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quarta-feira, 30 de março de 2011

“Dom Casmurro”, do Grupo Z de Teatro

grupo z de teatro Tá, “Dom Casmurro” é do escritor imortal Machado de Assis, mas sua adaptação para o teatro na rua será feita pelo Grupo Z de Teatro em uma adaptação de Fernando Marques.

O romance de Machado de Assis é uma das maiores obras brasileiras deixada para posteridade, que com certeza deve receber uma magnífica adaptação, já que competência para isso existe de sobre no Grupo Z.

A estreia acontece nesta sexta-feira (01/04/2011), as 20h00, no quintal do – falecido – Teatro Galpão. Os ingressos estarão sendo vendidas nos valores de R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia). “Dom Casmurro” ficará em cartaz no mesmo lugar que estreara até o dia 01/05/2011 (domingo), sempre se apresentando nos sábados e domingos, no mesmo horário.

Abaixo segue o release e a ficha técnica enviados a mim pelo diretor, ator, dramaturgo e membro do Grupo Z de Teatro, Fernando Marques (Valeu Dinho!)

Relase

Dom Casmurro Em Dom Casmurro, o protagonista Bento Santiago conta a própria história e de como amou, desde os quinze anos, Capitu, que viria a ser sua esposa. E como, depois de algum tempo de felicidade conjugal, acreditou-se enganado por ela e por seu melhor amigo, Escobar.

No entanto, mais do que uma história de ciúmes – que fica em aberto, pois tudo o que se tem contra Capitu é a narração do marido –, em Dom Casmurro há um panorama de tipos diversos, que vão sendo construído aos poucos, e as relações que se travam entre eles.

O Grupo Z de Teatro, para construir seu espetáculo a partir da obra de Machado de Assis, mergulhou na obra do autor, em vários estudos feitos sobre ela e nos fundamentos do teatro épico. Mas, sobretudo, na própria leitura que cada um dos integrantes fez da obra, construindo, através do processo colaborativo, uma maneira própria de contar uma das histórias mais consagradas da literatura nacional.

Ficha Técnica

Dramaturgia e direção: Fernando Marques

Assistência de direção: Carla van den Bergen

Direção de produção: Carla van den Bergen

Produção executiva: Grupo Z de Teatro

Cenário e figurino: Francina Flores

Iluminação: Carla van den Bergen

Elenco: Alexsandra Bertoli, Daniel Boone, Eldon Gramlich, Lorena Lima, Telma Smith, Valéria Nogueira, Vinícius Duarte.

Local: Quintal de Teatro Galpão (na parte de trás do teatro)

Ingressos: R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia)

Horário: 20h00

Datas: 01 de abril (estreia) e fica em cartaz todo os sábados e domingos, até o dia 01 de maio

sábado, 29 de janeiro de 2011

Na Coxia: O Teatro Galpão fechou!

O Na Coxia desta vez vem na intenção de se lamentar, pois mais um teatro se fecha em Vitória-ES, o Teatro Galpão.

teatrogalpao-fechado Palco dos mais variados sucessos da capital, o Teatro Galpão fechou suas portas. Neles passaram a tetralogia Hello Creuzodete, contando as histórias da personagem Marly, de Milson Henriques, vários infantis que foram sucessos de público – e outros nem tanto –, as peças de Wilson Nunes e Edilson Pedrini, contando as histórias de Melani Marques, o próprio diretor e dono do teatro, José Augusto Loureiro, teve espetáculos sendo atuados no seu palco, e eu – quando era um aprendiz de ator – subi aos palcos do Teatro Galpão, seja nas esquetes “A Crise ou Encontro Fortuito de Dois Mendigos” e “Amor, Sexo e Esclerose” ou com a peça “O Casamento Suspeitoso”, que ficou dois meses de temporada por lá.

ROSA NEGRA (2)[8] Ver o teatro sem o seu letreiro ou mesmo com cartazes de “Aluga-se” estampados na sua frente, é um contraste aos vários cartazes que vimos colados, como o que fui assistir mais recentemente no teatro, “Rosa Negra” do Grupo Teatro Empório.

No palco do Teatro Galpão subiram peças de âmbito estadual e nacional, também. Tive a oportunidade de assistir o espetáculo de bonecos 100 Shakespeare, do Grupo Pia Fraus, de São Paulo. Também tivemos dois festivais que abrilhantaram o palco do Teatro Galpão, II-ALDEIA-SESC[4] O Aldeia SESC de Teatro “Padre José de Anchieta” e O Festival Nacional de Teatro “Cidade de Vitória”. Estiveram no palco, durante os festivais, as peças “O Casamento de Tereza” (ES), “Leitura Musical Bretch – Um homem é um homem” (ES), “Os Cegos ou o Sábio de Flandres” (ES), “O Figurante Invisível” (ES), “O Grande Circo Ínfimo” (ES), “A Idade da Ameixa” (MG), “Dinossauros… Ou Ainda é Hoje”,”Cabral, a esquadra se deu mal” (ES), “Descalça?” (ES) e “A Culpa foi dela” (ES). cartaz A2_FESTIVAL TEATRO 2010_420 x 594_LAYOUT_thumb[4]Fora dos festivais várias peças de atores e diretores conhecidos do estado estiveram no palco do Teatro Galpão, como já citada a tetralogia de Marly nas peças “Hello Creuzodete”, “Hello Creuzodete II: A Missão”, Hello Creuzodete III: A Perereca da Marly” e “Hello Creuzodete IV: Finalmente Alguém Comeu”. Também tivemos os sucessos de Wilson Nunes, como “Romeu e Julieta: O Amor Venceu”, “Por Favor, Matem Meu Patrão”, “Minha Sogra é de Matar”, “Luz, Câmera… Cleópatra em ação!” e “O Bello e as Feras”. A polêmica Cia de Teatro Experimental, dirigida por Priscila Poeta e Marcio Zatta, teve quase todas as suas peças encenadas no Teatro Galpão, como “KADR” e “O Casamento”, baseado na obra de José de Alencar. Também tivemos o Grupo Z de Teatro, que encenou na área aberta do Galpão, e também o Grupo Armazém, do próprio José Augusto Loureiro, ficou durante meses, tendo público, com a peça “Os coveiros”. O Clã de Teatro colocou no palco do teatro o espetáculo “A Grande Estiagem”, que foi sucesso dentro e fora do estado.

Depois de ver tantos sucessos – e as vezes fracassos – subindo ao palco do teatro, dois festivais sendo apresentados no Galpão – sendo um deles do próprio município –, me pergunto porque somente agora a Prefeitura tomou a atitude de cobrar regularização de Alvará? Isso seria fácil responder, mas como não tenho provas, deixo para quem tem. Só fico triste que, em vez da prefeitura apoiar um teatro, ajudar a mantê-lo, ela prefere vê-lo fechar.

É fácil dizer que a Prefeitura de Vitória um dia abrirá o Teatro José Carlos de Oliveira, que se encontra no Centro Cultural Carmélia Maria de Souza, que um dia teremos o Cais das Artes (que para mim será igual ao Theatro Carlos Gomes, ou melhor, com uma agenda difícil de conseguir se encaixar) e que um dia teremos o Teatro Glória – SESC (que está ficando até bonito!). Por enquanto Vitória só pode contar com três teatros, um pertencente ao estado, que é o Theatro Carlos Gomes, cuja agenda, de tão apertada com tantos projetos musicais e apresentações nacionais trazidas pelo Rá Tim Bum Produções Artísticas, fica complicado colocar uma peça lá, que não poderá fazer temporada, o Teatro do SESI, que cobra valores altos por três dias de apresentação – no ano de 2010 estava custando R$ 800,00/dia – e o Teatro Universitário, da UFES, que não fica atrás do SESI e possui uma disposição de cadeiras para o público de um forma que pode se perder algo que está em cena (testemunha ocular, nas peças “Óidipous, filho de Laios – A História de Édipo Rei pelo avesso” (RJ) e “Inveja dos Anjos” (RJ)).

No ano de 2010, no Espírito Santo, fomos testemunhas da demolição do Teatro Edith Bulhões (antigo Teatro SCAV), para servir de espaço para o Ministério da Fazenda (que nem iniciou nenhuma construção ainda, mas deixou o espaço como um terreno baldio), e começamos o ano de 2011 com o fechamento do Teatro Galpão, pois a Prefeitura de Vitória precisa de dinheiro para pagar as dívidas e não pode auxiliar na manutenção de um teatro. O triste disso é que o Teatro Galpão também foi palco do SATED-ES, tanto no momento em que o ex-presidente tomou posse, como para a atual presidente, Verônica Gomes. Vários debates do sindicato aconteceram no teatro.

Eu estou simplesmente triste por essa notícia e por ter de dá-la. O Teatro Galpão foi minha primeira vez em um palco de teatro. Foi uma das minhas grandes emoções olhar o público lá de cima e ver qual é a emoção de um ator de fazer o público gostar de assistir teatro. Minha segunda experiência no Teatro Galpão foi fantástica também, pois ouvir a risadas das pessoas com a peça “O Casamento Suspeitoso” e vê-las voltar várias vezes, sempre trazendo novas pessoas, deixando o teatro lotado, durante dois meses, mostrava que o público conseguia admirar o que era feito.

O Teatro Galpão tinha cadeiras duras demais (adquiridas por José Augusto Loureiro do antigo Teatro Glória), não tinha ar condicionado, mas mesmo assim fez as pessoas gostarem de ver teatro, pois era um espaço para isso! Infelizmente, aqui eu dou adeus a um dos lugares que me encantaram tanto por trás das coxias, como no palco ou no público. Obrigado por tudo Teatro Galpão!

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

“Há Judas pra malhar” estreia nesta quinta-feira no Teatro Galpão

Agora é oficial (na verdade, desde a primeira publicação já era oficial!), “Há Judas pra malhar” da Companhia Folgazões estreia nesta quinta-feira (16/12/2010), as 20h00, no Teatro Galpão, localizado na Reta da Penha, em frente ao Wallmart, com entrada franca.

A peça é mais um espetáculo da Companhia, que geralmente desenvolve peças teatrais de rua. Ela é uma releitura da comédia “O Judas em Sábado de Aleluia” de Martins Pena e tem alguns convidados especiais em palco, como a atriz Daiana Scaramussa e o ator Leonardo Patrocínio.

“Há Judas pra malhar” estará em cartaz até domingo (19/12/2010) e deve voltar mais para frente, para uma temporada mais longa. A direção e adaptação fica por conta com o ator Esio Magalhães. Abaixo seguem algumas informações enviadas a mim, pelo grupo. Não percam!

Ha Judas pra malharA montagem
Passado, presente e futuro

esio-magalhaes Em Ouro Preto, Minas Gerais, numa cidade histórica, de arquitetura barroca que nos remete ao passado, em 2008, fui apresentado à Companhia Folgazões sedenta por novos horizontes, com um futuro a se construir e vivendo no mesmo presente que eu. Mais tarde, recebi um convite para ministrar uma oficina de máscaras em sua sede. Fui à casa dos Folgazões e conheci Vitória, uma cidade onde passado e presente convivem, e vi a vontade da Companhia em aprofundar o seu trabalho de brincantes profissionais. Tínhamos algo em comum!

Depois outro convite: desta vez para dirigir um espetáculo que associaria o Teatro Brasileiro, a Commedia dell’Arte e Brincadeiras Populares... Que desafio! Não por ser impossível, nem pela dificuldade de se fazer um recorte de assuntos tão amplos, mas pela nossa distância geográfica. Vivo em Campinas. Que bom que Santos Dumont inventou o avião... Um viva aos que já foram! Outro pra nós que ainda estamos!
Por que montar Martins Pena hoje? Por que “O Judas em sábado de Aleluia”? Ler Martins Pena hoje parece muito datado. E é! Ele criticava a sociedade de sua época com sua comédia de costumes. E por que não nos servirmos dele para criticar a nossa? Sou simpático à idéia de que o riso seja o mais inocente de todos os assassinos.
De 1844 pra hoje já se foram mais de um século e meio! Tudo está tão diferente, porém, nada mudou... Continuamos com os mesmos problemas o mesmo domínio de interesses, a mesma luta por viver que nos faz ver, a cada dia, mais desmandos e abusos...
Fazer uma visita ao Brasil Império, buscar nas máscaras da Commedia dell’Arte referências para corporificar tipos cômicos brasileiros para falar ao público de hoje e reinventar um ritual popular que tem por objetivo, expurgar o mal e ter um momento de desforra, ainda que só de brincadeira, é o sentido deste projeto de residência que resulta no nosso espetáculo “Há Judas pra malhar?”. Continuamos, olhando o passado, agindo no presente, construindo um futuro de mais possibilidades, sabendo que temos muitos motivos para chorar e desistir, mas rindo e brincando muito para mantermos vivo o frescor do sentido de viver, pois temos certeza de que ainda temos muito o que malhar!

Evoé Folgazões! Que seja viva a brincadeira!

Esio Magalhães – Diretor

O processo - Sempre um aprendizado

De repente éramos oito na sala de ensaio. A princípio com o mesmo projeto e FOCO: o de apreender uma nova linguagem teatral. Durante o processo foram se estabelecendo outros pequenos focos (não menos importantes). Como brincar com seu próprio ridículo? Como dar memória ao corpo? Como não dispersar diante do cansaço? Como dar foco ao seu parceiro de cena e não se perder diante da avalanche chamada Esio Magalhães, que nos transtornava, nos arrebatava e nos sugava dizendo que tudo que tínhamos dado ainda era pouco?

A experiência de nos lançar em uma sala de ensaio com sessões de trabalho de 4 a 8 horas diárias durante esses 5 meses nos fez, acredito, repensar não só o nosso fazer teatral mas principalmente nossa humanidade diante dos limites, dos conflitos e principalmente da generosidade frente à diversidade.

Vanessa Darmani – Folgazões

“Há Judas pra malhar?” (sinopse)

A Cia Folgazões vem a público malhar o Judas com a comédia de costumes de Martins Pena “O Judas em Sábado de Aleluia”. Nesta releitura do texto do século XIX, vemos como Faustino, um espertalhão funcionário público também integrante da Guarda Nacional, consegue seus objetivos em armações que deixam todos a sua volta com o “rabo preso”, pelas suas pequenas corrupções de todo o dia. E hoje, ainda Há Judas pra malhar?

Agradecimentos

Aos novos e velhos parceiros: Grupo Repertório e Vira Lata, em especial ao Cleverson Guerrera; ao Apolinário - grande mão-na-roda; à Daiana e Leo por aceitarem essa empreitada; ao Foca que passa de parceiro a amigo; ao Esio pela persistência; a Geruza que nos fez olhar pra frente; aos vizinhos por nos suportarem após as 22h sem chamar o Disque Silêncio; a Mila pelo apoio de sempre; ao Marcelo Siqueira pela disponibilidade; aos familiares que nos apoiaram e souberam entender nossa ausência.

Ficha Técnica

Elenco

Cabo José Pimenta - Duílio Kuster
Capitão Ambrosio - Foca Magalhães
Chiquinha - Vanessa Darmani
Faustino - Leonardo Patrocínio
Maricota - Daiana Scaramussa
Sr. Antônio Domingos - Wyller Villaças

Texto Original: Martins Pena

Direção Geral e Adaptação Dramatúrgica: Esio Magalhães

Direção Musical e Composição: Dori Sant’Ana

Concepção dos Figurinos: Antônio Apolinário

Assistente Figurinista: Fabricia Dias

Confecção dos Figurinos: Atelier Luz Divina

Cenografia: Antônio Apolinário, Esio Magalhães

Produção: Companhia Folgazões

Elaboração e Gestão do Projeto: Wyller Villaças

Atriz Estagiária: Geruza Vergna

Maquiagem: Nicolas Corres Lopes

Execução das Maquiagens: Nicolas Corres Lopes e Antônio Apolinário

Concepção e Montagem de Luz: Edgard Barbosa

Operação de Luz: Edson Nascimento

Projeto Gráfico: Foca Magalhães

Ilustrações: Gilmar Gomes e Foca Magalhães

Fotos Divulgação: Dominique Lima e Caio Perim

Registro Áudiovisual: Cinema Cosmos

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

“Há Judas pra malhar?” no Teatro Galpão


Não sou muito chegado a somente divulgar imagens sem release, mas a Companhia Folgazões vem acompanhado o blog Teatro Capixaba desde seu começo, então – com toda certeza! – eles têm algumas regalias, sem contar que é uma divulgação saída do forno (Valeu pela confiança, Wyller!)

Mais pra frente divulgamos o material completo, com release e ficha técnica, mas as vezes “uma imagem fala mais do que mil palavras!”, abraços e bom espetáculo para todos!

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

DESTERRADOS VOLTA AO TEATRO GALPÃO NESTE FIM DE SEMANA (atualizado)

Ocorreu um probleminha no blog e terminou que essa postagem foi excluía, então eu posto novamente. Ela foi divulgada anteriormente pela atriz Fabrícia Dias.

DESTERRADOS VOLTA AO TEATRO GALPÃO NESTE FIM DE SEMANA
Para aqueles que ainda não conseguiram prestigiar Desterrados não se preocupem, pois neste fim de semana o espetáculo que trás em cena os atores Maria Alice Costa e Othoniel Cibien volta à sala do Teatro Galpão com ingressos a preços populares.Abaixo com breve release da obra.


Release

Em um imponderável reencontro já na maturidade de Jasão e Medeia, baseado na peça de Eurípedes, é retomado e passado a limpo o passado desses dois seres, mostrando a porção frágil e humana, atormentados pelo amor, ambição e crueldade.

Na visão do autor, ele os transporta com a visão do homem contemporâneo, mostrando que após 2.500 anos conserva toda a atualidade, pois revela de modo dramático e comovente as vicissitudes do psiquismo humano em sua constante luta pulsional.

“Um reencontro teatral depois de 40 anos. Maria Alice foi minha companheira de jornada nos três maravilhosos anos que viivemos juntos durante o processo de formação de ator da Escola de Arte Dramátrica de São Paulo. Cá estamas agora, 2010, quando a seu convite assumo a direção de Desterrados, que desenha o imponderável reencontro de Medeia e Jasão, traçado pelo músico e dramaturgo Urugaio Federico Roca. Maria Alice na maturidade de sua expressão dramática cênica, tendo como companheiro de jornada Othoniel, um talentoso ator capixaba em pleno vigor criativo. Compartilhar com eles o processo de corporificação dessas personagens míticas do teatrogrego na visão comtemporanesa de Federico, é uma aventura que sempre renova em nós a paixão pelo oficio de ator.” (Janô)

Ficha técnica:


Direção: Antônio Januzelli

Elenco: Maria Alice Costa, Othoniel Cibien
Concepção de luz: Ary Roaz
Concepção de Figurinos: Antônio Januzelli
Confecção de figurinos: Rosania Lorenzoni
Produção: Edgard Quintella
Assesoria pedagógica: Gazú
Desgner gráfico: Chico Ribeiro
Tradução: Maria Alice Costa

Serviço:

Espetáculo Desterrados
Local : Teatro Galpão
Dias : 29 , 30 E 31/10/2010
Hora: sempre as 20h00
Ingressos: R$10,00 e R$5,00 (meia)
Informações :
Maria Alice Costa Quintella (alice2311@hotmail.com)
--
Postado por Fabricia Dias
em 10/29/2010 03:07:00 AM

sábado, 16 de outubro de 2010

Espetáculo Desterrados no Teatro Galpão com entrada Franca !

Para aqueles que já entraram no ritmo das atividades do Festival Nacional de Teatro de Vitória aproveitem para encaixar na agenda de espetáculos a obra Desterrados, direção de Antonio Januzelli (Janô). Em cena Maria Alice Costa e Othoniel Cibien interpretam Medéia e Jasão.O espetáculo tem entrada franca e acontece de 21 a 24 de outubro de 2010 (quinta-feira à domingo) no Teatro Galpão!
DESTERRADOS
“Um reencontro teatral depois de 40 anos. Maria Alice foi minha companheira de jornada nos três maravilhosos anos que viivemos juntos durante o processo de formação de ator da Escola de Arte Dramátrica de São Paulo. Cá estamas agora, 2010, quando a seu convite assumo a direção de Desterrados, que desenha o imponderável reencontro de Medeia e Jasão, traçado pelo músico e dramaturgo Urugaio Federico Roca. Maria Alice na maturidade de sua expressão dramática cênica, tendo como companheiro de jornada Othoniel, um talentoso ator capixaba em pleno vigor criativo. Compartilhar com eles o processo de corporificação dessas personagens míticas do teatrogrego na visão comtemporanesa de Federico, é uma aventura que sempre renova em nós a paixão pelo oficio de ator.” (Janô)


Release
Em um imponderável reencontro já na maturidade de Jasão e Medeia, baseado na peça de Eurípedes, é retomado e passado a limpo o passado desses dois seres, mostrando a porção frágil e humana, atormentados pelo amor, ambição e crueldade.
Na visão do autor, ele os transporta com a visão do homem contemporâneo, mostrando que após 2.500 anos conserva toda a atualidade, pois revela de modo dramático e comovente as vicissitudes do psiquismo humano em sua constante luta pulsional.



Ficha técnica:

Direção: Antônio Januzelli 


Elenco: Maria Alice Costa, Othoniel Cibien
Concepção de luz: Ary Roaz

Concepção de Figurinos: Antônio Januzelli
Confecção de figurinos: Rosania Lorenzoni
Produção: Edgard Quintella
Assesoria pedagógica: Gazú
Desgner gráfico: Chico Ribeiro
Tradução: Maria Alice Costa

Serviço:

Espetáculo Desterrados
Local : Teatro Galpão
Dias : 21,22,23 e 24 8/10/2010
Hora: sempre as 20h00
Entrada Franca

Informações :
Maria Alice Costa Quintella (alice2311@hotmail.com)

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

6ª Edição do Festival Nacional de Teatro “Cidade de Vitória” – Dia 2

Header E segue em frente a 6ª Edição do Festival Nacional de Teatro Cidade de Vitória, que entra no seu segundo dia. Como não estou podendo acompanhar de perto como nos anos anteriores, creio que o primeiro dia tenha sido agitado, como sempre. Bem, então sigamos para o segundo dia, que terá algumas peças reprisadas, para aqueles que não tiveram oportunidade de assisti-las, como o espetáculo venezuelano “A Insólita Cozinha de Leonardo Da Vinci”, com direção de Orlando Arocha, e “A Idade da Ameixa”, com direção de Guilherme Leme, e uma estreia de teatro de rua com “Maria Mineirinha no Trem da Vida”, sob a direção de Verônica Gomes. A história é a mesma, para os espetáculos nos teatros, é necessária a retirada dos ingressos as 13h00 na bilheteria dos teatros, enquanto os espetáculos de rua é somente chegar e assistir, mas vale lembrar que a entrada para as peças em palco são gratuitas. Haverá também a palestra com o Grupo de Teatro Terceira Margem, de Minas Gerais, as 17h00, na Escola de Teatro, Dança e Música FAFI. O grupo é responsável pelo espetáculo de rua “Pot Pourrí Cômico”, que estará em cartaz amanhã (15/10/2010), na Praça Costa Pereira, mas isso fica para amanhã. Hoje (14/10/2010), fiquem com a programação abaixo e bom espetáculo!

maria_mineirinha22 Peça: Maria Mineirinha no Trem da Vida / ES

Local: Pça. Costa Pereira

Horário: 12h00 Duração: 1h

Direção: Verônica Gomes

Classificação: Livre

Sinopse

Maria Mineirinha é uma mulher simples do interior de Minas Gerais que, num determinado momento de sua vida, fica sabendo por meio do seu tio Zezé que haveria uma mudança na vida de toda a família: o pai de Maria precisa vender a fazenda para produtores de laranja. Com essa notícia, Maria fica sem saber ao certo que rumo tomar. Esse é o caso de Maria, que deverá sair de casa para conquistar seu próprio mundo e a sua sobrevivência. Devota de Nossa Senhora Aparecida, Maria ganha do seu pai um violão e uma bíblia e de sua mãe um batom e uma carta. Com pouca coisa na bagagem, Maria sai levando os conselhos de Seu Quinzim, um senhor de 94 anos que a orienta desde criança.

A peça mostra a saída de Maria de Minas Gerais, utilizando o trem e a estação como metáforas da grande viagem que todos os humanos fazem na vida. Embora trate-se de um monólogo, a intenção é que seja uma peça interativa e de contato com a plateia.

Ficha técnica

Criação e interpretação: Margareth Maia

Direção, cenário e produção: Verônica Gomes

Assistente de Produção: Flávia Ribeiro

Contra-regra: Devinalva Pereira

Figurino: Regina Schimidt

Operadores de Som: Jéssica Gonçalves

Iluminação: Overlan Marques

A idade da Ameixa Peça: A Idade da Ameixa / MG

Local: Teatro Galpão

Horário: 20h00 Duração: 1h10

Direção: Guilherme Leme

Cangaral Produções Artísticas

Público: 225 pessoas

Classificação: 12 anos

Sinopse

Um casarão antigo. No quintal, uma grande ameixeira que serve de fio condutor para as mulheres de uma mesma família: uma metáfora do tempo. Com diálogos poéticos e citações com pitadas de humor, A idade da ameixa revela a personalidade de nove mulheres de gerações distintas. Um pé de ameixa na casa onde a avó produz um vinho feito da fruta acaba se transformando no elemento central para as definições da vida delas: a morte se relaciona com as ameixas apodrecidas e a juventude com as maduras, que aos poucos perdem a sua forma perfeita. Um espetáculo poético, com um texto envolvente sobre o universo feminino e suas contradições. Essa é a história da peça A Idade da Ameixa, escrita pelo premiado autor argentino Arístides Vargas, que traz no elenco os talentosos atores mineiros Ílvio Amaral e Maurício Canguçu, que interpretam personagens com características bem peculiares.

Ficha Técnica

Texto: Arístides Vargas

Direção: Guilherme Leme

Elenco: Ílvio Amaral e Maurício Canguçu

Tradução e Assistente de direção: Orlando Orube

Figurino: Teresa Bruzzi e Alexandre Rousset

Iluminação: Pedro Pederneiras

Cenário: Fernando Velloso

Trilha Sonora Original: Ladstom do Nascimento

Produtor Executivo: Lúcio Botelho

Preparação Corporal: Dudude Herrmann e Heloisa Domingues

foto_da_vinci_2 Peça: A Insólita Cozinha de Leonardo da Vinci / Venezuela

Local: Teatro José Carlos de Oliveira (Centro Cultural Carmélia Maria de Souza)

Horários: 20h00 Duração: 1h10

Direção: Orlando Arocha

Teatro Del Contrajuego (Venezuela)

Público: 330 pessoas

Sinopse

"A Insólita Cozinha de Leonardo da Vinci" conta a história do famoso pintor e inventor italiano. Sua inquietude estando toda a vida dividido entre sua pintura e sua maior paixão: a gastronomia. Seu maior desejo era inovar a comida da época e para isto não media esforços construindo enormes aparelhos que supostamente serviriam para criar a "Cozinha ideal". A ação dramática é levada pelo personagem Melzi, discípulo do pintor, que termina de chegar do enterro de Leonardo da Vinci, trazendo consigo a herança que lhe corresponde: os apontamentos de uma cozinha ideal e a misteriosa e inseparável arca de Leonardo.

Melzi nos conta de forma humorística e irônica as tentativas de Leonardo para por em prática seus fabulosos inventos e seus pratos exóticos. Num vai e vem entre a pintura e a cozinha, a obra proporciona com humor refinado e irreverente uma viagem ao Renascimento Italiano e seus costumes, tanto na maravilhosa pintura como na exótica comida da época. Diálogo de contradições, humorístico e dramático que permite entrar no mundo misterioso e ao mesmo tempo quotidiano de um dos grandes nomes da história.

Ficha Técnica

Direção, conceito gráfico e desenho de figurino: Orlando Arocha

Elenco: Ricardo Nortier

Realização do figurino: Raquel Rios

Realização da cenografia: Jesús Barrios

Desenho gráfico: Eduardo Maya

Caracterização: Mona Magalhães

Direção musical: Fernando Roa

Técnico de iluminação e som: Alexandre Manhaes

Produção: Circuito de Arte Contrajuego, Circuito de Arte Cênica (Brasil) e Teatro Del Contrajuego (Venezuela)

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

6ª Edição do Festival Nacional de Teatro “Cidade de Vitória” – Dia 1

cartaz A2_FESTIVAL TEATRO 2010_420 x 594_LAYOUT E vai começar um dos maiores festivais das artes cênico-teatrais que acontece na capital do Espírito Santo.

Após todos poderem acompanhar o II Aldeia SESC, começa hoje (13/10/2010), a 6ª Edição do Festival Nacional de Teatro “Cidade de Vitória”. E não poderia começar de melhor forma, pois as 12h00, na Praça Costa Pereira, no Centro de Vitória-ES será apresentado o espetáculo de rua “Peroás e Caramurus”, dirigido por Nieve Matos. Mais tarde, no Teatro do SESI, as 19h00, será apresentado o espetáculo “Descalça?”, do Grupo de Teatro Beta HCG Positivo, com direção de Fernando Marques. As 20h00, no Teatro Galpão, apresenta-se a peça “A Idade da Ameixa”, da Cangaral Produções Artísticas, com direção de Guilherme Leme, e no Teatro José Carlos de Oliveira, no Centro Cultural Carmélia Maria de Souza, no mesmo horário, se apresenta o espetáculo venezuelano “A Insólita Cozinha de Leonardo Da Vinci”, da companhia Teatro del Contrajuego, com direção de Orlando Arocha. Abaixo seguem mais informações sobre cada espetáculo para você mehlro se organizar. Lembrando que a entrada é franca, então precisa comparecer na bilheteria do teatro que você escolher as 13h00, para retirada do ingresso (com recomendações que apareçam antes para retirada do ingresso), que só poderá ser fornecido um para cada pessoa, com exceções das apresentações em rua, que é só chegar para assistir. E aqueles que quiserem curtir um pouco mais, após a apresentação do espetáculo “A Insólita Cozinha de Leonardo Da Vinci”, acontecerá um debate com o diretor do espetáculo Orlando Arocha e após o espetáculo “A Idade da Ameixa”, vocês poderão curtir um debate com os atores Ilvio Amaral e Maurício Ganguçu. Os homenageados dessa edição são os atores José Augusto Loureiro e Ednardo Pinheiro. José Augusto Loureiro, além de atuar e dirigir, é o dono do Teatro Galpão, um dos mais antigos teatro independentes da capital, e Ednardo Pinheiro, é ator e já trabalhou como professor na Escola de Teatro, Dança e Música FAFI. Espero que todos tenham bons espetáculos!

cartaz (2) Peça: Peroás e Caramurus – Uma Saga da Ilha / ES

Local: Pça. Costa Pereira, Centro

Horário: 12h00 Duração: 50min

Direção: Nieve Matos

Classificação: Livre

Sinopse

Peroás e Caramurus – Uma Saga da Ilha conta a história do furto da imagem de São Benedito, de como ela foi retirada do Convento São Francisco e levada até a Igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos; das peripécias dos envolvidos pelas ruas do centro de Vitória; do surgimento de duas irmandades religiosas: os Peroás e os Caramurus; e de como a rivalidade entre elas influenciou e dividiu a vida política e social do Espírito Santo durante mais de um século.

Apesar de ser um fato real ocorrido na Capital capixaba, o espetáculo tem uma linguagem universal e atemporal. Conta a história de pessoas comuns e seus conflitos sociais na disputa hierárquica do dia-a-dia.

Ficha técnica

Direção: Nieve Matos

Dramaturgia e Produção: Saulo Ribeiro

Direção Musical: Edivan Freitas

Elenco: Cleverson Guerrera, Fabrícia Dias, Josué Fernandes, Luíza Vitório, Max Goldner, Nícolas Corres Lopes, Roberta Portela, Vanessa Biffon.

efilipeta2 Peça: Descalça? / ES

Local: Teatro do SESI, Jardim da Penha

Horário: 19h00 Duração: 40min

Direção: Fernando Marques

Grupo de Teatro Beta HCG Positivo

Público: 300 pessoas

Sinopse

“Não se nasce mulher: torna-se”. A famosa frase de Simone de Beauvoir não resume este espetáculo, mas serve bem para apontar um de seus pontos cruciais. Sem dúvida, na construção da mulher, a relação mãe / filha é fundamental. E é justamente o feminino – sua construção, seu lugar no mundo, sua condição –, a partir dessa relação, o que o trabalho aborda. Nunca num viés determinista em que a mulher mãe e a educação que dela provém fazem a mulher filha, mas na perspectiva de que a interação entre as duas é constitutiva de ambas. Para tanto, a psicanálise, a literatura e relatos pessoais foram tomados como referência.

Ficha técnica

Direção: Aline Ferraz e Fernando Marques

Dramaturgia: Fernando Marques

Elenco: Telma Smith e Lorena Campoi

Produção: Telma Smith e Lorena Campoi

Preparação Corporal: Francina Flores

Cenário, Figurino e Adereços: Francina Flores

Concepção de Luz: Carla van den Bergen

Designer Gráfico: Fernando Marques

A idade da Ameixa Peça: A Idade da Ameixa / MG

Local: Teatro Galpão

Horário: 20h00 Duração: 1h10

Direção: Guilherme Leme

Cangaral Produções Artísticas

Público: 225 pessoas

Classificação: 12 anos

Sinopse

Um casarão antigo. No quintal, uma grande ameixeira que serve de fio condutor para as mulheres de uma mesma família: uma metáfora do tempo. Com diálogos poéticos e citações com pitadas de humor, A idade da ameixa revela a personalidade de nove mulheres de gerações distintas. Um pé de ameixa na casa onde a avó produz um vinho feito da fruta acaba se transformando no elemento central para as definições da vida delas: a morte se relaciona com as ameixas apodrecidas e a juventude com as maduras, que aos poucos perdem a sua forma perfeita. Um espetáculo poético, com um texto envolvente sobre o universo feminino e suas contradições. Essa é a história da peça A Idade da Ameixa, escrita pelo premiado autor argentino Arístides Vargas, que traz no elenco os talentosos atores mineiros Ílvio Amaral e Maurício Canguçu, que interpretam personagens com características bem peculiares.

Ficha Técnica

Texto: Arístides Vargas

Direção: Guilherme Leme

Elenco: Ílvio Amaral e Maurício Canguçu

Tradução e Assistente de direção: Orlando Orube

Figurino: Teresa Bruzzi e Alexandre Rousset

Iluminação: Pedro Pederneiras

Cenário: Fernando Velloso

Trilha Sonora Original: Ladstom do Nascimento

Produtor Executivo: Lúcio Botelho

Preparação Corporal: Dudude Herrmann e Heloisa Domingues

foto_da_vinci_2 Peça: A Insólita Cozinha de Leonardo da Vinci / Venezuela

Local: Teatro José Carlos de Oliveira (Centro Cultural Carmélia Maria de Souza)

Horários: 20h Duração: 1h10

Direção: Orlando Arocha

Companhia Teatro Del Contrajuego (Venezuela)

Público: 330 pessoas

Sinopse

"A Insólita Cozinha de Leonardo da Vinci" conta a história do famoso pintor e inventor italiano. Sua inquietude estando toda a vida dividido entre sua pintura e sua maior paixão: a gastronomia. Seu maior desejo era inovar a comida da época e para isto não media esforços construindo enormes aparelhos que supostamente serviriam para criar a "Cozinha ideal". A ação dramática é levada pelo personagem Melzi, discípulo do pintor, que termina de chegar do enterro de Leonardo da Vinci, trazendo consigo a herança que lhe corresponde: os apontamentos de uma cozinha ideal e a misteriosa e inseparável arca de Leonardo.

Melzi nos conta de forma humorística e irônica as tentativas de Leonardo para por em prática seus fabulosos inventos e seus pratos exóticos. Num vai e vem entre a pintura e a cozinha, a obra proporciona com humor refinado e irreverente uma viagem ao Renascimento Italiano e seus costumes, tanto na maravilhosa pintura como na exótica comida da época. Diálogo de contradições, humorístico e dramático que permite entrar no mundo misterioso e ao mesmo tempo quotidiano de um dos grandes nomes da história.

Ficha Técnica

Direção, conceito gráfico e desenho de figurino: Orlando Arocha

Elenco: Ricardo Nortier

Realização do figurino: Raquel Rios

Realização da cenografia: Jesús Barrios

Desenho gráfico: Eduardo Maya

Caracterização: Mona Magalhães

Direção musical: Fernando Roa

Técnico de iluminação e som: Alexandre Manhaes

Produção: Circuito de Arte Contrajuego, Circuito de Arte Cênica (Brasil) e Teatro Del Contrajuego (Venezuela)

terça-feira, 10 de agosto de 2010

Ratimbum, Cia.Boiacá e Cia. Mevitevendo em etapa do Intercâmbio Cênico/PALCO GIRATÓRIO

op É sempre um prazer fazer postagens quando trata-se de mais uma das etapas do Palco Giratório, viso como uma espécie de garantia sobre bons espetáculos a serem prestigiados pelo público capixaba. Eu pelo menos sempre me satisfaço com os produtos que tem vindo  neste projeto de intercâmbio tão funcional!


Desta etapa participam duas Companhias de teatro de animação, a jovem Boiacá da cidade de Vitória e a premiada Mevitevendo de São Paulo, que se apresentam nos dias 13 e 14 de agosto em exibições gratuitas.Também nesta etapa a Ratimbum Produções de Artes marca presença com o espetáculo O Mágico de Nós em exibição para alunos, reforçando a parceria do SESC com a SEDU no dia 12/08.


Abaixo confira mais sobre os espetáculos e programação do Intercâmbio Cênico.
Mas antes agradeço ao querido músico e ator Fraga Ferri da Boiacá pelas  imagens e sinopse do espetáculo!


Espetáculo O Mágico de Nós - Ratimbum

Uma adaptação livre do Mágico de Oz com trilha sonora especialmente composta para o espetáculo da Cia. Ratimbum.A montagem traz elementos das artes circenses.

O Mágico de Nós
SINOPSE:Os personagens são trazidos para os dias atuais e transformados em  crianças carentes. Doroty - uma menina orfã que mora com a tia se sente abandonada, sai de casa e ao percebe  que a situação na rua é bem pior inicia uma busca para voltar para casa. No caminho a garotinha faz grandes amigos e juntos descobrem que não há lugar melhor que o nosso lar!

Saiba mais sobre a Ratimbum : http://www.ratimbum.art.br

FICHA TÉCNICA 
Adaptação de texto e músicas | Taty Moraes
Direção | Elenice Moreira e Taty Moraes
Criação de figurinos | Marina Pessoa
Cenografia | Mauricio Silva
Coreografia | Marcos Konká 
Contra-regra | Alberto Ramos
Camareira | Laudicéia Oliveira
Elenco | Marina Bello, Henrique Leite, Leonardo Ribeiro e Cristina Moreia

Espetáculo Circo e Feitiço - Cia. Boiacá

Ensaio Aberto
O espetáculo que está em processo de construção deverá estrear no mês de setembro e outubro, portanto será apresentado ao público do Intercâmbio Cênico/Palco Giratório um ensaio aberto do espetáculo e em seguida um workshop.

Circo e Feitiço
SINOPSE:No espetáculo a cultura popular nacional é difundida através da linguagem circense e inspirada nas tradições culturais do Espírito Santo. O espetáculo conta com uma banda de congo de fantoches, telões coloridos, cenas circenses homenageando palhaços brasileiros, cinco atores-circenses e tem 50 minutos de duração.
A cultura popular nacional é confrontada com a cultura européia e seus bruxos e duendes. No confronto,rezadeiras,palhaços, paneleiras e congueiros levam a melhor.A pesquisa e constituição da linguagem neste trabalho são desenvolvidas com atividades que unem elementos musicais e cênicos, através de expressões culturais e do imaginário popular, de jogos musicais, pesquisas etnográficas, da oralidade e da corporeidade, canto e dança difundidos principalmente pelos chamados artistas brincantes. Incluímos então a execução de cirandas, toadas, maracatus, cordéis, contos, poesia, congo, jongo e outras formas de expressão como a poesia, contação de história e contos, que servem como ponto de partida para se devolver ao elemento corpóreo e ao imaginário popular, a importância na fruição de uma linguagem que é própria do homem, fruto de sua constituição sócio-cultural.

Workshop sobre TEATRO DE BONECOS será oferecido pela Cia. Boiacá
O workshop promoverá debate com os participantes, direcionando-se a grupos e profissionais de artes cênicas no sentido de incentivar a leitura e a pesquisa acerca dos fatos históricos,culturais e artísticos,  protegendo e divulgado a cultura tradicional popular do Brasil.
Pretende ainda difundir e transmitir conhecimento popular e a técnica do fazer específico da construção de fantoches e interesses específicos  voltados para a composição de espetáculos, como cenografia, adereços, personagens e afins.


FICHA TÉCNICA 
Texto | Nysio Chrisostomo
Direção | Nysio Chrisostomo e Fraga Ferri
Criação de bonecos e cenário | Cia. Boiacá
Direção musical | Fraga Ferri
Trilha sonora | Zé Antônio
Elenco | Monique Rocha, Dieymes Pechincha, Elias de Aquino, Erick Martincues e Fraga Ferri

Espetáculo ZERO - Cia. Mevitevendo

A CIA. MEVITEVENDO (Teatro de Animação), núcleo da Cooperativa Paulista de Teatro desde 1999, surgiu um ano antes, quando Cleber Laguna e Marcia Fernandes, ambos formados em Artes Cênicas pela UFSM, mudaram-se do Rio Grande do Sul para São Paulo. Caracterizada como uma dupla de atores-criadores, tem nas artes visuais e no cinema de animação suas principais fontes de inspiração e referências. Desenvolvendo um modo muito particular de confecção e manipulação, a Companhia já colocou em cena desde pequeninas figuras de papel até uma gigantesca criatura habitada; histórias com início, meio e fim, e outras sem pé nem cabeça; espetáculos com muito texto ou sem palavra alguma; sombras, luvas, objetos e máscaras. Seus bonecos já se apresentaram em cidades de todas as regiões  brasileiras, na Europa e também viraram programa de televisão (TV Cultura e TV Rá-Tim-Bum). A companhia dedica-se exclusivamente ao Teatro de Animação, com o qual desenvolve um trabalho contínuo de pesquisa de linguagem. Seus estudos teóricos e práticos tratam da relação do ator com os bonecos, as máscaras e os objetos – e de tudo que juntos são capazes de criar, sugerir e provocar.
Dona de um imaginário bem próprio e singular, a Companhia é especialista em encenar universos inventados, criar personagens estranhos e buscar naquilo que seria feiúra e esquisitice a beleza de seus espetáculos. A Cia. Mevitevendo acredita que está no irreal e no extracotidiano seu caminho para um teatro mais expressivo e capaz de dialogar ativamente com as mais diferentes questões contemporâneas. 
Saiba mais sobre a Cia. no site: http://www.mevitevendo.com.br/
ZERO
SINOPSE: Caracterizada pela experimentação cênica e por uma particular maneira de pensar e realizar seu teatro, a companhia busca nas artes plásticas, nas HQs e no cinema de animação referências para um trabalho mais rico e expressivo 

ZERO é um lugar estranho, não muito longe daqui. Ali, tudo “quase” existe e nada é verdadeiro. Manivelas fazem o sol e a lua aparecerem e um único botão é capaz de acender um céu de estrelas. Seu governante, o Ilustríssimo Senhor Z, para afastar o tédio, passa os dias lendo lembranças alheias. Desmiolado, perdeu todas as lembranças que tinha e esqueceu que uma vez já foi criança. Neste mundo esquisito tudo é chato e sem graça, até aparecer uma pequenina criatura que voa e canta, de verdade. Mas o pássaro logo é engaiolado e nomeado cantador oficial daquele mundo. 
Um dia, o ambulante Vendedor de Maravilhas aparece com uma engenhoca que bate asas e canta quase tão bem como o pássaro verdadeiro. Rapidamente o rouxinol é substituído pelo bichinho de lata, mas como toda máquina, também enferruja e para. Então, de tristeza, Senhor Z adoece gravemente e recebe uma arrepiante e indesejada visita. Somente alguém poderá salvá-lo, somente um canto será capaz de transformar aquele lugar para sempre.O espetáculo é um conto de fadas contemporâneo que fala de um mundo artificial, onde a máquina dominou tudo e a aparição de um simples pássaro transforma a vida de todos. Falando de opostos como matéria e emoção, velho e novo, arte e máquina, o espetáculo coloca de maneira simples e divertida questões urgentes para a época que vivemos: cada vez mais dependentes de modernos aparelhos interativos e afastados uns dos outros. 
ZERO é livremente inspirado no conto “O Rouxinol e o Imperador” de Hans Christian Andersen. Bonecos, atores e máscaras recriam esse conto de fadas num clima contemporâneo, com atmosfera absurda e lírico estranhamento. A história, que originalmente se passa na China, agora acontece num lugar inventado, onde tudo é de mentira. O imperador da história original transforma-se no melancólico e azedo Senhor Z, um governante arrogante e sem memória, incapaz de lembrar que um dia foi criança. A encenação preserva traços da obra de Andersen, como a crítica ao materialismo, o conflito entre poderosos e humildes e os personagens retratados de forma engraçada e caricatural.  ZERO fala, sobretudo, da necessidade de humanização para reverter o processo que transforma o homem em coisa; da imaginação e da arte como meios de vencer o embrutecimento e de como as coisas mais simples e verdadeiras são capazes de nos encantar e transformar.
A dramaturgia explora o jogo divertido das palavras e a riqueza de imagens e situações. A encenação dá espaço para o público imaginar, deduzir, questionar e surpreender-se. A singularidade plástica e a narrativa cheia de surpresas e movimentos confere novos significados para essa antiga história. A técnica de animação empregada é mista – combinação de diferentes técnicas, dimensões e materiais, além do uso de máscaras e de uma curiosa junção de partes do boneco com partes do corpo do ator. A proposta é criar um espetáculo insólito, onde tema, conteúdo e forma possam desacomodar as percepções e provocar questionamentos.

FICHA TÉCNICA 
Idéia original e texto | Cleber Laguna 
Direção | Cleber Laguna e Marcia Fernandes 
Criação de bonecos, máscaras e cenário | Cleber Laguna 
Criação de figurinos | Cleber Laguna e Marcia Fernandes 
Pesquisa sonora | Marcia Fernandes 
Confecção plástica | Cia. Mevitevendo 
Operador de luz e som | Tarcísio Brum 
Ânima-atores | Marcia Fernandes e Cleber Laguna 
Técnica de animação | Bonecos mistos e máscaras


Serviço:




* Espetáculo O Mágico de Nós
Data:12/08, as 15 horas(exibição  para alunos da SEDU)
Local: Teatro Galpão

* Ensaio aberto do espetáculo Circo e Feitiço e Workshop sobre TEATRO  de BONECOS
Data: 13/08, as 19 horas
Local: Escola de Teatro e Dança Fafi

* Espetáculo ZERO
Data:13/08, as 15 horas(exibição  para alunos da SEDU)
          14/08, as 17 horas
Local: Teatro Galpão

ENTRADA FRANCA !
(Os ingressos devem ser retirados com uma hora de antecedência nas bilheterias dos teatros).



sábado, 31 de julho de 2010

Espetáculo “Rosa Negra” chega a sua última semana

Aí eu me pergunto, por que o que é bom dura tão pouco?

Infelizmente, sábado e domingo (31/07 e 01/08/2010) são as últimas apresentações de “Rosa Negra”. Eu torço para que isso não seja uma verdade, que a peça retorne em algum momento, mas até a informação mais recente que recebi foi essa. Então, se você ainda não teve a oportunidade de ver esse espetáculo escrito e dirigido por Leandro Bacellar, não perca tempo e dirija-se ao Teatro Galpão, no sábado a apresentação é as 20h00 e no domingo as 19h00. A entrada é franca, então chegue uma hora antes para adquirir seu ingresso.

ROSA NEGRA “Rosa Negra” é uma mistura. Existem bruxas, rebeldes bons e canibais, fim de tabus do sexo e sua total entrega ao universo dos prazeres. Um lugar que finda e sob um único governo mundial será explodido para que a vida no planeta seja remanejada para um satélite habitável construído por nós, “homens de bem”. O texto retrata um futuro distante, numa época em que a lenda do cristianismo evoluiu e se transformou na Rosa Negra.

Essa rosa seria a cura de tudo no mundo, do mal dos homens, das impurezas da água, do ar, das intempéries, maremotos, terremotos e vulcões. Essa rosa nasceria Negra, e sugaria todo o mal da terra. Entretanto, só há em todo o planeta um único seguidor dessa “religião”, uma bruxa velha que prega os dizeres dos escritos que ninguém nunca viu ou ouviu falar. Todos sabem que a Rosa é salvação, ainda sim não há nenhum homem na terra que saiba o que é uma rosa a não ser por fotografias... Não se sabe de onde nasceria, se seria um bebê, uma cruz ou um manto. Apenas sabem que ela nascerá de algo puro, e essa pureza é que deve ser encontrada.
Na contramão de todos os acontecimentos, o Parlamento, o tal governo mundial resolve inventar o nascimento dessa Rosa, e impõe o acontecimento da lenda. Mas o clarão no céu e nas águas não foi resolvido, por isso um grupo de rebeldes sai em busca dessa Rosa, sem medo de contrair até a pior peste de todas, que deixa os homens sem raciocínio, leva a loucura e em seguida a morte.

Mas existe uma única saída para tudo isso: o último descendente hebreu precisa se converter e novamente acreditar na rosa negra. Acreditar em Deus. A bruxa seguidora até tenta, mas não consegue. O rapaz é irredutível, está cansado de sofrer com o caos, com os saques dos rebeldes, do perigo eminente e resolve, inclusive, não se rebelar e viver uma vida regrada com base na conduta do parlamento, embarcando para o satélite artificial habitável e deixar que a terra literalmente se exploda.
Todavia, Deus, o senhor de todas as coisas do universo. Decide colocar em prática uma última alternativa para salvar o mundo, já destruído pelas oito guerras mundiais provocadas pelos homens. Decide fazer um acordo com o Diabo. Planejam juntos o nascimento da Rosa, que precisaria acontecer, segundo a lenda, da junção das forças do bem e do mal. Nura e Pecamino, representantes do céu e do inferno acordam que Nogo deverá se purificar em 24 horas, e isso deve acontecer sem nenhuma intervenção de ambos os lados. Apenas o destino poderá lhe prover a redenção.
O mundo fica então nas mãos do mal, Pecamino burla o acordo e resolve tramar com a Morte a ida do rapaz para o inferno, assim satisfaria seu desejo pelo fim de tudo tão adiado pelas forças divinas.

No palco temos Camila Bautz, Cris Mascarenhas, Diego Carneiro, Diogo Reis, Henrique Três, Leandro Bacellar, Letícia Bianchi, Luana Eva, Nívia Carla, Ramon Alcântara, Stace Mayka, Tadeu Schneider, Thiara Pagani e Werlesson Grassi. O espetáculo é uma realização do Grupo Teatro Empório e foi uma das beneficiadas pelo Edital 006/2009 da SECULT.

Bom espetáculo! Agora fiquem com o vídeo do espetáculo “Rosa Negra” - BASTIDORES:

quinta-feira, 22 de julho de 2010

Na Coxia: Ao encontro da “Rosa Negra”

Expressar uma opinião é algo que nem sempre agrada a alguém ou mesmo satisfaz o ego da pessoa. Alguns acham que a expressão de uma palavra tem de ser sempre favorável aos trabalhos que ela realiza, mesmo que você não goste.

Rosa Negra Net 01 Eu convivo com a arte cênico-teatral desde que decidi fazer um curso de teatro na extinta Future Centro de Artes, em 1998, e de lá pra cá tenho visto peças teatrais e espetáculos do mais variados tipos e algumas vezes, desde que criei o blog em 2008, tenho expressado minha opinião (não sou muito aficionado a palavra crítica) sobre essas. Às vezes sou positivo e às vezes não gosto do que vejo. Não sou um especialista, pelo contrário, estou longe disso, mas sei o que me agrada ou não, e definitivamente o espetáculo “Rosa Negra” me agrada.

rosanegra1Não sei se é o formato semi-arena montado no palco do Teatro Galpão, se é a “pichação” em giz na parede do teatro feitas por Kênia Lyra e Iran Tattoo, se são as soluções cênicas para algumas cenas, se são as interpretações ou a iluminação ou a sonoplastia ou o texto cativante e que te prende do começo ao fim, sem cansar. Talvez seja um amalgama dessas coisas, pois eu gostei do que vi. A construção corporal de alguns atores, ficou fantástica, e aplaudo de pé para a atriz – e produtora do espetáculo – Luana Eva, que no entrega um anjo negro com muitas esquisitices, tanto no jeito de andar como no jeito de se portar. O mesmo digo para o ator – e criador dessa peça – Leandro Bacellar, que nos dá um demônio com cacoetes e um tom de voz gutural. Mas como sempre elogios mil para a atriz Nívia Carla, que surge como uma bruxa tensa e que faz você acreditar na sua velhice.

rosanegra9“Rosa Negra” é um espetáculo que foi agraciado – sabiamente – pela SECULT no Edital 006/2009 e está em cartaz no Teatro Galpão, até o dia 01/08/2010, com entrada franca, e talvez só tenha esta temporada (espero que não!). Nele é contada a história da população da Terra que após várias catástrofes e guerras, com a água envenenada, o solo infértil, não produzindo nada, decidiu sair do planeta e habitar um satélite artificial. Aqueles que ainda persistem é uma minoria que crê no nascimento da Rosa Negra, que irá redimir a todos e trazer vida novamente a Terra. Uma profetisa, que conhece bem a história, passa a todos a possibilidade de isso acontecer em breve, mas nem todos creem nela e pretendem abandonar o planeta, antes que ele seja completamente destruído. Enquanto isso, o céu e o inferno duelam para ver que será o vencedor, usando os humanos sobreviventes do planeta como peões de seu jogo.

rosanegra3O texto de Leandro Bacellar tem de tudo um pouco, ele é bíblico, é expressionista, realista, tem um toque de ficção científica e épico, e nos dá muito no que refletir.

rosanegra4As soluções cênicas são todas resolvidas com a iluminação, montada por Thiago Sales, e com um giz, tanto no fundo do palco, quanto durante o espetáculo. O constante duelo travado na peça entre um anjo e um demônio, me levou a lembrar de uma frase que eu trecho que li em um dos livros da autora Anne Rice sobre Deus e o Diabo conversando sobre a humanidade, decidindo que deveria viver e morrer, só que na peça temos uma sensual e mortal Morte, que deliberadamente, trabalho para o demônio.

Existem pontos a melhorar, com certeza, mas nada que comprometa este espetáculo, que demonstra uma força cênica do seu começo até o fim.

rosanegra6Com um trabalho como esse, eu tenho grande orgulho de dizer que sou capixaba e que nossos grupos, nossos atores, dramaturgos, produtores e todos que trabalham na arte “marginal” cênico-teatral do Espírito Santo sabem “fazer teatro”. Só tenho a agradecer ao Grupo Teatro Empório, a Leandro Bacellar, que escreveu essa maravilha de espetáculo, a Luana Eva, que sempre acreditou nos projetos do Leandro, ao grupo de atores que compõem esta maravilha cênica: Ramon Alcântara, Camila Bautz, Letícia Bianchi, Nívia Carla, Diego Carneiro, Werlesson Grassi, Cris Mascarenhas, Stace Mayka, Thiara Pagani, Diogo Reis, Tadeu Schneider e Henrique Três, ao iluminador Thiago Sales, que transformou o mapa de luz mais uma parte do espetáculo, aos artistas gráficos Kênia Lyra e Iran Tattoo, que fizeram de uma parede mais uma parte da cena deste trabalho, e a Diogo Reis, que nos disponibilizou um trailer atraente e único, no qual eu coloco aqui novamente:

Não percam Rosa Negra, em cartaz no Teatro Galpão (em frente ao Wallmart) nos dias 24, 25, 31 de julho e 01 de agosto, nos horários de 20h00 (aos sábados) e 19h00 (aos domingos), com entrada franca. Para evitar perder esse trabalho do Grupo Teatro Empório, compareça ao teatro uma hora antes para a retirada do ingresso e bom espetáculo!