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terça-feira, 14 de outubro de 2008

4ª Edição do Festival Nacional de Teatro da Cidade de Vitória – Dia 01

ScannedImage-2E as cortinas dos teatros – em funcionamento – da cidade de Vitória-ES se abrem no dia 13/10/2008 (segunda-feira) para a 4ª Edição do Festival Nacional de Teatro da capital.

folgazoesOntem se iniciou o festival, que nos mostrará trinta e dois trabalhos, tanto na rua quanto no palco, seja alternativo ou semi-arena, contando com leitura dramática e musical. O Grupo Folgazões, que chegou tem pouco tempo de sua viagem as terras geladas da Escandinávia, abriu o festival com seu trabalho “Cantantes e Brincantes”. No elenco Wyller Villaças, Edson Nascimento, Vanessa Darmani e Duílio Kuster. A apresentação foi ao meio dia, ao lado do Teatro Carlos Gomes. E a noite houve a apresentação do espetáculo teatral Gota D’Água, um musical de Chico Buarque de Holanda e Paulo Pontes.

Eu a inda estou em êxtase com a apresentação que eu vi. Fica até difícil ser meio imparcial, depois de ver tamanha competência de elenco e equipe em cena.

171Vamos começar assim, a peça conta de forma mais nacionalizada a história de Medéia, de Euripídes, uma tragédia grega de 431 A.C.. Medéia era filha do rei Aietes, que traiu por amor a Jasão, concedendo a este o Tosão de Ouro. Medéia era sobrinha de Circe, uma antiga feiticeira da mitologia, por conseguinte também era devota da deusa Hécate, conhecendo magia também. Ela permanece com Jasão, até que este decide desposar a filha de Creonte, Creusa. Quando isso aconteceu, Creonte ordenou a saída dela da cidade que ele reinava Corinto. Pedindo mais um dia, Medéia banhou um vestido em veneno e enviou a Creusa, como presente, pelos filhos. Depois dela experimentar o vestido, foi envolvida por chamas, Creonte indo ao seu socorro, morreu do mesmo mal e todo seu palácio foi destruído. Medeía então sacrificou os filhos no templo de Hera e fugiu num carro puxado por cavalos alados, presente de seu avô, Hélios (o Sol), para Atenas, onde foi recebida pelo rei Egeu.

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Chico Buarque e Paulo Pontes pegaram essa tragédia e trouxeram para o cotidiano brasileiro. A primeira apresentação do espetáculo foi em 1975, tendo em seu elenco Bibi Ferreira, Roberto Bonfim e Bete Mendes. Hoje ela chegou a Vitória com elenco renovado. No papel de Joana temos a talentosa Izabella Bicalho, que mesmo com a voz prejudicada, mostrou uma enorme força na sua personagem, descriminada pelo marido Jasão, e banida pelo dono do seu apartamento, Creonte. Ela faz de tudo para se manter, apesar das adversidades. Não posso falar mais sobre o espetáculo, senão conto mais do que devo, mas o cenário é de uma movimentação fantástica. Com oito escadas, eles conseguem fazer movimentações das mais diversas, virando até um altar. Com músicos em cena o tempo todo, a música se faz sentir em cada canção.

O elenco é de um entrosamento fantástico em cena e mesmo as crianças não perdem o foco, participando de cada momento

Hoje (14/10/2008), o espetáculo será reprisado no Teatro Carlos Gomes, no mesmo horário de ontem, mas as pessoas terão mais sorte, já que não terá homenagens antes dos espetáculos.

Falando nas homenagens (que eu esperava para o último dia), receberam hoje o prêmio de homenageados desses anos (Uma réplica da frente do Teatro Carlos Gomes) o diretor teatral Flodoaldo Togneri Viana, cuja história remete desde 1938, quando se iniciou como ator, graças a um antigo amor, e fundou o Teatro-Escola em 1951. A atriz Glecy Coutinho, que já fez os mais diversos trabalhos, dentro do teatro e no cinema. o ator, diretor e produtor Tião Carneiro, que também já fez os mais diversos trabalho em palco ou na frente de uma câmera. E, uma bela homenagem póstuma ao Bailarino, artista plástico, coreógrafo, cenografista, figurinista e músico, Magno Godoy. Antes deles receberem seus prêmios, tiveram uma breve homenagem através de vídeos, muitas vezes emocionantes. Na hora do recebimento dos prêmios, por alguma falha da produção do festival, não foi avisado ao Sr. Flodoaldo Togneri Viana que deveria ser breve no seu agradecimento, fazendo-o ser interrompido abruptamente pelos apresentadores da programação, pior do que isso foi a chuva de vaias do público presente, desrespeitando os apresentadores, que simplesmente responderam: “Um ator está em palco para recebe palmas e vaias, também!”. Triste o fato acontecido!

Mas é isso, assim começou o Festival Nacional de Teatro, que promete nos trazer os mais diversificados espetáculos e apresentações. Não percam um dia, se possível, pois vale à pena prestigiar o teatro, seja do nosso estado ou não!

Agora um release sobre os trabalhos do dia 13/10/2008 e sobre os homenageados:

Homenageados do IV Festival Nacional de Teatro Cidade de Vitória

Diretor - Flodoaldo Togneri Viana

Nascido em 1920, o capixaba de Alfredo Chaves estreou no teatro entre 1938 e 1939, como ator, na peça “O Descobrimento do Brasil”. Foi o fundador do Teatro Escola de Vitória, em 1951, ao lado de nomes como Eurico Silva, Dirce de Souza Viana, Izabel Vasconcelos de Souza e Gerson Von Rondow. É considerado um precursor do teatro no Estado.

Pelo Teatro Escola de Vitória, ele levou pelo Brasil peças como "As Mãos de Eurídice (de Pedro Bloch, 1952), "Quem Beijou Minha Mulher?”, “Beijo no Alfalto" e "A Víbora da Cruz”. Na primeira fase de atividades da escola, o grupo de Flodoaldo chegava a fazer em média 15 espetáculos por mês. Suas estréias eram sempre no Theatro Carlos Gomes.

Em 1962, o projeto foi interrompido, mas Flodoaldo Viana não abandonou o teatro. Ele continuou a montar algumas peças infantis nos anos 60, 70 e 80.

Atriz - Glecy Coutinho

Filha de capixabas, nasceu em Aimorés (MG), veio para o Espírito Santo com apenas oito dias de idade. Viveu até os 23 anos em João Neiva, onde é Secretária de Cultura. Por 20 anos trabalhou em veículos de comunicação de Vitória e foi professora do curso de Comunicação da Ufes, onde se aposentou.

Nos anos 60 e 70 atuou em muitas peças de teatro com o grupo “Praça Oito” dirigido por Gerson Von Rondow. Trabalhou também na peça de Plínio Marcos “Navalha na Carne”, em 1968, que foi proibida pela censura. Atuou ainda em peças infantis.

Em 1970 foi dirigida por Flávio Rangel na peça de Pirandello “Assim é se lhe Parece”, com a Companhia de Teatro de Paulo. Sua última atuação em teatro foi em 1982 na peça de Amylton de Almeida “Mamãe Desce ao Inferno”, dirigida por Renato Saudino. Escreveu duas peças de teatro e teve participação em alguns longas.

Ator - Tião Carneiro

Sebastião Carneiro Costa, Emílio Cortes e Tião Carneiro. Todos esses nomes referem-se ao mesmo ator, diretor e produtor. Carioca, veio ainda jovem para o Espírito Santo, e hoje, aos 71 anos, está aposentado e afastado dos palcos.

Ao longo de sua carreira, Tião Carneiro trabalhou em peças como “Beijo no Asfalto” e “O Capitão e a Cobra”. No cinema, participou dos filmes “Lamarca” e “O Amor Está no Ar”. Como diretor esteve à frente do Circo da Cultura, onde durante o dia cedia o espaço ao aprendizado das crianças e, nas apresentações, privilegiava os artistas capixabas, principalmente músicos. Ele trabalhou também como produtor da Orquestra Sinfônica do Espírito Santo.

Póstuma - Mágno Godoy

Bailarino, artista plástico, coreógrafo, cenografista, figurinista e músico, Magno Godoy foi o artista que, liderando a Companhia de Dança Neo Iaô, rompeu as barreiras da dança capixaba e tornou-se referência em dança contemporânea no Estado.

Dono de uma extensa lista de espetáculos, começou ainda na faculdade quando era diretor cultural do Diretório Acadêmico na Ufes. Sua carreira perdurou por mais de 20 anos. Suas influências vão do teatro mambembe ao balé clássico e resultaram num estilo próprio, que buscava retratar a cultura brasileira.

Peça: Cantantes e Brincantes

Vitória – ES

Sinopse

O espetáculo Cantantes e brincantes é composto por uma série de quadros nos quais a ênfase recai sobre o universo lúdico propiciado pelas musicas de brincadeiras que vão sendo executas em cena. Ritmos como o jongo, o samba e o forró são o pano de fundo para o desfile de personagens como o João bananeira, a Nega Maluca e o Congão – o boneco gigante, transformando a apresentação numa grande festa de homenagem à cultura brasileira

Companhia Folgazões de Artes Cênicas

LOGO COM LETREIRO5Ficha técnica

Figurino, Direção, Produção, Adereços cênicos e sonoplastia: Companhia Folgazões de Artes Cênicas

Elenco: Edson Nascimento, Wyller Villaças, Vanessa Darmani, Duílio Kuster, Sandro Sam

Duração: 40 min

Tel: 27 – 3322-7391 / 9992-6670 (Edson Roberto do Nascimento)

Email: osfolgazoes@hotmail.com

Peça: Gota d'Água

Primeira Página Produções/RJ

Sinopse

gota-cartaz Peça inspirada na tragédia "Medéia" de Eurípedes. Em um conjunto residencial chamado Vila do Meio-Dia, localizado no subúrbio de uma grande cidade brasileira, mora Joana, uma mulher corajosa e batalhadora, abandonada pelo marido Jasão, que a trocou por uma menina muito mais jovem e rica. Jasão agora mora na casa do novo sogro Creonte e desfruta seu romance com a jovem Alma e o sucesso do seu samba Gota D’água, que toca em todas as rádios da cidade. A angústia e desespero de Joana, causados pela enorme dor da traição, evoluem ao longo da peça até culminarem no trágico final.



Ficha técnica

gotadagua Texto: Chico Buarque e Paulo Pontes. Música: Chico Buarque. Direção geral: João Fonseca. Direção musical e músicas adicionais: Roberto Bürgel Cenário: Nello Marrese. Iluminação: Luiz Paulo Nenen. Figurino: Natália Lana. Projeto de sonorização: Branco. Coreografia: Édio Nunes. Preparação vocal: Pedro Lima. Programação visual: Mauro Ventura, André Castro e Chris Baroncini. Fotos: Paula Kossatz. Diretora assistente: Rafaela Amado. Coreógrafa assistente: Mareliz Rodrigues. Assistente de direção: Fabricio Belsoff. Assistente de direção musical: João Bittencourt. Diretor de cena: Dom. Camareira: Érida Ferreira. Operador de luz: Allan Imianowsky. Operador de som: Tiago Silva. Microfonista: Jansen Nunes. Assessoria de imprensa: UM+UM Assessoria e produção. Produção executiva e administração: Gabriela Mendonça. Equipe de produção Primeira Página: Paula Salles, Luciano Marcelo, Olavo Carneiro e Sabrina Abreu. Direção de Produção: Maria Siman. Realização 1ª Temporada: JLM Produções Artísticas e Pablo Sanábio. Realização: Izabella Bicalho e Primeira Página Produções Culturais.

Elenco

Izabella Bicalho, André Arteche, Thelmo Fernandes, Kelzy Ecard, Luca de Castro, Maíra Kestenberg, Renata Celidonio, Jorge Maya, Lorenzo Martin, Letícia Soares. Crianças: Yago Machado, Mariana Rebello, Andressa Toledo. Músicos: Piano - João Bittencourt e Rodrigo De Marsillac. Baixo - Ricardo Reston. Percussão - Júlio Braga. Bateria e Percussão - Roberto Kauffmann.

Tel: 21 – 7839-5196

E-mail: pablosanabio@gmail.com

quinta-feira, 2 de outubro de 2008

IV Festival Nacional de Teatro da Cidade de Vitória

Vitória, capital do Estado do Espírito Santo, vai pulsar teatro durante nove dias. Em todos os teatros existentes na capital, estarão sendo encenadas peças nacionais como do próprio estado. Teatro Carlos Gomes, Escola de Teatro e Dança Fafi, Estação Porto, Teatro Galpão, Teatro Universitário e o Teatro do SESI, terão suas portas abertas para quem quiser testemunhar um dos grandes movimentos teatrais dentro da capital. Além dos espaços, também estarão acontecendo teatros nas praças e espaços alternativos. Ontem, no Diário de Vitória saiu um roteiro de todas as peças teatrais que poderão ser vistas gratuitamente pela população de Vitória e cidades próximas. Teremos também oficinas, apresentações de montagens, leitura musical e dramática, palestras e debates.
Para as peças teatrais, é recomendado que as pessoas interessadas compareção aos respectivos teatros a partir das 13:00 para retirada dos ingressos, que serão distribuidos limitadamente, de acordo com a capacidade de cada teatro ou espaço. Segue abaixo (como gosto de fazer) a matéria que saiu no Diário de Vitória. Para ver a programação completa, clique aqui:

Vitória recebe grandes espetáculos teatrais a partir de 13 de outubro

Dezesseis peças nacionais, nove espetáculos locais selecionados, quatro montagens capixabas convidadas, oficinas, palestras e debates. A programação do IV Festival Nacional de Teatro Cidade de Vitória - que ocorrerá de 13 a 21 de outubro - é a mais variada das edições já realizadas, com diversidade de estilos e linguagens.
No último ano, 10.285 pessoas participaram das programações, que incluem, além das peças nacionais e locais, atividades formativas (oficinas e palestras). As peças serão encenadas nos espaços culturais Escola de Teatro e Dança Fafi, Teatro Carlos Gomes, Teatro do Sesi, Teatro Galpão, Teatro Universitário e na Estação Porto. Apresentações de rua também fazem parte do programa do festival.
Para essa IV edição, a Curatoria do Festival - formada por Renato Saudino,Wilson Coelho, Cesar Huapaya, Sergio Maggio, Ary Roaz, Ieda Barreto, Lucia Pardo e Beth Caser - procurou trabalhar com obras de diferentes estados, linguagens e conceitos. Segundo subsecretária municipal de Cultura e coordenadora do festival, Beth Caser, a organização do evento valoriza a diversidade cultural, reconhecendo as características e diferenças das etnias e grupos sociais.
“Dessa forma, estamos contribuindo para a integração entre os diferentes saberes estabelecidos, formas de pensar e se expressar, que buscam mais do que encontrar respostas e soluções, provocar, falar, reunir gente, estimulando o fortalecimento das linguagens e o debate sobre o fazer artístico nacional”.

Peças nacionais

Nesta edição, 16 peças nacionais serão apresentadas em Vitória. Foram convidadas as peças do Rio de Janeiro “Gota D’Água”, “Memória Tá na Rua”, do grupo Tá Na Rua; “Púcaro e Bulgaro”, com direção de Aderbal Freire; e “A Mulher que escreveu a Bíblia”, com direção de Guilherme Piva, “No Final das Contas”, com direção de Letícia Braga, e “Cidade das Donzelas”, do Grupo Troupp Pas D’argent.
De São Paulo vêm as peças “Camaradagem”, da obra de August Strindberg, e “Amargo Siciliano”, da obra de Luigi Pirandello, do grupo Tapa, “As noivas de Nelson”, da Cia paulista de Artes, de Jundiaí, “Cadê meu Herói”, do grupo Sobrevento, e “Orestéia – O Canto do Bode”, do grupo Folias.
“Dinossauros”, do grupo Cena Contemporânea, de Brasília, “Miséria Servidor de Dois Estanceiros”, da Companhia Oigalê, do Rio Grande do Sul, “A Paixão e a Sina de Mateus e Catirina”, da Tropa do Balacobaco, de Recife, Anatomia Humana, da: Cia. K, de Minas Gerais, e “Dorotéia - De Nelson Rodrigues”, da Associação Cultural Oficina de Criação Teatral, de Mato Grosso, completam a programação de fora.
Peças locais
Já as nove peças locais que se apresentarão no festival foram definidas no último dia 22 pelos membros da comissão de seleção, composta por Ernandes Zanon Guimarães e Lilian Menenguci, representantes da Secretaria Municipal de Cultura, Rose Andrade, representante do Sated-ES, Jovany Salles, representante da Fecataes e Rodrigo Prado e Marcelo Pereira, representando a mídia especializada.
São elas: “Metrópolis”, da Cia Urgente de Teatro; “Cantantes e Brincantes”, da Companhia Folgazões de Artes Cênicas; “Quem Casa quer Casa”, de Jota Jota; “Um dedo de Prosa”, Sérgio Ferreira Torrente; “O Grande Circo Ínfimo”, Grupo Z de Teatro; “A Cor desta Noite”, Grupo Teatral Gota, Pó e Poeira; “O Figurante Invisível”, do Grupo Quintal; “Uma Temporada no inferno”, do Grupo Tarahumaras; e “Luz Câmera, Cléopatra em Ação”, de Edilson Pedrini Ramos. Ao todo, 18 peças participaram do processo de seleção. Cada um dos espetáculos escolhidos receberá um prêmio no valor de R$ 5 mil.

Ingressos e inscrições

Como nas edições anteriores, a entrada nas apresentações é gratuita. Os ingressos serão distribuídos no dia especifico de cada apresentação, na bilheteria do teatro ou espaço de cultura onde a peça será encenada. A distribuição terá início sempre as 13h, durando o tempo necessário para a distribuição. Cada pessoa poderá retirar apenas um ingresso.
Já os interessados em participar das oficinas oferecidas nas atividades formativas deverão ficar atentos aos prazos e aos pré-requisitos para cada minicurso. As inscrições começarão nessa quarta (01), das 9h às 18h, na Escola de Teatro e Dança Fafi. Ao todo serão ofertadas 135 vagas, divididas entre as oficinas de voz, crítica teatral, esquetes educativos, figurino, cenografia e teatro.
As inscrições são gratuitas e acontecerão por ordem de chegada, mediante a apresentação dos documentos de identificação pessoal e entrega de currículo resumido em uma lauda, para comprovação das experiências exigidas por cada oficineiro.
Para as demais atividades formativas, serão abertas ao público, com exceção das palestras e demonstrações de trabalho que acontecerão na Escola de Teatro Fafi, que devido ao tamanho de seu auditório serão limitados a 80 pessoas por atividade. Nesses casos, os interessados em participar deverão retirar seus ingressos na própria Escola, uma hora antes das atividades. É preciso ficar atento à programação e garantir seus ingressos e inscrições. (Confira a programação no final da matéria)
O Festival Nacional de Teatro Cidade de Vitória é uma iniciativa da Prefeitura Municipal de Vitória realizada por meio da Secretaria Municipal de Cultura. Entre seus principais objetivos estão promover o desenvolvimento cultural do município e, ainda, propiciar uma reflexão e a difusão da produção teatral brasileira.

Ocupação

Os espaços culturais de Vitória ganham nova vida durante a realização do festival. Teatros como Carlos Gomes, Sesi, Galpão, Universitário, além de espaços como a Escola de Teatro e Dança Fafi e a Estação Porto alcançam sua lotação em praticamente todas as apresentações. “O interesse e a participação popular crescem a cada edição. Isso nos estimula a fazer um festival ainda melhor no ano seguinte”, comenta a subsecretária.
Em 2005, durante a primeira edição, foram apresentadas cinco peças nacionais, nove locais e seis atividades formativas, com a participação total de 4120 pessoas. Já no ano passado, esses números cresceram significativamente. Onze peças nacionais, oito locais e 11 atividades foram realizadas, totalizando um público de 10.285 pessoas. (Loureta Samora)

terça-feira, 30 de setembro de 2008

FAFI abre oficinas do IV Festival de Teatro da Cidade de Vitória (atualizado)

O movimento na Escola de Teatro e Dança Fafi para o IV Festival de Teatro da Cidade de Vitória nesta quarta-feira (01/10/2008), com a abertura das inscrições para as Oficinas que acontecem durante o Festival. De acordo com o Diário de Vitória serão seis oficinas que aconteceram dos dias 13 (segunda-feira) a 18 (sábado) de outubro de 2008, nos horários de 09 as 17 horas. As oficinas serão de Voz, Crítica Teatral, Esquetes Educativos – Criação e Montagem, Figurino, Cenografia e - lógico - Teatro. As vagas - como sempre - são limitadas para 135 vagas, distribuidas aleatoriamente entre as oficinas. (Atualizado) A Oficina de Esquetes Educativos - Criação e Montagem, passa para vinte e cinco vagas e Oficina de Teatro - Construindo o Lugar Teatral, terá quarenta vagas. Segue abaixo a matéria, atualizada:

IV Festival Nacional de Teatro abre inscrições para oficinas

A partir desta quarta-feira (01), a Grande Vitória começa a se mobilizar para o IV Festival Nacional de Teatro Cidade de Vitória. Terá início o período de inscrição para as oficinas oferecidas durante a realização do evento. As inscrições acontecerão na Escola de Teatro e Dança Fafi, das 9h às 18h. Já o IV Festival acontecerá de 13 a 21 de outubro.

Os interessados em participar da programação de atividades formativas deverão ficar atentos aos prazos e aos pré-requisitos para cada minicurso. Ao todo, serão ofertadas 135 vagas, divididas entre as oficinas de voz, crítica teatral, esquetes educativos, figurino, cenografia e teatro.
As inscrições são gratuitas e acontecerão por ordem de chegada, mediante a apresentação dos documentos de identificação pessoal e entrega de currículo resumido em uma lauda, para comprovação das experiências exigidas por cada oficineiro. O nome dos inscritos será no site da
Prefeitura de Vitória.

Expressão
A seleção dos temas das oficinas, bem como dos oficineiros foi realizada com base na demanda dos artistas locais. A organização do festival procurou montar um programa bastante variado, que possa contribuir para enriquecer culturalmente, não apenas atores e diretores, mas também o teatro capixaba como um todo.
Entre os oficineiros convidados estão nomes expressivos das artes cênicas brasileira, como o jornalista e crítico teatral Ségio Maggio; o diretor e professor universitário Fernando Limoeiro; o coordenador do Núcleo de Cenografia e Figurinos para a Quadrienal de Praga PQ07, empossado pela Presidência da Fundação Nacional de Arte, Ronald Teixeira; o mestre e doutor pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo, que atualmente desenvolvendo pesquisa sobre arquitetura cênica no Brasil, Jose Dias, a atriz e diretora Letícia Braga, e a cantora lírica capixaba Natércia Lopes. O telefone da Escola de Teatro e Dança Fafi para mais informações é o 3381-6921 e 3381-6922.(30/09/2008)

Festival Nacional de Teatro amplia vagas em oficinas

Uma boa novidade para os amantes das artes cênicas: as oficinas de teatro - que integram a programação de atividades formativas do IV Festival Nacional de Teatro Cidade de Vitória - terão mais vagas: a de Esquetes Educativos - Criação e Montagem passa de cinco para 25, e a oficina Construindo o Lugar Teatral terá agora 40 vagas.
A oficina Construindo o Lugar Teatral será apresentando por Letícia Braga, atriz e diretora fundadora do grupo Bufão de Teatro de Rua. É direcionada a atores, diretores, dançarinos e alunos de teatro e dança, todos maiores de 18 anos. Serão 20h de carga-horária durante cinco dias, de 13 a 17 de outubro, sempre das 9h às 13h, na Escola de Teatro e Dança Fafi.
Já a Oficina de Esquetes Educativos – Criação e Montagem será ministrada por Fernando Limoeiro, diretor do Teatro Universitário da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Ela é direcionada para professores de educação artística, atores profissionais ou amadores arte - educadores que possuem experiência de prática teatral - com idade mínima de 16 anos. O festival terá as oficinas de Voz, com Lírica Natércia Lopes; Crítica Teatral, com Sérgio Maggio; de Figurino, com Ronald Teixeira; e de Cenografia, com José Dias.
Segundo a gerente da instituição, Lilian Menenguci, a procura pelas oficinas tem sido considerada normal, e ainda há vagas em todas. As inscrições seguem abertas para todas as atividades até dia 9 de outubro, das 8h às 18h, de segunda a sexta.(Loureta Samora com colaboração de Marlon Marques - 03/10/2008)


Oficinas

Oficina de Voz
Instrutora: Com a cantora lírica Natércia Lopes/ES
Dias: 13 a 17 de outubro
Horário: 14h às 17h
Local da oficina: Escola de Teatro e Dança Fafi
Público alvo: Atores, diretores e estudantes de teatro
Número de participantes: 20

Oficina de Crítica Teatral
Instrutor: Sérgio Maggio Jornalista e Crítico Teatral
Dia: 14 a 20 de outubro
Horário: 10h às 13h
Local da oficina: Escola de Teatro e Dança Fafi
Público alvo: Atores, diretores, profissionais e estudantes de jornalismo
Número de participantes: 20

Oficina de Esquetes Educativos – Criação e Montagem
Instrutor: Diretor Fernando Limoeiro (Prof. UFMG)
Dia: 13 a 18 de Outubro
Horário: 09h às 12h e 14h às 16h
Local da oficina: Teatro SCAV
Público alvo: Professores de educação artística, atores profissionais ou amadores, arte - educadores em geral que tenham tido alguma experiência de prática teatral comprovada. Idade mínima 16 anos.
Número de participantes: 25

Oficina de Figurino
Instrutor: Ronald Teixeira/Funarte
Dias: 13 a 18 de outubro
Horário: 9h às 13h
Local da oficina: Escola de Teatro e Dança Fafi
Público alvo: Figurinistas, atores e diretores
Número de participantes: 30

Oficina de Cenografia
Instrutor: José Dias/Funarte
Dias: 13 a 18 de outubro
Horário: 13h às 17h
Local da oficina: Escola de Teatro e Dança Fafi
Público alvo: Cenógrafos, atores e diretores
Numero de participantes: 25

Oficina de Teatro
Construindo o Lugar Teatral
Instrutora: Letícia Braga
Dias: 13 a 17 de outubro
Horário: 9h às 13h
Local da oficina: Escola de Teatro e Dança Fafi
Público alvo: Atores, diretores, dançarinos, estudantes de teatro e dança
Número de participantes: 40, desde que maiores de 18 anos.
Fonte: http://www.vitoria.es.gov.br/diario/2008/0930/oficinateatronacional.asp e http://www.vitoria.es.gov.br/diario/2008/1006/aumentanumerodevagas.asp

quinta-feira, 25 de setembro de 2008

Que teatro é esse? Atores de Vitória batalham por espaço

Quanto mais a gente caça, mais informações interessantes acha pela internet. Hoje (25/09/2008), procurando as informações sobre as nove peças capixabas que participarão do 4° Festival Nacional de Teatro da Cidade de Vitória, me esbarro com essa matéria do jornalista Rodrigo Rezende. A matéria saiu no Gazeta Online em 12/09/2008 (sexta-feira) e é bem interessante. Segue junto a matéria:

Que teatro é esse? Atores de Vitória batalham por espaço
12/09/2008 - 20h34 (Rodrigo Rezende - Redação Gazeta Rádios e Internet)

Teatro é a arte que aguça sensações, que permite a troca de experiências entre ator e público; é um fenômeno transposto no presente e no imaginário das pessoas. É uma arte de percepções individuais, dentro da coletividade. Esta expressão artística apareceu na Grécia Antiga, no século IV a.C., motivada pelos festivais anuais em consagração a Dioníso, o deus do vinho e da alegria. O ator e empresário cultural José Augusto Loureiro luta por melhores condições para se produzir teatro no Espírito Santo. Em um raio X da cena teatral, pode-se constatar dois problemas críticos que atrapalham a popularização deste estilo artístico. A falta de divulgação das peças, motivada pela ineficiência da relação entre atores e meios de comunicação (fato que gera obstáculos para o acesso à informação para o público) e as salas de teatro vazias. "Para se fazer teatro no Estado tem que se ter paixão pela arte", ressalta o ator.Este impasse faz com que esta arte fique desprestigiada e, segundo José Augusto, a solução para o quadro endêmico da cultura capixaba é um maior apoio do Governo, por meio de políticas de incentivo cultural. "Temos leis de estimulo para produzir o espetáculo, mas, quando chega a hora de apresentar, o retorno do público é fraco. O Estado, em geral, deveria trabalhar a formação de platéia - como aconteceu em Belo Horizonte, que tem, em média, 130 espetáculos ao ano", salienta.
José Augusto ainda diz que não precisa ser de elite para gostar de teatro. "As pessoas devem ter a arte como necessidade básica. Isto pode ser conquistado com programas de formação de público, que podem ser feitos em escolas, em comunidades, promovendo, desde cedo, o contato de jovens com o teatro"."O interesse do público é muito restrito. As pessoas, às vezes, curtem um ídolo de televisão, mas, o teatro como uma fonte de pesquisa que procura questionar a situação do indivíduo, é pouco visado. Há 25 anos, essa situação era bem diferente, o movimento teatral era mais presente. Hoje temos uma grande dificuldade em encontrar pessoas dispostas a discutir o teatro", comenta.

Teatro que se vê

Porque os artistas globais, quando estão no teatro, lotam os espetáculos, mesmo que sejam de má qualidade? Para contrariar a regra, em maio deste ano, a atriz Sandra Corveloni levou o Prêmio de Melhor Atriz, no 61º Festival de Cannes, por seu trabalho em Linha de Passe, de Walter Salles. Ela construiu sua carreira nos palcos e a premiação foi uma surpresa para muitos, talvez, por ela não figurar em novelas da televisão.
A postura descompromissada de alguns aprendizes faz com que se crie a idéia de que o público tem no teatro apenas uma forma de entretenimento, o que é muito vago. "Queremos um teatro que questione a condição do ser humano, que contribua para modificações do pensamento", diz José Augusto. De acordo com José Augusto, que também é professor de teatro, a maioria das pessoas que procuram aulas têm o interesse de serem vistas, sem muita noção do que é ralar em cena e nos ensaios. Muitos dos que entram no curso nunca leu um texto de teatro ou viu uma peça. "Falo sempre para meus alunos que a melhor maneira para saber se gosta de fazer teatro é se enconstar em um grupo. Começar a fazer contraregragem e ver se realmente é mesmo o interesse deles. A vida de ator é quase um sacerdócio, tem que ter compromisso. Não ter feriado, fim-de-semana. É um negócio de gente doida".

Alternativa para o teatro

Os grupos de teatro configuram-se como a vanguarda desta arte. As peças que apresentam um tom questionador e fazem a platéia refletir são feitas por núcleos isolados de artistas que acreditam em sua produção.Na Grande Vitória, destacam-se os grupos Tarahumaras - que exista há mais de 20 anos -, dirigido por Wilson Coelho; a Companhia de Teatro Experimental, comandada por Priscila Poeta; o grupo Z de Teatro, de Fernando Marques; e o Grupo Quintal, idealizado pelos atores José Augusto Loureiro e Ednardo Pinheiro, e dirigido por Telma Smith, 31 anos.
Grupo Quintal estréia no fim de setembro, no Teatro Galpão, "O Figurante Invisível", que é um ensaio de uma peça. A trama é construída dentro do universo de um grupo de atores que vão interpretar a remontagem Antigona, de Sófocles. "Hora os atores conversam, hora interpretam Antigona. Nestes diálogos surgem temas sobre a vida e o cotidiano do teatro. Fala-se sobre as mazelas e as coisas boas em se fazer teatro. Nossa história se reflete ali. No 'Figurante Invisível', os profissionais do teatro são representados", conta Telma.Segundo o texto, os problemas no teatro sempre aconteceram. Há 2 mil anos dizem que esta arte morreu, mas o quadro atual é preocupante. "Vivemos em uma sociedade consumista, e no teatro você tem o que? Você não leva nada material, não tem um DVD, um CD. Fazer teatro é algo esquizofrênico, parece que fazemos peças para um público, normalmente, formado pelo povo do teatro. Meu objetivo é chegar ao público sem adaptar o meu discurso à realidade da maioria. Acredito que o teatro é uma mídia transformadora", diz a diretora da peça."Nosso grande desafio é chamar o público para o teatro. Acho que a televisão é uma boa mídia. O espaço no jornal é ínfimo. Acho que a formação do público necessita de políticas públicas, organizadas, e fora do pessoalismo. A obra deve ser maior que o artista, deve falar por si", completa.O Grupo Z de Teatro realizou recentemente uma temporada com a peça "Quatro intérpretes para cinco peças". O espetáculo compreende cinco textos que marcaram o teatro brasileiro na segunda metade do século XX. São elas: "O beijo no asfalto" (Nelson Rodrigues), "Dois perdidos em uma noite suja" (Plínio Marcos), "Hoje é dia de Rock" (José Vicente), "Trate-me Leão" (Hamiltom Vaz Pereira) e "O livro de Jó" (Luiz Alberto de Abrel). Estas peças foram o ponto de partida para a criação de um novo trabalho, escrito pelo dramaturgo Fernando Marques. A obra estreou no ano passado e é um espetáculo que transita na linguagem do teatro e da dança.
Marques também é diretor e um dos fundadores do Grupo Z, formado em 96. "Tinha o desejo de fazer o teatro de grupo, que pudesse se basear em um pesquisa, executada por uma equipe que trabalhasse de forma contínua. Hoje somos cinco atores e já Colocamos 10 peças em cartaz". Atualmente o Z, além da obra "Quatro intérpretes para cinco peças", está com os espetáculos "O Grande Circo Ínfimo", "Incessantemente" e "Etc... E Tal". Sobre o nome "Z", o dramaturgo tem 'n' razões para explicar, mas brinca que todas são mentirosas. "Z é z de zero, e zero é sempre o ponto de origem, original. É de Z de Zorro, de super-herói, que não se cansa. E se cansar é Zzzzz... em quadrinhos; é o som da abelha, que adoça e venena, e de zangão. Z não tem sangue de barata e está sempre pronto para recomeçar".

4ª edição do Festival Nacional de Teatro da Cidade de Vitória seleciona nove peças capixabas

As peças capixabas selecionadas para o 4° Festival Nacional de Teatro da Cidade de Vitória foram divulgadas ontem (24/09/2008), no Diário de Vitória. Num total de nove, são elas: “Metrópolis”, da Cia Urgente de Teatro; “Cantantes e Brincantes”, da Companhia Folgazões de Artes Cênicas; “Quem Casa quer Casa”, de Jota Jota; “Um dedo de Prosa”, de Sérgio Ferreira Torrente; “O Grande Circo Ínfimo”, do Grupo Z de Teatro; “A Cor desta Noite”, do Grupo Teatral Gota, Pó e Poeira; “O Figurante Invisível”, do Grupo Quintal; “Uma Temporada no inferno”, do Grupo Tarahumaras; e “Luz, Câmera... Cléopatra em Ação!!!”, de Edilson Pedrini Ramos (foto acima). Essas peças estarão correndo pelos teatros da capital entre os dias 13 a 21 de outubro de 2008 e terão entrada franca.
As peças foram selecionadas por dois representante da Secretaria Municipal de Cultura, Lilian Menenguci e Ernandes Zanon Guimarães, um membro do SATED-ES, Rose Andrade, um membro do FECATE-ES, Jovani Sales e dois membros da mídia local, Marcelo Pereira e Ricardo Prado. Segue abaixo a matéria publicada no Diário de Vitória:

Nove peças capixabas são selecionadas para o Festival Nacional de Teatro Cidade de Vitória

Samira Gasparini

As peças capixabas “Metrópolis”, da Cia Urgente de Teatro; “Cantantes e Brincantes”, da Companhia Folgazões de Artes Cênicas (ao lado); “Quem Casa quer Casa”, de Jota Jota (abaixo); “Um dedo de Prosa”, Sérgio Ferreira Torrente; “O Grande Circo Ínfimo”, Grupo Z de Teatro; “A Cor desta Noite”, Grupo Teatral Gota, Pó e Poeira; “O Figurante Invisível”, do Grupo Quintal; “Uma Temporada no inferno”, do Grupo Tarahumaras; e “Luz, Câmera... Cléopatra em Ação”, de Edilson Pedrini Ramos, foram selecionadas para o 4º Festival Nacional de Teatro Cidade de Vitória, que acontece de 13 a 21 de outubro.
As peças serão encenadas nos espaços culturais Escola de Teatro e Dança Fafi, Teatro Carlos Gomes, Teatro do Sesi, Teatro Galpão, Teatro Universitário e na Estação Porto. Ao todo, 18 peças participaram do processo de seleção. Cada um dos espetáculos escolhidos receberá o prêmio no valor de R$ 5 mil. Participaram da escolha das peças locais os integrantes da Comissão de Seleção Ernandes Zanon Guimarães e Lilian Menenguci, representantes da Secretaria Municipal de Cultura, Rose Andrade, representante do Sated-ES, Jovani Salles, representante da Fecataes e Rodrigo Prado e Marcelo Pereira, representando a mídia especializada.

Apresentações

O 4º Festival Nacional de Teatro Cidade de Vitória é uma oportunidade para que espetáculos convidados representativos da produção teatral brasileira apresentem-se ao público capixaba. Valorizando a diversidade cultural, reconhecendo as características e diferenças das diversas etnias e grupos sociais, contribuindo assim para uma perfeita integração entre o saber estabelecido e profissional com grupos e artistas em fase de formação prática, o que estimula o fortalecimento das linguagens e o debate sobre o fazer artístico nacional. Nessa edição, o festival mantém o objetivo de incentivar a criatividade artística de cada participante, através do exercício e da prática da arte cênica e das artes correlatas. Todas as apresentações são gratuitas e abertas ao público. (Loureta Samora)