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quinta-feira, 20 de outubro de 2011

“As Inesperadas Aventuras de Robinson Crusoé” no Projeto Circulação Cultural 2011

circulacao-cultural-2011Este ano de 2011 o Projeto Circulação Cultural da Secretaria Estadual de Cultura (Secult) veio com o que ficou no ano de 2010, peças teatrais.

Mesmo tendo peças como “Rosa Negra”, o projeto preferiu dar mais abertura – se assim posso dizer – a música somente. Mas esse ano tem sido diferente, pois depois de circular com o espetáculo “A Ordinária” do Grupo Teatro Empório (o mesmo de Rosa Negra), o Circulação Cultural 2011 apresentará pelo Espírito Santo a peça “As Inesperadas Aventuras de Robinson Crusoé”.

Personagem clássica da literatura inglesa, o naufrágo Robinson Crusoé teve uma abordagem ousada da parte do dramaturgo paulista Paulo Afonso Grisoli, na qual o diretor Luiz Tadeu Teixeira e os atores Reginaldo Secundo e Zenilson Rocha (também dançarino) assumiram para falar sobre a relação do ilhado com o nativo da ilha Sexta-Feira.

A peça terá circulação nas sextas-feiras e nos sábados, iniciando no dia 21/10/2011, no Teatro Marista na cidade de Colatina, e finalizando no dia 05/11/2011, no Teatro Virginia Santos na cidade de Alegre.

Abaixo fique com um release mais completo do trabalho cênico da Cia. Taruíras Mutantes, enviado a mim pelo ator Reginaldo Secundo (Parabéns e obrigado, Reginaldo!)

cia_taruiras-mutantesapresenta

cARTAZ CIRCULAÇÃO AÇLTERADO - ROBINSON]

Apresentação

“As Inesperadas Aventuras de Robinson Crusoé”, montagem teatral inspirada num clássico da literatura mundial, é a nova montagem da Cia. Taruíras Mutantes, com Reginaldo Secundo no papel título e apresentando Zenilson Coutinho como o selvagem Sexta-Feira. Paulo Afonso Grisolli (1934-2004), autor do texto, trabalhou a partir da célebre obra “Robinson Crusoé”, de Daniel Defoe (1660-1731), recriando em linguagem popular o conflito entre medo e liberdade, opressor e oprimido, civilização e barbárie. A obra de Grisoli, que além de dramaturgo era também jornalista, assim como o diretor do espetaúclo Luiz Tadeu Teixeira, se estrutura como uma comédia dramática que se serve do humor para tratar de temas sérios como a liberdade, a opressão, a solidão, a convivência e a diversidade.

O personagem e a saga de Robinson Crusoé já receberam diferentes abordagens desde que a obra original de Daniel Defoe (1660-1731) teve sua primeira edição. Desde então circularam versões novelescas para crianças e jovens, poemas épicos, ensaios psicanalíticos, séries para a televisão, filmes hollywoodianos e até uma insólita adaptação para o cinema dirigida pelo espanhol Luis Buñuel, o expoente do surrealismo no cinema.

O Grupo

“As Inesperadas Aventuras de Robinson Crusoé”, com direção de Luiz Tadeu Teixeira, é a mais nova produção da Cia. Taruíras Mutantes, que a partir de 2003 montou peças teatrais como “Um Forte Cheiro a Maçã”, estréia mundial do texto do português Pedro Eiras (dois meses em cartaz no Teatro Edith Bulhões, de Vitória, temporada e apresentações em Curitiba e Rio de Janeiro) e “O Estranho e o Cavaleiro”, de Michel de Ghelderode, que além da longa temporada em cartaz, percorreu dezoito cidades em sete estados brasileiros e esteve na França, em julho de 2008, agosto de 2009 e se prepara para a 3ª turnê por festivais da Europa em setembro de 2010.

O Autor

Paulo Afonso Grisoli nasceu em Bragança Paulista, em 1934. Nos últimos anos de vida morou em Portugal, onde trabalhou na Rádio e Televisão Portuguesa. No Brasil, teve atuação destacada no teatro, na televisão e no jornalismo impresso, editando o Caderno B do Jornal do Brasil nos anos 60. Chefiou um dos mais importantes núcleos de dramaturgia da TV Globo, dirigindo programas que marcaram época, inovando na programação da TV brasileira, incluindo os seriados “A Grande Família” (primeira versão, entre 1972/75), “Azambuja & Cia” (75), o seriado “Malu Mulher (1979)” e outras atrações da Quarta Nobre.

Um dos fundadores do Teatro de Arena de São Paulo em 1956, Grisolli é considerado um dos pioneiros da revolução cênica pela qual passou o teatro brasileiro no fim da década de 60 e no início dos anos 70. Escreveu várias peças, entre elas a trilogia composta por  “Avatar”, “Não Me Maltrate, Robinson” (também chamada “Palatravi Malac Mic” ou “As Inesperadas Aventuras de Robinson Crusoé”) e “Quem governa o Rei?”. No Museu de Arte Moderna (MAM), do Rio de Janeiro, criou o grupo "A Comunidade", cuja principal marca em seus espetáculos era fundir palco e platéia, como ocorreu em “Parábola de Megera Indomável”. Outro texto de Grisoli bastante conhecido é o musical “Onde Canta o Sabiá”.

O Diretor

Luiz Tadeu Teixeira completa este ano 40 anos de teatro, iniciados em Vitória, em 1970, com o musical Ensaio Geral e a montagem de Mordaça, de Edward Albee e Allen Ginsberg. No período 1971-74 viveu no Rio e em São Paulo estudando comunicação e teatro e trabalhando como contratado da Companhia Paulo Autran em O Homem de La Mancha, musical dirigido por Flávio Rangel, e Coriolano, de Shakespeare, direção de Celso Nunes. De volta a Vitória, atuou, dirigiu ou acumulou as funções em Antígona, de Sófocles; Terror e Misérias do III Reich, de Brecht; O Caso Rosemberg, de Alain Cesnaul; O Monta-Cargas, de Harold Pinter; O Santo Inquérito, de Dias Gomes; Quando as Máquinas Param, de Plínio Marcos; Queima de Arquivo, de Celso Nunes; Um Forte Cheiro a Maçã, de Pedro Eiras; Pinóquio, o Musical, adaptação de Vera Viana, e O Inspetor Geral, de Nikolai Gogol. No cinema atuou nos longas-metragens Vagas Para Moças de Fino Trato, Lamarca e Fica Comigo e dirigiu os curtas Ponto e Vírgula, O Ciclo da Paixão e Graçanaã. Como jornalista editou os cadernos de cultura dos jornais A Gazeta e A Tribuna de Vitória e como gestor cultural coordenou os setores de teatro e cinema da Fundação Cultural do ES e do Departamento Estadual de Cultura,  órgãos que antecederam a atual Secretaria Estadual de Cultura do ES.

O Espetáculo

A montagem capixaba de “As Inesperadas Aventuras de Robinson Crusoé” procura valorizar o texto de Paulo Afonso Grisolli, que utiliza os personagens emblemáticos (um aventureiro, Robinson Crusoé; e um selvagem, Sexta-Feira), criados por Daniel Defoe em sua clássica novela, comumente associada à literatura de aventuras, para traçar um rico painel das relações humanas.

Robinson Crusoé representa o homem que, diante de si próprio, só precisa sobreviver, sem qualquer ajuda, num ambiente estranho, distante de suas referências e dos laços afetivos, trazendo consigo apenas suas lembranças, além dos destroços recolhidos do naufrágio do qual se tornou único sobrevivente. No dia-a-dia em seu novo habitat, interage com a fauna e flora locais, agindo ora como predador ora como guardião. Conta o tempo a sua maneira para que não perder o vínculo com a história, com a civilização e consigo mesmo.

Civilização e barbárie, racionalismo e instinto, medo e liberdade são conflitos preponderantes no texto e o espetáculo procura sustentá-los. Mas há outras questões que também são enfocadas, como a afetividade, a religiosidade e a sexualidade, tratadas ora pelas tintas do humor ora pelas da poesia. Como elemento dramático, um certo mistério permeará o espetáculo, contribuindo para sustentar o suspense e garantir a atenção do espectador.

Os Parceiros

O projeto “As Inesperadas Aventuras de Robinson Crusoé” recebeu patrocínio da Secretaria Estadual da Cultura (SECULT), ligada ao Governo do Estado do Espírito Santo.

Ficha Técnica

“As Inesperadas Aventuras de Robinson Crusoé”

Autor: Paulo Afonso Grisoli

Direção: Luiz Tadeu Teixeira

Elenco: Reginaldo Secundo e Zenilson Coutinho

Cenografia: Alberto Kirchmayer

Figurino: Gabi Lima King

Luz: Ary Roaz

Som: Victor Lofego

Contra-regra: Renata Martins Dias

Cenotécnico: André Pullga

Costureiro: Paulo Simões

Assistente de figurino: Reannie Caetano

Operador de Luz: André Stefson

Produtor Associado: Equipe Sombra 

Produção: Federico Nicolai

Realização: Cia. Taruíras Mutantes

Serviço

Apresentações e locais:

  • 21/10 – Teatro Marista (Colatina)
  • 22/10 – Teatro Municipal de Montanha (Montanha)
  • 28/10 – Teatro Neném Paiva (Muqui)
  • 29/10 – Teatro Artênio Merçon (Castelo)
  • 04/11 – Teatro Rubem Braga (Cachoeiro)
  • 05/11 – Teatro Virginia Santos (Alegre)

Entrada Franca

Duração: 112 minutos com intervalo de 10 min.

Horários:

  • Colatina – 19h30
  • Montanha – 20h00
  • Muqui – 20h00
  • Castelo – 20h00
  • Cachoeiro – 20h00
  • Alegre - 20h00

Classificação Indicativa: 14 anos

Contatos: taruirasmutantes@gmail.com

Telefones: 9279 0401(Reginaldo) 27 99827575 (Federico)

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

II FENACO abre inscrições

teatro3 No ano de 2009 Alegre serviu de “casa” para o 1º Festival Nacional de Comédias do Espírito Santo (FENACO), então este ano não poderia ser diferente.

Desde o dia 28 de setembro de 2010 (terça-feira), estão abertas as inscrições para os grupos ou peças de palco e/ou rua que desejem participar dessa mostra competitiva, que acontecerá entre os dias 24 a 28 de novembro de 2010 (quarta-feira a domingo) no Teatro Municipal “Virginia Santos” e no Parque Getulio Vargas, na Praça da Prfeitura. Serão oito peças (quatro de rua e quatro de palco) que estarão concorrendo ao prêmios de Melhor espetáculo de palco, Melhor espetáculo de palco - Júri popular, Melhor espetáculo de rua, Melhor espetáculo de rua – Júri popular, que totalizam o valor de R$ 8.000,00, além de troféus para os prêmios Melhor ator, Melhor atriz, Melhor direção, Melhor texto, Melhor figurino, Melhor cenário e Melhor trilha sonora.

As inscrições vão até o dia 24 de outubro de 2010 (domingo) e podem ser feitas através do e-mail fenaco@mmansureventos.com.br, que deverão contar com os seguintes dados:

  1. Ficha de inscrição disponível no site da prefeitura, devidamente preenchida;
  2. Recortes de jornal, revista, folders, programas, entre outros, sobre
    o espetáculo e suas montagens (em arquivo compactado);
  3. Fotografias;
  4. Mapa de luz, som e demais equipamentos relacionados às
    necessidades da montagem do espetáculo;
  1. Especificação de cenário ou de elementos cênicos
    utilizados na montagem;
  2. Documento de liberação do autor ou cópia do comprovante da
    SBAT e do ECAD (caso utilize música);
  3. Links de sites, blogs e outros que contenham vídeos do espetáculo.

Na primeira edição do festival, o grande ganhador foi “Boulevard, 83”, de Leandro Bacellar e o Grupo Teatro Empório, que faturou seis dos nove prêmios. Para mais detalhes, entre no site da Prefeitura Municipal de Alegre-ES. Não percam essa oportunidade!

quinta-feira, 13 de maio de 2010

“A Divina Herança”

Eu tenho um grande orgulho de ser capixaba. De ter nascido neste estado. Tenho mais orgulho ainda de saber que, se não fosse pela vontade do jesuíta espanhol José de Anchieta de catequizar os – possivelmente – tapuias, na região de Reritiba (atual Anchieta), possivelmente teríamos demorado em ter o teatro no Brasil.

Por que desta introdução? Porque muitos falam que o capixaba não sabe ser original e criar, desenvolver textos teatrais. Uma balela. Somente no ano passado, nos foi mostrado mais de quatro textos originalmente capixabas em nossos palcos. Eles foram escritos por dramaturgos nascidos ou naturalizados aqui (Milson Henriques e Leandro Bacellar são naturalizados! =) ). E agora chega as minhas mãos um dos trabalhos selecionado pela SECULT – o outro é “Rosa Negra” de Leandro Bacellar, que espero poder falar em breve aqui -, “A Divina Herança”, do dramaturgo, ator e diretor Danyel Sueth.

Você não ouviu falar dele? Bem, agora sabe quem ele é. Danyel é natural de Alegre-ES e, junto com Flaviane Fonseca, escreveu e dirigiu esta peça, que lotou o Teatro Municipal “Virginia Santos” e já esteve também no Teatro Municipal “Fernando Torres”, em Guaçuí-ES. Agora eles levam o trabalho para o Teatro Ivo Mameri, em Rio Novo do Sul-ES e para o Teatro Rubem Braga, em Cachoeiro de Itapemirim – ES.

No Teatro Ivo Mameri, a peça estará em cartaz no dia 14/05/2010 (sexta-feira), as 20h00, e no Teatro Rubem Braga, ela se apresentará no dia 15/05/2010 (sábado), as 19h00. Abaixo vocês ficam com o release, a Ficha Técnica e todos os detalhes desta peça do Grupo Teatral Caparaó em Cena. Bom espetáculo para todos!

O Grupo Teatral Caparaó em Cena

apresenta a Comédia

A Divina Herança

de

Danyel Sueth

Flaviane Fonseca

Direção

Danyel Sueth

Com

Thiago Lourenço

Danyel Sueth

Roberta Oliveira

Luana Nunes

Carol Areias

Joathan Junior

Aluízio Jr

Apresentação

DSC_0054 Premiado pelo Governo do Estado do Espírito Santo como o melhor texto original capixaba, a montagem do espetáculo teatral “A Divina Herança” possui ponto de partida de qualidade garantida. Essa comédia moderna, audaciosa e contemporânea trata de assuntos relevantes que são trazidos à tona pela sociedade, tais como as relações entre família, o poder do dinheiro e, principalmente, a ganância desenfreada do comércio das religiões. A montagem fica a cargo da dupla Flaviane Fonseca e Danyel Sueth (autores e diretor do espetáculo), inaugurando as atividades do Grupo Teatral Caparó em Cena. Com uma roupagem dinâmica e de fácil identificação para o público, a peça traz em seu bojo um humor inteligente e crítico, o que dá um requinte um tanto quanto ácido para essa montagem inédita.

Sinopse

Astolfo de Assis Coimbra é um velho missionário líder das igrejas “Jesus é a Luz”, verdadeira potência religiosa espalhada por vários países. Após seu falecimento, seus filhos Otávio, Joana e Creuza não conseguem se entender sobre o que fazer com a herança, até que a Morte, um cordeiro cangaceiro já incumbido de levar Astolfo para o além, resolve voltar e interferir na decisão dos filhos para atender a seus interesses próprios. Suas confusões e planos mirabolantes causam verdadeiros estragos e reviravoltas. Os empregados Jeová e Suzete ajudam a contar a história que se mantém coesa do início ao fim, ganhando contornos surpreendentes e como não poderiam deixar de ser, hilários!

Ficha Técnica

Autora: FLAVIANE FONSECA

Direção: DANYEL SUETH

Elenco: THIAGO LOURENÇO, DANYEL SUETH, ROBERTA OLIVEIRA, LUANA NUNES, CAROL AREAIS, JOATHAN NUNES E ALUÍZIO JR

Cenário: DANYEL SUETH E FLAVIANE FONSECA

Iluminação: DANYEL SUETH

Figurinos: HELENA MONTEIRO, LUCINE MONTEIRO E FLAVIANE FONSECA

Sonoplastia: DANYEL SUETH

Fotos: LUIS OTÁVIO ALBERTASSE E JOÃO BATISTA PAVESI

Realização: GRUPO TEATRAL CAPARAÓ EM CENA

Em cartaz:

Panfleto A Divina Herança.jpg Rio Novo Panfleto A Divina Herança.jpg cachoeiro

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

A JC Produções chega em Alegre

A JC Produções surgiu há uns anos atrás a partir dos trabalhos conjuntos entre José Celso Cavalieri e Anderson Lima. Eles começaram com a peça teatral “Sexo, Drogas e Rock’n’Roll” e vem desenvolvendo vários outros trabalhos de lá pra cá, e dois destes estarão em cartaz em Alegre.

O primeiro eu não posso falar muito, pois durante a 5ª Edição do Festival Nacional de Teatro “Cidade de Vitória”, eu não pude assisti-la, porque outra peça estava acontecendo no mesmo horário que a deles, a segunda menos ainda, já que eu nem sabia que estaria acontecendo ainda este ano, sem contar que com o passar do ano, só fiquei sabendo das apresentações pouquíssimas vezes, perdendo várias oportunidades de vê-los.

Carlota (82) Bem, sem mais enrolações, a comédia “Carlota Joaquina... Uma Vírgula”, que tem texto e direção de José Celso Cavalieri, chega ao seu final de temporada indo ao palco do Teatro Municipal Virginia Santos, em Alegre – ES, neste sábado e domingo (12 e 13 de dezembro de 2009), as 20:30. Mas não fica somente aí, mais cedo, para ser mais exato as 16:00, haverá a apresentação do infantil “A Bela Quase Adormecida”.

“Carlota Joaquina... Uma Vírgula” tem ingresso nos valores de R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia ou antecipadas) e “A Bela Quase Adormecida” tem ingressos nos valores de R$ 10,00 (inteira) ou R$ 5,00 (meia ou antecipadas). Agora vocês seguem com o material enviado a mim Thiago Lourenço, ator da JC Produções.

Carlota Joaquina aporta em Alegre

A peça comemora os 200 anos da vinda da família real para o Brasil, e se apresenta nos dias 12 e 13 de dezembro

Carlota (58) Conhecida por sediar um dos Festivais de Músicas mais famosos do Brasil, a cidade de Alegre, no sul do Estado, vai receber o espetáculo teatral “Carlota Joaquina... Uma Vírgula”. O espetáculo, que comemora os 200 anos da vinda da família real para o Brasil, vai se apresentar no Teatro Municipal Virgínia Santos, nos dias 12 e 13 de dezembro, às 20h30. Havendo lotação, uma sessão extra vai acontecer no dia 13, às 18h.

Para conquistar o público, o espetáculo aposta em figurinos luxuosos, cenário requintado e interpretações que abusam do deboche e do escracho. A trama é encabeçada por uma rainha velha e devassa, que arranja mil confusões na corte, tentando a todo custo casar seus dois filhos para passar a coroa, já que o rei só vive dormindo. Porém, seus dois filhos não querem saber de casamento. Enquanto o filho não aprecia o sexo oposto, a filha só tem olhos para os banquetes do palácio.

Carlota (90) No meio de toda essa confusão, existe o fiel e bonito conselheiro do rei, que mãe e filho desejam e disputam, sem saber. Quem conseguirá levar o rapaz para a cama? Sem contar, que a rainha distrai seu stress com seu escravo, que já não a suporta mais.

O diretor e autor da peça, José Celso Cavaliéri, esclarece que a produção é inspirada na história de Carlota Joaquina, mas é uma sátira. “É uma comédia escrachada e divertida onde a gente mistura ficção com história do Brasil”, declarou.

Suspense

Carlota (73) Abusando da liberdade poética, o rei do espetáculo “Carlota Joaquina... Uma Vírgula” tem um final diferente do registrado pela história. Na peça, ele é assassinado, e a partir disso todos os outros personagens tornam-se suspeitos de terem cometido o crime. “A morte do rei é o grande gancho para prender o público, que precisa seguir as pistas para tentar identificar quem é o assassino”, disse Cavalieri.

Outra novidade de “Carlota” é que o final nunca é o mesmo. O espetáculo está na sua quarta temporada, e cada uma delas teve um fim diferente. E para Alegre está reservado um final diferente do já apresentado em Vitória. “Não quero adiantar muito, mas garanto que todos vão se surpreender”, garante o diretor, José Celso Cavalieri.

A peça já se apresentou em Venda Nova do Imigrante, Viana, e Porto Seguro, na Bahia. No elenco, está o alegrense Thiago Lourenço, que iniciou sua carreira teatral com Cavalieri, em 2007, com o espetáculo musical “Sexo, Drogas e Rock’n Roll”.

Os ingressos estão à venda na JRO Papelaria e custam R$ 10, meia e antecipados. Mais informações pelo telefone (28) 9886-7181 e (27) 9977-2235

Crianças

As crianças também vão poder se divertir com a programação que a JC Produções preparou para Alegre. No sábado e domingo, dias 12 e 13, às 16h, os pequeninos vão poder assistir uma história que envolve muito romance e aventura, inspirada num dos clássicos das histórias infantis.

Em “A Bela Quase Adormecida”, alguns contratempos e personagens de diversas histórias, como Chapeuzinho Vermelho, Lobo Mal, Aladdin e até mesmo o Chapolin Colorado, atrapalham a princesa e a impedem de pegar no sono. Para concluir sua história, ela vai contar com o auxílio de sua mãe e de sua fada madrinha, mas terá que enfrentar a ira da terrível bruxa Malévola.

Serviço:

Carlota (67) “CARLOTA JOAQUINA... UMA VÍRGULA”

Quando: dias 12 e 13 de dezembro

Onde: Teatro Municipal Virgínia Santos, em Alegre

Horário: 20h30

*Havendo lotação, sessão extra no dia 13, às 18h

Quanto: R$ 10 (meia e antecipados)

Informações: (28) 9886-7181 e (27) 9977-2235

FICHA TÉCNICA

Texto e Direção: José Celso Cavalieri

Elenco: Thelma Lopes, Juliana Lima, Anderson Lima, Hewerton Fraga, Theo Simon, Thiago Lourenço e Walter Filho.

Cenário e Figurino: Regina Schimit

Iluminação: Anderson Lima

“A BELA QUASE ADORMECIDA”

Quando: dias 12 e 13 de dezembro

Onde: Teatro Municipal Virgínia Santos, em Alegre

Horário: 16h

Quanto: R$ 5 (meia e antecipados)

Informações: (28) 9886-7181 e (27) 9977-2235

FICHA TÉCNICA

Texto e Direção: José Celso Cavalieri

Elenco: Natália Gadioli, Thelma Lopes, Anderson Lima e Thiago Lourenço