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sábado, 7 de janeiro de 2012

Na Coxia: Tchau 2011... Olá 2012!

ola 20122011. O que eu posso falar deste ano? Bem, eu sei que estive muito ausente do blog neste ano, tanto que a visitação caiu drasticamente, por falta de divulgação dos trabalhos cênico-teatrais que aconteceram em Vitória.
Também foi o ano que enfraqueci na divulgação da trabalhos cênico-teatrais, pois em comparação com 2010, tivemos 42 posts a menos, e não foi por falta de espetáculos em cartaz, mas sim devido minha ausência no blog.
Não há como justificar - apesar de ter justificativas -, pois eu vacilei.
Mas 2011 foi um ano de grandes acontecimentos, como mais um espetáculo de sucesso do Grupo Teatro Empório, que levou aos palcos do Espírito Santo o espetáculo "A Ordinária".
"A Ordinaria" tem como base de estudo o teatro rodriguiano. Leandro Bacellar e Luana Eva pesquisaram a fundo o universo de Nelson Rodrigues para desenvolver este trabalho teatral, que se tornou uma obra prima do nosso teatro. Também tivemos trabalhos menores, mas de grande importância, como "A Mais Forte" e "O Mendigo, O Imperador e Suas Palavras", que levando uma quantidade menor de atores ao palco, nos trouxe críticas sobre a sociedade.
Tivemos o retorno do Grupo Z de Teatro com o fantástico Dom Casmurro, mostrando que o grupo continua sendo um dos maiores nomes do nosso teatro, assim como a Repertório Artes Cênicas e Cia. que nos mostrou o excelente trabalho “Bernarda, por detrás das paredes”, uma mistura de Frederico Garcia Lorca com Aristóteles, interpretada somente por dois atores que se completam em cena, dirigidos magistralmente por Nieve Matos, que também é responsável pelo roteiro brilhante.

Também tivemos um enorme crescimento de trabalhos do SESC Cultura na capital, com o Palco Giratório e o Aldeia SESC, que ampliou seus horizontes para a dança, também.

Tivemos o prazer de muitas peças teatrais de fora do estado, sendo intepretadas nos palcos do Teatro Marista e no Theatro Carlos Gomes, além de sermos agraciados com o retorno de “Cócegas” e “Cárcere”, que é uma adaptação do livro homônimo do históriador e dramaturgo Saulo Ribeiro. Até mesmo durante a 7ª Edição do Festival Nacional de Teatro Cidade de Vitória, tivemos o prazer de ter peças francesas abrilhantando nossos palcos.

Mas não só tivemos boas notícias para o nosso teatro, pois uma das nossas casas de espetáculo fechou no começo do ano de 2011, o Teatro Galpão.

O Teatro Galpão foi palco das mais fantásticas peças capixabas, dentre elas as adaptações de Milson Henriques de sua personagem Marly, os trabalhos do diretor e dramaturgo Wilson Nunes, peças sob a direção de José Luiz Gobbi, além dos maravilhosos trabalhos cênicos de Leandro Bacellar. O Galpão era um dos poucos palcos independentes da burocracia dos governos estadual e municipal, pois seu fundador e mantenedor, José Augusto Loureiro,  que também colocou no palco do teatro trabalhos como “Os Coveiros” e “O Figurante Invisível”, via a necessidade de mais casas de espetáculos na capital, já que o Carlos Gomes era de dificil acesso (é até hoje) e, na época da fundação do Teatro Galpão, o Edith Bulhões estava fechado ou funcionava com outros tipos de entretenimento, que não tinham nada a ver com artes cênicas. No palco do teatro subiram os mais diversos espetáculos, mas seu último foi um trabalho do diretor Robson de Paula, “Hello Boy”, depois a burocracia o atacou em cheio, com cobranças e exigências que o fizeram fechar. Assim sendo, com o fechamento do Teatro Galpão pela Prefeitura de Vitória e a demolição do Edith Bulhões pelo Governo Federal, ficamos com menos dois teatros.

Então 2011 foi um período de tristezas, alegrias e – da minha parte – displicência, mas o blog Teatro Capixaba existe e continuará existindo e, sempre que me for possível, levarei a todos o melhor do nosso teatro para todos que acessam e continuam acessando na busca de saber mais sobre este ato de fazer teatro.

Agradeço de coração aos que ainda continuaram assíduos ao blog, mesmo ele estando com falta de informações e, aos desavisados, o blog Teatro Capixaba tem uma grande parceria com a Companhia Folgazões, sendo assim, o material que eles me enviarem continuarei a divulgar, mesmo que vocês fiquem dizendo que o blog se converteu, ainda mais que nem precisaria, pois a Companhia tem um excelente site que recomendo a todos que visitem: http://www.companhiafolgazoes.com.br/

Desejo a todos um maravilhoso 2012 de muitas realizações e que nosso teatro, nossos espetáculos continuem cada vez mais grandiosos!

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Blog Teatro Capixaba: Ano 3

BLOG teatro capixaba - ANO 3 Três anos! Eu fico muito feliz com isso, pois muito do que o blog é hoje eu só tenho a agradecer àqueles que o visitam, seja todos os dias ou esporadicamente.

google analytics Acho que já falei isso aqui, mas vale ressaltar que eu criei o blog, pois sentia falta de uma maior divulgação das nossas artes cênico-teatrais aqui no estado. Era raro alguém saber de uma peça capixaba em cartaz, pois sempre foi valorizado o que vem de fora do Espírito Santo. Nos festivais mesmo você – ainda - vê uma grande movimentação de pessoas nas peças de fora, mas agora temos pessoas valorizando o que é daqui também, e eu gosto de pensar que o blog Teatro Capixaba tem certa responsabilidade sobre isso.

Tenho ótimos aliados comigo. Além das pessoas que visitam o blog, tenho o diretor, produtor, ator e dramaturgo Leandro Bacellar que criou essa logomarca que agora tanto representa o blog, tenho a atriz e pedagoga Lilian Menenguci, que me ajuda – quando possível – com materiais referentes ao festivais e acontecimento na Escola de Teatro, Dança e Música Fafi, tenho a atriz e arte-formadora Fabricia Dias, que foi uma das minhas maiores colaboradoras no ano de 2010, e agora Charlaine Rodrigues, atriz e produtora jornalística, que vem me ajudando no fornecimento de materiais, também. Só tenho a agradecer a eles, a atriz Colette Dantas, que tem me mandado material referente aos eventos do SESC ligados a teatro, aos grupos teatrais como Grupo Teatro Empório, Boyásha, Clã de Teatro, Grupo Z de Teatro, Grupo Armazém de Teatro, Cia. Teatro Variável e, principalmente, a Companhia Folgazões de Artes Cênicas, que além de ser a primeira colaboradora do blog, vem nos ajudando nessa luta pela divulgação do nosso teatro, na rua ou no palco.

Obrigado Wilson Nunes, também, pois com ajuda dele, consegui fazer duas das minhas três primeiras mini-biografias do projeto “Mini-Biographia”, que tem a intenção de falar sobre os artistas do nosso estado. Com a ajuda dele e do grupo que trabalha com ele, como o ator Fabiano Turbay, o ator, produtor e dramaturgo Edilson Pedrini, a atriz Léia Rodrigues, pude divulgar as peças “Minha Sogra é de Matar”, “Luz, Camêra... Cleópatra em Ação”, “O Bello e as Feras”, um lindo musical infanto-juvenil baseado em um livro do multi-mídia Milson Henriques, e “Por Favor Matem Minha Empregada... 10 Anos Depois”, com a volta de Melani Marques aos palcos dez anos depois de “Por Favor Matem Minha Empregada 2”. E para escrever a mini-biografia de Wilson Nunes pude contar com a ajuda da atriz e produtora Karina Americano e do film maker Wagner Trarbach, responsáveis pelo Dimensão Cultura. Obrigado a ambos!

Bem, são 3 anos de divulgação do nosso teatro, e agora tentando divulgar os espetáculos de dança também. Temos um espaço novo, mas com a mesma cara. Pretendo mudá-lo com o tempo, mas manter a mesma intenção e sempre procurando melhorar a divulgação das nossas artes cênicas.

Obrigado a todos pela colaboração que tem me dado e por visitarem e tratarem o blog com um fomentador da nossa arte cênica-teatral. E que venham mais anos e mais divulgação!

sábado, 1 de janeiro de 2011

2011 vem aí!

Mais um ano se foi e chegamos a 2011, e o blog Teatro Capixaba deve vir com novidades.

Uma das coisas que eu fiquei muito feliz no ano de 2010 foi a parceira que eu ganhei, que ajudou no andamento do blog, a atriz e arte-educadora Fabrícia Dias. Foi ela que abriu “Sob o spotlight” com uma entrevista com a Cia. Tato Criação Cênica, do Paraná. Também consegui abrir o projeto “Mini-biographia”, falando de duas personagens do palco capixaba (Marly, de Milson Henriques, e Melani Marques, de Wilson Nunes e Edilson Pedrini) e com o ator Wilson Nunes, graças a sua entrevista dada ao Dimensão Cultural, com a atriz Karina Americano. Também consegui divulgar mais uma vez a 6ª Edição do Festival Nacional de Teatro “Cidade de Vitória”, isso tudo sem tempo para quase nada, já que iniciei uma graduação em História. Mas todos os percalços foram utrapassados e eu também pude assistir a peças maravihosas que marcaram esse ano para mim, como “Rascunhos”, no retorno do Clã de Teatro, “Rosa Negra”, do Grupo Teatro Empório, “Por favor, matem minha empregada 3… 10 anos depois”, de Wilson Nunes, e “Bernarda, por detrás das paredes” da diretora e dramaturga Nieve Matos, que fez uma colagem de textos da peça “A Casa de Bernarda Alba”, de Frederico Garcia Lorca com “Arte Poética” de Aristóteles, mas perdi espetáculos fantásticos  - ouvi muitos elogios – como o retorno de “A Menina” durante a 6ª edição do Fetival Nacional de Teatro “Cidade de Vitória”, “Edipo Rei” de Sófocles, numa montagem da Cia. Caras & Bocas, “O Cemitério dos Automóveis” de Fernando Arrabal, numa encenação do Grupo Tarahumaras de Teatro e Boiacá, “O Pastelão e a Torta” e “Há Judas pra malhar?”, ambos trabalhos da Companhia Folgazões de Artes cênicas, sendo que o primeiro foi um espetáculo de rua que fez grande sucesso e o segundo é uma adaptação de “O Judas em sábado de Aleluia” de Martins Pena, com direção do ator e diretor Ênio Magalhães e esteve recentemente no Teatro Galpão, que serviu de local de estreia da maioria dos grandes espetáculos de 2010, “Suor Angélica”, opereta de Giácomo Pucini, com o Coro de Câmara de Vitória, sob a direção do mineiro Francisco Mayrink, “Descalça” e “O Coração Delator” do Grupo Beta de Teatro, sendo que o primeiro foi um trabalho com direção de Fernando Marques ao lado de Aline Ferraz e o segundo foi um trabalho em conjunto com o Grupo Z de Teatro, “Desterrados” de Frederico Roca, com direção de Antonio Januzelli, o Grupo Vira-Lata de Teatro nos trouxe “Camisa Listrada”, de Fernando Bohrer, baseada em uma obra de Frederico Garcia Lorca, e o Grupo de Teatro Luminus nos mostrou, através do palco, a história de Chico Xavier em “Franscisco, Candido” de Cristina Mascarenhas, e com direção dela.

Agora entramos em um novo ano, e mais uma vez teremos os escolhidos pela Lei Rubem Braga batalhando pelas trocas de bônus, para terem seus espetáculos estreando, teremos mais uma edição – assim espero! – do Festival Nacional de Teatro “Cidade de Vitória”, a Escola de Teatro, Dança e Música FAFI abrindo inscrições para seus cursos no ano letivo de 2011/1 e 2011/2, novos trabalhos sendo aprovados nos editais da Secretaria Estadual de Cultura (SECULT), e o blog Teatro Capixaba terá seu próprio domínio.

É isso aí pessoal, o blog agora ficará no link teatrocapixaba.art.br, ficando mais fácil para as pessoas encontrarem o ambiente, que continuará na bataha constante de divulgação das artes cênicas do Espírito Santo. Que o ano novo venha com novas vitórias tanto para o blog quanto para o nosso teatro, e como foi percebido, o Teatro Capixaba agora abriu espaço para a dança, o circo e a ópera, que fazem parte das nossas artes cênicas e merecem também divugação. Espero em breve também estar divulgando lançamentos de obras de nossos dramaturgos, que estão constantemente batalhando pelo seu espaço na literatura brasileira. Feliz 2011 para todos e que esse ano venha com grandes vitórias para nós.

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Blog Teatro Capixaba em catálogo sobre crítica teatral na era digital, por Lilian Menenguci

Quando criei o blog Teatro Capixaba há mais de dois anos atrás tinha como intenção que todo mundo soubesse que o Espírito Santo tem um intenso movimento cultural cênico-teatral acontecendo. Lógico que, como tudo o mais, começou timidamente, divulgando coisas pequenas e contando com a ajuda de alguns, como a Companhia Folgazões e meus colaboradores. o ator, diretor, dramaturgo, produtor e designer gráfico Leandro Bacellar foi quem deu uma logomarca ao blog e a atriz, pedagoga e produtora Lilian Menenguci, sempre me fornecia materiais de grande relevância como as datas das inscrições na Escola de Teatro, Dança – e agora – e Música FAFI e sua programação. A mais nova colaboradora, a atriz e arte-educadora Fabricia Dias, foi a grande criadora da coluna de entrevistas do blog, “Sob o Spotlight”, além de colaborar com material constante. Hoje eu divulgo toda a programação do Festival Nacional de Teatro “Cidade de Vitória”, além de receber materiais de outros festivais, que infelizmente não consigo divulgar todos e de peças teatrais – que tenho tido o mesmo problema!, publico as inscrições semestrais da FAFI, coloco no ar – com a devida autorização – matérias que circulam na internet e também tenho constante apoio do SESC Cultura e da Companhia Folgazões.

Essa introdução serve para mostrar que, apesar de não termos uma “casa” e habitarmos o Blogger, o blog Teatro Capixaba cresceu e foi notado, tanto que a mestra em Artes Cênicas pela UFRGS, Helena Mello, ao elaborar um catalogo com cinquenta blogs sobre critica cultural, inclui-nos nele. Quem notou isso foi a minha maravilhosa amiga e colaboradora Lilian Meneguci, que preparou uma maravilhosa matéria sobre o catalogo, que se encontra no blog de Helena Mello, Sobre Critica Teatral. Abaixo a matéria:

Blog Teatro Capixaba em catálogo sobre crítica teatral na era digital

Por Lilian Meneguci

ufrgs97 O Blog Teatro Capixaba, espaço dedicado à produção, promoção e difusão cultural na área teatral no Estado do Espírito Santo, cumpre com importante papel na cena nacional. Ao longo de sua existência, o blog tem sido visitado por inúmeros internautas de diferentes regiões do país. Recentemente se constituiu fonte de pesquisa na Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e consta no catálogo sobre Aspectos da Crítica Teatral Brasileira.

O catálogo, que reúne cinquenta blogs, foi elaborado e publicado por Helena Mello, mestra em Artes Cênicas (UFRGS), para a sua pesquisa sobre “Aspectos da Crítica Teatral Brasileira na era digital”, realizada no período de 2008 a 2010, sob a orientação de Edélcio Mostaço com o apoio da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior – CAPES.

A publicação de Mello (2010) com a relação dos nomes e descritores dos blogs pode ser acessada em http://sobrecriticateatral.blogspot.com/p/catalogo-de-blogs.html


Lilian Menenguci, atriz, pedagoga e produtora. É colaboradora do Blog Teatro Capixaba.

sábado, 19 de junho de 2010

Barão em Foco: História do teatro do Brasil

Quando queremos fazer um texto com algo que nos interessa, buscamos fontes, pois em geral elas trazem informações bem interessantes, como a que eu encontrei no blog Barão em Foco sobre a História do Teatro Brasileiro. Lógico que, como eu, o blog tem suas fontes, que foram muito boas, mas o importante foi a montagem feita por eles para o texto. As fontes foram Encena e Uniso, e agora eu disponibilizo aqui para vocês:

montagem4O teatro brasileiro surgiu quando Portugal começou a fazer do Brasil sua colônia (Século XVI). Os Jesuítas, com o intuito de catequizar os índios, trouxeram não só a nova religião católica, mas também uma cultura diferente, em que se incluía a literatura e o teatro. Aliada aos rituais festivos e danças indígenas, a primeira forma de teatro que os brasileiros conheceram foi a dos portugueses, que tinha um caráter pedagógico baseado na Bíblia. Nessa época, o maior responsável pelo ensinamento do teatro, bem como pela autoria das peças, foi Padre Anchieta.

O teatro realmente nacional só veio se estabilizar em meados do século XIX, quando o Romantismo teve seu início. Martins Pena foi um dos responsáveis pôr isso, através de suas comédias de costumes. Outros nomes de destaque da época foram: o dramaturgo Artur Azevedo, o ator e empresário teatral João Caetano e, na literatura, o escritor Machado de Assis
Fonte: encena

Teatro dos jesuítas - Século XVI

Nos primeiros anos da colonização, os padres da chamada Companhia de Jesus (Jesuítas), que vieram para o Brasil, tinham como principal objetivo a catequese dos índios. Eles encontraram nas tribos brasileiras uma inclinação natural para a música, a dança e a oratória. Ou seja: tendências positivas para o desenvolvimento do teatro, que passou a ser usado como instrumento de "civilização" e de educação religiosa, além de diversão. O teatro, pelo "fascínio" da imagem representativa, era muito mais eficaz do que um sermão, pôr exemplo.

As primeiras peças foram, então, escritas pelos Jesuítas, que se utilizavam de elementos da cultura indígena (a começar pelo caráter de "sagrado" que o índio já tinha absorvido em sua cultura), até porque era preciso "tocar" o índio, falando de coisas que ele conhecia. Misturados a esses elementos, estavam os dogmas da Igreja Católica, para que o objetivo da Companhia - a catequese - não se perdesse.

As peças eram escritas em tupi, português ou espanhol (isso se deu até 1584, quando então "chegou" o latim). Nelas, os personagens eram santos, demônios, imperadores e, pôr vezes, representavam apenas simbolismos, como o Amor ou o Temor a Deus. Com a catequese, o teatro acabou se tornando matéria obrigatória para os estudantes da área de Humanas, nos colégios da Companhia de Jesus. No entanto, os personagens femininos eram proibidos (com exceção das Santas), para se evitar uma certa "empolgação" nos jovens.

Os atores, nessa época, eram os índios domesticados, os futuros padres, os brancos e os mamelucos. Todos amadores, que atuavam de improviso nas peças apresentadas nas Igrejas, nas praças e nos colégios. No que diz respeito aos autores, o nome

de mais destaque da época é o de Padre Anchieta . É dele a autoria de Auto de Pregação Universal, escrito entre 1567 e 1570, e representado em diversos locais do Brasil, pôr vários anos.

Outro auto de Anchieta é Na festa de São Loureço, também conhecido como Mistério de Jesus. Os autos sacramentais, que continham caráter dramático, eram preferidos às comédias e tragédias, porque eram neles que estavam impregnadas as características da catequese. Eles tinham sempre um fundo religioso, moral e didático, e eram repletos de personagens alegóricos.

Além dos autos, outros "estilos teatrais" introduzidos pelos Jesuítas foram o presépio, que passou a ser incorporado nas festas folclóricas, e os pastoris.
Fonte: encena

Século - XVII

No século XVII, as representações de peças escritas pelos Jesuítas - pelo menos aquelas com a clara finalidade de catequese- começaram a ficar cada vez mais escassas. Este período, em que a obra missionária já estava praticamente consolidada, é inclusive chamado de Declínio do Teatro dos Jesuítas. No entanto, outros tipos de atividades teatrais também eram escassos, pôr conta deste século constituir um tempo de crise. As encenações existiam, fossem elas prejudicadas ou inspiradas pelas lutas da época (como pôr exemplo, as lutas contra os holandeses). Mas dependiam de ocasiões como festas religiosas ou cívicas para que fossem realizadas.

Das peças encenadas na época, podemos destacar as comédias apresentadas nos eventos de aclamação a D. João IV, em 1641, e as encenações promovidas pelos franciscanos do Convento de Santo Antônio, no Rio de Janeiro, com a finalidade de distrair a comunidade. Também se realizaram representações teatrais pôr conta das festas de instalação da província franciscana da Imaculada Conceição, em 1678, no Rio.

O que podemos notar neste século é a repercussão do teatro espanhol em nosso país, e a existência de um nome - ligado ao teatro - de destaque: Manuel Botelho de Oliveira (Bahia, 1636-1711). Ele foi o primeiro poeta brasileiro a ter suas obras publicadas, tendo escrito duas comédias em espanhol (Hay amigo para amigo e Amor, Engaños y Celos).

Conheça algumas peças representadas no século XVII
Fonte: encena

Século - XVIII

Foi somente na segunda metade do século XVIII que as peças teatrais passaram a ser apresentadas com uma certa freqüência. Palcos (tablados) montados em praças públicas eram os locais das representações. Assim como as igrejas e, pôr vezes, o palácio de um ou outro governante. Nessa época, era forte a característica educacional do teatro. E uma atividade tão instrutiva acabou pôr merecer ser presenteada com locais fixos para as peças: as chamadas Casas da Ópera ou Casas da Comédia, que começaram a se espalhar pelo país.

Em seguida à fixação dos locais "de teatro", e em conseqüência disso, surgiram as primeiras companhias teatrais. Os atores eram contratados para fazer um determinado número de apresentações nas Casas da Ópera, durante todo o ano, ou apenas pôr alguns meses. Sendo assim, com os locais e elencos fixos, a atividade teatral do século XVIII começou a ser mais contínua o que em épocas anteriores. No século XVIII e início do XIX, os atores eram pessoas das classes mais baixas, em sua maioria mulatos. Havia um preconceito contra a atividade, chegando inclusive a ser proibida a participação de mulheres nos elencos. Dessa forma, eram os próprios homens que representavam os papéis femininos, passando a ser chamados de "travestis". Mesmo quando a presença de atrizes já havia sido "liberada", a má fama da classe de artistas, bem como a reclusão das mulheres na sociedade da época, as afastava dos palcos.

Quanto ao repertório, destaca-se a grande influência estrangeira no teatro brasileiro dessa época. Dentre nomes mais citados estavam os de Molière, Voltaire, Maffei, Goldoni e Metastásio. Apesar da maior influência estrangeira, alguns nomes nacionais também merecem ser lembrados. São eles: Luís Alves Pinto, que escreveu a comédia em verso Amor Mal Correspondido, Alexandre de Gusmão, que traduziu a comédia francesa O Marido Confundido, Cláudio Manuel da Costa, que escreveu O Parnaso Obsequioso e outros poemas representados em todo o país, e Inácio José de Alvarenga Peixoto, autor do drama Enéias no Lácio.
Fonte: Encena

Século XIX Transição para o tetro nacional

A vinda da família real para o Brasil, em 1808, trouxe uma série de melhorias para o Brasil. Uma delas foi direcionada ao teatro. D. João VI, no decreto de 28 de maio de 1810, reconhecia a necessidade da construção de "teatros decentes".

Na verdade, o decreto representou um estímulo para a inauguração de vários teatros. As companhias teatrais, pôr vezes de canto e/ou dança (bailado), passaram a tomar conta dos teatros, trazendo com elas um público cada vez maior. A primeira delas, realmente brasileira, estreou em 1833, em Niterói, dirigida pôr João Caetano, com o drama O Príncipe Amante da Liberdade ou A Independência da Escócia. Uma conseqüência da estabilidade que iam ganhando as companhias dramáticas foi o crescimento, paralelo, do amadorismo.

A agitação que antecipou a Independência do Brasil foi refletida no teatro. As platéias eram muito agressivas, aproveitavam as encenações para promover manifestações, com direito a gritos que exaltavam a República. No entanto, toda esta "bagunça" representou uma preparação do espírito das pessoas, e também do teatro, para a existência de uma nação livre. Eram os primórdios da fundação do teatro - e de uma vida - realmente nacional. Até porque, em conseqüência do nacionalismo exacerbado do público, os atores estrangeiros começaram a ser substituídos pôr nacionais.

Ao contrário desse quadro, o respeito tomava conta do público quando D.Pedro estava presente no teatro ( fato que acontecia em épocas e lugares que viviam condições "normais", isto é, onde e quando não havia este tipo de manifestação). Nestas ocasiões, era mais interessante se admirar os espectadores - principalmente as senhoras ricamente vestidas - do que os atores. Além do luxo, podia se notar o preconceito contra os negros, que não compareciam aos teatros. Já os atores eram quase todos mulatos, mas cobriam os rostos com maquiagem branca e vermelha.
Fonte: encena

Século -XIX
Época Romântica

Desde a Independência, em 1822, um exacerbado sentimento nacionalista tomou conta das nossas manifestações culturais. Este espírito nacionalista também atingiu o teatro. No entanto, a literatura dramática brasileira ainda era incipiente e dependia de iniciativas isoladas. Muitas peças, a partir de 1838, foram influenciadas pelo Romantismo, movimento literário em voga na época. O romancista Joaquim Manuel de Macedo destacou alguns mitos do nascente sentimento de nacionalidade da época: o mito da grandeza territorial do Brasil, da opulência da natureza do país, da igualdade de todos os brasileiros, da hospitalidade do povo, entre outros. Estes mitos nortearam, em grande parte, os artistas românticos desse período.

A tragédia Antônio José ou O poeta e a inquisição escrita pôr Gonçalves de Magalhães (1811-1882) e levada à cena pôr João Caetano (1808-1863), a 13 de março de 1838, no teatro Constitucional Fluminense, foi o primeiro passo para a implantação de um teatro considerado brasileiro.

No mesmo ano, a 4 de outubro, foi representada pela primeira vez a comédia O juiz de paz da roça, de Martins Pena (1815-1848), também no teatro Constitucional Fluminense pela mesma companhia de João Caetano. A peça foi o pontapé inicial para a consolidação da comédia de costumes como gênero preferido do público. As peças de Martins Pena estavam integradas ao Romantismo, portanto, eram bem recebidas pelo público, cansado do formalismo clássico anterior. O autor é considerado o verdadeiro fundador do teatro nacional, pela quantidade - em quase dez anos, escreveu 28 peças - e qualidade de sua produção. Sua obra, pela grande popularidade que atingiu, foi muito importante para a consolidação do teatro no Brasil.
Fonte: Encena

Época Realista Metade o Século- XIX

Realismo na dramaturgia nacional pode ser subdividido em dois períodos: o primeiro, de 1855 - quando o empresário Joaquim Heliodoro monta sua companhia - até 1884 com a representação de O mandarim, de Artur Azevedo, que consolida o gênero revista e os dramas de casaca. O segundo período vai de 1884 aos primeiros anos do século XX, quando a opereta e a revista são os gêneros preferidos do público.

Essa primeira fase não se completa em um teatro naturalista. À exceção de uma ou outra tentativa, a literatura dramática não acompanhou o naturalismo pôr conta da preferência do público pelo "vaudeville", a revista e a paródia.

A renovação do teatro brasileiro, com a consolidação da comédia como gênero preferido do público, iniciou-se quando Joaquim Heliodoro Gomes dos Santos montou seu teatro, o Ginásio Dramático, em 1855. Esse novo espaço tinha como ensaiador e diretor de cena o francês Emílio Doux que trouxe as peças mais modernas da França da época.

O realismo importado da França introduziu a temática social, ou seja, as questões sociais mais relevantes do momento eram discutidas nos dramas de casaca. Era o teatro da tese social e da análise psicológica.

Nome de grande importância para o teatro dessa fase é o do dramaturgo Artur Azevedo (1855-1908). Segundo J. Galante de Souza ( O Teatro no Brasil, vol.1), Artur Azevedo "foi mais aplaudido nas suas bambochatas, nas suas revistas, escritas sem preocupação artística, do que quando escreveu teatro sério. O seu talento era o da improvisação, fácil, natural, mas sem fôlego para composições que exigissem amadurecimento, e para empreendimentos artísticos de larga envergadura".
Fonte: encena

O teatro no Brasil

ernando Peixoto define bem a história do teatro no Brasil e no mundo em seu livro "O que é teatro", e nos traz referências de datas que ajudam entender sua trajetória no decorrer dos séculos.

A história do teatro brasileiro dramático surgiu em 1564, coincidentemente com a data de nascimento de Willian Shakespeare, quando foi encenado o Auto de Santiago pôr missionários jesuítas, na Bahia.

No Brasil o teatro surge como instrumento pedagógico. Eram Autos utilizados para a catequização dos índios, os quais o padre Manuel da Nóbrega encomendava-os ao padre José de Anchieta.

Já no século XIX (mais ou menos 1838), o teatro fica marcado pela tragédia romântica de Gonçalves Magalhães com a peça: "O Poeta e a Inquisição" e também Martins Pena com "O juiz de paz na roça". Martins Pena com toda sua simplicidade para escrever, porém justa eficácia para descrever o painel da época, teve seguidores "clássicos" de seus trabalhos, como Joaquim Manoel de Macedo, Machado de Assis e José de Alencar.

Foi em 1880 , em Lagos, na Nigéria que escravos brasileiros libertados deram um enorme salto no desenvolvimento do teatro, fundando a primeira companhia dramática brasileira – a Brazilian Dramatic Company .

Em 1900, o teatro deu seu grito de liberdade. Embora tenha enfrentado as mais duras crises políticas do país, conseguiu com muita luta estacar sua bandeira e marcar sua história.

De 1937 a 1945, a ditadura procura silenciar o teatro, mas a ideologia populista, através do teatro de revista, mantém-se ativa. Surgem as primeiras companhias estáveis do país, com nomes como: Procópio Ferreira, Jaime Costa, Dulcina de Moraes, Odilon Azevedo, Eva Tudor, entre outros.

Uma nova ideologia começava a surgir, juntamente com um dos maiores patrimônios do teatro brasileiro: Oswald de Andrade, que escreveu O Rei da Vela (1933), O Homem e o Cavalo (1934) e A Morta (1937), enfrentando desinibido e corajoso, a sufocante ditadura de Getúlio Vargas.

Em 1938, Paschoal Carlos Magno funda o Teatro do Estudante do Brasil. Começam surgir companhias experimentais de teatro, que estendem-se ao longo dos anos, marcando a introdução do modelo estrangeiro de teatro entre nós, consagrando então o princípio da encenação moderna no Brasil.

No ano de 1948 surge o TBC uma companhia que produzia teatro da burguesia para a burguesia, importando técnica e repertório, com tendências para o culturalismo estético. Já em 57, meio a preocupações sócio-políticas surge o Teatro de Arena de São Paulo. Relatos de jornais noticiavam que o Teatro de Arena foi a porta de entrada de muitos amadores para o teatro profissional, e que nos anos posteriores tornaram-se verdadeiras personalidades do mundo artístico.

Já em 64 com o Golpe Militar, as dificuldades aumentam para diretores e atores de teatro. A censura chega avassaladora, fazendo com que muitos artistas tenham de abandonar os palcos e exilar-se em outros países.

Restava às futuras gerações manterem vivas as raízes já fixadas, e dar um novo rumo ao mais novo estilo de teatro que estaria pôr surgir.

"...São infindáveis as tendências do teatro contemporâneo. Há uma permanência do realismo e paralelamente uma contestação do mesmo. As tendências muitas vezes são opostas, mas freqüentemente se incorporam umas as outras..." (Fernando Peixoto – O que é teatro).
Fonte: Uniso

Fonte: Barão em foco. 2010. Disponível em: <http://www.baraoemfoco.com.br/barao/portal/cultura/teatro/tatrobr.htm>. Acesso em: 19 jun. 2010.

Processo Seletivo da Escola de Teatro e Dança FAFI 2010/2

marca FAFI Tem dois anos que o blog Teatro Capixaba está em funcionamento e com a constante ajuda das gerentes da Escola de Teatro e Dança FAFI, – antes - Lilian Menenguci e – agora – Tania Regina, tenho mantido a todos informados sobre os processos seletivos que acontecem em dois tempos, um no começo e o outro na metade do ano. Tive certos problemas no começo deste ano com a publicação, mas não por conta da Tania, pelo contrário, esta foi muito atenciosa comigo e me informou rapidamente da publicação.

O Edital referente ao processo está sendo divulgado hoje (19/06/2010), no jornal A Tribuna e aqui no blog, e todos os interessados nas oficinas de dança e teatro deverão comparecer na instituição nos dias 24, 25 e 26 de junho de 2010 (quinta-feira, sexta-feira e sábado), nos horários de 09h00 as 18h00 (quinta e sexta-feira) e 08h00 as 12h00 (sábado), munidos de Cópia de Certidão de Nascimento ou de Documento de Identidade e Cópia do Comprovante de Escolaridade.

São 14 cursos, sendo 08 de dança e 06 de teatro, que terão inicio de aulas no período de 07/08/2010 (sábado) a 13/08/2010 (sexta-feira). Abaixo seguem todas as informações àqueles que estiverem interessados em participar. Desejo-lhes boa sorte!

BrasaoVitoria PREFEITURA DE VITÓRIA
SECRETARIA DE CULTURA

ESCOLA DE TEATRO E DANÇA FAFI

PROCESSO SELETIVO 2010/2

OFICINAS DE TEATRO E DANÇA

Inscrições: 24, 25, 26 de Junho de 2010
Horário: 5ª e 6ª das 09 às 18horas

Sábado: das 08 às 12 horas

Local:  Escola de Teatro e Dança FAFI

Informações: 3381  6922/ 3381 6924

Documentação necessária para inscrição

Cópia da certidão de nascimento ou carteira de identidade

Cópia de comprovante de escolaridade

OFICINAS NA ÁREA DE DANÇA

1) Dança Contemporânea

Carga horária total: 40 horas

Nº vagas: 15 vagas

Aulas: 3ª feira

Horário: 19h30 às 20h30

Pré-requisito – A partir de 15 anos

                         Coordenação Motora e Rítmica

                         Noção Espacial                      

Data da seleção: 06/07

Horário da seleção: 18h00  

Prova Prática: Comparecer com roupa de malha confortável e cabelos presos com coque ou rabo de cavalo

Resultado: 20/07

Início das aulas: 09/08

2) Dança Afro Brasileira

Carga horária total: 40 horas

Nº vagas: 20 vagas

Aulas: Sábado

Horário: 10h00 às 12h00

Pré-requisito – A partir de 15 anos

                         Coordenação Motora e Rítmica

                         Noção Espacial                      

Data da seleção: 03/07

Horário da seleção: 09h00  

Prova Prática: Comparecer com roupa de malha confortável e cabelos presos com coque ou rabo de cavalo

Resultado: 20/07

Início das aulas: 07/08

3) Oficina de Dança Flamenca

Carga horária total: 40 horas

Nº vagas: 20 vagas

Aulas: 3ª feira – Iniciante e 5ª feira - Avançado

Horário: 18h00 às 19h30

Pré-requisito: A partir de 15 anos

                        Coordenação motora e rítmica

                        Noção espacial

                        Aptidão Física

Data da seleção: 13/07

Horário da seleção: 18h00  

Prova Prática: Comparecer com bermuda e camiseta de malha e cabelos  bem presos com coque ou rabo de cavalo.

Resultado: 20/07

Início das aulas: 24/02*

4) Oficina de Dança de Salão

Carga horária total: 40 horas

Nº vagas: 20 vagas por turma (3 turmas) 10 vagas para homens e 10 vagas para mulheres

Aulas: Sábado

Horário: 08h às 09h20 – Turma A

09h30 às 10h50 – Turma B

11h00 às 12h20 – Turma C

Pré-requisito: A partir de 15 anos

                        Coordenação motora e rítmica

                        Noção espacial          

Seleção: Por ordem de inscrição

Resultado: 20/07

Início das aulas: 07/08

5) Oficina: História do Teatro e da Dança

Carga horária total: 40 horas

Nº vagas: 20 vagas

Aulas: 4ª feira

Horário: 18h30 às 19h30

Pré-requisito: A partir de 16 anos

Seleção: currículo e entrevista

Resultado: 20/7

Início das aulas: 11/08

6) Oficina: Expressão Corporal e Oral para Atores

Carga horária total: 40 horas

Nº vagas: 20 vagas

Aulas: 4ª feira

Horário: 20h00 às 21h30

Pré-requisito: A partir de 16 anos e que já tenha iniciação em teatro (amador ou profissional)

Seleção: currículo e entrevista

Resultado: 20/7

Início das aulas: 11/08

7) Balezinho - Oficina de Dança Clássica

Carga horária total: 40 horas

Nº vagas: 10 vagas

Aulas: 6ª feira

Horário: 09h00 às 11h00

Pré-requisito: 7 anos

                        Coordenação motora e rítmica

                        Noção espacial

                        Aptidão Física

Data da seleção: 02/07

Horário da seleção: 08h00  

Prova Prática: Comparecer com bermuda e camiseta de malha e cabelos  bem presos com coque ou rabo de cavalo.

Resultado: 20/07

Início das aulas: 13/08

8) Oficina de Iniciação Musical

Carga horária: 30 horas

Nº de vagas: 15

Aulas: 6ª feira

Horário das aulas: 14h00 às 16h00

Pré-requisito: Idade de 07 a 10 anos

Seleção: Por análise de currículo

Resultado: 20/07

Início das aulas: 13/8

OFICINAS NA ÁREA DE TEATRO

1) Jogos Dramáticos

Descrição: Ensino do teatro através de jogos dramáticos que são instrumento de estímulo de expressão, criatividade, gestos e sensibilidade.

Carga horária: 40 horas

Nº de vagas: 30

Aulas: sábado

Horário das aulas: Turma A - 08h00 às 10h00 - (9 a 11 anos)

Turma B – 10h00 às 12h00 – (12 a 13 anos)

Turma C – 14h00 às 16h00 – (12 a 13 anos)

Seleção: Será feita por ordem de inscrição

Resultado: 20/07

Início das aulas: 07/08

2) Iniciação Teatral

Carga horária: 40 horas

Nº de vagas: 30

Aulas: sábados

Horário das aulas: Turma A - 08h00 às 10h00 – 13 a 14 anos

Turma B – 10h00 às 12h00 – 15 a 16 anos

Turma C - 14h00 às 16h00 – A partir de 15 anos

Seleção: Turma A - dia 03/07 – 08h00

Turma B – dia 03/07 – 10h00

Turma C – dia 03/07 - 14h00

Resultado: 20/07

Início das aulas: 07/08

3) Iniciação Teatral – Preparatório

Carga horária: 60 horas

Nº de vagas: 30 por turma

Aulas: sábados

Pré requisito – A partir de 15 anos

Horário das aulas: Turma A - 08h00 às 12h00

Turma B – 13h00 às 17h00

Seleção: Turma A - dia 10/07 – 08h00

Turma B – dia 10/07 – 14h00

Resultado: 20/07

Início das aulas: 07/08

4) Danças Populares Brasileiras

Carga horária: 30 horas

Nº de vagas: 15

Aulas: 6ª feira

Horário das aulas:  18h50 às 20h20

Pré-requisito: a partir de 15 anos

Seleção: Análise de currículo

Resultado: 20/07

Início das aulas: 13/08

5) Crítica Teatral

Carga horária: 30 horas

Nº de vagas: 15

Aulas: 3ª feira

Horário das aulas:  18h50 às 20h20

Público alvo: Com experiência em teatro e/ou estudante de letras e áreas afins

Pré-requisito: a partir de 15 anos

Seleção: Por análise de currículo

Resultado: 20/07

Início das aulas: 10/08

6) Dramaturgia

Carga horária: 30 horas

Nº de vagas: 15

Aulas: 5 feiraª

Horário das aulas – 20h30 às 22h00

Público alvo: Com experiência em teatro e/ou estudante de letras e áreas afins

Pré-requisito: a partir de 15 anos

Seleção: Por análise de currículo

Resultado: 20/07

Início das aulas: 12/08

OBS.: Qualquer dúvida a ser tirada, entre em contato com a Escola de Teatro e Dança FAFI, que as pessoas estarão preparadas para saná-las.

* A data de ínicio das aulas da Oficina de Dança Flamenca, possivelmente, está errada. Caso seja necessário, entre em contato com a FAFI para confirmação desta data.

sábado, 27 de março de 2010

Na Coxia: Réplica as críticas

Não, não sou eu que estarei replicando as críticas a mim ou ao blog, mas estou dando espaço aqui para o ex-presidente do SATED/ES, o Sr. Carlos Francisco da Silva, também conhecido como palhaço Azedinho, para colocar sua defesa quanto ao que já falei sobre sua administração aqui.

teatro capixaba O blog Teatro Capixaba, como qualquer meio de informação informal, vem sempre – tentar - divulgar as peças que correm o estado do Espírito Santo. Nem sempre é possível, pois não são todas as produtoras ou produtores que confiam no blog para passar tal informação. Eu, como administrador do blog, também gosto de opinar sobre a situação do teatro – tanto como casa de espetáculos que recebem as peças, como as peças em si -, e as vezes coloco minha opinião sobre a administração do SATED/ES, que para mim, que convivo com artistas da capital, nunca fez nada para estes.

Como fui um ávido crítico da administração do Sr. Carlos Francisco da Silva, cheguei a apoiar o movimento que entraria com uma segunda chapa para se candidatar ao cargo do presidente do sindicato, mas nunca deixei de dizer que aqui é um canal aberto para quem quiser colocar algo.

O texto que lerão a seguir foi enviado ao blog em formas de mensagens no dia 08/03/2010 (segunda-feira) de madrugada pelo ex-presidente. Ele pede para que tal seja repassado na íntegra, então eu o farei, mas antes tenho de colocar algumas ressalvas:

- NUNCA tive preconceitos com nenhum artista cênico, seja ele de teatro, dança, circo ou ópera, pelo contrário, tento manter um laço de amizade com todos, sem generalizações, então tudo dito aqui pelo Sr. Carlos Francisco da Silva, espero eu, que não tenha sido voltado a mim;

- Sempre que procurei o SATED/ES para servir de canal de comunicação do sindicato com o artista cênico, me deparei com as PORTAS FECHADAS, não sendo me passado nada que pudesse auxiliar a instituição de alguma forma, jpa que o site desta, mencionado no texto, sempre estava desatualizado e não permitia ao artista saber quando aconteceriam as provas para qualifica-lo como artista profissional.

- Eu, como administrador do blog Teatro Capixaba, NUNCA me coloquei como jornalista. Pelo contrário, respeito o profissional em questão e seria de uma tremenda desonestidade me considerar qualificado para tal. Sou sim um amante do teatro. Amo esta arte com todo meu coração e continuarei a divulgar as peças que me forem enviadas, servindo de um meio de comunicação entre o artista e seu público.

- Algumas palavras do ex-presidente mostram uma batalha “invisível” do SATED/ES pelos direitos do artista no exterior, mas não mostra uma batalha mais regional, reivindicando os direitos do artista no Brasil ou mesmo no Espírito Santo.

- O ex-presidente fala de um dever cumprido, estabelecendo número de profissionais na área cênica, mas fica a pergunta: Como a grande maioria destes profissionais conseguiu seus registros? E se não é o sindicato que fornece o registro profissional, ele serve de elo entre o artista e a Superintendência do Trabalho, vale lembrar, cobrando altas taxas para ser assim.

- Se for possível, acessem os sites do SATED/RJ e SATED/SP (clique em Filie-se!), mencionados pelo ex-presidente, para ver que benefícios fornecidos.

Segue o texto:

“Senhores leitores desse Blog, em primeiro lugar espero que o que eu escrevo seja publicado na integra, afinal o meu nome foi citado “CARLOS FRANCISCO DA SILVA” E ASSOCIADO COM “PALHAÇO AZEDINHO” e por isso tenho que esclarecer alguns pontos talvez não SEJA conhecido entre os senhores,

PRIMEIRO:

Fui o primeiro artista palhaço eleito pela totalidade de votos do SATED/ES, quase 40 votos.

Afinal era esse o número de filiados que o SATED/ES possuía quando assumi a direção do sindicato.

Terminei o mandato com um número bem superior do que assumi e é de domínio dos associados o número de votantes e as várias categorias que participaram do pleito eleitoral, posso garantir que tinha poucos modelos e manequins, além de poucos circenses.

SEGUNDO:

É vergonhoso afirmar que em algum momento o presidente do SATED/ES quis renovar a sua permanência dentro do sindicato até porque estava conduzindo uma eleição que não aconteceu no primeiro momento e teve que ser conduzido para o segundo momento, para facilitar a democratização das eleições e garantir a disputa de duas chapas em situações regulares. A primeira liderada por artistas que há anos não pagavam as suas anuidades e mesmo assim eram beneficiados pelos trabalhos da secretaria do SATED/ES e para participar das eleições tiveram que fazer movimento dos inadimplentes do quadro social que achei ridículo, pois o SATED/ES em minha gestão sempre abriu as portas quando solicitado para colaborar com os profissionais, é tanto que alguns não faziam parte do quadro social, porém por que não abrir as portas para as pessoas que tem vontade de mudança, é democrático, não é?

TERCEIRO:

Quanto à comparação que é feita entre o SATED/ES, SATED/RJ, SATED/SP, já deu para entender que o nobre jornalista não entendeu qual é o verdadeiro papel do sindicato. Primeiro não é de dar benefícios, pois tornaríamos assistencialistas, não é o nosso papel, nem tão pouco distribuir registros profissionais, este é o papel da Superintendência Regional do Trabalho no Estado de origem de cada artista ou técnico, após sua formação em escolas credenciadas, o papel do SATED/ES é fazer o que fez o tempo todo; lutar pelos direitos trabalhistas com aquela advogada que foi citada, pois foi o primeiro passo do SATED/ES, criar um Departamento Jurídico, e para se comunicar com todo o Estado do Espírito Santo, foi criado o Setor de Comunicação e a criação do site SATED/ES, que durante todo o tempo de mandato foi visitado por vários gestores do estado e dos municípios para ter informações de piso salarial da categoria, colaborando assim com sócios e não-sócios do quadro SATED/ES.

É importante lembrar que o piso salarial da categoria foi uma grande conquista, além da fiscalização que foi forte em todo o estado, criando uma corrida dos artistas amadores para as escolas, buscando uma formação profissional.

No âmbito nacional, o SATED/ES conquistou um respeito grande dos SATED/RJ, cujo atual presidente é o Sr. Jorge Coutinho, e que abriu as portas do Sindicato do Rio de Janeiro, Ligia representado pelo diretor Paulo Pompéia, de São Paulo e Minas Gerais Madalena, Ceará Oscar Roney para receber os artistas capixabas através da filiação da Federação Internacional de Atores da América Latina (FIA-LA), que discutiu e aprovou alguns apoios importantes para os trabalhadores artistas e técnicos, na área da Saúde e Segurança do Trabalho com Assistência gratuita e apoio aos países vizinhos, em caso de graves acidentes, com seqüelas de deformação facial, por exemplo.

Além de intercâmbio direto com mais de 114 países, é só apresentar a carteira do SATED/ES, filiado a FIA. O documento encontra-se na sede do SATED/ES.

Outra conquista importante se fez no Congresso Internacional dos Artistas, organizado pela Federação Internacional de Atores (FIA), que foi realizado em Marrocos, onde foi discutido sobre a situação atual dos artistas do Brasil e do mundo com a participação de 114 países.

A classe circense ela sempre foi discriminada, as leis dos artistas do Brasil foram conquistadas pelo tão honrado BARTHOLO, do Circo Bartholo, porém os circenses com os seus circos menos estruturados acabaram ficando as margens da lei e aos poucos foram proibidos de trabalhar como antes, livres de impostos. Sendo assim, ficaram cada vez mais pobres e alguns sem identidade pessoal.

O SATED/ES abriu as portas e qualificou alguns artistas e técnicos, membros de famílias circenses de lonas, cumprindo o seu papel social.

Parece pouco e quase não aparece no cenário cultural, porque a fiscalização gera emprego, qualificação e melhores condições de vida para a categoria. Éramos 40 e hoje temos mais de trezentos associados. Sinto que cumprimos nossa missão e sei que o essencial é invisível.

E que a discriminação aos Artistas Circenses ainda não acabou.”

CARLOS FRANCISCO DA SILVA

PALHAÇO AZEDINHO.

EX- PRESIDENTE DO SATED/ES.

terça-feira, 23 de março de 2010

#EBCx – Encontro de Blogueiros Capixabas no Teacher’s Pub

Hoje em dia um blogueiro capixaba não tem do que reclamar sobre encontros para se confraternizar com outros “da mesma espécie”.

Somente aqui em Vitória – ES acontecem o BlogcampES, o SocialCampES, promovido pelo e-Brand, o Fórum de Mídia Livre e agora o Encontro de Blogueiros Capixabas (ou simplesmente #EBCx).

O Encontro está sendo promovido pelo Panela de Blogs e acontecerá nesta sexta-feira (26/03/2010), a partir das 19:00, no Teacher’s Pub, na Praia do Canto, em Vitória – ES.

Para se inscrever (isso é muito importante!), acesse o Ning do #EBCx e clique em Increva-se Agora!

Para acompanhar, acesse o Twitter: @EBCx e/ou #EBCxbanner-ebcx

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

Na Coxia: Como será 2010?

cartaz (2) O Carnaval acabou, então o ano começa (teoricamente falando!). Infelizmente o Espírito Santo não tem a mesma tradição de Rio de Janeiro ou São Paulo com o teatro, ou melhor, no período entre o começo do ano e o Carnaval, nada acontece no estado... Bem, não exatamente, não é? Vamos fazer justiça, pois tivemos “O amor não ousa dizer seu nome”, uma adaptação de “O vôo dos Pássaros Selvagens”, do dramaturgo Aldomar Conrado, que trouxe de volta a atriz Dayana Cordeiro e a Tenda Cultural que esteve na Praia de Camburi, em Vitória – ES, ainda nos deu “Cantantes e Brincantes” da Companhia Folgazões, “Peroás e Caramurus” com direção e texto de Nieve Matos em parceria com seu marido, o historiador e dramaturgo Saulo Ribeiro, e “Crônicas da Razão Cômica” do Grupo Vira-Lata de Teatro.

lrbraga4 Não foi o movimento mais expressivo do nosso teatro, mas já é um começo. O lance é que muitos esperam os resultados das leis de incentivo, como é o caso de Vitória – ES, que teve o resultado do contemplados na Lei de Incentivo Cultural “Rubem Braga” em 02 de dezembro de 2009 (quarta-feira) e agora começará a ver frutos deste resultado. Então possivelmente veremos muitas estréias acontecendo (assim espero!) até o final deste semestre.

marca FAFI A Escola de Teatro e Dança FAFI também deve iniciar seu ano letivo no dia 22 de fevereiro de 2010 (segunda-feira), com seus cursos e as turmas de Qualificação Profissional em Teatro e Dança. Mas eu não vim somente para falar dos cursos e das peças teatrais deste ano, que devem acontecer, vim para falar sobre minha relação com o blog este ano.

saberes Como já foi dito no aniversário de dois anos do blog, eu comecei a fazer faculdade de História este ano, com possível graduação em 2012, e isso significa que possivelmente na época do Festival Nacional de Teatro “Cidade de Vitória” não farei o mesmo acompanhamento que nos dois anos anteriores. Talvez as atualizações fiquem atrasadas também, pois terei de chegar de um dia de trabalho, mais faculdade, estando cansado, para publicar matérias no blog. A verdade que o ideal eu tivesse colaboradores, que me enviassem as matérias para eu somente publicar, mas o difícil seria trabalhar sem receber, eu sei.

68350016 alterada Eu faço o blog por paixão pela a arte cênico-teatral. Não viso lucros, mas sim o crescimento do nosso cenário cultural. As dificuldades pelas quais diretores e produtores passam são vistas nas procuras de divulgação de trabalhos, que às vezes não acontecem, então eu abri este espaço para isso. Não estou dizendo que não divulgarei nada, pelo contrário, pois mesmo chegando cansado, pretendo continuar fazendo meu trabalho de informar sobre os espetáculos que estiverem em cartaz, só estou revelando que não será como nos anos anteriores. Isso já se refletiu no material que a Companhia Folgazões me mandou recentemente e eu não consegui publicar em tempo hábil (desculpa aí, pessoal!). Tá, eu sei que nunca publico tudo que está em cartaz, mas em geral a culpa não é minha, acreditem. Eu sei que falo muito disso por aqui, mas se todas as produtoras com quem entrei em contato me enviassem material, com certeza o blog teria muito mais informações, não somente de Vitória e Vila Velha – ES, mas de vários outras cidades que tem um teatro. Volto a frisar, se eu tivesse colaboradores em Cachoeiro de Itapemirim, São Mateus, Castelo, Guaçui e todas as outras cidades capixabas que possuem uma casa de espetáculos ou teatro, hoje o mundo inteiro saberia que também respiramos teatro. Acreditem, se mandarem coisas para mim, eu não modifico e publico na íntegra, pois acho que todos temos o direito de receber créditos pelo que falamos.

imagem0002 Bem, vai ser um ano corrido. Pretendo em ir pelo menos em duas ou três peças durante o Festival, a de abertura (com certeza!) e outras de meu total interesse. Sem contar que as peças teatrais acontecem nos fins de semana, então pretendo assistir ao retorno de “O amor não ousa dizer seu nome”, em algum teatro da capital, quero assistir a estréia de “Por favor, matem minha empregada – 10 anos depois”, com Wilson Nunes e um elenco fantástico, espero que a Companhia Folgazões tenham novidades para nós, de algum novo trabalho de rua, assim como o Grupo Z de Teatro. gobbi-marly Pretendo também iniciar meu projeto Mini-Biographias, aonde começarei com uma personagem que surgiu nas tiras de jornais, mas conquistou os palcos do Espírito Santo, Marly, e consequentemente – se possível – fazer uma mini-biographia do ator e diretor José Luiz Gobbi (vamos ver se consigo =)).

Bem, me desejem boa sorte nessa nova empreitada que inicio, pois precisarei da compreensão e da ajuda de todos para manter o blog ativo e vocês… todos vocês, bem informados!

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Surge o Panela de Blogs

captura0405 Muito foi falado no ano passado sobre um agregador de blogs do Espírito Santo (juro, depois que se passou os comentários, não acreditava mais que aconteceria!), eis então que algumas das cabeças pensantes da blogosfera capixaba decidiram por criá-lo, assim surge o Panela de Blogs.

A criação é de responsabilidade de cinco idealizadores: Thalles Waichert (thalles.blog), Emily (Ops! Sem Querer Saiu…), Rogério Lima (Bobolhando/Seu Oscar Clique no Rock), Yuri F. Santos e Daigo (Freaklink). E eles pretendem começar com um doa maiores eventos capixabas, o Carnaval.

Em Vitória – ES, a abertura do carnaval aconteceu no sábado passado (30/01/2010), com o 23º Baile dos Artistas. Nesta sexta-feira (05/02/2010), acontece o Desfile das Escolas de Samba da Grande Vitória, e na outra sexta, começa a maior festa do Brasil.

Como será a cobertura? Bem, é esperar para ver no Panela de Blogs ou nos blogs de cada um. Então, não perca a oportunidade de acompanhar… Depois de pular bastante!

Se quiserem acommpanhar no microblog Twitter, é só seguir @PaneladeBlogs ou então entrem na comunidade do Orkut: Panela de Blogs.

PARABÉNS A TODOS PELA INICIATIVA! QUE ESTA ESTRELA DE CINCO PONTAS BRILHE NO FIRMAMENTO!

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

2º BlogcampES está chegando!

head-copia Tá, não tem nada a ver com teatro, mas como sou um participante ativo do BlogcampES, me sinto na obrigação de divulgar o maior evento de blogueiros que estará acontecendo entre os dias 20, 21, 22 e 23 de agosto de 2009 (quinta-feira a domingo), no Centro de Artes da UFES. A programção é bem variada, iniciando com café da manhã e seguindo com desconferências e atividades de interação. Vão acontecer lançamentos, como o Agregador de blogs. Bem, não vou me pronlongar (como sempre!), então deixo vocês com a programação e um vídeo do lançamento do BlogcampES… Ah, as inscrições podem ser feitas no site do evento, então se você tem um blog e deseja conhecer outros blogueiros ou mesmo participar de algumas atividades, não perca tempo! Senão, somente apareça lá e conheça novas pessoas!

QUINTA, 20 DE AGOSTO


  • 09:00                          Recepção com café da manhã
  • 09:00 às 12:00           Desconferência
    Blogosfera 10 anos depois do Blogger: O que podemos hoje?
    Cada desconferencista pode ir até o microfone e fazer uma fala institucional de até 5 a 10 minutos, a seguir todos os presentes poderão manifestar-se. A manifestação deve girar em torno das questões levantadas pelos desconferencistas.
  • 14:00 às 16:00           Atividade de interação
    Oficina de cibertexto
  • 16:00 às 18:00           Atividade de interação
    Fórum de Conhecimento Livre
  • 19:00 às 20:00           Atividade cultural
    Mostra Mashup Áudio Vídeo com curadoria de André Paste
  • 21:00                          Atividade Cultural
    TwitterFEST – lançamento do agregador de blogs

SEXTA, 21 DE AGOSTO


  • 09:00 às 12:00           Desconferência
    Opinião, política e Blogosfera
    Cada desconferencista pode ir até o microfone e fazer uma fala institucional de até 5 a 10 minutos, a seguir todos os presentes poderão manifestar-se. A manifestação deve girar em torno das questões levantadas pelos desconferencistas.
  • 14:00 às 16:00           Atividade de interação
    Oficina de cibertexto
  • 16:00 às 18:00           Atividade de interação
    Fórum de Conhecimento Livre
  • 19:00 às 21:00           Desconferência
    Blogosfera Literária: prosa e verso
    Cada desconferencista pode ir até o microfone e fazer uma fala institucional de até 5 a 10 minutos, a seguir todos os presentes poderão manifestar-se. A manifestação deve girar em torno das questões levantadas pelos desconferencistas.
  • 21:00                          Atividade Cultural
    Pipoca e blog: exibição do documentário “Blogosfera Capixaba” de Sérgio Rodrigo

SÁBADO, 22 DE AGOSTO


  • 09:00 às 12:00           Desconferência
    As Blogosferas femininas e LGBT's
    Cada desconferencista pode ir até o microfone e fazer uma fala institucional de até 5 a 10 minutos, a seguir todos os presentes poderão manifestar-se. A manifestação deve girar em torno das questões levantadas pelos desconferencistas.
  • 14:00 às 16:00           Atividade de interação
    Oficina de cibertexto
  • 16:00 às 18:00           Atividade de interação
    Fórum de Conhecimento Livre
  • 19:00 às 21:00           Desconferência
    Blogosfera e o Twitter: o que um faz com o outro?
    Cada desconferencista pode ir até o microfone e fazer uma fala institucional de até 5 a 10 minutos, a seguir todos os presentes poderão manifestar-se. A manifestação deve girar em torno das questões levantadas pelos desconferencistas.
  • 21:00                          Atividade Cultural
    BlogParty

DOMINGO, 23 DE AGOSTO


  • 10:00 às 13:00           Desconferência:
    A Blogosfera Trash/Freak: existe no ES?
    Cada desconferencista pode ir até o microfone e fazer uma fala institucional de até 5 a 10 minutos, a seguir todos os presentes poderão manifestar-se. A manifestação deve girar em torno das questões levantadas pelos desconferencistas.
  • 14:00 às 16h00          Atividade de interação
    Oficina de cibertexto
  • 16:00 às 18:00           Atividade de interação
    Fórum de Conhecimento Livre
  • 18:00                          Encerramento

Última atualização (Qua, 05 de Agosto de 2009 15:20)

Vídeo do Lançamento do 2º BlogcampES

terça-feira, 30 de junho de 2009

“Cárcere”, no Carlos Gomes

cartaz-CARCERE Sabe, quando ouço falar de algum capixaba cruzando a fronteira do estado do Espírito Santo e mostrando que também possuímos grandes talentos, sejam atuando, dirigindo, produzindo ou mesmo escrevendo, me deixa mais feliz ser conterrâneo desta pessoa.

Temos atores, diretores, produtores e dramaturgos que atuam aqui dentro e lá fora, com o mesmo talento e honrando serem capixabas, sem negar suas origens. Assim é o historiador e dramaturgo Saulo Ribeiro, que vem com o ator paulista Vinícius Piedade no solo cênico “Cárcere”, um espetáculo teatral que estará nos dias 18 e 19 de julho de 2009 (sábado e domingo), as 20:00, no Theatro Carlos Gomes.

O ator – diretor e (também) escritor - Vinícius Piedade já é um grande conhecido do público capixaba, pois veio ao Espírito Santo, no ano de 2007, com seu trabalho “Carta de um pirata” e agora retorna neste trabalho com o texto de Saulo. sob a produção interna (quero dizer, de dentro do estado) de Adriana Sipolatti.

Abaixo um release, enviado a mim pelo próprio Saulo Ribeiro. Não percam este trabalho!

Cárcere, solo de Vinícius Piedade com texto de Saulo Ribeiro.

Uma reflexão sobre o real valor da liberdade

Bater grade O espetáculo teatral Cárcere, solo do paulista Vinícius Piedade, com texto do capixaba Saulo Ribeiro, chega a Vitória depois de ser recebido com sucesso de público e crítica em diversos estados da federação. A peça estreou em 2008 no Centro Cultural São Paulo, entrando logo depois em tournée nacional.

O solo conta a história de um pianista autodidata tenta ganhar a vida tocando seu piano-jazz nos bares da cidade. Sua inspiração é Thelonious Monk. Mas viver de sua arte é complicado. E ele tenta, tenta e tenta, chegando a tocar de domingo a domingo. Vendo que ele tem contato com muita gente em muitos bares, um conhecido lhe oferece um bico pra ajudar na sua renda ao menos enquanto o trabalho com piano não lhe sustenta. Ele topa. Mas antes que consiga viver da sua arte, acaba preso por tráfico de drogas em flagrante.

Na cadeia o pianista ganha o apelido de Ovo, e por não pertencer a nenhuma facção, os outros presos o ameaçam. A direção do presídio isola Ovo na ala do Seguro, e apóia alguns de seus projetos, na esperança de vendê-lo futuramente para a imprensa como “marginal recuperado pelo sistema prisional”. Isso só aumenta o ódio dos presos, mas Ovo não se preocupa, pois está no Seguro. Somente uma rebelião na cadeia faria os outros presos invadirem a sua ala.

Ele passa os dias na esperança de voltar a respirar o ar da liberdade e tocar seu piano. Até o dia em que descobre a iminência de uma rebelião. É aqui que começa a peça Cárcere. O presidiário/pianista Ovo passa a viver em ritmo de contagem regressiva para o abismo e suas expectativas, impressões, reflexões e sensações são expressadas num diário que o ator leva para o palco.

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Cárcere, Solo de Vinícius Piedade com texto de Saulo Ribeiro. O cotidiano de um preso em contagem regressiva para uma rebelião em que ele sabe que será refém.

QUEM SOMOS NÓS

Saulo Ribeiro é escritor e dramaturgo. Sua formação é em História, sendo especialista em violência e criminologia. Possui grande experiência em relação ao sistema carcerário. Foi professor em escola prisional, jurado de concursos literários para reeducandos e, atualmente, coordena os projetos de execução penal da Defensoria Pública do Estado do Espírito Santo.

Vinícus Piedade, é ator, diretor de teatro e escritor. Dirigiu e atuou nos espetáculos Carta de um pirata, Indizível e Cárcere, entre outras peças. Participou do Projeto Solos do Brasil Coordenado por Denise Stoklos, aprofundando estudo sobre as técnicas do Teatro Essencial. Também estudou DireçãoTeatral com Antônio Abujamra e Gianni Ratto.
Carta de um pirata, uma de suas peças, foi apresentada no ano de 2007 em quatro presídios capixabas.

Dias 18 e 19 de julho, às 20h. Ingressos no local: R$ 20,00, inteira; e R$ 10,00, meia. Produção local a cargo de Adriana Sipolatti (27- 81291283).

Mais informações acesse:

http://www.viniciuspiedade.com.br/

http://classificadosdailha.blogspot.com/

Adriana Sipolatti – Telefone 27 – 81291283.

domingo, 21 de junho de 2009

Surge o WikiBlogsBR

Isso é mais um anuncio do que algo relacionado aos meus blogs Teatro Capixaba, Contos do Pee Wee, Vampirologia – O Estudo e/ou Gothamita. No dia 20/06/2009 (sexta-feira), o criador do Blog do Solteirão, ex-blogueiro e meu irmão de sangue, Armando Rogério Brandão Guimarães Jr., decidiu desenvolver o WikiBlogsBR.

O site funciona como o Wikipedia, ou melhor, ele é um agregador de assuntos, como uma enciclopédia virtual, e servirá como um local aonde os blogueiros do Brasil inteiro estarão colocando sobre suas páginas, a história delas e o porque foram desenvolvidas.

Para fazer parte, basta se inscrever e criar sua página, aonde poderá falar sobre seu blog e assim terá mais um local para divulgá-lo. Aprenda como criar sua página na Guia de de edição/Formatação, publicado no Wikinotícas, do Wikimedia Foundation.

sexta-feira, 8 de maio de 2009

Blogs SECULT

Entrando na onda dos blogs, a SECULT (Secretaria Estadual de Cultura do Espírito Santo) lançou três novos blogs para discussão sobre a cultura capixaba. O primeiro é a Rede de Gestores Culturais, direcionada aos administradores cuturais que possuem conhecimento para ser passado. O segundo é o LeiaES, que destina a criações de maneiras de incentivo a leitura e estratégias eficazes para o estímulo dela. O terceiro é o blog Cultura Digital (de muito interesse deste que vos escreve), pois destina-se a ampliação de divulação cultural por meio da mídia digital, seja em forma de blogs, grupos de discussões ou mesmo site culturais. Dentro, as pessoas responsáveis por estes meios de informação disponibilizam suas idéias, o que os motivaram a criar tal midia digital.

A idéia destes blog da SECULT só ajudam ainda mais a ampliação de informações via web. Vale a pena visitá-los e conhecer mais sobre o assunto que desejar.

email mkt blogs1