membros farão, ao menos, dois encontros anuais. Os coletivos devem se organizar para enviarem articuladores para os encontros presenciais.

O papel de cada integrante é ampliar a rede através da criação de movimentos regionais de teatro de rua, bem como da manutenção dos já existentes. No Espírito Santo a Rede de Teatro de Rua reuniu-se pela primeira vez em 11 de outubro de 2008 na Escola de Teatro e Dança FAFI. Desde então vem realizando encontros presenciais permanentemente no propósito de discutir e reivindicar políticas públicas de Estado, tendo como parâmetro maior as diretrizes da rede brasileira.

A missão da Rede Brasileira de Teatro de Rua é lutar por políticas públicas de cultura com investimento direto do Estado em todas as instâncias: Municípios, Estados e União. E para garantir o acesso aos bens culturais a todos os cidadãos brasileiros a Rede Brasileira de Teatro de Rua tem por objetivo promover também a produção, difusão, formação, registro, circulação e manutenção de grupos de teatro de rua e de seus fazedores, construindo assim um país mais justo.

Os articuladores da Rede Brasileira de Teatro de Rua dos estados AC, AM, CE, BA, ES, GO, MA, MG, PA, PE, PR, RJ, RR, RN, RO, RS, SC e SP reunidos nos dias 14, 15 e 16 de novembro de 2008, em São Paulo, no 4º Encontro da Rede Brasileira de Teatro de Rua, vêem através deste documento afirmar ações e propostas, exigindo assim:

· A representação do teatro de rua no Conselho Nacional de Política Cultural (CNPC);

· A representação do teatro de rua no Colegiado Setorial;

· A aprovação e regulamentação imediata da PEC 150/03, que vincula para a cultura, o mínimo de 2% no orçamento da União, 1,5% no orçamento dos estados e Distrito Federal e 1% no orçamento dos municípios;

· O direito de indicação de representantes de teatro de rua nas comissões dos editais públicos;

· A extinção da Lei Rouanet e de qualquer mecanismo de financiamento que utilize a renúncia fiscal (no Espírito Santo: Lei Rubem Braga, Lei Chico Prego, Lei João Bananeira e Lei de Vila Velha Cultura e Arte), por compreendermos que a utilização da verba pública deve se dar através do financiamento direto do estado, por meio de programas e editais em forma de prêmios elaborados pelos segmentos organizados da sociedade;

· A criação de um programa específico que contemple: produção, circulação, formação, registro, documentação, manutenção e pesquisa para o teatro de rua;

· A criação imediata de um edital para a circulação de espetáculos de teatro de rua, constituindo-se assim um circuito nacional de teatro de rua;

· Que os espaços públicos, ruas, praças e parques sejam considerados equipamentos culturais e assim contemplados na elaboração de editais de políticas públicas e no Plano Nacional de Cultura;

· A extinção de toda e qualquer cobrança de taxas, bem como a desburocratização para as apresentações de teatro de rua garantindo assim o direito de ir e vir e a livre expressão artística conforme nos garante a Constituição Federal Brasileira no artigo 5º;

· A criação de um programa nacional de ocupação de imóveis públicos ociosos, para sediar o trabalho e a pesquisa dos grupos de teatro.

São exigências específicas do Movimento de Teatro de Rua do Espírito Santo:

· A reativação de projetos que outrora valeram dentro do Estado e que viabilizavam a projeção, inclusão e formação artística e social, tais como: Projeto Quartas no Teatro, Escola Itinerante, Projeto Vitória em Cena, Usina da Cena, Festival de Monólogos.

· A oferta anual de um Festival de Teatro de Rua nacional com fóruns, apresentações, workshops e premiações, fomentando assim o intercâmbio cultural, a valorização do teatro de rua e a participação da sociedade civil em meio a manifestações artísticas.

· Políticas públicas emergenciais e efetivas voltadas para o Circo reconhecendo seu valor artístico, cultural e social. Proporcionando oportunidades de Trabalho e formação para grupos e seus fazedores através de editais de incentivo a montagem de espetáculo e circulação dos mesmos, também como oficinas e Workshops ofertados de forma democrática e isenta de custo a sociedade.

· Criação de um programa de ocupação de imóveis públicos ociosos destinando-os a pesquisa, formação, produção e apresentações de grupos teatrais.

· Criação de Leis que beneficiem o Teatro de Rua garantindo assim sua liberdade expressiva e dando melhores condições de trabalho.

· A regulamentação imediata da Escola de Teatro e Dança FAFI, garantindo seu valor técnico e profissionalizante no âmbito nacional e estadual.

O teatro de rua é um símbolo de resistência artística, comunicador e gerador de sentido, além de ser propositor de novas razões no uso dos espaços públicos abertos. Assim, conclamamos a todos os artistas-trabalhadores e população brasileira para a mobilização nacional da Rede Brasileira de Teatro de Rua, no dia 27 de março de 2009, no intuito de construir políticas públicas para esta arte.

Vitória, 22 de março de 2009

Movimento de Teatro de Rua do Espírito Santo

Companhia Circo Teatro Capixaba

Cia Folgazões

Grupo Teatral Vira-Lata

Grupo Sol da Terra

Cia Enki de Dança

Cia Guaananira

Grupo de Teatro Rerigtiba

Encanta Conto

Cia Virundangas

alunos da FAFI (escola de teatro)

Soraia Nunes (intervenção aérea - tecido)

Marcos Isaias (boi Surubim)

___________________________________________________________

CARTA DE ARCOZELO

A Rede Brasileira de Teatro de rua reunida na Aldeia de Arcozelo, Paty do

Alferes, Rio de Janeiro, após 509 anos de domínio ideológico, resgatando a importância histórica e, inspirado do saudoso Paschoal Carlos Magno, vem afirmar por meio deste documento a luta pela possibilidade de uma nova ordem, por um mundo socialmente mais justo.

Nos dias 20, 21 e 22 de abril de 2009, no seu 5º encontro, a Rede reafirma

sua missão: de lutar por políticas públicas culturais com investimento direto do Estado em todas as instâncias:

Municípios, Estados e União, para garantir o direito à produção e o acesso

aos bens culturais a todos os cidadãos brasileiros.

A Rede Brasileira de Teatro de Rua criada em março de 2007, em Salvador/BA, é um espaço físico e virtual de organização horizontal, sem hierarquia, democrático e inclusivo. Todos os artistas-trabalhadores e grupos pertencentes a ela podem e devem ser seus articuladores para, assim, ampliar e capilarizar, cada vez mais, suas ações e pensamentos.

O intercâmbio da Rede Brasileira de Teatro de Rua ocorre de forma presencial

e virtual, entretanto toda e qualquer deliberação é feita nos encontros presenciais, sendo que seus membros farão, ao menos, dois encontros anuais. Os articuladores de todos os Estados, bem como os coletivos regionais, deverão se organizar para participarem dos Encontros.

Os articuladores da REDE BRASILEIRA DE TEATRO DE RUA dos estados do AC, AL, CE, BA, ES, GO, MA, MG, PA, PR, RJ, RR, RN, RO, RS e SP, com o objetivo de construir políticas públicas culturais mais democráticas e inclusivas, defendem:

• A representação do teatro de rua, nos Colegiados Setoriais e Conselhos das

instâncias municipal, estadual e federal;

• A aprovação e regulamentação imediata da PEC 150/03, que vincula para a

cultura, o mínimo de 2% no orçamento da União, 1,5% no orçamento dos Estados e Distrito Federal e 1% no orçamento dos municípios;

• O direito a indicação de representantes do teatro de rua nas comissões dos

editais públicos;

• A extinção da Lei Rouanet e de qualquer mecanismo de financiamento que

utilize a renúncia fiscal, por compreendermos que a utilização da verba pública deve se dar através do financiamento direto do Estado, por meio de programas e editais em forma de prêmios elaborados pelos segmentos organizados da sociedade;

Para tanto em apoio ao movimento 27 de março sugerimos modificações no PROFIC (anexo);

• A criação de um programa específico que contemple: produção, circulação,

formação, registro, documentação, manutenção e pesquisa para o teatro de rua;

• Que os espaços públicos (ruas, praças e parques, entre outros), sejam

considerados equipamentos culturais e assim contemplados na elaboração de editais de políticas públicas e no Plano Nacional de Cultura;

• A extinção de toda e qualquer cobrança de taxas, bem como a desburocratização para as apresentações de teatro de rua garantindo assim o direito de ir e vir e a livre expressão artística;

• Queremos construir uma política de Estado em contraponto a políticas de

eventos que o mercado vem nos impingindo. As iniciativas de governo em criar editais para as artes devem ser transformados em leis para a garantia de sua continuidade.

O Teatro de Rua é um símbolo de resistência artística, comunicador e gerador

de sentido, além de ser propositor de novas razões no uso dos espaços públicos abertos.

Assim, instituímos o dia 27 de março, dia mundial de teatro e circo, como o dia de mobilização nacional por políticas públicas e conclamamos os artistas-trabalhadores e a população brasileira a lutarem pelo direito á cultura e a vida.

“O país se apresenta pelo teatro que representa”. (Paschoal Carlos Magno)

22 de abril de 2009

Aldeia de Arcozelo, Paty do Alferes, Rio de Janeiro

Rede Brasileira de Teatro de Rua

Encontro da Rede de Teatro de Rua do ES, no domingo

wyller Wyller Villaças, da Companhia Folgazões, enviou ao grupo Opiniões Cênicas um convite para o Encontro da Rede de Teatro de Rua do ES, na sede da companhia, no próximo domingo (17/05/2009), as 16:00. Segue abaixo a programação do Encontro:

Próximo encontro da Rede de Teatro de Rua do ES

Data: 17 de maio (domingo)

Horário: 16 horas

Local : Sede da companhia Folgazões

Endereço: Rua professor Baltazar , nº 152, Cidade Alta, Vitória.

Referência: Ladeira da Catedral.

Pauta

1 - Avaliação do 1º Arte de Rua Manifesta e planejamento do segundo 2º (Apresentação de fotos e vídeos)

2 - Relato sobre encontro de Arcozelo. (Apresentação de fotos e vídeos)

3 - Ação para reivindicação de projeto de ocupação de espaços públicos (devemos fazer levantamento destes imóveis, alguém tem disponibilidade?);

4 - Quais serão as ações de cobranças para as outras reivindicações?

5 - Editais SECULT

6 - Festival Nacional de Teatro Cidade de Vitória

7 - Lei Rubem Braga

8 - Reunião com a Secretária de Estado da Cultura

9 - Organização interna da Rede: escolha de moderadores

Saudações a todos os rueiros e até dia 17.

Wyller Villaças

“Auto do túmulo de Anchieta”, em São Torquato

o Grupo Teatro da Barra/ES, de Vila Velha, nos trás neste sábado (16/05/2009) a peça “Auto do túmulo de Anchieta”, de Luiz Guilherme Santos Neves, com direção de Paulo DePaula.

A peça teatral, que conseguiu o patrocínio da Lei Vila Velha Cultura e
Arte, estará as portas da Igreja de São Torquato, em São Torquato, Vila Velha-ES. Abaixo segue o material enviado por Roberta Soares. Desfrutem!

Auto do Túmulo de Anchieta neste sábado em São Torquato

entepola_28nov2008_foto_alex_soneghetti (18) Neste sábado, 16 de maio, será apresentada a peça Auto do Túmulo de Anchieta, às portas da Igreja de São Torquato, em São Torquato, Vila Velha. A apresentação faz parte da programação de festejo ao santo que dá nome ao bairro vila velhensse.

Escrita pelo pesquisador Luiz Guilherme Santos Neves, auto utiliza personagens do passado (como Maria Ortiz, Frei Pedro Palácios e Padre José de Anchieta) e da atualidade (entre eles um trabalhador rural sem-terra, uma socialite e uma desfiadeira de siri) para tirar bons risos da platéia.

O estilo literário é, segundo o autor, meio à moda do dramaturgo português Gil Vicente (1465 - 1536).

A partir do lançamento de um edital de vagas para o túmulo do Padre José de Anchieta, a mestre de cerimônia Cidade de Vitória solicita variados documentos aos concorrentes. Maria Ortiz, Mestre Álvaro e Frei Pedro Palácios formam a comissão julgadora. Os candidatos têm também que justificar suas virtudes. E é aí que se desenrolam – e muitos personagens se enrolam – as situações burlescas.

O Auto é patrocinado pela Lei Vila Velha Cultura e Arte e tem o apoio cultural da Prysmian Cables & Systems.

Personagens: Cidade de Vitória (Mestra de Cerimônia), Mestre Álvaro, Maria Ortiz e Frei Pedro Palácios (Comissão de Notáveis) e candidatos (Sem terra, Garota de programa, Político, Magistrado, Delegado de Polícia, Socialite, Penetra, Desfiadeira de Siri, Paneleira, Mestre de banda de Congo).

A festividade em São Torquato durará três dias (sexta-feira a domingo) e contará também com Missa Solene, oficina de artesanato, palestras, brincadeiras e Cineclube.

Ficha técnica

Autor: Luiz Guilherme Santos Neves

Diretor: Paulo DePaula

Elenco: Dulce Lodi, Marilena Soneghet, Vitor Zuccolotti, Eduardo Valadares, Cleverson Comarela, Paulo DePaula, Newton Raposo, Camila Carmem, Bruno Jorge, Jaime Nilson, Keyla Santiago, João Wolkartt, Liliana DePaula e Roberta Soares.

Participação: Banda de Congo Mirim Tambor de Jacarenema

Diretor de cena - Valmir Zatta

Produção e Figurinos: Zeiza Jorge

Do autor

Em 1609, o Padre José de Anchieta, falecido na aldeia de Reritiba, hoje cidade de Anchieta, teve seu corpo removido no ombro de índios para a vila de Vitória, onde foi sepultado num túmulo na igreja de São Tiago, hoje palácio Anchieta.

Logo depois, seus despojos foram retirados do túmulo e enviados para a Bahia. No Espírito Santo ficaria apenas uma tíbia, ainda conservada num estojo no museu da igreja de Nossa Senhora da Assunção, fundada pelos jesuítas em Anchieta. Desde então o túmulo do beato manteve-se vazio, mas conservou sua tradição de monumento histórico, patrimônio cultural do Estado do Espírito Santo.

Este auto tem como inspiração o nobre túmulo de Anchieta, embora tratado com um toque de farsa amena e risonha. Mas eu diria que também com um toque de carinho, sendo, pois, uma farsa amorável.

Luiz Guilherme

(Vitória, 18 de outubro de 2005)

Serviço:

Auto do Túmulo de Anchieta

Autor: Luiz Guilherme Santos Neves

Diretor: Paulo DePaula

Apresentação: Teatro da Barra/ES

Dia 16 de maio de 2009 (sábado)

Local: Igreja Católica de São Torquato, em São Torquato, Vila Velha

Horário: 20 horas

Sem cobrança de ingressos

Livre para todas as idades

Mais informações:

Zeiza Neri – Tel. 33495328 / cel. 9935-1942

Paulo DePaula – Tel. 3260-1146

Roberta Soares – Cel: 9255-0626

Boal manda carta ao ITI

iTi Eu sei que o Dia Mundial do Teatro (27/03) já passou, mas como o diretor e dramaturgo Erlon Paschoal mencionou uma carta de Boal à Unesco, decidi procurá-la e fui parar no ITI (Institut International du Théâtre) e lá descobri a encontrei.

Antes demais nada, vamos ao motivo da carta. Como é costume, desde que foi instaurado o Dia Mundial do Teatro, artistas do mundo todo enviam cartas ao Institut. Tornou-se um costume. Então, Augusto Boal não podia ficar de fora desta. Segue abaixo sua correspondência:

Dia Mundial de Teatro - 27 Março, 2009

Augusto Boal

boal Todas as sociedades humanas são espetaculares no seu cotidiano, e produzem espetáculos em momentos especiais. São espetaculares como forma de organização social, e produzem espetáculos como este que vocês vieram ver.

Mesmo quando inconscientes, as relações humanas são estruturadas em forma teatral: o uso do espaço, a linguagem do corpo, a escolha das palavras e a modulação das vozes, o confronto de idéias e paixões, tudo que fazemos no palco fazemos sempre em nossas vidas: nós somos teatro!

Não só casamentos e funerais são espetáculos, mas também os rituais cotidianos que, por sua familiaridade, não nos chegam à consciência. Não só pompas, mas também o café da manhã e os bons-dias, tímidos namoros e grandes conflitos passionais, uma sessão do Senado ou uma reunião diplomática – tudo é teatro.

Uma das principais funções da nossa arte é tornar conscientes esses espetáculos da vida diária onde os atores são os próprios espectadores, o palco é a platéia e a platéia, palco. Somos todos artistas: fazendo teatro, aprendemos a ver aquilo que nos salta aos olhos, mas que somos incapazes de ver tão habituados estamos apenas a olhar. O que nos é familiar torna-se invisível: fazer teatro, ao contrário, ilumina o palco da nossa vida cotidiana.

Em Setembro do ano passado fomos surpreendidos por uma revelação teatral: nós, que pensávamos viver em um mundo seguro apesar das guerras, genocídios, hecatombes e torturas que aconteciam, sim, mas longe de nós em países distantes e selvagens, nós vivíamos seguros com nosso dinheiro guardado em um banco respeitável ou nas mãos de um honesto corretor da Bolsa - nós fomos informados de que esse dinheiro não existia, era virtual, feia ficção de alguns economistas que não eram ficção, nem eram seguros, nem respeitáveis. Tudo não passava de mau teatro com triste enredo, onde poucos ganhavam muito e muitos perdiam tudo. Políticos dos países ricos fecharam-se em reuniões secretas e de lá saíram com soluções mágicas. Nós, vítimas de suas decisões, continuamos espectadores sentados na última fila das galerias.

Vinte anos atrás, eu dirigi Fedra de Racine, no Rio de Janeiro. O cenário era pobre; no chão, peles de vaca; em volta, bambus. Antes de começar o espetáculo, eu dizia aos meus atores: - “Agora acabou a ficção que fazemos no dia-a-dia. Quando cruzarem esses bambus, lá no palco, nenhum de vocês tem o direito de mentir. Teatro é a Verdade Escondida”.

Vendo o mundo além das aparências, vemos opressores e oprimidos em todas as sociedades, etnias, gêneros, classes e castas, vemos o mundo injusto e cruel. Temos a obrigação de inventar outro mundo porque sabemos que outro mundo é possível. Mas cabe a nós construí-lo com nossas mãos entrando em cena, no palco e na vida.

Assistam ao espetáculo que vai começar; depois, em suas casas com seus amigos, façam suas peças vocês mesmos e vejam o que jamais puderam ver: aquilo que salta aos olhos. Teatro não pode ser apenas um evento - é forma de vida!

Atores somos todos nós, e cidadão não é aquele que vive em sociedade: é aquele que a transforma!

Augusto Boal

terça-feira, 12 de maio de 2009

O teatro conta Boal, por Erlon Paschoal

Augusto_Boal Há dez dias atrás, o dramaturgo, diretor e ensaísta Augusto Boal veio a nos deixar para fazer parte de um grupo de imortais que habitam os Campos Elíseos. Neste domingo de Dia das mães (10/05/2009), no Carderno Dois de A Gazeta, o diretor, dramaturgo e tradutor Erlon Paschoal publicou um texto em homenagem a genialidade de Boal.

Àqueles que não tiveram condições de apreciar a este belo texto, recebi permissão tanto de Erlon Paschoal, quanto do editor do Caderno Dois, José Roberto Santo Neves. Apreciem:

untitled ARTIGO MEMÓRIA

ERLON JOSÉ PASCHOAL

O teatro conta Boal

Diretor teatral analisa o legado político-cultural da obra do mestre Augusto Boal, que morreu no último dia 2 de maio, aos 78 anos

ESPECIAL CADERNO DOIS

DSC00002[1]    A opinião é unânime: Augusto Boal, que morreu no último dia 2 de maio, aos 78 anos, foi um dos maiores teatrólogos brasileiros e, através das técnicas desenvolvidas a partir de suas teorias e de sua prática incansável e ininterrupta, tornou a riqueza da produção teatral de nosso país conhecida em todo mundo. Perseguido pela ditadura militar, tal como milhares de brasileiros, criou o Teatro do Oprimido, seguindo as veredas abertas por Paulo Freire, e veio a ser sem dúvida o representante do teatro brasileiro mais reconhecido e premiado no exterior.

   Boal ampliou a atuação social do teatro e lhe deu uma dimensão política cotidiana sem igual. Suas técnicas teatrais são cultivadas nos mais diversos países do mundo: da Suécia ao México, da Colômbia ao Japão, da França a Moçambique. É um dos artistas brasileiros mais conhecidos na Índia, por exemplo. Suas propostas acabaram se tornando sinônimo de um teatro libertador no qual todos podem ser atores e exercitar as inúmeras possibilidades de metamorfosear-se e de assumir os papéis que muitas vezes a vida nos impede de fazer. São utilizadas por muitos como instrumento de autoconhecimento e, ao mesmo tempo, de construção da vida social.

   Tal como Bretch, Boal pretendia fazer do teatro uma atividade cotidiana praticada nos mais diversos espaços públicos, uma ferramenta útil de manifestação político-cultural e de desenvolvimento das relações sociais. Por isso, sua obra é reconhecida não só pelos atores de profissão e pelos atuantes em geral, mas também interage com outras áreas do conhecimento, como a arte-educação, a sociologia e a psicologia, entre outras. Transformou-se ao longo do tempo em um curinga presente ativamente em variadas manifestações artistícas, políticas e sociais. De verador a diretor de grandes espetáculos, passando por apresentações visíveis ou invisíveis em bairros periféricos de diversos países, fes do teatro a sua arma de luta por um mundo mais justo. Consciente de sua função mediadora, afirmou certa vez: “Faço veredas, atalhos. Quero mais. Sou excessivo, demasiado. Seria incômodo falar de mim; no que faço, importa o feito, não o fazedor”.

   Por seu intermédio, o Arena contou várias histórias de figuras emblemáticas da história brasileira e o Opinião apresentou vários shows-verdade tendo no palco pessoas-personagens dialogando através de letras de músicas ainda pouco conhecidas na época, de forma drama´tica e explicitamente teatral. Stanislawsky foi uma de suas refências teóricas fundamentais para desenvolver um método de interpretação baseado na expressão da verdade interior e no ator multidimensional. Implementou em seu teatro a ideia do espectador ativo que não se resignasse à ideia de ficar sentado, passivo, assistindo ao desenrolar das cenas tal como na vida política, na qual a imensa maioria da população apenas acompanha os acontecimentos sem participar da tomada de decisões.

   Seu dircurso era radical, sem ter impositivo, pretendia-se revolucionário, sem deixar de ser democrático. Ocupando o palco, os espectadores poderiam então determinar o rumo dos acontecimentos, influenciar o desdobramento dos conflitos e forjar o futuro de seus personagens. Uma espécie de exercício lúdico de uma possível participação política, de uma atuação mais efetiva na vida social, com consciência de que a contribuição de cada um é de fundamental importância para a criação de um país de todos, como se pode apreender da mensagem anual da Unesco, escrita por Boal há algumas semanas, para ser lida no dia do teatro: “Temos a obrigação de inventar outro mundo porque sabemos que outro mundo é possível. Mas cabe a nós construí-lo com nossas mãos entrando em cena, no palco e na vida. Atores somos todos nós, e cidadão não é aquele que vive em sociedade: é aquele que a transforma!”.

Erlon José Paschoal é um gestor cultural, diretor de teatro, dramaturgo e tradutor.

“Terra sem mal…”, no Majestic

Yvy marã ey é um mito indígena. Significa "terra sem males" ou "terra sem mal", em português. Segundo a lenda, neste lugar não haveria guerras, fome nem doença.

Foi um dos principais instrumentos de resistência utilizados pelo povo guarani contra o domínio dos espanhóis e portugueses. Os movimentos pela busca da "terra sem males" era articulado pelos pajés, que se intitulavam Karaís.

Em 1549, sofrendo com a colonização portuguesa, 15.000 índios partiram do litoral, rumos aos Andes, buscando a "terra sem males". Apenas 300 chegaram à Chachalpoyas, no Peru, onde, ao invés de bonança, foram capturados e presos.

O mito de yvy marã ey sobreviveu entre os guaranis mais aguerridos em suas crenças e sua cultura. (Fonte: Wikipedia)

centro-cultural-majestic Baseando-se neste mito, o autor, produtor e diretor Waldo Motta nos trás a peça “Terra sem mal – Um Mistério Bufante & Deleitoso”. O trabalho terá estréia no dia 23/05/2009 (sábado), no Centro Cultural Majestic, no Centro de Vitória – ES, as 19:30. Segue abaixo as informações enviadas pelo diretor ao Grupo Opiniões Cênicas. Bom espetáculo para todos!

TERRA SEM MAL – um mistério bufante & deleitoso

A partir da mitologia dos índios brasileiros, e outras referências, entre o épico e o místico, o sério e o cômico, a peça Terra sem mal é um exemplo de teatro alegórico. Evocando os autos sacramentais, as propostas éticas e estéticas de Brecht e Artaud, entre outros, a peça satiriza, em clima de festa, rave, carnaval e ópera, a busca infrutífera do paraíso, em todos os tempos e lugares, e sugere onde se pode encontrar o objeto de tão apaixonado desejo: a zona proibida do corpo.
Ao final da apresentação, haverá um bate-papo sobre a peça.

Local: Centro Cultural Majestic
Dia: 23 de Maio (sábado) – Horário: 19:30 hs.
Rua Dionisio Rosendo, 99 – Centro – Vitória
Informações: Astrid (3222.5984) e Waldo (8841.7348 / 3056.0024)
Produtor, autor, diretor: Waldo Motta
Elenco: William Berger, Waldo Motta, Cristina Garcia, Allan Moscon
Sonoplastia e Iluminação: Éder Garcia
Apoio: Secretaria de Cultura de Vitória

segunda-feira, 11 de maio de 2009

Rosas Brancas que não murcham jamais

panfleto_maio_1_b Eu tinha prometido a mim mesmo (e a todos que me conhecem) que não colocaria minha opinião no blog, a não ser em época de Festival, mas ao ir assistir “Rosas Brancas para Salomé”, me senti na obrigação de colocar aqui meu parecer.

Não sou profissional em teatro para criticar ou questionar trabalho nenhum, mas ao ver o trabalho realizado pelo ator Mauro Pinheiro, com direção e texto de Gladston Ramos, eu tenho de dizer que o nosso teatro está crescendo.

O monólogo, onde Mauro interpreta a diva transformista Salomé, é um trabalho realizado com muita sensibilidade do ator. Ele dá corpo à personagem, em todas as histórias que são contadas no desenrolar do trabalho.

A solidão é o grande ponto deste trabalho, mostrando o quanto Salomé viveu e o que precisou enfrentar para chegar até aquele ponto. Os problemas com a família, principalmente o pai, a quem ele tanto amava, as amizades com Dona Otila e Madame Satã, as confusões em que se meteu por ser um transformista, o curtíssimo tempo que atuou no Cassino da Urca. E Mauro conta todas estas histórias de forma divertida, sem partir para apelações exageradas. Quem assisti, fica maravilhado com a história de Salomé e com a interpretação do ator em cena.

O mais triste é ver um trabalho tão memorável, com um público ínfimo, demonstrando o quanto nosso teatro, feito aqui por pessoas daqui, é valorizado. É mais fácil encher um teatro com uma peça teatral de fora do estado, cujo custo é de R$ 40,00, do que ir assistir uma peça de nossa gente, com preço modesto de R$ 10,00 e com um trabalho tão bom quanto o que vem de fora.

Eu sei que estou aqui falando somente por mim, mas convido a qualquer um para ir assistir “Rosas Brancas para Salomé” e não se surpreender com tão bela história e com a interpretação do ator.

O espetáculo está no Teatro Galpão até o fim do mês de maio de 2009 e começa as 20:00.

Eu sou eternamente agradecido por termos bons atores, como Mauro Pinheiro, que nos dá a graça de colocar em cena algo tão... Gratificante!

Serviço:

ROSAS BRANCAS PARA SALOMÉ

Espetáculo escrito e dirigido por Gladston Ramos,

Com Mauro Pinheiro interpretando Salomé.

De 02 a 31 de maio de 2009 (sábados e domingos),

No Teatro Galpão, as 20:00.

Preço do ingresso: R$ 10,00 (inteira) e R$ 5,00 (meia)

domingo, 10 de maio de 2009

O Festival de Esquetes teve prazo prorrogado

No sábado (09/05/2009) recebi uma posição da produção do 6º Festival de Esquetes do Espírito Santo que o prazo para as inscrições fora prorrogada por conta do pedidos das pessoas por um prazo maior para participarem. As inscrições agora irão até o dia 25/05/2009 (segunda-feira), no intuito que todos que buscam pelo Festival possam se inscrever.

A produção também me falou que grupos de fora do estado tem buscado o Festival, mas como por enquanto a idéia é trabalhar com os artistas capixabas, eles terão de ficar para outra oportunidade.

O 6º Festival de Esquetes do Espírito Santo acontecerá nos dias 26, 27 e 28 de junho de 2009, no Teatro Municipal de Vla Velha – ES. O Regulamento do Festival se encontra aqui e no blog construído pela produção.

O mais importante do Festival de Esquetes é a oportunidade que se dá as pessoas que desejam mostrar seu trabalho com textos curtos, abrindo possibilidades para que surjam novos trabalhos.

sexta-feira, 8 de maio de 2009

“Cantantes e Brincantes” segue com seu sucesso

LOGO COM LETREIRO5 A Cia. Folgazões continua de vento em popa com seu trabalho “Cantantes e Brincantes”. Depois de uma temporada na Serra - ES, a Companhia segue para Cariacica e Vila Velha, com apresentações que se iniciaram no dia 04/05/2009 (segunda-feira) e segue até o dia 31/05/2009 (domingo), quando encerra o mês em Vitória – ES. Abaixo segue o roteiro enviado a mim pela Companhia (Agradeço, como sempre, pela confiança):

ATENÇÃO: Informação Importante: Entrada gratuita em todas as apresentações

04/05 - EMEF Costa e Silva – Cariacica

Bairro Porto de Santana - 14:00

06/05 – EMEF Maria Augusta Tavares – Cariacica

Bairro Jardim Botanico - 14:00

09/05 - Caic  - Vila Velha

Bairro Terra Vermelha – 20:00

11/05 - EMEF Leonilda das Graças Langa – Cariacica

Bairro Valverde - 14:00

13/05 - EMEF Martim Lutero – Cariacica

Bairro Jardim America – 14:00

18/05 - EMEF Rosa da Penha – Cariacica

Bairro Rosa da Penha – 14:00

20/05 - Reame – Cariacica

15:00

25/05 - EMEF Joana Maria da Silva – Cariacica

Bairro Castelo – 14:00

27/05 - Fundação Fé e Alegria – Cariacica

Bairro Nova Esperança – 15:00

30/05 - Evento de Ação Pela Cidadania - Vila Velha

31/05 - Cecais - Circuito Cultural – Vitória

Bairro São Pedro – 20:00

Companhia Folgazões de Artes Cênicas

Rua professor Baltazar, 152 Cidade Alta .Vitória Espirito Santo

Fones: (27) 3322-7391

www.companhiafolgazoes.com.br

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festival de teatro da cidade de Vitoria 2008 039

Espetáculo “Os Coveiros” volta em cartaz no mês de maio – Gazeta Online

Se você entra no site do Gazeta Online para ver a pauta de Teatro e Dança, na página do Prazer & Cia, fica decepcionado, pois o link foi tirado do ar.

Você encontra notícias sobre baladas, cartas de vinhos, cardápio de comidas, guia de filmes, bares e restaurantes, mas teatro, dança e circo, ficam a revelia, pois para esta mídia online, o interesse é menor… Fazer o quê! Podemos reclamar, mas não acredito que isso vai mudar muita coisa. Mas quando você clica em Notícias, em meio de um emaranhado de shows, cinema, música… Tem um vislumbre de indicação do teatro. Eu já fiz de um modo mais prático, coloquei na busca a palavra “teatro” e fui direcionado a vários assuntos velhos e novos, e dentre os novos, um chamou minha atenção. Era a matéria do jornalista Erik Oakes referente ao retorno de um dos grandes sucessos do nosso teatro, a peça “Os Coveiros”, de Bosco Brasil, com o Grupo Quintal.

Antes de tudo, quero agradecer ao jornalista por ainda manter a chama acesa dentro do jornal, mesmo online, e divulgar o que acontece nas nossas artes cênicas:

Espetáculo 'Os Coveiros' volta em cartaz no mês de maio

06/05/2009 - 12h31 (Erik Oakes - gazeta online)

foto: Divulgação

os coveiros No intuito de formar uma plateia capixaba fixa, a produtora Miríam Gonçalves retorna com o espetáculo 'Os Coveiros' a Vitória. A comédia premiada com as leis de incentivo a cultura Chico Preto e Rubem Braga será apresentada no Teatro Galpão, todos os sábados, domingos e segundas-feiras do mês de maio, às 20h.
A peça foi apresentada pela primeira vez em 2004 e desde então ela entra em cartaz três vezes por ano. "Resolvemos voltar com a peça porque o texto é muito bom. Ele fala de  coisas super bacanas do cotidiano que e legal serem apresentadas novamente. O texto é muito reflexivo. É uma comédia sadia e interessante", explica Miríam.
O espetáculo 'Os Coveiros' mostra a cidade de São Paulo no final dos anos 50, quando o Brasil atravessava uma fase de desenvolvimento. Num cemitério esquecido da periferia, lugar onde ninguém mais enterra seus mortos, um pouco do Brasil de então acontece.
Um coveiro "empreendedor" se utiliza da fé e do desespero dos humildes para criar seu pequeno negócio. Muito lucrativo, para os padrões do lugar e do negócio. Acontece que o esperto podia ser surpreendido por uma ex-vítima. E daí? O que aconteceria?
Quem encarna a dupla de coveiros são os atores Ednardo Pinheiro e José Augusto Loureiro. Eles interpretam os personagens desde a estreia do espetáculo em 2004. Os ingressos para assistir 'Os Coveiros' custam R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia).

Serviço:
Os Coveiros

Comédia com Ednardo Pinheiro e José Augusto Loureiro
Dias: todos os sábados, domingos e segundas-feiras do mês de maio
Local: no Teatro Galpão
Horário: às 20h
Ingressos: R$10,00 ( inteira) e R$5,00 (meia)
Produção: Miriam Gonçalves
Informações: 9309-6730

SATED-ES convoca inadimplentes

O iluminador e diretor Ary Roaz colocou no dia 07/05/2009 (quinta-feira), no grupo Opiniões Cênicas, o endereço e os horários de funcionamento do SATED-ES (Sindicado dos Artistas e Técnicos em Espetáculos de Diversões do Espírito Santo) para que aqueles que estão com atraso de pagamento para se regularizarem, pois somente assim poderam participar das assembléias e votarem. Abaixo segue o endereço, com correio eletrônico, telefones de contato e horários de funcionamento. Regularizem e participem!

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Blogs SECULT

Entrando na onda dos blogs, a SECULT (Secretaria Estadual de Cultura do Espírito Santo) lançou três novos blogs para discussão sobre a cultura capixaba. O primeiro é a Rede de Gestores Culturais, direcionada aos administradores cuturais que possuem conhecimento para ser passado. O segundo é o LeiaES, que destina a criações de maneiras de incentivo a leitura e estratégias eficazes para o estímulo dela. O terceiro é o blog Cultura Digital (de muito interesse deste que vos escreve), pois destina-se a ampliação de divulação cultural por meio da mídia digital, seja em forma de blogs, grupos de discussões ou mesmo site culturais. Dentro, as pessoas responsáveis por estes meios de informação disponibilizam suas idéias, o que os motivaram a criar tal midia digital.

A idéia destes blog da SECULT só ajudam ainda mais a ampliação de informações via web. Vale a pena visitá-los e conhecer mais sobre o assunto que desejar.

email mkt blogs1

Alterações na Lei Rubem Braga

AlcinePinehiro_SecCultura_MS (2) Ontem (06/05/2009), Antonio Lopes disponibilizou no Grupo Opiniões Cênicas as propostas de alteração da Lei de Incentivo Cultural “Rubem Braga”. Elas foram feitas pelo próprio Secretário de Cultura, o Sr. Alcione Alvarenga Pinheiro.

Vamos primeiro a esta Lei de Incentivo. A Lei Rubem Braga foi criada em 1991, e de lá para cá ajudou várias áreas da cultura de Vitória com seus projetos. Lógico, nem todos são agraciados pela Lei, mas os que são e conseguem trocar so bônus fornecidos, colocam seus trabalhos em evidência. Lógico que a Lei tem várias falhas, pois mesmo pessoas de dentro da Comissão, tendo conhecidos residentes em Vitória – ES, conseguem colocar projetos na pauta da Lei. Principalmente na área de teatro.

Não creio que isso vá mudar, mas uma nova resolução, como o Secretário de Cultura pretende fazer, pode até ser bem vinda. Abaixo segue a Lei Rubem Braga (Lei 3730/1991), a Resolução Normativa 135/2008 e o projeto do Decreto 10328. Boa leitura a todos!

BrasaoVitoria LEI Nº 3.730

“RUBEM BRAGA”

Incorporadas as alterações em vigor.

O Prefeito Municipal de Vitória, Capital do Estado do Espírito Santo, faço saber que a Câmara Municipal decretou e eu sanciono a seguinte lei:

Art. 1º - Fica instituído, no âmbito do Município de Vitória, o Projeto Cultural “RUBEM BRAGA”.

Art. 2º - O Projeto Cultural Rubem Braga consiste na concessão de incentivo fiscal para a realização de Projetos Culturais, a ser concedido a pessoa física ou jurídica domiciliada na Região Metropolitana da Grande Vitória, há pelo menos 2 (dois) anos.

§ 1º - O incentivo fiscal a que se refere o “caput” deste artigo, corresponderá ao recebimento, por parte do empreendedor de qualquer Projeto Cultural da Grande Vitória, seja através da doação, patrocínio ou investimento, de certificados expedidos pelo Poder Executivo, correspondentes ao valor do incentivo autorizado.

§ 2º - Os Portadores dos certificados poderão utilizá-los para pagamentos dos Impostos Sobre Serviços de Qualquer Natureza - ISSQN e sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana IPTU – de acordo com sua arrecadação, conforme escalonamento, observando o cronograma financeiro do projeto aprovado pela Comissão.

a) Empresas com valor devido até R$ 50.000,00 poderão, a cada incidência dos tributos, receber 60% de renúncia fiscal;

b) Empresas com valor devido entre R$ 51.000,00 e R$100.000,00 poderão, a cada incidência dos tributos, receber 40% de renúncia fiscal.

c) Empresas com valor devido acima de R$100.000,00 poderão, a cada incidência dos tributos, receber 25% de renúncia fiscal.

§ 3º - O valor que deverá ser usado como incentivo cultural anualmente não poderá ser inferior a 2%(dois por cento), nem superior a 5%(cinco por cento) da receita proveniente do ISSQN e do IPTU, será fixado na Lei Orçamentária.

§ 4º - O incentivo fiscal para a realização dos Projetos Culturais a que faz alusão ao Art. 2º desta Lei, somente será concedido a pessoas físicas ou jurídicas domiciliadas na Região Metropolitana da Grande Vitória, com prioridade para os trabalhos que tenham sido compostos, produzidos, ou que retratem ou abranjam situações alusivas à cultura regional do Estado do Espírito Santo, prioritariamente do Município de Vitória, ocorridas nas áreas descritas no Art. 3º da mesma Lei.

§ 5º - Os beneficiados do incentivo fiscal para realização de projetos que faz alusão ao Art. 2º desta Lei, somente poderão receber novo benefício após 2 (dois) anos da prestação de contas.

Art. 3º - São abrangidas por esta Lei as seguintes áreas:

I - Dança;

II - Música

III - Teatro, circo e ópera;

IV - Cinema, Fotografia e vídeo;

V - Literatura;

VI - Artes plásticas, Artes Gráficas e Filatelia;

VII - Folclore, Capoeira, Artesanato e Patrimônio Imaterial

VIII - História e Patrimônio Cultural (exceto restauração de bens e imóveis)

Art. 4º - O valor usado com incentivo cultural anualmente previsto no Artigo 2º, parágrafo 3º desta Lei, será subdividido em percentuais pelas áreas abrangidas por esta Lei, da seguinte forma:

I - Dança – 9%

II - Música – 17%

III - Teatro, Circo e Ópera - 18%

IV - Cinema, Fotografia e vídeo - 21%

V - Literatura - 11%

VI - Artes plásticas, Artes Gráficas e Filatelia – 7%

VII - Folclore, Capoeira e Artesanato – 4%

VIII - História e Patrimônio Cultural (exceto restauração de bens e imóveis) – 13%

Parágrafo Único – Em caso de sobra de recursos em alguma área abrangida por esta Lei, o mesmo será subdividido nos mesmos percentuais estabelecidos por cada área específica que trata este Artigo.

Art. 5º - Fica constituída uma Comissão Normativa composta por membros das áreas culturais ligadas ao projeto.

§ 1º - São membros natos da Comissão de que trata o “caput” deste artigo, o Secretário Municipal da Fazenda e o Secretário Municipal de Cultura - ou quem lhe fizer a vez.

§ 2º - Cada entidade ligada ao projeto indicará um nome para compor a Comissão Normativa, eleito em Assembléia Geral, convocada para esse fim, com acompanhamento da Secretaria Municipal de Cultura.

§ 3º - O Secretário Municipal de Cultura, ou quem lhe fizer a vez, será o Presidente nato da Comissão Normativa de que se trata este artigo.

§ 4º- Para a obtenção do incentivo referido no artigo 2º desta Lei, deverá o interessado apresentar à Comissão Normativa, cópia do Projeto Cultural, explicitando objetivos, recursos financeiros e humanos envolvidos, para fim de fixação do valor do incentivo e fiscalização posterior.

Art. 6º - Fica fixado o teto do valor do incentivo a ser concedido, aos Projetos de acordo com a área específica para análise e apreciação do mérito do projeto apresentado.

I) Dança R$40.000,00

II) Música R$ 40.000,00

III) Teatro, circo e ópera; R$50.000,00

IV) Cinema, Fotografia e vídeo; R$ 80.000,00

V) Literatura; R$ 40.000,00

VI) Artes plásticas, artes gráficas e filatelia; R$ 40.000,00

VII) Folclore, capoeira e artesanato; R$ 40.000,00

VIII) História e Patrimônio Cultural (exceto restauração de bens e imóveis) R$ 40.000,00

Parágrafo Único – Fica fixado que nenhum projeto poderá ser aprovado com menos de 80% (oitenta por cento) do valor solicitado pelo beneficiado, respeitando o teto específico de cada área, previamente avaliado e aprovado pela Comissão de Gerenciamento e Fiscalização.

Art. 7º - Os Certificados referidos no Artigo 2º, parágrafo primeiro desta Lei terão prazo de utilização de até l2 (doze) meses após a sua emissão.

Art. 8º - Independentemente de poder o Município ajuizar a competente ação penal, este poderá, ainda, aplicar ao empreendedor que não comprovar a correta aplicação da Lei, por dolo, desvio de objetos e/ou de recursos, multa igual ao valor do incentivo, ficando ele ainda excluído de participar de quaisquer projetos culturais abrangidos por esta Lei, além de ser inscrito em Dívida Ativa Municipal.

Art. 9º - Ao poder Executivo competirá formar uma Comissão de até 3 (três) membros, destinada ao gerenciamento e fiscalização do projeto.

§ 1º - Fica criado, na estrutura de Secretaria Municipal de Cultura, ou do órgão que lhe fizer a vez, um cargo de Secretário Executivo, de provimento em comissão de livre nomeação do Prefeito Municipal, padrão PC-T, com a finalidade de dirigir a Comissão de Gerenciamento e Fiscalização de que trata o “caput” deste artigo.

§ 2º - O Secretário Municipal de Cultura poderá requisitar à Administração Municipal, Técnicos de qualquer área de conhecimento lotados em outras Secretarias.

Art. l0º - As obras resultantes dos projetos culturais beneficiados por esta Lei, serão apresentadas, prioritariamente, no âmbito territorial do Município devendo mostrar, obrigatoriamente, a divulgação do patrocínio institucional do Município de Vitória e da empresa que apóia o projeto.

Art. 11º - A presente Lei será regulamentada no prazo máximo de 90(noventa) dias.

Art. 12º - As despesas decorrentes da execução desta Lei, correrão à conta da dotação orçamentária própria.

Art. 13º - Esta Lei entra em vigor, na data de sua publicação.

____________________________________________________

RESOLUÇÃO NORMATIVA Nº 135/2008

Estabelece os prazos e normas para o recebimento e análise de projetos culturais nos termos da Lei nº 3.730/91 e dá outras providências.

Art. 1º - Fica determinado o período de 02 de junho de 2008 a 04 de agosto de 2008, para o recebimento de projetos culturais que postulam os benefícios fiscais da Lei nº 3.730/91.

§ 1º - O resultado da apreciação dos projetos, indicando aqueles aprovados, será de conhecimento público no mês de dezembro de 2008.

§ 2º - A Comissão de Gerenciamento e Fiscalização tem o período de 11 de agosto de 2008 até 10 de outubro de 2008 para a análise da documentação legal e demais requisitos dos projetos apresentados. Após esta data, os projetos apresentados com toda a documentação legal completa serão encaminhados à Comissão Normativa para análise do mérito e decisão de aprovação ou indeferimento.

§ 3º - Serão aprovados tantos projetos quantos forem julgados meritórios pela Comissão Normativa, até o limite dos recursos previstos na Lei Orçamentária para o ano de 2009.

§ 5° - Serão indeferidos pela Comissão de Gerenciamento e Fiscalização, os projetos que na inscrição não apresentem qualquer documento ou exigência obrigatória constante desta Resolução Normativa e descritos a seguir;

Art. 2º.- Constitui documentação OBRIGATÓRIA para a postulação dos benefícios do Projeto Cultural Lei Rubem Braga:

a)Formulário de Inscrição;

b)Memorial Descritivo;

c)Descrição Física do Projeto;

d)Cronograma de Execução incluindo a contrapartida social;

e)Planilha Detalhada de Custos;

f)Ficha técnica do projeto, listando as principais funções artísticas e técnicas necessárias à sua execução, e nomeando aqueles que desempenharão as funções listadas;

g)Declaração de todos os profissionais artísticos e técnicos nominados no projeto, ou de entidade envolvida em sua realização de que concordam com a sua participação no mesmo;

h)Comprovação de domicílio na Região Metropolitana da Grande Vitória de no mínimo 02 (dois) anos – documento de 02 (dois) anos antes da entrega do projeto e da data atual;

i)Cópia do Contrato Social ou Ata de Fundação, se pessoa jurídica, também com o mínimo de 02 (dois) anos em Vitória;

j)Certidão de Regularidade Fiscal junto ao município de Vitória (Nada Consta);

k)Cessão de Direitos Autorais ou conexos, onerosa ou não.

l)Texto completo do roteiro, texto dramatúrgico ou literário quando tratar-se de projeto destinado à sua filmagem ou gravação, encenação de espetáculo cênico ou edição de livro, excetuando-se quando o projeto incluir pesquisa prévia;

m)Sempre que o projeto tratar de pesquisa ou a incluir, deverá expor fundamentação teórica, justificativa, metodologia, objetivo, bibliografia e literatura acerca do tema;

n)Demo do trabalho musical que se pretende registrar e cópia das letras, se houver, e concepção artística do trabalho;

o)Projeto detalhado de montagem, incluindo concepção dramatúrgica da direção e demonstração gráfica de cenários, figurinos, adereços e outros, quando se tratar de projeto de montagem de espetáculo cênico;

p)Esboço do projeto de produção, incluindo desenho de cenários, figurinos e outros, quando se tratar de projeto de filme ou vídeo ficção;

q)Ficha catalográfica e registro no ISBN, sempre que se tratar de publicação de livro;

r)É obrigatória a apresentação de roteiro detalhado para projetos de CD-ROM e DVD;

s)Em caso de DVD músical, não será obrigatória a apresentação de roteiros, sendo apenas apresentada à câmara de música para a avaliação.

t)Exposição Quantificada da Contrapartida Social do Projeto, que deverá ser, minimamente:

1. Quando o projeto tratar da realização de produtos audiovisuais (cinema, foto e vídeo):

1.1 Doação de duas cópias do produto em VHS, DVD ou CD-ROM, conforme o caso, para o acervo do Município, com capa artística, ficha técnica completa e sinopse do trabalho;

2 Quando o projeto incluir a realização de oficinas,

2.1 Realizar gratuitamente uma oficina a critério do Município.

3 Quando o projeto incluir a realização de exposições de artes visuais e/ou a produção de objetos artísticos,

3.1 a doação de uma obra para o acervo do município, selecionada de comum acordo pelo artista e pela Câmara de Artes Plásticas;

4 Quando o projeto incluir a publicação de livros ou catálogos:

4.1 doar 10% dos exemplares para o município;

5. Quando o projeto tratar da edição e duplicação de CDs, DVDs, CD-ROMs e similares:

5.1 doar 5% (cinco) porcento do produto final ao município;

6. Quando tratar-se de projeto de pesquisa:

6.1 doar 05 (cinco) exemplares do relatório final da pesquisa ao município;

6.2 realizar pelo menos uma palestra, aberta ao público, no município de Vitória, expondo os resultados finais da pesquisa.

7 Quando tratar-se da produção de espetáculos musicais e de artes cênicas:

7.1 Realização de uma exibição gratuita, no município de Vitória, em data previamente comunicada à SEMC/SE-RB.

8. DO LANÇAMENTO ABERTO AO PÚBLICO,

8.1 Todos os projetos patrocinados pela LEI RUBEM BRAGA deverão fazer lançamento aberto ao público, com ampla divulgação pela imprensa. Os realizadores deverão enviar comunicado e convite com antecedência para a Secretaria de Cultura de Vitória/Lei Rubem Braga, para fiscalização do evento.

Art. 3º - A avaliação da adequação dos projetos ao prescrito no artigo segundo dessa Resolução Normativa é de competência da Comissão de Gerenciamento e Fiscalização, conforme o artigo 3º do decreto 10.328/99.

Art. 4º. Os projetos apresentados para postulação dos benefícios da Lei 3.730/91 poderão apresentar solicitação de recursos inferior ao total dos custos estimados para o projeto, devendo, neste caso, fazer acompanhar a planilha de custos integral do projeto de uma planilha de custos referente apenas à solicitação de recursos com os benefícios da Lei 3.730/91.

Parágrafo único - A solicitação apenas parcial dos recursos necessários para a realização do projeto não isenta o postulante da realização integral do projeto, o que deverá estar comprovado na prestação de contas.

Art. 5º. Os pareceres serão assinados conjuntamente pelos membros da Câmara Setorial, devendo ser assinados pela maioria de seus membros.

Art. 6º. A Análise dos projetos pelo Plenário da Comissão Normativa tem por objetivo a elaboração da lista final dos projetos contemplados com os benefícios da Lei nº 3.730/91, selecionados entre os projetos considerados prioritários pela análise comparativa pelas Câmaras Setoriais, de tal modo que o montante aprovado não seja superior ao volume de recursos disponíveis.

Art. 7º. Esta Resolução Normativa entra em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário que porventura existam no Regimento Interno da Comissão Normativa do Projeto Cultural Rubem Braga.

LEONARDO PASSOS MONJARDIM

SECRETÁRIO EXECUTIVO DA LEI RUBEM BRAGA

ALCIONE ALVARENGA PINHEIRO

SECRETÁRIO MUNICIPAL DE CULTURA

___________________________________________________________

DECRETO Nº 10.328

Dá nova regulamentação à Lei 3730, de 08 de junho de 1991

O Prefeito Municipal de Vitória, Capital do Estado do Espírito Santo, no uso de suas atribuições legais:

D E C R E T A :

Art 1°. A Comissão Normativa a que se refere o art. 5° da Lei 3.730/91 será constituída de 42 (quarenta e dois) membros, assim indicados:

I - 05 membros por cada área de atividade, por indicação das entidades;

II - Os Secretários Municipais de Cultura e de Fazenda.

§ 1°. Fica vedada a participação de mais de um membro da mesma instituição na Câmara Setorial.

§ 2°. A assembléia de que trata o parágrafo anterior será convocada e presidida pelo Secretário Executivo de que trata o § 1º do art. 9° da Lei 3.730/91.

§ 3°. O Presidente da Comissão Normativa será o Secretário Municipal de Cultura, ou quem lhe fizer a vez.

Art. 2°. A Comissão Normativa de que trata o artigo anterior elaborará o seu próprio Regimento.

Art. 3°. Compete à Comissão de Gerenciamento e Fiscalização, criada pelo art. 9° da lei 3.730/91, a análise preliminar dos projetos a serem submetidos à Comissão Normativa.

Art. 4°. A confecção dos bônus, anteriormente nominados de Certificados Expedidos pelo Poder Executivo, conforme Lei n° 3730/91, será de responsabilidade da Secretaria Municipal de Fazenda.

Parágrafo único. Os valores correspondentes aos bônus de que trata este Decreto poderão ser desmembrados em tantas parcelas quantas forem necessárias.

Art 5°. A prioridade para apreciação dos projetos será por ordem de apresentação.

Art 6°. O autor do projeto apreciado favoravelmente terá o prazo de 24 (vinte e quatro) meses para a sua conclusão, a contar da emissão dos bônus correspondentes.

§ 1°. O autor do projeto terá um prazo de 60 (sessenta) dias após a concretização do mesmo para a prestação de contas.

§ 2°. Na hipótese de o beneficiário pelo projeto não apresentar a prestação de contas no prazo previsto no parágrafo anterior, ou não concretizá-lo no prazo previsto no caput deste artigo, a Comissão de Gerenciamento e Fiscalização solicitará da Procuradoria Jurídica do Município que o acione judicialmente.

§ 4°. Da prestação de contas deverão constar:

I - comprovação da realização do projeto, com especial atenção ao disposto no § 3º do art. 8º do presente Decreto;

II - comprovação das despesas realizadas com os recursos obtidos por meio do incentivo fiscal, de acordo com a Planilha de Custos apresentada.

§ 5°. A aprovação da prestação de contas é de competência da Secretaria Executiva, ouvida a Comissão de Gerenciamento e Fiscalização.

Art. 7°. Os Projetos para captação de incentivos fiscais de que trata a Lei n° 3.730 deverão ser apresentados, em três vias, com os seguintes documentos:

I - Memorial Descritivo e Físico

II - Cronograma de Execução

III - Planilha de Custos

IV - Comprovação de Domicílio

V - Cópia do Contrato Social ou Ata de Fundação, se pessoa jurídica

§ 1°. Deverá o postulante anexar todas as informações necessárias à plena compreensão do Projeto.

§ 2°. A Secretaria Executiva poderá requerer, e fixar prazo para a sua apresentação, a qualquer tempo, informações e documentos complementares que julgue necessários a análise do projeto, sob pena de arquivamento do mesmo.

§ 3°. Deverá estar expresso no Projeto a contrapartida social de sua realização, especificando de que maneira se dará o acesso da população ao seu resultado final.

Art. 8°. Entende-se por projeto cultural o exercício de atividade que se proponha a fomentar as artes e a cultura da Região Metropolitana da Grande Vitória, por meio de seus técnicos, artistas, produtores e realizadores.

§ 1°. Fica vedada a apresentação de projetos culturais por parte dos membros da Comissão Normativa e da Comissão de Gerenciamento e Fiscalização.

§ 2°. A pessoa física ou jurídica que tiver obtido a liberação de bônus para projeto seu, só poderá pleitear nova liberação após a aprovação da prestação de contas do projeto anterior.

§ 3°. É vedada a apresentação de projetos por instituições públicas ou por ela mantidas.

Art. 10. Os projetos que já tenham feito a captação de bônus na data de publicação deste Decreto, têm o prazo de 12 (doze) meses para a conclusão do projeto, a contar da publicação deste Decreto.

§ 1°. Aos projetos cuja publicação da Resolução Normativa já tenho sido feita na data de publicação deste Decreto, mas cuja emissão dos bônus correspondentes ainda não tenha sido concluída, aplica-se o disposto no art. 6° do presente Decreto.

§ 2°. Aplicam-se integralmente as normas dispostas neste Decreto aos projetos aprovados cuja prestação de contas não se tenha efetuado até a data de sua publicação.

Art 11. A Comissão Normativa será composta no prazo de 30 (trinta) dias, a contar da data da publicação do presente Decreto.

Parágrafo único. A atual Comissão Normativa formada nos termos do Decreto nº 8607/91, deliberará com plenitude de poderes, obedecendo o prazo de sua nova composição, conforme o caput deste artigo.

Art. 12. Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário, especialmente os Decretos nºs 8607/91 e 8862/92.

Palácio Jerônimo Monteiro, em de março de .

João Carlos Coser - Prefeito Municipal

Alcione Alvarenga Pinheiro - Secretário Municipal de Cultura

TODOS ESTÃO SUJEITOS A ALTERAÇÕES

domingo, 3 de maio de 2009

“…Salomé”, no Galpão

Mais de 200 pessoas visitaram o blog Teatro Capixaba para saber mais sobre a peça “Rosas Brancas para Salomé”, durante o período de 14/03/2009 a 02/04/2009. Agora ela retorna aos palcos, desta vez no Teatro Galpão, em Vitória – ES. A peça é escrita e dirigida por Gladston Ramos e tem em palco o ator Mauro Pinheiro. Ele interpreta Salomé, uma diva transformista que enfrentou várias agruras para conseguir seu sucesso. Ela lembra da expulsão de sua casa a sua ascenção, no Cassino da Urca, passando por vários momentos de sua história.

O espetáculo já esteve em cartaz no Teatro Municipal de Viana e no Teatro do Sesi, participando do Projeto “Luzes e Aplausos”, onde peças teatrais do estado se tornam mais acessíveis ao público em geral, por um preço muito módico, R$ 1,99.

No Teatro Galpão, a peça “Rosas Brancas para Salomé” ficará em cartaz do dia 09 ao dia 31 de maio de 2009, as 20:00. Mais informações, podem entrar em contato com o próprio Mauro Pinheiro pelo celular: (27) 9933-7543; ou pelo e-mail: m.pinheiros@yahoo.com.br.

Abaixo segue o release da peça, enquanto esteve em cartaz no Teatro Municipal de Viana, escrito por Waldson Menezes:

panfleto_maio_1_b O texto e a direção da peça, que é classificada para 14 anos, são de Gladston Ramos. Já a interpretação fica por conta do ator Mauro Pinheiro, que entra em cena como Salomé, uma diva do transformismo, apaixonada pela cantora Angela Maria. A personagem é sonhadora, sensível, alegre, divertida e ao mesmo tempo melancólica e solitária.

O espetáculo começa com o show de Salomé e prossegue quando ela  volta para o camarim, onde a fantasia acaba e a diva tem que retirar o disfarce para encarar o palco da vida. Nesse momento, as lembranças voltam como num filme, fazendo-a reviver  diversos fatos marcantes da vida. A expulsão de casa, o apoio encontrado em Otila e Madame Satã, no Arco da Lapa, o Cassino da Urca, o difícil relacionamento com a família, o encontro com o amor verdadeiro, a morte do  pai, da mãe, do seu amor, os shows engraçados e dos amigos que o tempo levou.

Mas, o que parece um drama fará o público se divertir. Salomé usa o humor para falar de preconceito, medo, saudade, abandono e principalmente da solidão do ser humano, assuntos que fazem chorar. Com toda sua  fragilidade, ela consegue buscar  dentro de si uma força extraordinária quando o assunto é sobrevivência, e mais do que ninguém sabe driblar as pedradas e os espinhos do seu caminho, fazendo do espetáculo um  divertido desabafo.

Por meio do humor, ela deixa transparecer toda a carga de desafeto, rejeição e discriminação, tentando disfarçar a melancolia e a solidão que explodem  em plena noite de Natal. Apesar de tudo,  Salomé se revela cada vez mais humana e divertida. A peça faz  um convite à  reflexão sobre a forma superficial  como as pessoas vêem aqueles que parecem diferentes.

Bom espetáculo para todos!

Falece Augusto Boal

Augusto_Boal Hoje (03/05/2009), lendo o grupo Opiniões Cênicas, descubro que o corpo de Augusto Boal permitiu que sua alma fosse para o Elísio. A notícia está em mais de 22 mil links, de acordo com o Google.

A notícia saiu primeiramente no Agência Estado, do Estadão, pelo repórter Fabio M. Michel.

Augusto Boal, criador do Grupo Opinião, com Gianfrancesco Guarnieri e Edu Lobo, criador do Sistema Curinga, onde oito atores se revezam fazendo vários personagens no espetáculo “Arena Conta Zumbi” e, também, criador do Teatro do Oprimido.

Boal faleceu ontem mesmo, as 02:40. Ele estava internado no Hospital Samaritano, por conta de uma leucemia. Teve insuficiência respiratória e pode descansar em paz.

Ganhador de mais de quarenta prêmios, no decorrer de seus anos de trabalho, no ano de 2008, recebeu indicação ao Prêmio Nobel, em virtude de seu trabalho com o Teatro do Oprimido. Eu tive a oportunidade de conhecê-lo, na arena da Escola de Teatro e Dança Fafi, durante uma “conversa” sobre seus trabalhos e desenvolvimento do Teatro do Oprimido. No ano passado, o Centro do Teatro do Oprimido (CTO) do Rio de Janeiro veio a Vitória a convite da Segurança Pública e Defesa Social do Espírito Santo – SESP e Secretaria Estadual de Cultura – SECULT, instalando aqui o Projeto Teatro do Oprimido no Espírito Santo. As apresentações, sob direção artística do próprio Augusto Boal, foram no Theatro Carlos Gomes.

Segue abaixo a matéria que saiu no Agência Estado (Obigado por ter existido Boal!):

Morre Augusto Boal, o criador do Teatro do Oprimido

FABIO M. MICHEL - Agencia Estado

SÃO PAULO - O dramaturgo e diretor teatro, Augusto Boal, morreu na madrugada de hoje, aos 78 anos, de insuficiência respiratória, no Hospital Samaritano, no bairro do Botafogo, Rio. Ele sofria de leucemia e estava internado desde o dia 28 de abril. O local e o horário do enterro não foram divulgados. O trabalho do carioca Boal, que também era ensaísta e teórico do teatro, ganhou destaque nos anos 1960 e 1970, quando esteve à frente do Teatro de Arena de São Paulo e criou o Teatro do Oprimido, pelo qual foi internacionalmente reconhecido por aliar arte dramática à ação social.

Boal chegou a se formar em Química pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) em 1950, mas viajou em seguida para os Estados Unidos, onde estudou artes cênicas na Universidade de Columbia. De volta ao Brasil, sua primeira peça como diretor do Arena foi Ratos e Homens, de John Steinbeck, que lhe rendeu o prêmio de revelação da APCA (Associação Paulista dos Críticos de Arte). Dirigiu ainda, entre outras peças, Eles Não Usam Black-Tie, de Gianfrancesco Guarnieri, e Chapetuba Futebol Clube, de Oduvaldo Vianna Filho. Foi o diretor do espetáculo Opinião, com Zé Ketti, João do Vale e Nara Leão, que passou para a história como um ato de resistência ao golpe militar de 1964.

Querendo saber mais sobre o diretor, dramaturgo e ensaísta brasileiro, Augusto Boal, entrem no Wikipédia.

sexta-feira, 1 de maio de 2009

Circuito Cultural Estradafora chega a Cariacica

Este texto eu deixo para a Secretaria de Cultura, Esporte e Lazer – Divisão Cultural (SEMCEL/DC) da Prefeitura Municipal de Cariacica, pois a novidade é muito interessante:

folderfrente-cariacica CARIACICA RECEBE CIRCUITO CULTURAL ESTRADAFORA...

Um caminhão que se transforma em teatro. Essa foi a forma encontrada pela companhia Teatro de Tábuas para levar arte e educação para os mais longes rincões do país. É o projeto Estradafora, que chega na próxima semana em Cariacica.

O Circuito está na estrada desde 2004 e já superou a marca de 220 mil espectadores em 121 cidades brasileiras. O diferencial do Estradafora está na estrutura que utiliza uma tecnologia inovadora, com teatro inflável acoplado a uma carreta de 15 metros com capacidade para 150 espectadores e todos sentados. O ambiente possui ar-condicionado, iluminação, sonorização, projetor e “blackout” total.

Neste espaço o grupo apresenta espetáculos de teatro, cinema, música, dança, artes plásticas, oficinas e palestras. A Carreta-teatro vai estacionar em Cariacica entre os dias 6 e 10 de maio, em frente a Prefeitura Municipal. Nesse período o público vai poder conferir o espetáculo infantil “Trilhos que eu mesmo fiz”.

A peça

Em “Trilhos que eu mesmo fiz” o público vai conhecer as aventuras de Nina, Jonjo e Papazzo, três amigos inseparáveis que esperam todos os dias o mesmo trem só para vê-lo passar. Até que um deles tem a idéia de entrar no trem e sair viajando pelo mundo.

Em Cariacica as exibições semanais acontecem para alunos e professores de escolas públicas, em parcerias com a Secretaria Municipal de Educação (Seme) e nos finais de semana são abertas ao público em geral com ingressos disponibilizados, gratuitamente,na Secretaria de Cultura, Esporte e Lazer (Semcel), que funciona no prédio da Prefeitura, em Alto Lage. Os ingressos serão oferecidos ao público na semana de apresentação da peça.

No período em que a Carreta-teatro estiver na cidade também serão ministradas oficinas destinadas aos professores da rede de ensino e interessados nos temas. As inscrições também podem ser realizadas na Semcel.

Carreta-teatro

A base do Circuito Estradafora está diretamente ligada com a carreta-teatro, um veículo construído com a finalidade de levar a todos os cantos do país um “teatro sob rodas”. A carreta-teatro possui capacidade para acomodar 150 espectadores, sem deixar de lado o conforto tecnológico de uma sala cultural convencional, como ambiente com ar condicionado e todos os recursos para a realização de espetáculos teatrais e sessões de cinema, como palco, cenários, luz, som, projetor e tela. Sua montagem é um espetáculo à parte não apenas para as crianças, mas para toda a população.

Oficinas

Nos dias em que o Circuito Estradafora estiver em Caricica serão oferecidas oficinas de jogos teatrais para a sala de aula, técnica de animação (stop motion) e “Onde está a sua fantasia?”. As oficinas são voltadas para professores e artistas do município e as vagas já foram preenchidas.

folderfrente-cariacicaConfira a programação do Circuito em Cariacica:

Entre 6 e 10 de maio

Manhã – Sessões de Cinema

Tarde – Apresentação de Teatro

Noite – Sessões de Cinema

No domingo,10, entre 19h e 21h acontece Sarau com intercambio entre artistas locais e da Companhia Teatro de Tábuas. O artista da cidade que quiser participar basta se inscrever na Secretaria Municipal de Cultura, Esporte e Lazer.

Serviço

Circuito Estradafora

Local: Em Frente à Prefeitura

Datas: de 06 a 10 de maio

Oficinas de teatro e animação para professores e artistas de Cariacica

Em paralelo, serão oferecidos três tipos de oficinas para professores e artistas do município. As atividades serão feitas em três turnos: manhã, das 8h ao meio dia; tarde, das 14h às 18 horas e a noite, das 19h às 23 horas.

Confira:

06/05 - quarta-feira

8h as 12h - 1- Jogos teatrais

                   2 - Onde está a sua fantasia?

14h as 18h - 3 - Stop Motion

19h as 23h - 4 - Jogos teatrais

07/05 - quinta-feira

8h as 12h - 1 - Jogos teatrais

                   2 - Onde está a sua fantasia?

14h as 18h - 3 - Stop Motion

19h as 23h - 4 - Jogos teatrais

08/05 - sexta-feira

8h as 12h - 2 - Onde está a sua fantasia?

14h as 18h - 3 – Stop Motion

1- Jogos Teatrais para Sala de Aula

O desenvolvimento de temas transversais à educação com atividades lúdicas e criativas, cada vez mais freqüentes no meio educacional, mostra o potencial da arte como ferramenta para a educação. Esta oficina propõe o jogo teatral como uma possibilidade da quebra do cotidiano, revelando, assim, novas perspectivas para a sala de aula, criando um espaço lúdico para uma nova relação entre professores e alunos. Estes jogos também permitem ao professor atento identificar os distintos comportamentos e estados emocionais de cada aluno.

Número de participantes: 20 pessoas

Tempo de duração: 8 horas

2- Oficina - Onde está sua fantasia?

A oficina ‘Onde está sua fantasia’ abrange dinâmicas práticas e teóricas. Exercitando o potencial criativo plástico, lingüístico e jogos de interação social. Cada atividade contribui para o uso de meios artísticos para aplicação na área do educador, trabalhando relacionamentos, uso dos sentidos e do corpo com a arte.

Música, desenho, dança e literatura de modo homogêneo se ligam em dinâmicas para a formação artística num amplo e contínuo discurso de onde está sua fantasia, seja ela indumentária ou imaginária.
A oficina também pode ser dada para alunos, com atividades educativas e de incentivo a criação, com as mesmas técnicas, mas, adaptadas para jovens.

Número de participantes: 20 pessoas

Tempo de duração: 09 horas

3- Oficina - Técnicas de animação: Stop Motion

Com a popularização dos recursos audiovisuais, qualquer escola é capaz de produzir e editar uma animação digital com facilidade. Dessa forma, o avanço das novas tecnologias deve ser aproveitado na área da educação, e se um aliado na atividade de aprendizagem.

Na técnica do Stop Motion, o aluno tem a oportunidade de entrar em contato com conceitos de diversas áreas do conhecimento, como o desenvolvimento da criatividade, de habilidades manuais e utilização de recursos tecnológicos.

A técnica de Animação em Stop Motion é simples, não exige conhecimento prévio e nenhuma familiaridade com computador e câmera de vídeo ou foto. Pode ser feita com modelagem de massinha, bonecos, ou qualquer outro objeto e consiste em movimentar o modelo escolhido e fotografá-lo quadro a quadro, a cada mínima diferença de posição.

Essas fotos são colocadas em seqüência, em um software especifico, gratuito, leve e disponível para download na Internet, e dessa forma, é gerada a impressão do movimento. A oficina passa pelos seguintes processos: desenvolvimento da idéia, que tem como temática o Meio Ambiente, a elaboração do roteiro, o desenho do storyboard, a captura da imagem e a finalização do vídeo.

Número de participantes: 20 pessoas

Tempo de duração: 12 horas

SEMCEL PMC
TEL: 3346-6340/3346-6343