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quarta-feira, 6 de março de 2013

"Tempos de Areia", o mais novo trabalho do grupo Repertório Artes Cênicas e Cia

Foto de Luara Monteiro
Muitas pessoas têm o costume de achar que o Espírito Santo é um estado atrasado no quesito "fazer teatro", mas aí que se enganam, pois somente na capital, são muitos os diretores e grupos teatrais que se destacam. Infelizmente estes dependem das leis de incentivo cultural dos municipios ou do estado, e das agendas dos espaços aonde possam estar proporcionando o nosso prazer ao ver seus espetáculos. Mas eles conseguem fazer milagres, na maioria das vezes, como é o caso do grupo Repertório Artes Cênicas e Cia, que graças ao bom Dioníso tem seu próprio espaço para estar estreando seus trabalhos.

E não sendo diferente, a peça "Tempos de Areia" estréia neste fim de semana no mesmo espaço que serviu de palco para o maravilhoso "Bernarda, por detrás das paredes", na Sede dos grupos Repertório e Z, localizado na Rua Professor Baltazar, 152, no Centro, em Vitória/ES. Abaixo o material passado para mim pela diretora e dramaturga Nieve Matos, e como a peça foi montada com o recurso do Edital 015/2012 de Residência Artística de Grupos Teatrais da Secretaria Estadual de Cultura do Espírito Santo (SECULT-ES), a entrada é franca. Bom espetáculo para todos!

"Tempos de Areia"

Espetáculo teatral do grupo Repertório Artes Cênicas e Cia

Serviço:

Datas: 08,09 e 10/03

Hora: 20:00

Local: Sede dos grupos Repertório e Z

Endereço: Rua Professor Baltazar, 152. Centro. (casarão vermelho na ladeira
de acesso da Catedral)

Entrada franca – Retirada de ingressos com 1 hora de antecedência

Sinopse:

Tempos de areia nos transporta para um lugar possível e impossível de existir, reinventado ora pela memória, ora pela tecnologia. Um vilarejo afetado pelas decisões do homem, de um homem, de Antônio. Onde passado, presente e futuro se interpõem para narrar uma história velada e desvelada pelo avançar do tempo, da ciência e da areia.
Foto de Luara Monteiro
Montado com o recurso do Edital 015/2012 de Residência Artística de Grupos Teatrais da SECULT – ES, o espetáculo foi orientado pela diretora Tiche Vianna (Barracão Teatro – Campinas/SP) sob a perspectiva da dramaturgia do ator dentro do Processo Colaborativo de Criação.

Ficha técnica:

Direção e dramaturgia:
Nieve Matos

Orientação do processo criativo: Tiche Vianna

Direção de arte: Antonio Apolinário

Atuação: Nícolas Corres Lopes, Roberta Portela e Waltair de Souza Jr.

Trilha Sonora: Edson Zacca e Erica Vilhena

Iluminação: Fábio Prieto

Produção: Cyntia Andrade

Fotos: Luara Monteiro
Foto de Luara Monteiro

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Centro do Teatro do Oprimido do Espírito Santo desenvolverá Workshop

No ano de 2008, o Espírito Santo foi agraciado pelo diretor e pesquisador Augusto Boal (1931-2009), que veio até a capital e criou o núcleo do Centro do Teatro do Oprimido no estado. Hoje o CTO desenvolve diversos trabalhos e várias oficinas para desenvolver atores e interessados nesta forma de expressar teatral.
O ator e pesquisador do CTO no Espírito Santo, William Berger, enviou-nos o material referente ao Workshop que estará sendo realizado na Oficina de Artes de Vitória, próximo ao Centro de Convenções, em Santa Lucia, Vitória/ES. As inscrições começam amanhã e vão até o dia 01/03/2013 (sexta-feira). Fiquem ligados.

WORKSHOP
TEATRO DO OPRIMIDO:
TEATRO COMO EDUCAÇÃO PARA A VIDA
Ministrado por William Berger


Este workshop de introdução ao Teatro do Oprimido na educação popular busca relacionar a teoria e a prática da educação libertadora pela arte e é o início de uma formação sistemática e continuada do método criado por Augusto Boal no estado do ES. É direcionado para todo ser humano que queira se conhecer melhor. Tem como objetivo a aproximação entre profissionais da área de trabalho social, professores/educadores, educandos/estudantes, jardineiros, cozinheiras, funcionários públicos que queiram conhecer a metodologia do Teatro do Oprimido de Augusto Boal, através do estudo sistemático e da prática de jogos, exercícios e introdução às técnicas de Teatro do Oprimido com produção de embriões/cenas e demonstração de Teatro Fórum, técnica onde são debatidos com a plateia temas escolhidos pelos participantes retirados de suas vivências cotidianas, para quem quem está no palco e quem está na plateia entendam a possibilidade de olhar o cotidiano e nossas práticas como fundamento de nossa ação no mundo, e isso a partir de um olhar crítico sobre o Teatro como uma metodologia de educação pelos sentidos, uma educação para cidadania, para a vida .


Público Alvo: educadores/professores, educandos/estudantes, assistentes sociais, jovens das comunidades, terceira idade, servidores públicos e profissionais de qualquer área e demais interessados em Teatro como Educação para a vida.

Carga horária: 8 horas/aula.

Local:
OFICINA ARTES DE VITÓRIA
Rua Constante Sodré 342 - Santa Lúcia (Vitória, ES) próximo ao Centro de Convenções de Vitória.

Data: 28/02/2013 e 1º/03/2013

Horário: das 18hs às 22 hs.

Investimento: R$ 100,00

Informações:
(27) 3315-8808 / (27) 9921-0738 / (27) 9751-2920

Produção: Karina Assunção e William Berger
Parceria: OFICINA ARTES DE VITÓRIA



William Berger
é mestre Serviço Social (PUC-Rio), assistente social (UFES), ator (Escola Técnica de Teatro e Dança FAFI - ES), diretor (Escola de Cinema Darcy Ribeiro-RJ), multiplicador e pesquisador do Teatro do Oprimido (formado sob coordenação artística de Augusto Boal e o Centro de Teatro do Oprimido-RJ). É educador  há 14 anos, com diversos projetos e cursos ministrados com comunidades na área urbana, rural, aldeias indígenas, universidades, escolas, projetos sociais etc. É articulador nacional da questão indígena, colaborador do Grupo Raízes Históricas Indígenas (Rahis) e PUC-Rio. Pesquisador convidado do Grupo de Estudos "Cultura e Sustentabilidade" (CNPq e PUC-Rio);

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Debate de Dramaturgia Brasileira Contemporânea na Biblioteca Pública Estadual

debate-BPE Como sempre estou atrasado com minhas postagens, mas pretendo mudar isso durante os dez dias de recesso da minha faculdade. Entao vamos lá… Este fim de semana é um de muitos debates sobre cultura rolando em espaços dos mais diversos, e isso tudo começa amanhã (10/06/2011) na Biblioteca Pública Estadual, as 19h00, com uma mesa que falará sobre a Dramaturgia Brasileira Contemporânea.

Quem me enviou o convite foi a Secretaria Estadual da Cultura (SECULT) e o Marcelo Siqueira, pelo Facebook. A mesa para o debate será composta por Márcio Meirelles e Samir Yazbek.

MARCIO-MEIRELLES Márcio Meirelles é atualmente secretário de cultura do estado da Bahia, mas também atua como diretor teatral, cenógrafo e figurinista. Ele nasceu em Salvador (Bahia), em 26 de maio de 1954. Começou a trabalhar com direção teatral na década de 70 e é um dos diretores mais atuantes do país. Responsável pela revitalização do tradicional Teatro Vila Velha, em Salvador, também criou, em 1990, juntamente com Chica Carelli o Bando de Teatro Olodum, grupo teatral baiano formado somente por atores negros, que surgiu a partir da realização de oficinas nos bairros da capital. Em 1994, assumiu a direção artística do Vila Velha, mesmo ano em que dirigiu o Show de Aniversário da Cidade de Salvador, com Caetano Veloso, Tom Zé e Carlinhos Brown.

Foi diretor artístico de shows individuais de Margareth Menezes, Daniela Mercury, Virgínia Rodrigues, e coletivos, como as comemorações dos 450 anos da cidade de Salvador e dos 50 anos da Petrobras. Alguns de seus espetáculos já foram apresentados em diversas cidades do Brasil e, no exterior, passaram pela Europa e pela África.

Entre seus atuais trabalhos no teatro, destaca-se: o espetáculo Ó Paí Ó, com o Bando de Teatro Olodum, cujo texto e projeto de encenação deram origem ao filme do mesmo nome, dirigido por Monique Gardemberg, com o ator Lázaro Ramos (que começou sua carreira justamente no Bando de Teatro Olodum).

Márcio Meirelles escreveu e dirigiu a peça Candances – A Reconstrução do Fogo, do grupo carioca Companhia dos Comuns, que virou samba-enredo do Salgueiro no carnaval de 2007. Também co-dirigiu, com Werner Herzog, o espetáculo Sonhos de uma Noite de Verão, uma versão negra e baiana da história de Shakespeare, premiada como Melhor Espetáculo pelo Prêmio Braskem.

Diretor do Teatro Castro Alves durante o Governo Waldir Pires, foi convidado pelo Governador Jaques Wagner para assumir a nova Secretaria de Cultura da Bahia em janeiro deste ano, em reconhecimento pelo seu trabalho para o desenvolvimento da cultura na Bahia. (extraído da SECULT/BA).

Samir Já Samir Yazbek é ator, diretor de teatro, dramaturgo, professor de interpretação e dramaturgia Samir Yazbek nasceu em São Paulo, em 1967,
É um dos autores do grupo que a crítica identifica como Geração 90.

Samir Yazbek chamou a atenção e conseguiu reconhecimento com sua segunda peça, "O Fingidor".

Iniciou-se-se no teatro aos 21 anos. Em 1988, dirigido por Edson D'Santana, Samir Yazbek escreveu e interpretou o monólogo, "Uma Família à Procura de um Ator".

Dois anos depois, Samir Yazbek ingressou no Centro de Pesquisa Teatral do Sesc - CPT, coordenado por Antunes Filho, com quem trabalhou por quase oito anos em atividades ligadas à dramaturgia.

Entre 1992 e 1994, Samir Yazbek foi assistente de dramaturgia do professor Antônio Januzelli, do curso de artes cênicas da Universidade de São Paulo - USP.

Em 1994 e 1998, as peças "Arquipélago", dirigida por Augusto de Resende, e "Antes do Fim", direção do próprio autor, antecipam o rigor formal que caracteriza as obras seguintes.

De 1999, "O Fingidor" - Prêmio Shell de dramaturgia de melhor autor - cria uma ficção sobre a vida de Fernando Pessoa. Interpretada por Hélio Cícero, o poeta português, disfarçado com o pseudônimo de Jorge Madeira, emprega-se como datilógrafo de um crítico que está analisando sua obra. Tanto a irmã de Pessoa como a empregada do crítico condenam o disfarce. Chamam a atenção do público o uso que o autor faz dos textos e os heterônimos com que dialoga: Ricardo Reis, Álvaro de Campos e Alberto Caieiro.

Ali, ficou evidente a habilidade do dramaturgo em construir os embates do discurso de suas personagens.

Em 2001, com a peça "A Terra Prometida", traz à baila temas como a intolerância, a liberdade de escolha, a ética e a fé. Com direção de Luiz Arthur Nunes e a dupla composta por Luiz Damasceno e Marco Antônio Pâmio, o espetáculo se constrói no debate entre Moisés e o sobrinho Itamar sobre a busca de Canaã.

Em 2004, "A Entrevista", com atuação de Lígia Cortez e de Marcelo Lazzaratto, também diretor da montagem, levou ao palco uma escritora em crise que responde a perguntas do ex-marido durante um programa de TV. A performance da atriz foi destacada pela crítica.

Em "O Invisível", de 2006, dirigido por Maucir Campanholi, um homem - papel que cabe a Hélio Cícero - passa a maior parte do espetáculo no fundo do palco, na escuridão, e diz que não consegue ser visto por ninguém. A exceção é um rapaz que aparece e para quem ele conta sua trágica história. Ele pede ao jovem que procure seu filho, que o despreza, na esperança de reatar uma relação perdida.

Samir Yazbek escreveu, também, "O Regulamento" e "A Máscara do Imperador".

É organizador de "Uma Cena Brasileira", da Editora Hucitec, coletânea de depoimentos de alguns dos mais importantes atores e atrizes brasileiros, como Eva Wilma, Laura Cardoso, Paulo Autran e Raul Cortez.

Samir Yazbek também é autor de "O Teatro de Samir Yazbek", lançado pela Coleção Aplauso, da Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, com a edição de suas peças "O Fingidor", "A Terra Prometida" e "A Entrevista".

O dramaturgo escreve artigos para os jornais Folha de São Paulo, O Estado de São Paulo e Revista Bravo.

Com a "Cia. Teatral Arnesto nos Convidou", fez a montagem de seu texto "Diálogo das Sombras".

Foi ao ar, pela TV Cultura, o teleteatro "Vestígios", que Samir Yazbek escreveu e dirigiu.

Além de seu trabalho como dramaturgo, Samir Yazbek é dedica-se, também, a oficinas de formação promovidas por instituições públicas e privadas. (Extraído do Mutiply-Dramaturgos brasileiros).

Pela ficha desses dois, com certeza será um debate que vale a pena conferir. Então, é só comparecer ao Auditório da Biblioteca Pública Estadual, localizada na Av. Joao Batista Parra, 165, Praia do Suá, Vitória/ES, a partir das 19h00. A entrada é franca, mas só tem capacidade para 60 pessoas.

sexta-feira, 14 de maio de 2010

Processo Seletivo Simplificado: Edital nº 045/2010

marca FAFI É com muito orgulho e prazer que venho a colocar aqui no blog Teatro Capixaba o Edital referente ao Processo Seletivo para formação de quadro reserva para contratação temporária de profissionais nas áreas de teatro e dança na Escola de Teatro e Dança FAFI.

BrasaoVitoria O Edital foi publicado no dia 01/05/2010 (sábado), junto a vários outros Atos Oficiais da Prefeitura Municipal de Vitória – ES. Ele tem como intenção selecionar 06 profissionais para lecionar sobre dança, 04 para a área de teatro e ainda tem as seleções para operador de luz, operador de som e contra-regra, totalizando 14 profissionais trabalhando para um melhor aprendizado na FAFI. O salário máximo é de R$ 1.018,48, mas a exigência é grande, pois a Prefeitura e a FAFI, pelo jeito, pretendem ter um corpo docente na área cênica, capacitado para o aprendizado dos candidatos a atores, atrizes, dançarinos e dançarinas.

Este Edital eu consegui com o grupo de discussão Diálogos Cênicos que tem um material muito bacana no grupo. E o coloquei a disposição para acesso aqui. Então os interessados, podem entrar e ler o material (e até mesmo baixar, se desejar!). Eu espero estar divulgando aqui, também, as datas das avaliações, se me forem passadas.

Para aqueles que não conseguirem acessar o Edital, entrem em contato comigo, que terei o prazer de lhes entregar. Boa sorte a todos!

quinta-feira, 13 de maio de 2010

“A Divina Herança”

Eu tenho um grande orgulho de ser capixaba. De ter nascido neste estado. Tenho mais orgulho ainda de saber que, se não fosse pela vontade do jesuíta espanhol José de Anchieta de catequizar os – possivelmente – tapuias, na região de Reritiba (atual Anchieta), possivelmente teríamos demorado em ter o teatro no Brasil.

Por que desta introdução? Porque muitos falam que o capixaba não sabe ser original e criar, desenvolver textos teatrais. Uma balela. Somente no ano passado, nos foi mostrado mais de quatro textos originalmente capixabas em nossos palcos. Eles foram escritos por dramaturgos nascidos ou naturalizados aqui (Milson Henriques e Leandro Bacellar são naturalizados! =) ). E agora chega as minhas mãos um dos trabalhos selecionado pela SECULT – o outro é “Rosa Negra” de Leandro Bacellar, que espero poder falar em breve aqui -, “A Divina Herança”, do dramaturgo, ator e diretor Danyel Sueth.

Você não ouviu falar dele? Bem, agora sabe quem ele é. Danyel é natural de Alegre-ES e, junto com Flaviane Fonseca, escreveu e dirigiu esta peça, que lotou o Teatro Municipal “Virginia Santos” e já esteve também no Teatro Municipal “Fernando Torres”, em Guaçuí-ES. Agora eles levam o trabalho para o Teatro Ivo Mameri, em Rio Novo do Sul-ES e para o Teatro Rubem Braga, em Cachoeiro de Itapemirim – ES.

No Teatro Ivo Mameri, a peça estará em cartaz no dia 14/05/2010 (sexta-feira), as 20h00, e no Teatro Rubem Braga, ela se apresentará no dia 15/05/2010 (sábado), as 19h00. Abaixo vocês ficam com o release, a Ficha Técnica e todos os detalhes desta peça do Grupo Teatral Caparaó em Cena. Bom espetáculo para todos!

O Grupo Teatral Caparaó em Cena

apresenta a Comédia

A Divina Herança

de

Danyel Sueth

Flaviane Fonseca

Direção

Danyel Sueth

Com

Thiago Lourenço

Danyel Sueth

Roberta Oliveira

Luana Nunes

Carol Areias

Joathan Junior

Aluízio Jr

Apresentação

DSC_0054 Premiado pelo Governo do Estado do Espírito Santo como o melhor texto original capixaba, a montagem do espetáculo teatral “A Divina Herança” possui ponto de partida de qualidade garantida. Essa comédia moderna, audaciosa e contemporânea trata de assuntos relevantes que são trazidos à tona pela sociedade, tais como as relações entre família, o poder do dinheiro e, principalmente, a ganância desenfreada do comércio das religiões. A montagem fica a cargo da dupla Flaviane Fonseca e Danyel Sueth (autores e diretor do espetáculo), inaugurando as atividades do Grupo Teatral Caparó em Cena. Com uma roupagem dinâmica e de fácil identificação para o público, a peça traz em seu bojo um humor inteligente e crítico, o que dá um requinte um tanto quanto ácido para essa montagem inédita.

Sinopse

Astolfo de Assis Coimbra é um velho missionário líder das igrejas “Jesus é a Luz”, verdadeira potência religiosa espalhada por vários países. Após seu falecimento, seus filhos Otávio, Joana e Creuza não conseguem se entender sobre o que fazer com a herança, até que a Morte, um cordeiro cangaceiro já incumbido de levar Astolfo para o além, resolve voltar e interferir na decisão dos filhos para atender a seus interesses próprios. Suas confusões e planos mirabolantes causam verdadeiros estragos e reviravoltas. Os empregados Jeová e Suzete ajudam a contar a história que se mantém coesa do início ao fim, ganhando contornos surpreendentes e como não poderiam deixar de ser, hilários!

Ficha Técnica

Autora: FLAVIANE FONSECA

Direção: DANYEL SUETH

Elenco: THIAGO LOURENÇO, DANYEL SUETH, ROBERTA OLIVEIRA, LUANA NUNES, CAROL AREAIS, JOATHAN NUNES E ALUÍZIO JR

Cenário: DANYEL SUETH E FLAVIANE FONSECA

Iluminação: DANYEL SUETH

Figurinos: HELENA MONTEIRO, LUCINE MONTEIRO E FLAVIANE FONSECA

Sonoplastia: DANYEL SUETH

Fotos: LUIS OTÁVIO ALBERTASSE E JOÃO BATISTA PAVESI

Realização: GRUPO TEATRAL CAPARAÓ EM CENA

Em cartaz:

Panfleto A Divina Herança.jpg Rio Novo Panfleto A Divina Herança.jpg cachoeiro

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Exame de Capacitação do SATED/ES

FINALMENTE eu consegui um contato com o Sindicado dos Artistas e Técnicos em Espetáculos de Diversões do Espírito Santo (SATED/ES). A Secretaria do sindicato, Thelma Huapaya, foi uma pessoa maravilhosa comigo e meu tratou diferente das outras vezes que eu cheguei a entrar em contato com a instituição e me passou os editais referentes aos Exames de Capacitação para ator, que terá no dia 16/07/2010 (sexta-feira) sua avaliação teórica e nos dias 23 e 24/07/2010 (sexta-feira e sábado, respectivamente) sua avaliação prática. A Taxa de inscrição está no valor de R$ 70,00 e teve início das inscrições no dia 19 de abril de 2010 (segunda-feira), que será encerrado em – um prazo prorrogado – 15/06/2010 (terça-feira), dando chances a todos que desejarem se inscrever. Então não perca tempo e corra atrás. Abaixo segue o Edital – e sou totalmente grato a Thelma Huapaya por isso, obrigado! –:

clip_image002 SINDICATO DOS ARTISTAS E TÉCNICOS EM ESPETÁCULOS DE DIVERSÕES NO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO

Regulamento para exame de Pré-Requisito para obtenção de Atestado de Capacitação Profissional de ATORES-Vitória.

A Diretoria do SATED/ES torna público as normas para exame de Pré-Requisito para obtenção de Atestado de Capacitação Profissional para Atores.

Período de Inscrição:19 de abril de 2010 a 15 de Junho de 2010

Taxa de Inscrição: R$ 70,00 (setenta reais).

Data de realização do exame: Prova Teórica: dia 16 Julho/2010 Às 18:30 hs.

Prova Prática: dia 23/07/2010 e 24/07/2010 Às 18:30 hs.14:30hs

Local das Provas: Escola de Teatro e Dança FAFI

DAS CONDIÇÕES GERAIS:

Artigo Primeiro – Poderá requerer ao Atestado de Capacitação Profissional para Ator, por exames de pré-requisito, no SATED/ES, todo brasileiro segundo os critérios estabelecidos neste regulamento.

Artigo Segundo – O processo terá duas fases: a de habilitação (inscrição e avaliação de currículo) e a de classificação (exame teórico e prático).

Artigo Terceiro – Na etapa de habilitação, o candidato deverá , apresentar comprovante de escolaridade Ensino Médio Completo, residência, currículo com comprovantes de participação em pelo menos três espetáculos teatrais produzidos e apresentados no estado do Espírito Santo,e/ou vídeos e/ou filmes também produzidos e exibidos no estado do Espírito Santo, na função solicitada (cartazes, filipetas, programas, contratos, notas contratuais, recibos, ou algum outro documento que comprove sua participação) e o preenchimento de ficha específica.Uma foto (3X4).

Parágrafo Único: Não serão aceitos como comprovantes declarações de qualquer espécie.

Artigo Quarto – Toda documentação apresentada pelo candidato, deverá ser entregue na secretaria do SATED/ES.

Artigo Quinto – A fase de classificação estará condicionada a realização dos exames que constam de prova teórica e prática.

Artigo Sexto – A escalação para o exame de prova prática será feito por ordem alfabética, sendo que os candidatos deverão comparecer ao local da prova pontualmente nos horários estabelecidos pelo SATED/ES.

Parágrafo Único: O não cumprimento do horário de forma pontual desclassificará o candidato.

Artigo Sétimo – Todo processo será coordenado por uma comissão , que foi designado pela Diretoria do SATED/ES, que participará junto com a Banca Examinadora de definição e dos critérios de avaliação dos exames.

Artigo Oitavo – O Comissão fará a conferência de todo o resultado do teórico e prático, oferecido pela Banca Examinadora.

Artigo Nono – O mandato da Comissão e da Banca se extinguirá na primeira reunião da Diretoria do SATED/ES, prevista para data imediatamente após a publicação dos resultados dos exames, podendo ser reconduzida a critério da mesma Diretoria.

Artigo Décimo – O Comissão , deverá coordenar reuniões com a Banca Examinadora, quando necessário,com elaboração de atas referentes às mesmas, até a publicação dos resultados finais.

Artigo Décimo Primeiro – O Comissão reserva-se o direito de solicitar, em caso de dúvida, documentos adicionais comprobatórios na fase de habilitação do candidato, fazer verificações necessárias a confirmação as informações fornecidas, e, se for o caso, indeferir a inscrição do candidato que não corresponder às exigências previstas neste regulamento.

DOS EXAMES:

Artigo Décimo Segundo – Os exames constarão de prova teórica e prática, com notas que variam de 0 (zero) a 10 (dez)

Artigo Décimo Terceiro – A prova teórica versará sobre os textos relacionados na bibliografia anexa, abordando aspectos da história do Teatro, análise dos textos e autores relacionados .

Artigo Décimo Quarto – A prova prática deverá ser avaliada em quatro etapas: interpretação, leitura, improvisação e entrevista.

Artigo Décimo Quinto – A prova prática de interpretação deverá contar no exame pela Banca, de umas cenas teatrais, apresentadas pelo candidato, de sua livre escolha dentre os textos relacionados na bibliografia, previamente preparada, podendo ser em forma de monólogo ou diálogo, desde que não ultrapasse a duração de 05 (cinco) minutos.

Parágrafo Primeiro: O candidato deverá fornecer, no ato dos exames, uma cópia do trecho escolhido para a prova de interpretação, por ocasião da realização da prova teórica.

Parágrafo Segundo: Só será permitida a utilização de materiais (adereços, figurinos, cenários, etc.), quando forem imprescindíveis as realizações da cena, não sendo avaliados pela Banca Examinadora.

Artigo Décimo Sexto – A prova prática de leitura contará de um exercício de leitura à primeira vista, de trecho escolhido pela Banca,dentre os relacionados na bibliografia,para apresentação pelo candidato.

Artigo Décimo Sétimo – A prova prática de improvisação constará no desenvolvimento de uma cena, a ser elaborada pelo candidato, a partir de um tema fornecido pela Banca Examinadora, relacionado aos textos fornecidos, na bibliografia,na qual deverão ser observados pelo candidato questões de princípio, meio e fim, com duração máxima de 03 (três) minutos, com utilização de elementos e expressão corporal, com ou sem utilização de falas.

Artigo Décimo Oitavo – A entrevista deverá ser feita pela Banca Examinadora, abordando temas relacionados à profissão de ator, e outros itens esclarecedores do próprio exame prático, e sobre o currículo apresentado.

Artigo Décimo Nono – Serão consideradas notas mínimas para aprovação do candidato, os valores de 05 (cinco) para prova teórica e 07 (sete) para prova prática.

Parágrafo Único: O prazo para recorrer ao resultado do Exame Teórico e Prático é de 24h após o resultado do exame. O candidato deverá encaminhar a solicitação oficialmente a Diretoria do SATED/ES e a Banca Examinadora.

DA BANCA EXAMINADORA:

Artigo Vigésimo – A Banca Examinadora será composta de 3 (três) profissionais associados do SATED/ES, com no mínimo 5 (cinco) anos de registro profissional, indicado pela Comissão.

Artigo Vigésimo Primeiro – A Banca Examinadora estabelecerá seus próprios critérios para convocação de reuniões ordinárias ou extraordinárias, conforme necessidade.

Artigo Vigésimo Segundo – A Banca Examinadora é soberana nas decisões a respeito dos exames de que trata este regulamento, devendo apresentar em forma de ata, os resultados obtidos pelos candidatos á comissão, não cabendo nenhum tipo de recurso por parte dos candidatos com relação aos resultados.

Artigo Vigésimo Terceiro – É vedada a participação de menores de 14 (quatorze) anos nos exames de capacitação (C.FAET. 7. item XXXIII)

Artigo Vigésimo Quarto – Os casos omissos deverão ser resolvidos pela Diretoria do SATED/ES, para produzir efeitos legais.

Artigo Vigésimo Quinto – O presente regulamento entra em vigor a partir da presente data.

Livros:

v O que é Teatro? Fernando Peixoto.

v Medeia – Eurípedes

v A moratória – Jorge Andrade

v Como se fazia um Deputado – França Junior

v Sonhos de uma noite de Verão - Shakespeare

Vitória (ES), 15 de Abril de 2010..

Rua General Osório, 83, Ed. Portugal, sala 207-Centro - Vitória-ES Tel. 3222-2440.

E-mail: satedes@bol.com.br

quinta-feira, 29 de abril de 2010

“Minha Sogra é de Matar” no aniversário do Teatro Rubem Braga

Caramba, ainda bem que deixei todos de prévio aviso que este ano seria complicado para mim.

Primeiramente, antes de publicar esta matéria preciso me desculpar com Wilson Nunes, Flaviano Avilloni, Edilson Pedrini, Fabiano Turbay e Léia Rodrigues, pelo atraso na publicação da matéria. Segundo, quero pedir desculpa aos cachoeirenses (que são poucos, mas estão presentes no blog), por nao ter divulgado NADA sobre o aniversário do Teatro Rubem Braga, mas é que infelizmente eu não recebi material para divulgação de todo o evento, somente da peça “Minha Sogra é de Matar”.

Desculpas pedidas, sigamos em frente.

teatrorubembraga No dia 23/04/2010 (sexta-feira), iniciou-se a comemoração dos 10 anos do Teatro Municipal Rubem Braga, na cidade de Cachoeiro de Itapemirim – ES. O teatro foi inaugurado pela Prefeitura Municipal de Cachoeiro de Itapemirim em 28 de abril de 2000 e segue sendo mantido através da Secretaria Municipal de Arte e Cultura (SEMAC). O teatro é referência, na cidade, para apresentações culturais produzidas em Cachoeiro, no Estado, no país e até fora dele. Ele recebe o nome do maior cronista brasileiro, Rubem Braga, filho de Cachoeiro e, se tornou um símbolo de importância para a reunião das artes contemporâneas desenvolvidas na atualidade.

Sogra -Logo No dia 01/05/2010 (sábado) será apresentada a peça teatral de Vitória – ES, “Minha Sogra é de Matar”, com texto e direção de Wilson Nunes.

A peça foi convidada para encerrar o aniversário com chave de ouro.

O espetáculo teve ótima aceitação de público, tanto em Vitória como em outros teatro do Espírito Santo. A história eu deixo por conta do próprio diretor, Wilson Nunes:

Fotos 01 - Minha Sogra é de Matar " Um casal muito diferente...uma empregada , nada natural , um detetive(?) esperto e uma sogra que é de matar formam a história dessa comédia . A chegada da Sogra na casa de seu filho para passar uns dias e ver como as coisas andam na vida de seu "pupilo" , irá transformar num verdadeiro caus a trama desse espetáculo . É ver para refletir e não parar de rir ! O que uma pessoa , muito autoritária ,pode fazer na vida pacata de outras pessoas.”

IMG_1029 No elenco temos o próprio Wilson Nunes, junto com Flaviano Avilloni, Edilson Pedrini, Fabiano Turbay e a talentosa Léia Rodrigues.

A apresentação tem horário para as 19h00 e tem entrada franca, podendo serem retirados no dia 02 (dois) ingressos por pessoa.

Fonte de pesquisa: Prefeitura Municipal de Cachoeiro de Itapemirim (http://www.cachoeiro.es.gov.br)

sexta-feira, 23 de abril de 2010

A Companhia Folgazões estréia “O Pastelão e a Torta” em Laranjeiras

Print Finalmente eu posso falar sobre este segredo a sete chaves da Companhia Folgazões. “O Pastelão e a Torta” é o novo trabalho de rua desta trupe, que virá a estear no começo de maio, em Laranjeiras, na Serra – ES.

Eu fiquei sabendo deste trabalho através de conversas com meu amigo e membro da Companhia, Wyller Villaças. Eu decidi então guardar segredo, pois o impacto de um trabalho da Folgazões sempre deixa as pessoas os capixabas orgulhosos de termos um trabalho de teatro de rua de qualidade.

Bem, sem mais delongas, fiquem com o material que eles me enviaram e não percam a chance de vê-los, pois tenho certeza que vale a pena! (Sou EXTREMAMENTE grato pelos agradecimentos, Folgazões!)

email_Folgazoes_PastelaoTortaO Pastelão e a Torta

O espetáculo foi montado pela primeira vez pela companhia em 2008, na ocasião, com recursos do prêmio de Montagem Alvim Barbosa da Secretária Estadual de Cultura do Espírito Santo. Neste mesmo ano, foram realizadas cinco apresentações de uma curta temporada. Em 2009, o espetáculo é retomado num novo processo de encenação e pesquisa que perdurou até 2010, dando origem a um novo espetáculo que, agora, está pronto para iniciar suas andanças pelos parques, ruas e praças desse país afora.

Sinopse

6 foto Rafael Resende  20 de abril de 2010 A farsa “O Pastelão e a Torta” foi escrita na Idade Média por autor desconhecido. Já foi montada e encenada por diversos grupos de teatro em todo o mundo e até hoje diverte as platéias. O enredo narra as aventuras e desventuras de dois mendigos, Julião e Balandrot, em busca de um suculento pastel e de uma apetitosa torta que são vistos na janela de um casal de pasteleiros, Joaquim e Marieta. Esteticamente, o espetáculo é fruto de uma fusão de várias linguagens que estão presentes no processo de pesquisa e treinamento permanente do grupo, como a comicidade, a música e o teatro de rua.

Temporada de estréia

Local: Parque da Cidade em Laranjeiras – Serra

Horário: Sempre às 16:30 h

Datas: Maio 01 (sáb) e 02 (dom), 08 (sáb) e 09 (dom), 15 (sáb) e 16 (dom)

Ficha técnica

Autor: Desconhecido

Direção, adaptação dramatúrgica e produção: Companhia Folgazões

Cenário e figurinos: Collete Dantas e Companhia Folgazões

Maquiagem: Cleverson Guerrera

Preparação Vocal: Juliana Matias

Projeto gráfico: Foca Magalhães

Fotos de divulgação: Rafael Resende

Elenco: Balandrot - Duílio Kuster, Julião - Wyller Villaças, Marieta - Vanessa Darmani, Joaquim - Edson Nascimento

Agradecimentos: Fraga Ferri, Igor Awad Barcellos, Marcos Isaias, Sergio Torrente, André luz

LOGO COM LETREIRO5A Companhia Folgazões nasceu em Vitória/ES (2003) fruto de uma pesquisa da linguagem musical e gestual dos chamados “brincantes” - artistas que carregam em seu íntimo a alma do povo.

Desde então, o grupo vem desenvolvendo uma estética própria fundada nas linguagens musical, teatral, na dança, na arte da comicidade, nas técnicas circenses e no universo lúdico das festas populares.

Dedica-se, também, à pesquisa de espaços de encenação que possam aproximar a relação ator/espectador, não se limitando apenas ao palco italiano (tradicional).

Dessa forma, vem encontrando nos espaços “abertos” (praças, ruas e parques, entre outros) a sua área de atuação por excelência.

Atualmente, a Companhia Folgazões tem em seu repertório os espetáculos “Cantantes e Brincantes” e “O Pastelão e Torta” e também ministra oficinas em sua sede, no centro de Vitória.

Contato: Vanessa Darmani Lima

Tel.: (27) 33227391/99728350

E-mail: osfolgazõees@hotmail.com

       producaofolgazoes@gmail.com

quarta-feira, 7 de abril de 2010

“Rascunhos”

A maioria é vinda de outro grupo teatral que fez peças de grande sucesso. Uma delas é ganhadora de inúmeros prêmios, tanto no Espírito Santo, quanto fora dele. O diretor tem um grande talento e, em geral, tem um “toque de Midas” em seus trabalhos. E nenhumas das atrizes e do ator ficam atrás em qualidade de trabalho (acredite, já vi todos em palco e são bem talentosos!).

Sim, to puxando uma enorme sardinha para eles, pois estes ex-membros do Clã de Teatro (com exceção de Kalina Aguiar, que não fica atrás de nenhum deles, em questão de talento), atuais membros do O Quadrado Teatro, têm mesmo um trabalho de qualidade.

A Assessora de Imprensa d’O Quadrado Teatro, Elayne Batista, da M3 Comunicação Total, me mandou o material sobre a estréia deste trabalho teatral que acontecerá no dia 10/04/2010 (sábado), na Aliança Francesa, localizada na Praia do Suá, em Vitória – ES. A peça ficará em cartaz todos os sábados e domingos, até o dia 09/05/2010 (domingo), sempre em duas sessões: aos sábados, as 19h30 e 21h, e aos domingos, às 19h e 20h30, com ingressos no valor de R$ 20,00 (inteira). Não percam este espetáculo (se assim já posso chamá-lo)!

FLYER Peça teatral abre olhares sobre a (des)construção do ser humano

Vivenciar o caos e proporcionar variações no modo de enxergar o mundo, instigando a experimentação do paradoxal limítrofe humano: “eu-outro”. Essa é a base da peça ‘Rascunhos: a poética do inominável’, que tem estreia marcada para o dia 10 de abril, às 19h30, na Aliança Francesa, em Vitória.

Rascunhos é o alastrar de inquietações em uma conexão sem nomes ou conceitos prévios, que abre possibilidades para a (re)criação de sentidos no imaginário expectante.

A montagem conta a participação de quatro atores que vasculham suas histórias, selecionando situações que ultrapassam os seus limites pessoais e tornam-se universais.

A proposta cênica é tirar as máscaras desses artistas, subvertendo as técnicas tradicionais de teatro e o próprio conceito de personagem. O mosaico de fatos heterogêneos que são apresentados força o público a pensar o início sem o fim e vice-versa, discutindo a atemporalidade histórica e os processos de individuação sem sujeito.

Rascunhos possui uma linguagem aproximada das artes plásticas e da “performance art” – modalidade de manifestação artística que mistura teatro, dança, música vídeo e/ou poesia. O espetáculo solicita ao público um novo olhar sobre o real ao se depararem com ‘quadros vivos’ (os próprios atores).

Os recursos audiovisuais e sonoros utilizados na peça ajudam a compor o cenário de emergência sobre o vazio onde o expectador é convidado a afetar-se, captando sua própria mensagem.

Sinopse

RASCUNHOS 1 Rascunhos é uma operação alquímica que utiliza o vazio, a aceleração, desaceleração e sobreposição de imagens em uma tempestade torrencial de sons. É a declaração da ausência total de respostas e o entendimento de que a falta delas é que constitui os humanos.

Ficha Técnica

Elenco: Charlaine Rodrigues, Eneidis Ribeiro, Fábio Samora e Kalina Aguiar

Diretor Artístico: Gê Viana

Iluminação Cênica: direção artística

Fotografia: Cristiane Barcellos

Produção: Sirley Cruz

Estreia: 10 de abril a 09 de maio de 2010

Local: Aliança Francesa

Lotação: 30 lugares

Sempre em duas sessões

Sábados - 19h30 e 21h / Domingos - 19h e 20h30 R$20,00 (inteira)  -  Censura 16 anos

Para ver vídeo divulgação clique abaixo:

Rua Alaor Queiroz de Araújo, 200, Enseada do Suá - Vitória/ES

Tels.: (27) 3082-2938 / 3345-1498 / 9727-2086

oquadradorascunhos@gmail.com

Classificação: Censura 16 anos

Informações: (27) 9848-9901/9941-0275

Informações à Imprensa

Elayne Batista – (27) 9848-9901 - M3 Comunicação Total

“As imagens são repletas de sons. Elas também falam(...)” - Antonin Artaud

Rascunhos é uma operação alquímica. Utiliza o vazio, a aceleração, desaceleração e a sobreposição de imagens em uma tempestade torrencial de sons. É a declaração da ausência total de respostas, o entendimento que a falta delas nos constitui humanos.

Aberto Teste para atores – 2ª chamada

variavel-bicalho Novamente o Teatro Variável e a Cia. Thaís Bicalho se unem para fazer uma nova seleção de atores para seu núcleo, só que desta vez eles querem atores com alguma experiência com teatro ou que tenham feito algum curso na área.

Os que desejarem participar da seleção, devem enviar seus curriculos para os e-mails: adm@teatrovariavel.com.br

Somente serão aceitos candidatos com a descrição acima, que tenham mais de 18 anos e sejam residentes da Grande Vitória (Fundão, Serra, Vitória, Vila Velha, Cariacica, Viana e Guarapari). Os que forem selecionados participarão das peças infantis e teatros-empresa dos grupos.

Se tiverem dúvidas a serem sanadas, enviem e-mail para contato@teatrovariavel.com.br ou entrem em contato pelo telefone (27) 3318-0507. Boa sorte a todos!

sábado, 27 de março de 2010

Na Coxia: Réplica as críticas

Não, não sou eu que estarei replicando as críticas a mim ou ao blog, mas estou dando espaço aqui para o ex-presidente do SATED/ES, o Sr. Carlos Francisco da Silva, também conhecido como palhaço Azedinho, para colocar sua defesa quanto ao que já falei sobre sua administração aqui.

teatro capixaba O blog Teatro Capixaba, como qualquer meio de informação informal, vem sempre – tentar - divulgar as peças que correm o estado do Espírito Santo. Nem sempre é possível, pois não são todas as produtoras ou produtores que confiam no blog para passar tal informação. Eu, como administrador do blog, também gosto de opinar sobre a situação do teatro – tanto como casa de espetáculos que recebem as peças, como as peças em si -, e as vezes coloco minha opinião sobre a administração do SATED/ES, que para mim, que convivo com artistas da capital, nunca fez nada para estes.

Como fui um ávido crítico da administração do Sr. Carlos Francisco da Silva, cheguei a apoiar o movimento que entraria com uma segunda chapa para se candidatar ao cargo do presidente do sindicato, mas nunca deixei de dizer que aqui é um canal aberto para quem quiser colocar algo.

O texto que lerão a seguir foi enviado ao blog em formas de mensagens no dia 08/03/2010 (segunda-feira) de madrugada pelo ex-presidente. Ele pede para que tal seja repassado na íntegra, então eu o farei, mas antes tenho de colocar algumas ressalvas:

- NUNCA tive preconceitos com nenhum artista cênico, seja ele de teatro, dança, circo ou ópera, pelo contrário, tento manter um laço de amizade com todos, sem generalizações, então tudo dito aqui pelo Sr. Carlos Francisco da Silva, espero eu, que não tenha sido voltado a mim;

- Sempre que procurei o SATED/ES para servir de canal de comunicação do sindicato com o artista cênico, me deparei com as PORTAS FECHADAS, não sendo me passado nada que pudesse auxiliar a instituição de alguma forma, jpa que o site desta, mencionado no texto, sempre estava desatualizado e não permitia ao artista saber quando aconteceriam as provas para qualifica-lo como artista profissional.

- Eu, como administrador do blog Teatro Capixaba, NUNCA me coloquei como jornalista. Pelo contrário, respeito o profissional em questão e seria de uma tremenda desonestidade me considerar qualificado para tal. Sou sim um amante do teatro. Amo esta arte com todo meu coração e continuarei a divulgar as peças que me forem enviadas, servindo de um meio de comunicação entre o artista e seu público.

- Algumas palavras do ex-presidente mostram uma batalha “invisível” do SATED/ES pelos direitos do artista no exterior, mas não mostra uma batalha mais regional, reivindicando os direitos do artista no Brasil ou mesmo no Espírito Santo.

- O ex-presidente fala de um dever cumprido, estabelecendo número de profissionais na área cênica, mas fica a pergunta: Como a grande maioria destes profissionais conseguiu seus registros? E se não é o sindicato que fornece o registro profissional, ele serve de elo entre o artista e a Superintendência do Trabalho, vale lembrar, cobrando altas taxas para ser assim.

- Se for possível, acessem os sites do SATED/RJ e SATED/SP (clique em Filie-se!), mencionados pelo ex-presidente, para ver que benefícios fornecidos.

Segue o texto:

Senhores leitores desse Blog, em primeiro lugar espero que o que eu escrevo seja publicado na integra, afinal o meu nome foi citado “CARLOS FRANCISCO DA SILVA” E ASSOCIADO COM “PALHAÇO AZEDINHO” e por isso tenho que esclarecer alguns pontos talvez não SEJA conhecido entre os senhores,

PRIMEIRO:

Fui o primeiro artista palhaço eleito pela totalidade de votos do SATED/ES, quase 40 votos.

Afinal era esse o número de filiados que o SATED/ES possuía quando assumi a direção do sindicato.

Terminei o mandato com um número bem superior do que assumi e é de domínio dos associados o número de votantes e as várias categorias que participaram do pleito eleitoral, posso garantir que tinha poucos modelos e manequins, além de poucos circenses.

SEGUNDO:

É vergonhoso afirmar que em algum momento o presidente do SATED/ES quis renovar a sua permanência dentro do sindicato até porque estava conduzindo uma eleição que não aconteceu no primeiro momento e teve que ser conduzido para o segundo momento, para facilitar a democratização das eleições e garantir a disputa de duas chapas em situações regulares. A primeira liderada por artistas que há anos não pagavam as suas anuidades e mesmo assim eram beneficiados pelos trabalhos da secretaria do SATED/ES e para participar das eleições tiveram que fazer movimento dos inadimplentes do quadro social que achei ridículo, pois o SATED/ES em minha gestão sempre abriu as portas quando solicitado para colaborar com os profissionais, é tanto que alguns não faziam parte do quadro social, porém por que não abrir as portas para as pessoas que tem vontade de mudança, é democrático, não é?

TERCEIRO:

Quanto à comparação que é feita entre o SATED/ES, SATED/RJ, SATED/SP, já deu para entender que o nobre jornalista não entendeu qual é o verdadeiro papel do sindicato. Primeiro não é de dar benefícios, pois tornaríamos assistencialistas, não é o nosso papel, nem tão pouco distribuir registros profissionais, este é o papel da Superintendência Regional do Trabalho no Estado de origem de cada artista ou técnico, após sua formação em escolas credenciadas, o papel do SATED/ES é fazer o que fez o tempo todo; lutar pelos direitos trabalhistas com aquela advogada que foi citada, pois foi o primeiro passo do SATED/ES, criar um Departamento Jurídico, e para se comunicar com todo o Estado do Espírito Santo, foi criado o Setor de Comunicação e a criação do site SATED/ES, que durante todo o tempo de mandato foi visitado por vários gestores do estado e dos municípios para ter informações de piso salarial da categoria, colaborando assim com sócios e não-sócios do quadro SATED/ES.

É importante lembrar que o piso salarial da categoria foi uma grande conquista, além da fiscalização que foi forte em todo o estado, criando uma corrida dos artistas amadores para as escolas, buscando uma formação profissional.

No âmbito nacional, o SATED/ES conquistou um respeito grande dos SATED/RJ, cujo atual presidente é o Sr. Jorge Coutinho, e que abriu as portas do Sindicato do Rio de Janeiro, Ligia representado pelo diretor Paulo Pompéia, de São Paulo e Minas Gerais Madalena, Ceará Oscar Roney para receber os artistas capixabas através da filiação da Federação Internacional de Atores da América Latina (FIA-LA), que discutiu e aprovou alguns apoios importantes para os trabalhadores artistas e técnicos, na área da Saúde e Segurança do Trabalho com Assistência gratuita e apoio aos países vizinhos, em caso de graves acidentes, com seqüelas de deformação facial, por exemplo.

Além de intercâmbio direto com mais de 114 países, é só apresentar a carteira do SATED/ES, filiado a FIA. O documento encontra-se na sede do SATED/ES.

Outra conquista importante se fez no Congresso Internacional dos Artistas, organizado pela Federação Internacional de Atores (FIA), que foi realizado em Marrocos, onde foi discutido sobre a situação atual dos artistas do Brasil e do mundo com a participação de 114 países.

A classe circense ela sempre foi discriminada, as leis dos artistas do Brasil foram conquistadas pelo tão honrado BARTHOLO, do Circo Bartholo, porém os circenses com os seus circos menos estruturados acabaram ficando as margens da lei e aos poucos foram proibidos de trabalhar como antes, livres de impostos. Sendo assim, ficaram cada vez mais pobres e alguns sem identidade pessoal.

O SATED/ES abriu as portas e qualificou alguns artistas e técnicos, membros de famílias circenses de lonas, cumprindo o seu papel social.

Parece pouco e quase não aparece no cenário cultural, porque a fiscalização gera emprego, qualificação e melhores condições de vida para a categoria. Éramos 40 e hoje temos mais de trezentos associados. Sinto que cumprimos nossa missão e sei que o essencial é invisível.

E que a discriminação aos Artistas Circenses ainda não acabou.”

CARLOS FRANCISCO DA SILVA

PALHAÇO AZEDINHO.

EX- PRESIDENTE DO SATED/ES.

Dia Mundial do Teatro e Dia Nacional do Circo

ars_cenicaPara mim, hoje (27/03/2010) é um dos dias mais importantes do ano, pois comemorasse o Dia Mundial do Teatro.

Estabelecido pelo International Theatre Institute (ITI) a partir de 1961, é neste dia do ano que todos comemoram “quando o homem decidiu interpretar a vida”.

Palcos, praças e espaços alternativos do mundo inteiro comemoram esta data interpretando peças teatrais e eventos ligados ao teatro. Mas vale lembrar que, aqui no Brasil não é somente o Teatro que é celebrado nesta data, mas o circo também.

marca FAFI A Escola de Teatro e Dança FAFI começa a programação de hoje as 16:00, com vários grupos teatrais ajudando-a nesta comemoração. Haverá mobilizações, cortejo, debates e apresentações de performances, tanto circenses quanto teatrais.

Como eu gosto de comemorar este ano, eu entrei no site do World Theatre Day, criado pelo ITI para este maravilhoso dia, e recolhi lá a mensagem deste ano que é da atriz Judi Dench.

judi-dench A atriz Judi Dench nasceu em North Yorkshire, assim sendo, é uma atriz britânica. Já ganhou muitos prêmios por suas atuações em teatro. Em sua terra natal, Judi construiu uma boa reputação, de uma das melhores atrizes da história pós-Segunda Guerra Mundial, principalmente por seu trabalho no teatro, seu maior forte em toda sua carreira.

Quando tinha treze anos, -hoje - Dame Judith Olivia Dench, entrou para a The Mount School, em York. Recebeu seu treinamento profissional no Central School of Speech and Drama em Londres, e estreou como Ophelia em Hamlet em Liverpool, em 1957. Depois, foi aparecer em várias temporadas em Oxford e Nottingham. Em 1961, entrou para a Royal Shakespeare Company e fez muitas aparições em Stratford e Londres ao longo das próximas duas décadas, ganhando vários prêmios de melhor atriz.

Judi também fez várias aparições no teatro West End e no National Theatre, ambos em Londres. Já ganhou seis prêmios Laurence Olivier. Apareceu na Broadway, também, em Amy's Room. Hoje, é patronesse da Friends' School Saffron Walden.

Chegando aos setenta anos, Judi continua a grande jóia do teatro de Londres. É várias vezes comparada e contrastada com Maggie Smith, outra grande atriz britânica da mesma geração, com quem ela apareceu em vários filmes e no palco com Breath of Life, de David Hare. Dentre seus papéis no cinema, ela interpretou no filme Shakespeare Apaixonado, a rainha Elizabeth I, conhecida pelo seu enorme apoio à arte cênico-teatral.

Logicamente que o texto foi escrito em inglês, mas graças a Ana Maria Teles podemos lê-lo em português. Segue abaixo:

MENSAGEM DE DAME JUDI DENCH

DIA MUNDIAL DO TEATRO 27/03

“A Jornada Mundial do Teatro é para nós a ocasião de celebrar o Teatro na multiplicidade de suas formas. Fonte de divertimento e inspiração, o teatro contém em si a capacidade de unificar as inúmeras populações e culturas que existem pelo mundo afora. Mas ele representa muito mais do que isso, ao oferecer-nos possibilidades de educação e informação.

O teatro acontece no mundo inteiro, e não apenas nos seus espaços tradicionais :

os espetáculos podem ser realizados numa pequena aldeia da África, no sopé de uma montanha da Armênia, em uma pequena ilha do Pacífico. Ele não tem

necessidade de um espaço e de um público. O teatro possui esse dom de nos fazer rir, de nos fazer chorar, mas ele deve, também, fazer-nos refletir e reagir.

O teatro é fruto de um trabalho de equipe. São os atores que vemos, mas existe um número espantoso de pessoas escondidas, todas elas tão importantes quanto os primeiros e cujas diferentes e específicas competências permitem a realização do espetáculo. A eles se deve uma parte de todo o triunfo ou sucesso alcançado.

O dia 27 de março é a data oficial da Jornada Mundial do Teatro. Mas cada dia

deveria poder ser considerado, de diversas maneiras, como uma jornada do teatro, pois cabe-nos a responsabilidade de perpetuar esta tradição de divertimento, de educação e de edificação dos públicos, sem os quais não poderíamos existir.

Ana Maria Telles

19/03/2010

Fontes:

International Theatre Institute

World Theatre Day

Wikipedia

quinta-feira, 25 de março de 2010

Dia Mundial do Teatro na Escola de Teatro e Dança FAFI

ator em palco Faltam dois dias para o Dia Munidal do Teatro e Dia Nacional do Circo. Considerado, por mim, o dia mais importante do ano, pois uma gama de eventos acontecem no mundo inteiro e no Brasil.

Como gosto de concentrar minhas atenções no Espírito Santo, tento, todo ano, disponibilizar a programação planejada para comemoração do dia e, aparentemente, neste ano não será diferente.

marca FAFI A Escola de Teatro e Dança FAFI prepara uma grande programação. Unindo-se a alguns dos grupos de teatro da capital, a FAFI deseja comemorar em grande estilo. Abaixo segue o material enviado a mim pelo ator, diretor e professor da FAFI, Leonardo Patrocínio, e pelo coordenador de Teatro da FAFI, o Sr. Wilson Coêlho (obrigado a ambos!):

A Escola de Teatro e Dança FAFI, em parceria com os Grupos Z de Teatro, Beta de Teatro, Tarahumaras, Repertório Artes Cênicas, Folgazões, Viralatas, Boiacá, H B Produções, Sérgio Torrente Produções, Leda Barreto, Edgard Barbosa, Ari Roas, Everaldo Nascimento e outros artistas e técnicos realizam no próximo sábado (27 de março) evento em comemoração ao Dia Mundial do Teatro e Dia Nacional do Circo, com uma programação que consiste em encontro na Praça Costa Pereira, em frente ao Teatro Carlos Gomes, seguido de cortejo pela Rua Sete de Setembro, mesa redonda no Laboratório da Escola de Teatro e Dança FAFI e manifestações gerais na Praça Pedro Caetano (também na FAFI).

ENTRADA   FRANCA

Maiores informações: Secretaria de Eventos 3381.6922 - 3381.6921 - 9938.9794 (Wilson Coêlho)

Participantes (grupos, artistas e técnicos) confirmados:

Grupo Z

Repertório Artes Cênicas

Grupo Beta

Tarahumaras

Folgazões

Viralatas

H B Produções

Boiacá

Sérgio Torrente Produções

Leda Barreto

Edgard Barbosa

Ari Roas

Everaldo Nascimento

OBS.: Há abertura para outras participações

Programação

16:00 horas – Mobilização na Praça Costa Pereira (em frente ao Teatro Carlos Gomes)

16:30 horas – Cortejo dos grupos e interessados pela Rua Sete de Setembro.

17:00 horas – Mesa Redonda – Teatro Grego – Uma cena entre Titãs – com Ioannis Andonios Zavoudakis e Fernando Marques, no Laboratório da Escola de Teatro e Dança FAFI

18:00 – Palco Aberto com performances, esquetes e recitais na Praça Pedro Caetano, na Escola de Teatro e Dança FAFI

21:00 – Encerramento.

DIA MUNDIAL DO TEATRO

iTi No dia 27 de março é comemorado o dia Mundial do Teatro. Em 1961, o Instituto Internacional de Teatro da Unesco (órgão das Nações Unidas voltada à educação, à ciência e á cultura) resolveu criar um dia exclusivo às atividades culturais, durante o IX Congresso Mundial, em Viena.

A festa de comemoração para essa data tão importante foi inaugurada no Teatro das Nações, em Paris, França. Com isso a ONU (Organização das Nações Unidas), envia mensagens, valorizando a importância da arte teatral aos países membros da Organização.

DIA NACIONAL DO CIRCO

O circo moderno surgiu na Inglaterra. O oficial Philip Astley, da Cavalaria Britânica, inaugurou o Astley's Amphitheatre em 1770, o qual apresentou a estrutura que os circos utilizam até hoje, com um picadeiro central e uma arquibancada. A principal atração era um espetáculo com cavalos, mas Astley logo contratou saltimbancos, malabaristas e palhaços. O apresentador do show era o próprio Astley, surgindo então a figura do mestre-de-cerimônias.

No Brasil, os circos apresentavam uma estrutura teatral. Sua introdução deve-se às famílias ciganas que, com suas tendas, atraíam espectadores para suas apresentações. O espetáculo do circo-teatro era dividido em duas partes. A primeira era tradicional, com malabaristas e mágicos. A segunda introduzia o teatro, apresentando peças, em sua maioria cômicas. Esse estilo de circo predominou durante quase um século, colocando os brasileiros em contato com as artes cênicas.

O picadeiro ficou conhecido como o berço do teatro brasileiro. O maior expoente desse teatro cômico que começava a dar os seus primeiros passos foi o palhaço Piolin. Seu nome era Abelardo Pinto; nasceu em Ribeirão Preto, São Paulo, em 27 de março de 1897. O Dia Nacional do Circo foi instituído em sua homenagem, devido a seu trabalho pioneiro na introdução do circo e das artes cênicas.

Dia 27 de Março comemora-se o Dia Mundial do Teatro. Eis abaixo a sugestão de duas obras sobre o Teatro na Antiguidade, bem como três peças de autores clássicos, que Edições 70 tem publicadas na sua Colecção Clássicos Gregos e Latinos.

O Teatro Antigo

Pierre Grimal

PierreGrimal O teatro antigo foi o que nasceu e se desenvolveu dentro das duas grandes civilizações antigas, a da Grécia e a de Roma, causa e origem da nossa própria civilização. Mas este teatro não pertence só ao passado; a sua história interessa a toda a cultura ocidental, sobre a qual exerceu uma influência muito importante e, em certos momentos, determinante. O teatro antigo é um complexo fenómeno literário e humano. A sua vida estende-se por um período muito longo, pois a primeira tragédia que sabemos ter sido representada situa-se sob a tirania de Pisístrato, em Atenas, cerca de 534 a. C., e pode considerar-se que as últimas obras dramáticas por nós conhecidas são as trágédias de Séneca, escritas, sem dúvida, entre 45 e 60 depois de Cristo, mais ano menos ano. Por conseguinte, uma vida de cerca de seis séculos. Por outro lado, não devemos esquecer que este teatro se desenvolveu em duas sociedades muito diferentes – na Grécia sobretudo, em Atenas, e depois em Roma.

PIERRE GRIMAL nasceu em Paris em 1912 e faleceu em 1996. Foi um reputado classicista francês, com grande número de livros publicados.

A Tragédia Grega

Jacqueline de Romilly

Romilly A invenção da tragédia é um feito notável e pertence aos Gregos. É fascinante o sucesso que este género conheceu. De facto, vinte e cinco séculos depois, ainda se escrevem tragédias e se vai buscar aos Gregos os temas e as personagens. Nesta obra, a classicista Jacqueline Romilly fala-nos das origens do género, dos intervenientes e da forma como a representação clássica estava estruturada, abordando depois as principais peças dos três grandes tragediógrafos gregos: Esquilo, Sófocles e Eurípides.

JACQUELINE DE ROMILLY, nascida em 1913, é membro da Academia Francesa, da Academia das Inscrições e Belas Artes de França, e professora na Universidade de Paris. Especialista em assuntos sobre a Grécia Antiga, tem vários trabalhos publicados sobre esta matéria.

As Bacantes

Eurípides

180px-Euripides_Statue As Bacantes eram as sacerdotisas que, na Grécia Antiga, celebravam os mistérios do Deus Baco, ou Diónisos. Esta tragédia, sobre a morte de Penteu, rei de Tebas, dilacerado pelas bacantes, por ter-se oposto à introdução do culto de Diónisos, além do valor que tem como peça representativa da obra do autor, é um documento soberbo acerca da religião dionisíaca e a experiência psíquica que ela comporta e, como tal, uma exploração em profundidade da psicologia humana, quando sujeita a forças para além da razão.

EURÍPIDES foi o último (Salamina, 480 – Macedónia, 406 a.C.) dos três grandes poetas trágicos da Grécia (os outros são Sófocles e Ésquilo). Existem dele numerosas peças, entre as quais Ifigénia em Áulis, Electra, Alceste, Hipólito Coroado, As Troianas, As Bacantes, Andrómaca, Íon, Medeia, etc. Eurípides foi o responsável pela introdução de várias inovações na tragédia grega: ênfase na análise psicológica, preocupações científicas e filosóficas, coros independentes da acção, introdução de personagens do povo.

As Rãs

Aristófanes

aristofanes A comédia As Rãs constitui talvez a mais alta prova do génio de Aristófanes, que nela tem, simultaneamente, a sua última e grande manifestação. E o público que em 405 a. C. atribui o primeiro prémio à peça e a quis ver de novo representada, merece também a nossa simpatia. Não ignoramos, com efeito, que esse público era verdadeiramente popular e que nele estavam representadas todas as camadas sociais.

ARISTÓFANES, autor cómico ateniense (445-386 a.C.), foi o mais representativo da comédia antiga. Das suas peças, as onze que chegaram até aos nossos dias constituem variações satíricas sobre temas de grande actualidade.

Fedra

Sêneca

Sêneca O tema da mulher casada que se enamora de um jovem e que, ao ser rejeitada, o acusa falsamente ao marido, é frequente nas lendas e na literatura. Séneca trata-o nesta Fedra, em que Hipólito é o enteado que rejeita a madrasta; Teseu o marido irado que toma conhecimento da morte do filho, fugitivo e inocente; e Fedra a prevaricadora que vê na morte o único alívio do amor perverso.

SÉNECA (Lucius Annaeus Seneca), homem político, filósofo e escritor romano nasceu em Corduba (Córdova) aproximadamente em 4 a.C. e faleceu em 65 d.C.. Fez os seus estudos em Roma sob a direcção de um mestre pitagórico e de um outro estóico. Exerceu durante algum tempo a profissão de advogado mas tornou-se rapidamente homem de letras e cortesão. Era já célebre quando cai em desgraça junto da imperatriz Messalina, primeira esposa de Cláudio. Esteve exilado durante 8 anos, na Córsega, tendo sido chamado à corte de Claúdio em 49 pela segunda esposa deste, Agripina, que lhe confiou a educação do seu filho Nero. No entanto, anos mais tarde, Séneca volta a cair em desgraça e, implicado na conjuração de Pison, morreu cortando as suas próprias veias por ordem de Nero.

“Poutpourri de Doideras” em Cariacica

É um nome deveras interessante. Bem, pelo texto enviado a mim pela produtora Regina Mainardi, “Poutpourri de Doideras” nada mais é que “um programa constituído de quadros para divertir e informar numa linguagem moderna, irreverente, interagindo e provocando interesse na intenção de que o público seja um multiplicador de informações, dinamizando a comunicação atendendo a todas as faixas etárias”. O trabalho esteve inicialmente correndo as praças de Vitória – ES e agora dá um pulo em Cariacica - ES, com apoio da Secretaria Municipal de Cultura da cidade.

As apresentações do trabalho acontecerão nos bairros de Campo Grande, Cariacica – Sede, Jardim América e Nova Brasília, do dia 04/04/2010 (domingo) ao dia 13/06/2010 (domingo), sempre aos domingos. Abaixo segue o release que me foi passado. É uma bela oportunidade para os moradores da Grande Vitória, principalmente os de Cariacica, então não percam!

<SAMSUNG DIGITAL CAMERA> POTPOURRI DE DOIDEIRAS é um programa constituído de quadros para divertir e informar numa linguagem moderna, irreverente, interagindo e provocando interesse na intenção de que o público seja um multiplicador de informações, dinamizando a comunicação atendendo a todas as faixas etárias. Chamamos “teatrofônico de auditório” com equipe de 2 apresentadores, 2 back vocal, 1 dj, 2 animadores de platéia, 1 camareira e 1 contra-regra, realizado em praça pública, parque ou ginásio, com quadros para divertir com brincadeiras que oferecem prêmios. O propósito é passar informações através dos quadros direcionados para: utilidade pública, informações sobre ecologia, saúde, beleza, promover a competitividade sadia, a diversão e a integração coletiva proporcionando a sensibilidade para a reflexão sobre suas vidas e revelar as riquezas culturais, tradição, folclore e convidar artista(s) ou grupos local para se apresentarem, encerrando o programa. Da mesma forma, temos como propósito envolver o comércio local para interagir com a comunidade como parceira na doação dos brindes e prêmios, oferecendo-lhes divulgação no comercial do programa, flyer e no banner.

<SAMSUNG DIGITAL CAMERA>Após realização do programa por dois meses com o  patrocínio do BANESTES, por um mês da Prefeitura M. de Vitória, constatamos a receptividade, freqüência e participação do público de todas as faixas etárias e diferentes bairros, concluímos que deveria se estender para a região Metropolitana em praças ou parques, atendendo a comunidade que não têm opção de lazer.

<SAMSUNG DIGITAL CAMERA> A freqüência nos parques e praças é grande aos domingos aonde o público vai com a finalidade de permanecer por mais tempo e encontra como atrativo; a natureza e alguns poucos brinquedos. Esses espaços têm atrações culturais em ocasiões esporádicas, ficando ociosa, boa parte do ano.

Locais e datas das apresentações:

Campo Grande - Praça Jerusalém

- dias 04 e 11 de abril

Jardim América - Praça Principal

- dias 18 e 25 de abril

Nova Brasília – Praça Principal

- dias 02 e 09 de maio

Cariacica Sede
– Praça da Igreja Matriz

- dias 16 e 23 de maio

Feira Ambiental de Cariacica

- dia 13 de junho

sexta-feira, 19 de março de 2010

“O Ca$amento” no Teatro Universitário

Acho que todos devem estar enjoados de ler que um dia eu fiz teatro, mas eu só uso isso de referência quando quero falar de um conhecido meu, seja ele um ex-colega ou um ex-professor ou um ex-companheiro de palco, e dessa vez venho falar de Margareth Galvão.

Magareth – que eu chamo gentilmente de “Margô” – é quem dirige a peça “O Ca$amento”, adaptação livre dela do texto de Bertold Bretch, “O Casamento do Pequeno Burguês”. Quem receberá este trabalho, que leva dezessete atores para o palco, será o Teatro Universitário, localizado no Campus da Universidade Federal do Espírito Santo (UFES), nos dias 27 e 28 de março de 2010 (sábado e domingo), as 20:00, com ingressos custando R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia). Segue abaixo um material enviado a mim pela produção da peça (com fotos de Dayana Cordeiro). Boa diversão para todos!

OCa$amento Concepção Dramaturgia

Estréia o Casamento (8) O texto “O Casamento” foi concebido por Margareth Galvão tomando-se como ponto de partida o texto de Bertolt Brecht: “O Casamento do Pequeno Burguês” escrito em 1919. “O Casamento” critica os valores morais deteriorados da classe média brasileira contemporânea, suas contradições e seus sonhos de consumo tecnológico.
Num jantar íntimo para festejar o casamento de um executivo em ascensão, que acabou de adquirir móveis robotizados, que se fazem e se desfazem, de acordo com o apertar de um botão de um controle remoto, desvela-se todo o subterrâneo da falsa moral das duas famílias que se unem pelo casamento. Os móveis foram concebidos como personagens, trabalhadores das indústrias que constroem o bem estar e a modernidade dessa classe média sem escrúpulos, que anseia a todo custo só a obtenção de bens materiais.

Estréia o Casamento 28-02-10 Sesi (20)O texto foi escrito visando à pesquisa da linguagem gestual, que se configura nas imagens das contradições dos personagens, buscando torná-las evidentes para platéia, instigando-a assim, a uma visão distanciada e crítica da realidade na qual vivemos neste início de século, onde o acesso à tecnologia de ponta significa status privilegiado numa sociedade de milhões de pessoas que mal sabem assinar o próprio nome.

Sinopse

Estréia o Casamento 28-02-10 Sesi (39) Os personagens são apresentados e contextualizados antes da festa, ou melhor, do jantar de casamento de um casal de jovens em plena ascensão econômica. O noivo, um jovem executivo, faz coisas escusas para manter a sua incessante ganância de bens tecnológicos e saciar a sua sede de status: lua-de-mel em Paris com direito a um tour pela Europa, móveis humanizados, frutos da mais alta tecnologia. No jantar as coisas começam a não caminhar muito como o noivo esperava, os móveis se rebelam, desvela-se todo o subterrâneo da falsa moral das duas famílias que se unem
para a comemoração do enlace. No final do jantar, que seria o momento de romantismo do casal, “felizes para sempre”, noivo e noiva brigam e negociam em euros um amor infinito.

Ficha Técnica

Direção: Margareth Galvão
Direção de Produção: Edilamar Fogos 
Consultoria de Figurino: Luiza Fardin
Figurino: Carol Borges
Cenografia: Max Goldner
Iluminação: Fabio Prieto
Fotografia: André Sobral
Trilha Sonora: Margareth Galvão
Operação de Luz: Marcos Cruz
Operador de Som: Alan Campos
Design Gráfico: Max Goldner
Video Maker: Eder Wemerk

Elenco
Adalberto Mônico
Alessandro Rodrigues
Arcanjo Nobre
Brussi Pierce
Douglas Pôrto
Edivaldo Junior
Eleciana Mello
Fabrícia Dias
Gerson Lorenzo
Grazielly Favero
Lorena Goldner
Luiza Vitorio
Max Goldner
Mayra Alarcón
Milena Zacché
Renan Santos
Tatiana Caus

Nossa próxima apresentação será nos dias 27 e 28 de março, no Teatro Universitário às 20:00hs. Os ingressos custam R$10 e R$20 inteira, a bilheteria do teatro funciona a partir das 15hs. Os ingressos antecipados (com desconto) são vendidos só pelo telefone 9982-3907.

Você pode conhecer mais sobre a peça no nosso blog: ocasament.blogspot.com ou no nosso perfil do orkut.

sexta-feira, 12 de março de 2010

“Patética” na Escola de Teatro e Dança FAFI

marca FAFI Eu me lembro quando fui um formando da Escola de Teatro e Dança FAFI. Foi o momento mais gratificante do mundo, estar ao lado dos meus amigos e formar-me em teatro. Dali entramos em temporada de um ano com a peça de nossa formatura, “O Casamento Suspeitoso”, de Ariano Suassuna, com direção de José Luis Gobbi.

Da minha turma saíram grandes talentos, como Lilian Menenguci (A Grande Estiagem), Fabiane Sabino (Hello Creuzodete IV), Roberto Ferrante (Uma Casa Brasileira, com Certeza), Fred Pacífico (Será Que Dá Para Nascer de Novo?), Gleison Dutra e Julio Barros (A Grande Estiagem), Josi Ottoni (No Tempo do Vinil) e Leonardo Patrocínio (Commedia). Lógico que existem outros talentos, mas ou eles estão fora do palco ou se dedicam ao teatro de outra forma.

Falando em Leonardo Patrocínio, hoje ele é professor na escola que o formou em teatro, e uma de suas turmas formandas decidiu constituir um grupo chamado Híbridos. O interessante deles é que é a segunda turma a sair da FAFI e criar um grupo, a primeira foi a turma de Gecimar Lima, Fabio Samora e Mara Nogueira, que mais tarde ficaria conhecida como Clã de Teatro e levou aos palcos capixabas dois sucessos: “A Grande Estiagem”, de Isaac Godim Filho, e “O Pássaro Azul”, de Maurice Maeterlinck.

Hoje o Grupo Híbridos nos trás a peça teatral “Patética”, de João Ribeiro Chaves Netto. Ela estará no Laboratório da Escola de Teatro e Dança FAFI, nos dias 13 e 14 de março de 2010 (sábado e domingo), em horários alternados. No sábado ela se iniciará as 20:00 e no domingo começará as 19:00. A entrada é franca.

Agora deixo vocês com a apresentação do grupo e da peça feita pela atriz Fabrícia Dias. Bom espetáculo atodos!

O espetáculo começou...Híbridos?

Quando finalmente tivemos o afã e a coragem de nos fazer grupo, após dois anos juntos e as montagens Machado,o Canário e o Almirante e Patética, nos vimos frente a uma questão importante: que nome daríamos ao grupo? Pois o nome eleito deveria ter um grande significado para nós e quem sabe nos revelar um pouco.

Vários nomes foram mencionados. Muitos mesmo. Alguns insignificantes e outros bastante interessantes. E em meio às sugestões e defesas, bem, Híbridos foi o escolhido e satisfatoriamente o vencedor.

Híbridos nos revela seres unos e diversificados. Temos por natureza um mundo de diferenças em nossos corpos, mentes, vidas. Cinco atores e escolhas que incrivelmente ou naturalmente os atrai. Vitória, Vila Velha e Aracruz. Éramos híbridos antes mesmo de nos unir.

O Grupo Híbrido de Teatro surge com a montagem do espetáculo Patética, texto de João Ribeiro Chaves Netto e direção do professor e ator Leonardo Patrocínio, com o intuito de amadurecimento da prática teatral tão latente quando vivenciada a partir da pesquisa e experimentação em grupo.

Em 2010 iniciamos a caminhada vislumbrando um presente-futuro onde a busca por um trabalho verdadeiro, enérgico e livre de estigmas é o ponto de chegada. Estendemos nossa lona em solo capixaba e inauguramos um espetáculo que esta a nos transformar primeiro e que consequentemente provocará o riso, choro, irritação ou simplesmente deixará em suspenso as emoções que ainda não sabemos nomear.

Patética

A censura imposta pelo Ato Inconstitucional nº5 (AI5) no período da Ditadura Militar no Brasil é tema central do espetáculo Patética.

Através do recurso de metateatro os protagonistas da Trupe Circo Albuquerque encenam a tortura e morte do jornalista Vladimir Herzog, na peça tratado por Glauco Horowitz, fato que é divisor de águas na questão ditadura e direitos humanos.

Na tentativa de contextualizar o tema abordado em Patética buscamos o distanciamento atoral das personagens em função de emoções vicerais.

Tratamos a encenação de forma essencial. Debruçamos-nos a entender o espetáculo para além de uma ótica assassinato de herzog e fechamento de um circo, mas como possibilidade de despertar no espectador reflexões referentes a estas questões e sua repercussão e impressão em nossa contemporaneidade.

O ator e a verdade no jogo de cena foram peças fundamentais na montagem, pois através destes que se materializam a indignação e coragem das personagens tão humanas de Chaves Netto.

ESCOLA DE TEATRO E DANÇA FAFI
apresenta
“PATÉTICA"

(13 e 14 de Março)

(Sábado às 20h e Domingo às 19:00 horas)

LOCAL: LABORATÓRIO DA ESCOLA DE TEATRO E DANÇA FAFI
END.: Av. JERÔNIMO MONTEIRO, 656 – CENTRO - VITÓRIA/ES
ENTRADA FRANCA

OS INGRESSOS DEVERÃO SER APANHADOS 1 (UMA) HORA ANTES DO ESPETÁCULO
MAIS INFORMAÇÕES: 3381.6921 - 3381.6922

Ficha Técnica

Texto: João Ribeiro Chaves Netto

Direção: Leonardo Patrocínio

Elenco: André Loureiro, Eleciana Mello, Ericka Shuina, Fabrícia Dias e Luiza Vitorio.

Figurino: Regina Shimitt

Designer gráfico; Max Goldner.