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terça-feira, 22 de abril de 2014

Oficina do Palco Giratório 2014: A preparação do corpo cênico, da Lamira Companhia Cênica

O SESC/ES trás para Vitória a Oficina "A preparação do Corpo Cênico" da Lamira Companhia Cênica (TO). As inscrições iniciaram no dia 16/04/2014 (quarta-feira) e irão até o dia 23/04/2014 (quarta-feira) na Escola Técnica Municipal de Teatro, Dança e Música Fafi, no Centro, em Vitória - ES. Já no dia 27/04/2014 (domingo), às 18h00, na Prainha, em Vila Velha - ES, a companhia tocantinense apresentará o espetáculo "Do Repente". Abaixo mais informações.

PALCO GIRATÓRIO SESC 2014

OFICINA DO PALCO GIRATÓRIO : A PREPARAÇÃO DO CORPO CÊNICO

Esta oficina tem como objetivo proporcionar a vivência e a experiência dos métodos de preparação do elenco da Lamira, transitando por jogos teatrais, exercícios de construção de personagens, preparação do corpo cênico (o estado de jogo), a musicalidade, o ritmo e a coordenação motora aliada a sequência com movimentos.

Ministrante: Lamira Companhia Cênica (TO)
Carga horária: 6 horas-aulas
Público Alvo: atores, bailarinos, artistas e estudantes de artes cênicas em geral
Número de vagas: 20
Local: Escola de Teatro, Dança e Música FAFI
Dia/Horário: 26/04 das 13 h as 19 h (Sábado)
Data de Inscrição: de 16 a 23/04
Resultado da seleção: 24/04

Inscrições: solicitar a Ficha de Inscrição pelo email artescenicas-es@sesc.com.br e enviar preenchida, ou presencialmente na sede do setor de cultura do SESC ES, Rua Misael Pedreira da Silva, 138, Ed. Fecomércio, salas 503/504, Santa Lúcia, Vitória.

Realização: http://www.sesc-es.com.br
Parceria: Escola de Teatro, Dança e Música FAFI / Secretaria Municipal de Cultura / Prefeitura de Vitória
Em tempo:
A Cia Lamira de Tocantins, apresentará o espetáculo DO REPENTE no dia 27/04, na Prainha em Vila Velha as 18 h.

segunda-feira, 24 de junho de 2013

O Blog da Cultura - SESC ES: OFICINA: CORPOS DISPONÍVEIS

OFICINA: CORPOS DISPONÍVEIS


PALCO GIRATÓRIO SESC 2013

LUIS ANTÔNIO GABRIELA

Cia Mungunzá de Teatro



OFICINA: CORPOS DISPONÍVEIS


Proposta: Utilizando exercícios do processo de criação dos seus dois espetáculos, Porque a Criança Cozinha na Polenta e Luis Antonio - Gabriela, a Cia. Mungunzá de Teatro irá compor, juntamente com os participantes, a oficina “Corpos Disponíveis”, no qual a potência do indivíduo é responsável pela ativação do espaço entre arte e vida.


Público-alvo: estudantes de teatro, atores e demais interessados pelo trabalho da Cia. Mungunzá de Teatro.

Ministrantes: Cia. Mungunzá de Teatro

Número máximo de participantes: 20 pessoas


Carga horária: 8h

Local: Casa Má Companhia (Casa dos grupo Z e Repertório)

           Rua:Professor Baltazar,152,Centro de Vitória (Próximo a Catedral)

Dia/horário: 01 e 02/07 (segunda e terça-feira) das 18:00 às 22:00.


FAVOR SOLICITAR FICHA DE INSCRIÇÃO PELO E-MAIL sescesartescenias@gmail.com

ENVIAR FICHA DE INSCRIÇÃO PREENCHIDA PARA O EMAIL sescesartescenicas@gmail.com ATÉ O DIA 27/06/2013 OU ENTREGÁ-LA NO SETOR DE CULTURA DO SESC: Rua Misael Pedreira da Silva, nº138, Salas 503/504, Santa Lucia, Vitória, ES, CEP 29056-230 Tel/Fax 33246113 - 3324-1168.

A LISTA DE SELECIONADOS ESTARÁ NO BLOG A PARTIR DO DIA 28/06/2013. http://culturasesc-es.blogspot.com.br/

Fonte: O Blog da Cultura - SESC ES: OFICINA: CORPOS DISPONÍVEIS

terça-feira, 12 de março de 2013

Palco Giratório 2013: Peça "Simba, O Marujo" se apresenta no Theatro Carlos Gomes

Desde que o SESC Espírito Santo começou a investir na cultura do estado, muitos trabalhos de outras partes do Brasil têm vindo abrilhantar nossos palcos, seja na Escola Técnica Municipal de Teatro, Dança e Música Fafi ou seja no Theatro Carlos Gomes, e em geral esses trabalhos vêm no Projeto Palco Giratório.
O projeto inicia 2013 no estado com a apresentação da Trupe de Truões (MG) que traz uma versão animada em teatro de sombras do personagem Simba o Marujo. As apresentações acontecerão nos dias 15/03/2013 (sexta-feira), as 15h00, fechada para alunos da Secretaria Estadual de Educação (SEDU), e 16/03/2013 (sábado), as 17h00, para o público em geral. Ambas têm entrada franca. Abaixo segue as informações fornecidas a mim pela atriz e difusora cultural do SESC/ES Cultura Colette Dantas. Bom espetáculo para todos!

SIMBA, O MARUJO (MG)
PALCO GIRATÓRIO 2013
SERVIÇO:
Local: Theatro Carlos Gomes, Praça Costa Pereira, Vitória/ES
Dia 15/03 às 15 horas (sessão pré-agendada para alunos da SEDU)
Dia 16/03 às 17 horas (sessão aberta ao público)
Classificação etária: Livre
Duração: 50min
ENTRADA FRANCA
SINOPSE DO ESPETÁCULO:
Simbá é um marujo que se alimenta de aventuras. Sua casa é o mar. Com sua perspicácia consegue se safar de diversas situações adversas, explora reinos fantásticos, enfrenta monstros e descobre novos horizontes. Ele enfrenta ilhas-peixe, aves e serpentes gigantescas, rituais macabros e elefantes inteligentes. Sua paixão pelas peripécias faz com que sua história adquira um tom ciclíco num eterno retorno ao mar.
O espetáculo utiliza-se do recurso do teatro de sombras para contar a história do marujo.
FICHA TÉCNICA:
Texto/concepção: Edson Rocha Braga
Direção: Paulo Merisio
Adaptação e trilha sonora: Trupe de Truões
Elenco:
Amanda Barbosa
Lais Batista
Maria de Maria
Ricardo Augusto
Ronan Vaz
Thiago Xavier Ferreira
Técnicos:
Wesley Melo
Amanda Aloysa
HISTÓRIO DO GRUPO/COMPANHIA:
A Trupe de Truões é fruto da união do diretor Paulo Merisio com um grupo de ex-alunos do curso de Artes Cênicas da Universidade Federal de Uberlândia em 2002. 
No gênero infanto-juvenil apresenta Simbá, o marujo, contemplado com o prêmio Funarte Myriam Muniz de Teatro 2007, o espetáculo também foi premiado em seis categorias pelo 36º Festival Nacional de Teatro de Ponta Grossa/PR em 2008. Circulou por 13 cidades de São Paulo pela Mostra SESI de Teatro Infantil 2009 e participou de outros festivais do Sudeste, Sul e Centro-Oeste do Brasil. Tem também em sua trajetória os espetáculos Os 7 Gatinhos, Rodrigueanas, Rapunzel, Ali Babá e os 40 Ladrões, Aladim e a Lâmpada Maravilhosa, entre outros.
A Trupe se transformou em Associação Trupe de Truões: Instituto de Educação, Pesquisa, Arte, Cultura e Informação, que se consolida como um Ponto de Cultura em Uberlândia – MG, e mantém hoje uma sede chamada Ponto dos Truões, onde são realizadas atividades de pesquisa e criação artística do grupo e de outros artistas da cidade.

quinta-feira, 19 de abril de 2012

Projeto Palco Giratório 2012 apresenta “Pai & Filho” do Maranhão

Palco Giratorio15anosO projeto Palco Giratório do SESC é algo totalmente consolidado e um verdadeiro sucesso em todo o Brasil. E este ano, completando 15 anos de existência, o projeto iniciou as apresentações neste mês de abril de 2012 e trará, pela primeira vez aos palcos brasileiros um trabalho cênico-teatral do Maranhão, “Pai & Filho” da Pequena Companhia de Teatro. Bem, recebi o material do ator Jorge Choairy, que integra a companhia. O espetáculo estreia em Vitória/ES, no Teatro José Carlos de Oliveira, no Centro Cultural Carmélia Maria de Souza, com apresentações nos dias 21 e 22 de abril de 2012 (sábado e domingo), com entrada franca. Abaixo segue o material enviado. Bom espetáculo para todos!

Este ano, pela primeira vez, o Maranhão participa do circuito daquele que pode ser considerado um dos maiores projetos de circulação das artes cênicas no Brasil, o Palco Giratório do SESC, que chega a sua 15º edição. O Estado está sendo representado pela Pequena Companhia de Teatro, que percorre o Brasil com o espetáculo “Pai e Filho”. A Pequena Companhia de Teatro é constituída pelo encenador Marcelo Flecha, a produtora Kátia Lopes e os atores Cláudio Marconcine e Jorge Choairy.

Pai & Filho

cena 01A montagem de “Pai & Filho”, com direção de Marcelo Flecha e atuações de Cláudio Marconcine e Jorge Choairy, é inspirada em “Carta ao Pai” de Franz Kafka e recria com fidelidade o clima de opressão, angústia e claustrofobia presentes na obra do escritor tcheco.

Na peça, um homem aprisionado e oprimido pelo poder do pai, procura enfrentá-lo, mas o discurso se reflete no pai como espelho, retornando para si e afastando a possibilidade da quebra hierárquica familiar para que o diálogo se estabeleça. “São aflições que permeiam as relações de poder patriarcal que querendo ou não repercutem na relação de poder com a sociedade”, explicou Flecha. “A reflexão funciona como um instrumento claro de amadurecimento social, sobre o conflito de gerações e a dependência econômica utilizada no seio familiar como instrumento de poder”, conclui o diretor.

cena 02“Pai & Filho” foi contemplada no prêmio Myriam Muniz de Teatro 2009 para montagem e 2010 para circulação, patrocinado pela FUNARTE, Ministério da Cultura / Governo Federal e com o apoio do SESC. No dia 09 de abril a peça completou dois anos de existência. De acordo com um levantamento realizado pelo próprio grupo no início de abril, antes mesmo de completar seu segundo aniversário, o espetáculo acumulou 56 apresentações.

cenografiaFoi apresentado em 15 teatros e em 08 espaços alternativos. Foram 52 récitas com entrada franca e apenas 04 pagas. Esteve em 20 cidades (Santos e Presidente Prudente (SP); Rio de Janeiro; Belém e Castanhal (PA); Palmas e Porto Nacional (TO); Teresina e Parnaíba (PI); Fortaleza, Sobral e Guaramiranga (CE); Natal e Mossoró (RN); São Luís, Imperatriz, Balsas, Riachão, Santa Inês e Timon (MA). Participou de 09 festivais e mostras (FENTEPP, FNT, Festival Agosto de Teatro, FestLuso, FESTA, Mostra SESC Guajajara de Artes, Festival de Teatro do Rio, Semana do Teatro no Maranhão e VI Festival BNB de Artes Cênicas). Ganhou 08 prêmios SATED - MA (Espetáculo, Direção, Texto, Ator, Produção, Figurino e Cenário). Foi visto por 3.452 pessoas.

A partir do dia 05 de abril Pai & Filho iniciou, em Fortaleza, a circulação pelo Palco Giratório. Serão 30 cidades no extenso mapa de circulação dessa pequena grande companhia.

No Palco Giratório, além do espetáculo teatral, o grupo ministra as oficinas “O Quadro de Antagônicos como instrumento de treinamento para o ator” e “Do épico ao dramático: a transposição de gêneros como instrumento de confecção de dramaturgia”. A oficina “Quadro de antagônicos” foi realizada em doze cidades de seis estados do norte e nordeste do país quando ocorreu a circulação pelo Prêmio Myriam Muniz de Teatro 2010. Os integrantes contam que a experiência de ministrar a oficina foi instigante e os auxiliou a perceber como as pessoas compreendem o processo de formação do espetáculo.

“Uma gama significativa de pessoas demonstrou claro entendimento do nosso “sistema”, dialogando, discutindo e encontrando referenciais para que a troca fosse o mais fértil possível”, diz Marcelo Flecha.

Segundo os atores, o principal objetivo da oficina é democratizar o caminho da criação e produção teatral. “Quantas vezes vi um espetáculo e fiquei morrendo de vontade de saber como eles conseguiram aquilo? Aquele prazer de ir além da observação e conhecer os meandros da construção. Por isso insistimos nos debates e nas oficinas, para que os mais curiosos encontrem um espaço para poder dialogar. Não podemos obrigar os outros a nos mostrar como fazem, mas podemos mostrar para os outros como fazemos”, esclarece Marcelo.

Os espetáculos da Companhia maranhense são desenvolvidos para dispensar os recursos técnicos oferecidos pelos os espaços das apresentações. Elementos como cenário, iluminação artesanal e sonoplastia estão incluídos nas encenações e tornam a peça adaptável a qualquer palco.

A Pequena Companhia de Teatro no mapa do Brasil – Palco Giratório 2012.

05 de abril - Fortaleza /CE (Teatro Emiliano Queiroz - SESC)

08 de abril - Maceió /AL (Teatro Jofre Soares – SESC Centro)

12 de abril - Teotônio Vilela /AL (SESC Ler)

15 de abril - Palmeira dos Índios /AL (SESC Ler)

17 de abril - Arapiraca /AL

21 e 22 de abril - Vitória /ES (Teatro José Carlos de Oliveira - Centro Cultural Carmélia) – 19h Entrada Franca.

24 de abril - Rio de Janeiro /RJ (Teatro Escola SESC/Jacarepaguá)

27 de abril - Caxias do Sul /RS (Teatro do SESC)

28 de abril - Passo Fundo /RS (Teatro SESC)

29 de abril - Ijuí /RS (Teatro SESC/ Centro)

02 de maio - Santa Maria /RS (Theatro Treze de Maio)

04 e 05 de maio - Porto Alegre /RS (Teatro SESC/ Centro)

08 de maio - Cuiabá /MT

11 de maio – Rio de Janeiro/RJ (Teatro Escola SESC/Jacarepaguá)

15 de maio - Feira de Santana /BA

17 e 18 de maio - Recife /PE (Teatro Marco Camarotti)

21 de maio - Macapá /AP

25 de maio - São João do Meriti /RJ

03 de junho - Blumenau /SC

04 de junho - Itajaí /SC

06 de junho - Tubarão /SC

09 de junho - Paranavaí /PR

09 de agosto - Curitiba /PR (SESC da Esquina)

11 e 12 de agosto - São Paulo /SP

14 de agosto - Belo Horizonte /MG

14 de setembro - Porto Velho /RO

26 de setembro - Florianópolis /SC

16 de outubro - Rio do Sul /SC

18 de outubro - Lages /SC

20 de outubro - Chapecó /SC

03 de novembro - Itapecuru Mirim /MA (SESC Itapecuru)

06 de novembro - Caxias /MA (SESC Caxias)

Mais informações:

(98) 8133 2172 – Kátia Lopes

(98) 8171 0108 – Jorge Choairy

pequenacompanhiadeteatro@hotmail.com

contato@pequenacompanhiadeteatro.com

http://pequenacompanhiadeteatro.blogspot.com.br/

http://g.co/maps/brvnj

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Cia. Amok de Teatro inicia o Palco Giratório 2012 em Vitória

Não demorou muito e já começou a movimentação teatral por parte do SESC Cultura, através do Palco Giratório.
O diretor Wilson Coelho me passou o material do Cia. Amok de Teatro que estará com uma oficina de improvisação com máscaras balinesas e dois trabalhos teatrais deles, “O Dragão” e “Cartas de Rodez”. O Amok estará em Vitória a partir do dia 21 de janeiro de 2012 (sábado), no Theatro Carlos Gomes, apresentando suas peças, e encerra com a oficina em 23/01/2012 (segunda-feira) na Escola de Teatro,Dança e Música FAFI. Segue abaixo o material de divulgação que Wilson Coelho me passou. Bom espetáculo para todos!
CIA AMOK DE TEATRO NO PALCO GIRATÓRIO DO SESC
1A Companhia carioca de teatro AMOK, coordenada pelo francês Stephane Brodt e pela brasileira Ana Teixeira, apresenta dois espetáculos no Theatro Carlos Gomes no mês de janeiro em Vitória, dentro da programação do Projeto do SESC PALCO GIRATÓRIO.
Além dos espetáculos, o diretor da Companhia AMOK ministra a OFICINA Improvisação com Máscaras Balinesas na Escola de Teatro, Dança e Música FAFI, e participa de um PENSAMENTO GIRATÓRIO sobre Antonin Artaud, juntamente com o Diretor de Teatro Wilson Coelho.
AMOK TEATRO
Em 1998, a brasileira Ana Teixeira e o francês Stephane Brodt fundam no Brasil a Cia Amok Teatro.
Durante seus 12 anos, as criações do grupo tiveram um grande reconhecimento da crítica e do público e receberam inúmeros prêmios e indicações: Cartas de Rodez,1998: prêmio Shell de melhor ator e melhor direção; Mambembe de melhor espetáculo e indicação pela direção. O Carrasco, 2001: prêmio Governo do Estado do RJ de melhor espetáculo; indicação ao Shell pela maquiagem e figurino. Macbeth, 2004: indicação ao Shell de figurino e ao BR de Qualidade de melhor ator; selecionado pelo O Globo entre os melhores espetáculos do ano. Savina, 2006: indicação ao Shell pelo figurino. O Dragão, 2008: indicação ao Quem de melhor ator e melhor atriz e eleito pelo O Globo entre as melhores peças do ano. Kabul, 2009: prêmio APTR pela música.
Em 2003, o grupo inaugura a sua sede no Rio de Janeiro, a Casa do Amok, um laboratório de investigação cênica, onde treinamento, criação e reflexão são indissociáveis.
O DRAGÃO
prog_dragaoO Dragão é uma criação sobre o tema da guerra, a partir de fatos e depoimentos reais de um trágico conflito travado no coração do Oriente Médio. Através do olhar de quatro personagens - dois palestinos e dois israelenses – o Amok Teatro pretende abordar a intimidade da dor infligida pela guerra quebrando a visão distanciada da mídia e da análise dos especialistas que apresentam os fatos, para fazer surgir personagens e testemunhos de destinos confiscados pelo horror.
É um espetáculo sobre o diálogo, a paz e a possibilidade de encontrar atrás da crueldade e da violência uma real humanidade.
O Dragão estreou em 2008 e foi selecionado entre os dez melhores espetáculos do ano pelo jornal carioca O Globo.
Ficha Técnica
Direção: Ana Teixeira
Montagem do texto: Ana Teixeira e Stephane Brodt
Elenco: Stephane Brodt, Fabianna de Mello e Souza, Kely Brito e Bruce Araujo
Música: Beto Lemos em alternância com Marcelo Müller (tocando: alaúde, darbuka, bodhran e viola de gamba)
Assistente de direção: Kely Brito
Iluminação:     Renato Machado
Figurino: Stephane Brodt
Cenário: Ana Teixeira
Costureira: Dora Pinheiro
Professora de árabe: Samaher Omran Muhmed
Professora de hebraico: Miriam Weitzman
Operação de luz: Rodrigo Maciel
Fotografia: Fernanda Ramos
Produção: Erick Ferraz
Classificação etária: 12 anos
Duração: 1h20
CARTAS DE RODEZ
prog_cartas_de_rodezO espetáculo Cartas de Rodez é uma seleção de cartas do ator, poeta e dramaturgo francês Antonin Artaud à seu psiquiatra, Doutor Ferdière, durante o período em que esteve internado como louco no manicômio de Rodez, de 1943 a 1946.
As cartas são um diálogo desesperado de Artaud com seu médico e, através dele, com toda a sociedade.
No espetáculo, não procuramos imitar Artaud nem nos separar completamente dele. Trata-se de uma transposição para a cena do poeta e de sua situação.
A construção deste espetáculo nos levou a estabelecer um diálogo teatral entre Antonin Artaud e Etienne Decroux: dois homens pertencentes à mesma geração, que romperam com seus predecessores e fundaram o trabalho do ator sobre uma ciência precisa e rigorosa do corpo. Quisemos confrontar suas pesquisas, suas visões, imaginar o ator como um hieróglifo animado, desenhando o espaço com seus gestos e golpeando forte o ar com o sopro.
Cartas de Rodez estreou em 1998 no Instituto Philipe Pinel no Rio de Janeiro e recebeu o prêmio Shell de Teatro de melhor direção para Ana Teixeira e melhor ator para Stephane Brodt.
O espetáculo recebeu também o prêmio Mambembe de melhor espetáculo, além da indicação de melhor direção para Ana Teixeira.
Ficha Técnica:
Autor: Antonin Artaud
Tradução: Lilian Escorel
Adaptação: Ana Teixeira e Stephane Brodt
Direção: Ana Teixeira
Elenco: Stephane Brodt
Figurinos: Amok Teatro
Cenário: Ana Teixeira
Iluminação: Wilson Reiz e Stephane Brodt
Música: Charles Ives e Shostakovich
Classificação etária: 12 anos
Duração: 55 min
OFICINA IMPROVISAÇÃO COM MÁSCARAS BALINESAS
A oficina de Improvisação com Máscaras Balinesas visa levar o ator ao “estado de improvisação” tendo como suporte o recurso da máscara tradicional. A oficina procura levar o aluno a compreender os princípios do teatro bruto através da experiência prática e da observação.
Resumo dos conteúdos que serão ministrados:
- Características fundamentais da máscara tradicional, a especificidade da máscara balinesa.
- Do contador ao ator: trabalho sobre os princípios da narração e do desenvolvimento da imaginação verbal a partir da prática do contador de história.
- Improvisação com máscaras no espaço: a partir de um tema geral, preparação de canevas, trabalho sobre as “entradas” e sobre a noção de “estado”.
- Construção do espaço vazio.
Carga horária: 8 horas-aulas (incluindo a participação no Pensamento Giratório).
Público alvo: atores, diretores, estudantes de teatro.
Pré-requisito: experiência anterior mínima de 1 (um) ano com teatro (cursos, espetáculos)
Profissional Responsável: Stephane Brodt (diretor e ator do Amok Teatro).
Curriculum Vitae:
Após uma formação clássica no Teatro - Escola Catherine Brieux (Comédie Française), Stephane Brodt estuda na Escola Internacional do Mimodrama de Paris - Marcel Marceau e na Escola de Mímica Corporal Dramática de Paris onde trabalha a técnica de Etienne Decroux. Em 1991, ingressa na Cia Théâtre du Soleil, e sob a direção de Arianne Mnouchkine participa dos espetáculos “Iphigenie”, “Agamemnon”, “Les Eumenides” entre outros. Entre 1991 e 1997, passa várias temporadas em Bali estudando com mestres diferentes estilos de Topeng (teatro tradicional de máscaras) e escultura de máscaras. Em 1994, funda na França o Toko Teatro e dirige o espetáculo “Conteurs”. Em 1998, funda com Ana Teixeira a Cia Amok Teatro no Rio de Janeiro. Com o monólogo “Cartas de Rodez” (1998) recebe o Prêmio Shell de Melhor Ator. Em 2003, com “Macbeth”, de Shakespeare, interpreta o papel título. Em 2008, com o “O Dragão”, é indicado ao Prêmio Quem de Melhor Ator. Atualmente é curador do ECUM - Encontro Mundial das Artes Cênicas.
PENSAMENTO GIRATÓRIO
Palestra seguida de debate com o público sobre o tema: Antonin Artaud.
Aberto ao público em geral, mas especialmente dirigido aos artistas de teatro.
Debatedores: Cia Amok e Wilson Coelho
Dia 23/01/12,das 18h às 20h, na Escola de Teatro, Dança e Música FAFI
SERVIÇO
ESPETÁCULOS:
O Dragão – dia 21/01/12
Cartas de Rodez – dia 22/01/12
Local: Theatro Carlos Gomes, Vitória, ES
OFICINA IMPROVISAÇÃO COM MÁSCARAS BALINESAS
Dia: 23/01/12
Local: Escola de Teatro e Dança FAFI
Horário: 10:00 as 16:00
INSCRIÇÕES de 11/12/12 à 18/01/12,
Presencialmente na Escola de Teatro, Dança e Música; ou através do envio da ficha de inscrição para o email: artescenicas-es@es.sesc.com.br
Resultado da seleção no dia 19/01/12 na FAFI e no blog do SESC Cultura
INFORMAÇÕES pelo telefone: (27) 33241168
http://culturasesc-es.blogspot.com/
www.sesc-es.com.br

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Programação do III Aldeia SESC está no blog

bannermaior Este ano o SESC Cultura ES tomou a iniciativa de criar seu próprio blog para a divulgação do Aldeia SESC de Teatro e Dança. Diferente das edições anteriores, a mostra trará também espetáculos de dança, ampliando ainda mais o alcance cultural do evento.

O Aldeis SESC deste ano acontecerá nos dias 30 e 31 de julho de 2011 (sábado e domingo) e de 01 a 13 de agosto de 2011, nos Theatro Carlos Gomes e Teatro José Carlos de Oliveira, no Centro Cultural Carmélia Maria de Souza (que também terá seu Hall de entrada e espaço externo servindo à mostra), no Triângulo das Bermudas, na Praia do Canto, nas Praça Costa Pereira, no Centro, Praça Misael Penna, no Parque Moscoso e Praça Regina Frigieri Furno, em Jardim da Penha, no Espaço Coletivo Folgazões e Repertório e no Campus da UVV, em Vila Velha. As peças que integram a programação são: SÃO PEDRO OS IRMÃOS E A SERPENTE (Grupo Vira-Lata e Companhia Folgazões/ES), REBU (Cia Teatro Independente/RJ), BUNDA E PROGRESSO (Cia Urucum/ES), BERNARDA, POR DETRÁS DAS PAREDES (Cia Repertório/ES), De Dentro (Qualquer Um dos Dois Cia de Dança/PE), Cia Dita (CE), FUÁ (Cia de Dança do SESC Petrolina/PE), INCESSANTEMENTE (Grupo Z de Teatro e Dança/ES), O DRAMA DE ORFEU (Companhia Circo Teatro Capixaba/ES), DE-VIR (Cia Dita (Dança)/CE), DESTERRADOS (Cia Maria Alice Quintella/ES), A ORDINÁRIA (Grupo Empório/ES), A MEGERA DOMADA (Grupo Gota, Pó e Poeira/ES), ROSEIRAL (Cia Ingrid Mendonça (Dança)), HÁ JUDAS PARA MALHAR (Cia Folgazões de Teatro/ES), NÃO TE ABANDONO MAIS, MORRO CONTIGO (Cia Mitzi Marzzuti (Dança)/ES), INABITÁVEIS (Cia de Dança In Pares/ES), LÁ SE VAI (Homem Cia de Dança/ES), SOMOS DEZ EM AÇÃO (Cia Somos Dez), Dentro Fora (Cia In-Co-Mo-De-Te/RS), Cia In-Co-Mo-De-Te (RS), A CAIXA DE BONIFÁCIA (Cia Ingrid Mendonça (Dança)), A TECELÃ (Cia Caixa do Elefante/RS), SUPER NANNY (Balé da Ilha), LEVE (Coletivo Lugar Comum (Dança)/PE), ESSÊNCIA FLAMENCA (Cia Alma Andaluza/ES) e O BURGUÊS RIDÍCULO (Grupo ASTECA/ES). Alguns dos espetáculos participarão do Palco Giratório e outros serão intervenções cênicas, mas o Aldeia SESC permanecerá com as refelxões cênicas, que serve para se debater os trabalhos que estarão em cartaz, além com o Pensamento Giratório e OVERDOZE, que acontece no último dia de mostra e traz performances, cenas, esquetes, leituras dramáticas, filmes, música, gastronomia e muito mais. Acontecerão também oficinas durante todo festival, que serão ministradas por profissionais da áreas de dança e teatro no Centro Cultural Carmélia Maria de Souza, na Escola de Teatro, Dança e Música Fafi e no Auditório da Secretaria Municipal de Cultura da Prefeitura Municipal de Vitória/ES.

Todas as informações podem ser melhor conferidas no já mencionado blog do SESC Cultura/ES: http://culturasesc-es.blogspot.com/, assim como os interessados nas oficinas, que contarão com CRIAÇÃO, COMPOSIÇÃO E PESQUISA COREOGRÁFICA - "UM SOPRO DE IDÉIAS”, orientada pela dançarina Esther Weitzman, COMPOSIÇÃO PARA MOVIMENTO, com orientação das artistas Maria Agrelli e Renata Muniz, A RECONSTRUÇÃO DO JOGO RITUALÍSTICO NO TEATRO CONTEMPORÂNEO, com a orientadora, a diretora de teatro Herê Aquino, LEITURA DRAMÁTICA – DA PALAVRA À AÇÃO, orientado pelo ator, diretor e professor Vítor Lemos e DINAMICAS PARA A NARRATIVA DE HISTORIAS, cuja orientação fica a cargo da arte-educadora, atriz e produtora cultural Carolina Gracia, podem adquirir a Ficha de Inscrição, também no blog.

quarta-feira, 23 de março de 2011

Palco Giratório 2011: Oficina de Teatro de Bonecos com a Cia. Polichinelo de Teatro de Bonecos (SP) na FAFI

PalcoGiratorio2011 O SESC, como sempre, nos traz oficinas que mostram o quão brilhante o teatro pode ser. Desta vez, o Projeto Palco Giratório 2011 trará a Vitória-ES a Cia. Polichinelo de Teatro de Bonecos.

A companhia foi fundada em 1997 e está sediada na cidade de Araraquara – SP. Tem no seu repertório trabalhos como os infantis “João e Maria”, “A Verdadeira História do Lobo Mau”, “Frankenstein” e o adulto “O Show de Dolores Borba”. Sua importância na cultura brasileira é tanta que já participou da Mostra SESI de Teatro de Bonecos, a Mostra SESC de Artes, o Ciclo Multicultural do Centro da Cultura Judaica, também participou do Festival Internacional de Títeres de Bengala e do Festival de los Vecinos de Cantaura, ambos na Venezuela.

Agora eles chegam em Vitória – ES estarão dando oficina na Escola de Teatro, Dança e Música FAFI no dia 02/04/2011 (sábado). As inscrições para a oficina se iniciam hoje (23/03/2011) e encerram no dia 30/03/2011 (quarta-feira), sendo que são somente 25 vagas para a oficina. A Ficha de Inscrição pode ser adquirida aqui ou podem pedir ao blog ou podem pedir ao SESC Cultura pelo e-mail: artescenicas-es@es.sesc.com.br. As fichas devem ser enviada para este mesmo e-mail até o dia 30/03 e os resultados sairão no dia 31/03/2011 (quinta-feira). Abaixo seguem mais informações. Boa sorte a todos!

OFICINA DE TEATRO DE BONECOS DO PALCO GIRATÓRIO - SESC/ES

A percepção do gesto no teatro de animação - a prática da Cia. Polichinelo de Teatro de Bonecos (SP)

Serviço:

Data: 02/04/11 (sábado)

Horário: 9 às 13h e 14 às 18h

Público alvo: atores, bonequeiros, professores, pessoas que desenvolvem trabalhos com teatro de bonecos.

Local: Escola de Teatro e Dança FAFI

Número de vagas: 25

Inscrições: de 23/03/2011 a 30/03/2011, na Escola de Teatro e Dança FAFI, ou através do envio da Ficha de Inscrição (em anexo) para o email: artescenicas-es@es.sesc.com.br

Critérios de seleção (por ordem de importância): Experiência anterior com teatro de bonecos, experiência em teatro, ordem de inscrição.

Resultado da seleção: 31/03/2011 na Escola de Teatro e Dança FAFI e na sede do setor de cultura do SESC/ES

Materiais: O aluno selecionado deverá levar retalhos de tecidos diversos.

Informações: 33241168

Sinopse

Esta oficina se propõe a expor o processo de trabalho da Cia Polichinelo, através de exercícios que possibilitem uma maior consciência corporal do ator quando da manipulação dos títeres. Através de jogos e exercícios físicos, o ator é levado a criar situações com títeres simples que servirão para estudo posterior.

Cia Polichinelo de Teatro de Bonecos

cia.polichineloFundada em janeiro de 1997, a Cia Polichinelo nasceu com o objetivo de aprofundar-se na pesquisa e na prática do teatro de bonecos.

Desde então, ela está sob a direção de seu fundador, o ator e diretor Márcio Pontes, que sempre teve pelos bonecos uma grande paixão. Nesses 10 anos de trabalho ininterrupto (fato não muito comum na área artística) a Cia Polichinelo produziu mais de 25 trabalhos, incluindo espetáculos, contações de histórias e performances artísticas que foram apresentadas por todo o estado Paulista.

Hoje, o Polichinelo possui cerca de seis espetáculos em repertório e desdobra-se para levar seus trabalhos a várias cidades, escolas, órgãos culturais, entre outros espaços ávidos pela presença forte e marcante de suas montagens.

Hoje, a Cia Polichinelo continua desenvolvendo sua pesquisa e caminha sólida em seu objetivo - ser uma cia. que se predispõe a difundir o teatro de bonecos, fomentando novas iniciativas nesse contexto e contribuindo para o desenvolvimento da cultura.

Realização: SESC/ES

Parceria: Escola de Teatro FAFI/SEMC/PMV

terça-feira, 10 de agosto de 2010

Ratimbum, Cia.Boiacá e Cia. Mevitevendo em etapa do Intercâmbio Cênico/PALCO GIRATÓRIO

op É sempre um prazer fazer postagens quando trata-se de mais uma das etapas do Palco Giratório, viso como uma espécie de garantia sobre bons espetáculos a serem prestigiados pelo público capixaba. Eu pelo menos sempre me satisfaço com os produtos que tem vindo  neste projeto de intercâmbio tão funcional!


Desta etapa participam duas Companhias de teatro de animação, a jovem Boiacá da cidade de Vitória e a premiada Mevitevendo de São Paulo, que se apresentam nos dias 13 e 14 de agosto em exibições gratuitas.Também nesta etapa a Ratimbum Produções de Artes marca presença com o espetáculo O Mágico de Nós em exibição para alunos, reforçando a parceria do SESC com a SEDU no dia 12/08.


Abaixo confira mais sobre os espetáculos e programação do Intercâmbio Cênico.
Mas antes agradeço ao querido músico e ator Fraga Ferri da Boiacá pelas  imagens e sinopse do espetáculo!


Espetáculo O Mágico de Nós - Ratimbum

Uma adaptação livre do Mágico de Oz com trilha sonora especialmente composta para o espetáculo da Cia. Ratimbum.A montagem traz elementos das artes circenses.

O Mágico de Nós
SINOPSE:Os personagens são trazidos para os dias atuais e transformados em  crianças carentes. Doroty - uma menina orfã que mora com a tia se sente abandonada, sai de casa e ao percebe  que a situação na rua é bem pior inicia uma busca para voltar para casa. No caminho a garotinha faz grandes amigos e juntos descobrem que não há lugar melhor que o nosso lar!

Saiba mais sobre a Ratimbum : http://www.ratimbum.art.br

FICHA TÉCNICA 
Adaptação de texto e músicas | Taty Moraes
Direção | Elenice Moreira e Taty Moraes
Criação de figurinos | Marina Pessoa
Cenografia | Mauricio Silva
Coreografia | Marcos Konká 
Contra-regra | Alberto Ramos
Camareira | Laudicéia Oliveira
Elenco | Marina Bello, Henrique Leite, Leonardo Ribeiro e Cristina Moreia

Espetáculo Circo e Feitiço - Cia. Boiacá

Ensaio Aberto
O espetáculo que está em processo de construção deverá estrear no mês de setembro e outubro, portanto será apresentado ao público do Intercâmbio Cênico/Palco Giratório um ensaio aberto do espetáculo e em seguida um workshop.

Circo e Feitiço
SINOPSE:No espetáculo a cultura popular nacional é difundida através da linguagem circense e inspirada nas tradições culturais do Espírito Santo. O espetáculo conta com uma banda de congo de fantoches, telões coloridos, cenas circenses homenageando palhaços brasileiros, cinco atores-circenses e tem 50 minutos de duração.
A cultura popular nacional é confrontada com a cultura européia e seus bruxos e duendes. No confronto,rezadeiras,palhaços, paneleiras e congueiros levam a melhor.A pesquisa e constituição da linguagem neste trabalho são desenvolvidas com atividades que unem elementos musicais e cênicos, através de expressões culturais e do imaginário popular, de jogos musicais, pesquisas etnográficas, da oralidade e da corporeidade, canto e dança difundidos principalmente pelos chamados artistas brincantes. Incluímos então a execução de cirandas, toadas, maracatus, cordéis, contos, poesia, congo, jongo e outras formas de expressão como a poesia, contação de história e contos, que servem como ponto de partida para se devolver ao elemento corpóreo e ao imaginário popular, a importância na fruição de uma linguagem que é própria do homem, fruto de sua constituição sócio-cultural.

Workshop sobre TEATRO DE BONECOS será oferecido pela Cia. Boiacá
O workshop promoverá debate com os participantes, direcionando-se a grupos e profissionais de artes cênicas no sentido de incentivar a leitura e a pesquisa acerca dos fatos históricos,culturais e artísticos,  protegendo e divulgado a cultura tradicional popular do Brasil.
Pretende ainda difundir e transmitir conhecimento popular e a técnica do fazer específico da construção de fantoches e interesses específicos  voltados para a composição de espetáculos, como cenografia, adereços, personagens e afins.


FICHA TÉCNICA 
Texto | Nysio Chrisostomo
Direção | Nysio Chrisostomo e Fraga Ferri
Criação de bonecos e cenário | Cia. Boiacá
Direção musical | Fraga Ferri
Trilha sonora | Zé Antônio
Elenco | Monique Rocha, Dieymes Pechincha, Elias de Aquino, Erick Martincues e Fraga Ferri

Espetáculo ZERO - Cia. Mevitevendo

A CIA. MEVITEVENDO (Teatro de Animação), núcleo da Cooperativa Paulista de Teatro desde 1999, surgiu um ano antes, quando Cleber Laguna e Marcia Fernandes, ambos formados em Artes Cênicas pela UFSM, mudaram-se do Rio Grande do Sul para São Paulo. Caracterizada como uma dupla de atores-criadores, tem nas artes visuais e no cinema de animação suas principais fontes de inspiração e referências. Desenvolvendo um modo muito particular de confecção e manipulação, a Companhia já colocou em cena desde pequeninas figuras de papel até uma gigantesca criatura habitada; histórias com início, meio e fim, e outras sem pé nem cabeça; espetáculos com muito texto ou sem palavra alguma; sombras, luvas, objetos e máscaras. Seus bonecos já se apresentaram em cidades de todas as regiões  brasileiras, na Europa e também viraram programa de televisão (TV Cultura e TV Rá-Tim-Bum). A companhia dedica-se exclusivamente ao Teatro de Animação, com o qual desenvolve um trabalho contínuo de pesquisa de linguagem. Seus estudos teóricos e práticos tratam da relação do ator com os bonecos, as máscaras e os objetos – e de tudo que juntos são capazes de criar, sugerir e provocar.
Dona de um imaginário bem próprio e singular, a Companhia é especialista em encenar universos inventados, criar personagens estranhos e buscar naquilo que seria feiúra e esquisitice a beleza de seus espetáculos. A Cia. Mevitevendo acredita que está no irreal e no extracotidiano seu caminho para um teatro mais expressivo e capaz de dialogar ativamente com as mais diferentes questões contemporâneas. 
Saiba mais sobre a Cia. no site: http://www.mevitevendo.com.br/
ZERO
SINOPSE: Caracterizada pela experimentação cênica e por uma particular maneira de pensar e realizar seu teatro, a companhia busca nas artes plásticas, nas HQs e no cinema de animação referências para um trabalho mais rico e expressivo 

ZERO é um lugar estranho, não muito longe daqui. Ali, tudo “quase” existe e nada é verdadeiro. Manivelas fazem o sol e a lua aparecerem e um único botão é capaz de acender um céu de estrelas. Seu governante, o Ilustríssimo Senhor Z, para afastar o tédio, passa os dias lendo lembranças alheias. Desmiolado, perdeu todas as lembranças que tinha e esqueceu que uma vez já foi criança. Neste mundo esquisito tudo é chato e sem graça, até aparecer uma pequenina criatura que voa e canta, de verdade. Mas o pássaro logo é engaiolado e nomeado cantador oficial daquele mundo. 
Um dia, o ambulante Vendedor de Maravilhas aparece com uma engenhoca que bate asas e canta quase tão bem como o pássaro verdadeiro. Rapidamente o rouxinol é substituído pelo bichinho de lata, mas como toda máquina, também enferruja e para. Então, de tristeza, Senhor Z adoece gravemente e recebe uma arrepiante e indesejada visita. Somente alguém poderá salvá-lo, somente um canto será capaz de transformar aquele lugar para sempre.O espetáculo é um conto de fadas contemporâneo que fala de um mundo artificial, onde a máquina dominou tudo e a aparição de um simples pássaro transforma a vida de todos. Falando de opostos como matéria e emoção, velho e novo, arte e máquina, o espetáculo coloca de maneira simples e divertida questões urgentes para a época que vivemos: cada vez mais dependentes de modernos aparelhos interativos e afastados uns dos outros. 
ZERO é livremente inspirado no conto “O Rouxinol e o Imperador” de Hans Christian Andersen. Bonecos, atores e máscaras recriam esse conto de fadas num clima contemporâneo, com atmosfera absurda e lírico estranhamento. A história, que originalmente se passa na China, agora acontece num lugar inventado, onde tudo é de mentira. O imperador da história original transforma-se no melancólico e azedo Senhor Z, um governante arrogante e sem memória, incapaz de lembrar que um dia foi criança. A encenação preserva traços da obra de Andersen, como a crítica ao materialismo, o conflito entre poderosos e humildes e os personagens retratados de forma engraçada e caricatural.  ZERO fala, sobretudo, da necessidade de humanização para reverter o processo que transforma o homem em coisa; da imaginação e da arte como meios de vencer o embrutecimento e de como as coisas mais simples e verdadeiras são capazes de nos encantar e transformar.
A dramaturgia explora o jogo divertido das palavras e a riqueza de imagens e situações. A encenação dá espaço para o público imaginar, deduzir, questionar e surpreender-se. A singularidade plástica e a narrativa cheia de surpresas e movimentos confere novos significados para essa antiga história. A técnica de animação empregada é mista – combinação de diferentes técnicas, dimensões e materiais, além do uso de máscaras e de uma curiosa junção de partes do boneco com partes do corpo do ator. A proposta é criar um espetáculo insólito, onde tema, conteúdo e forma possam desacomodar as percepções e provocar questionamentos.

FICHA TÉCNICA 
Idéia original e texto | Cleber Laguna 
Direção | Cleber Laguna e Marcia Fernandes 
Criação de bonecos, máscaras e cenário | Cleber Laguna 
Criação de figurinos | Cleber Laguna e Marcia Fernandes 
Pesquisa sonora | Marcia Fernandes 
Confecção plástica | Cia. Mevitevendo 
Operador de luz e som | Tarcísio Brum 
Ânima-atores | Marcia Fernandes e Cleber Laguna 
Técnica de animação | Bonecos mistos e máscaras


Serviço:




* Espetáculo O Mágico de Nós
Data:12/08, as 15 horas(exibição  para alunos da SEDU)
Local: Teatro Galpão

* Ensaio aberto do espetáculo Circo e Feitiço e Workshop sobre TEATRO  de BONECOS
Data: 13/08, as 19 horas
Local: Escola de Teatro e Dança Fafi

* Espetáculo ZERO
Data:13/08, as 15 horas(exibição  para alunos da SEDU)
          14/08, as 17 horas
Local: Teatro Galpão

ENTRADA FRANCA !
(Os ingressos devem ser retirados com uma hora de antecedência nas bilheterias dos teatros).



sábado, 24 de outubro de 2009

Oficina: O Intérprete-Criador na Dança Contemporânea – Palco Giratório 2009

fafi-sesces A Escola de Teatro e Dança FAFI, em parceria com o SESC, sempre realiza oficinas e depois conclusões dessas durante a passagem do Projeto Palco Giratório pela capital do Espírito Santo. Na maioria das vezes eu divulgo somente as oficinas de teatro, mas no intuito de uma abrangência mais ampliada e querendo divulgar todas as artes cênicas do nosso estado, hoje vou colocar aqui sobre a Oficina que será oferecida durante a passagem da Índios.com Cia. de Dança, Companhia amazonense que já ganhou muitos prêmios por este Brasil afora e agora chega à Vitória com seu espetáculo “Rito de Passagem” e a oficina acima citada. A oficina abriram inscrição no dia 21/10/2009 (quarta-feira) e ficará aberta até o dia 30/10/2009 (sexta-feira), com inicio agendado para 03/11/2009 (terça-feira), das 08:00 as 18:00, na FAFI. Sem mais delongas, divulgo o material passado a mim pela atriz Colette Dantas.

Palco_Giratorio_2009_logo OFICINA: O INTÉRPRETE-CRIADOR NA DANÇA CONTEMPORÂNEA

PROFESSORA: YARA DOS SANTOS COSTA

ASSISTENTES: ALESSANY NEGREIROS E ROSI ROSA

INSCRIÇÕES: de 21 a 30 de outubro, de 9 às 20 horas

CARGA HORÁRIA: 8 Horas

“Imersa no contexto da dança contemporânea, a oficina busca explorar as potencialidades interpretativas e criativas do corpo que dança.”

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

MOMENTO 1: O INTÉRPRETE

        - Consciência Corporal

ESPAÇO INTERNO

Percepção dos Receptores Exteroceptivos (pele e órgãos dos sentidos)

Percepção dos Receptores Proprioceptivos (músculos, tendões e articulações)

RITMO INTERNO

a.      Percepção do ritmo interno e próprio do aluno;
b.      Percepção musical e o movimento.

        - Noções iniciais do trabalho com o corpo:

Exercícios no chão/centro: Movimentos vibratórios do corpo; Trabalho dos membros superiores e inferiores; Tronco/coluna; Transferência de peso; Balanço e equilíbrio; Giros em diferentes apoios no chão; quedas e recuperação; Pequenos saltos para aquecimento dos pés; Seqüências de locomoção enfatizando o conteúdo da aula, com a participação criativa do aluno;

MOMENTO 2: O CRIADOR

        - Trabalho de Improvisação solo; Improvisação 2 ou mais pessoas utilizando o contato improvisação; Improvisação para organização das células coreográficas para encerramento do curso.

PÚBLICO ALVO

Bailarinos, atores, coreógrafos. (Preferencialmente para quem comprovar experiência)

Faixa etária: Maiores de 14 anos

Espetáculo: Rito de Passagem

Apresentação

A Índios.com Cia de Dança  propõe buscar temáticas e estéticas que desafiem a acomodação nos universos já apreendidos. Em cada iniciativa procura incentivar a pesquisa do movimento, de modo a estimular o senso crítico dos artistas envolvidos no processo, esperando com o produto acabado atingir a comunicação com a sociedade.
Desde 2001 a Índios.com Cia de Dança desenvolve trabalhos combinando a técnica da dança com a técnica de Rapel (descida em cordas na vertical), tiroleza (cabos aéreos dispostos na horizontal), escalada em rede de cordas e tecido circense. A cada nova coreografia existe uma tentativa de  aprofundar a pesquisa e o conhecimento proveniente da relação Dança x Esporte.

Destas experimentações, a Índios.com Cia de Dança objetiva alcançar a classificação de dança contemporânea com suas propostas de trabalhos, entendendo por contemporâneo o movimento não linear, fragmentado, subjetivo, autoral, híbrido, aquele que é pensado no contexto da transgressão de fronteiras.

A Índios.com Cia de Dança foi premiada pelo “Caravana FUNARTE de Circulação Regional-Brasil/Amazônia/MinC (2004)”, “Pequenos Projetos Grandes Idéias- Pessoa Jurídica e Eventos (2005)/SEMC” e “Prêmio Klauss Vianna de Dança 2007”.

Síntese do Espetáculo:

“Rito de Passagem” propõe trabalhar com uma questão regional, porém apresentado numa linguagem universal. Este espetáculo “fala” sobre os mundos transformados da mulher indígena e ao mesmo tempo de todas as mulheres, pois independente da cor da pele, todas mulheres vivem suas mutações, cada uma no seu próprio e único tempo, umas mais lentas, outras mais rápidas, porém imersas num processo rico para observações do corpo e da mente feminina.

Diferente do homem, a mulher aprende a conviver com o período cíclico na sua vida. Antes mesmo da menarca, seu corpo começa a se preparar para a vida adulta, para ser mãe e mostrar ao outro o que é amar sem limites. Ciclos perturbam e alegram seu dia a dia, provocam tensões, equilíbrios e desequílibrios na sua vida. Entretanto a mulher, dona de uma resistência singular, ao mesmo tempo que chora e se deixa levar pela emoção, na sua razão pulsante ela sustenta e semeia o futuro da humanidade.

Ficha Técnica

Espetáculo: Rito de Passagem

Direção Artística / Coreografia:   Yara Costa

Roteiro: Yara Costa e Ricardo Risuenho

Intérprete: Yara Costa

Figurino: Adroaldo Pereira

Confecção de Cenário: Nelson Magli

Vídeo Maker/ Edição de Imagens e som e Operador de Projetores/Montagem de Cenário: Ednaldo Passos

Pesquisa de Trilha Sonora: Yara Costa e Ricardo Risuenho

Operadora de som e imagens: Alessany Negreiros

Projeto de Luz: Ricardo Risuenho e Yara Costa

Assistente de Palco: Rosi Rosa

Duração do Espetáculo: 40 minutos

Argumento do Espetáculo

“Assim como nos mitos, os seres mutantes recriam o tempo e o espaço, num plano virtual, sem rupturas com o contexto físico circundante” .[Oliveira, 1995]

“Rito de Passagem” propõe trabalhar com uma questão regional, porém apresentado numa linguagem universal. Este espetáculo “fala” sobre os mundos transformados da mulher indígena e ao mesmo tempo de todas as mulheres, pois independente da cor da pele, todas mulheres vivem suas mutações, cada uma no seu próprio e único tempo, umas mais lentas, outras mais rápidas, porém imersas num processo rico para observações do corpo e da mente feminina.

Fisicamente diferente do homem, a mulher aprende a conviver com o período cíclico na sua vida. Antes mesmo da menarca, seu corpo começa a se preparar para a vida adulta, para ser mãe um dia e mostrar ao outro o que é amar sem limites. Ciclos perturbam e alegram seu dia a dia, provocam tensões e equilíbrio na vida.

Precocemente a mulher indígena é iniciada na vida adulta. Após a primeira menstruação, ela é casada e logo deverá ter filhos, pois o casal deve procriar e construir uma nova família para manter viva a sua sociedade e cultura.

Para a etnia Baniwa do Alto Rio Negro do Amazonas, que é uma das referências utilizadas na elaboração deste projeto, há um rito de iniciação feminina, chamado Ritual de Kuwai. As indígenas Baniwa passam 12 horas em jejum para receber o “Kalidzamai” ou o “benzimento” do Pajé da comunidade, e todas as iniciadas levam surra de “Capethe” ou “Adabi” (uma espécie de chicote de caniço) para entenderem que se desobedecerem os conselhos recebidos e as regras estabelecidas, sentirão muita dor e sofrimento na vida. Suas barrigas são marcadas para sempre com as cicatrizes deixadas pela surra, para que nunca esqueçam do que foi dito na sua passagem de menina para mulher.

No espetáculo “Rito de Passagem” haverá 3 tipos de transformações: a sexual, a corporal e a espiritual. Entre as cenas, propõe-se um diálogo, uma lamentação, um sonho, uma reflexão e uma realimentação da transformação, enfatizando-se o fim e o começo de cada novo ciclo.
Este espetáculo busca valorizar a arte indígena e na cena certamente existirão elementos étnicos dos povos indígenas do Amazonas, tais como cestos e sementes de açaí. A orientação para a montagem da trilha sonora é a utilização de músicas indígenas editadas e uso de alguns efeitos sonoros.

Para maiores informações, ligue: (27) 3381.6921 - 3381.6922

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Programação do I Aldeia SESC “José de Anchieta”

aldeia-sesc-logo Em julho de 2009, iniciavam-se as inscrições para o I Aldeia SESC “José de Anchieta” e saia uma prévia do que seria a programação deste “festival”. Desde que encerraram as inscrições para os trabalhos, locais, eu tenho esperado pela programação oficial. Fezlimente, quando me chegou os dados para as inscrições para as oficinas que acontecerão no decorrer do evento, veio também a programação.

“Então, por que não publicou junto com o edital de inscrição?”, alguns poderiam perguntar. A resposta, porque o edital de inscrição já é grande o bastante, para ainda terem de ler a programação. Com um tempo para digerirem todo o edital das inscrições das oficinas, agora disponibilizo a programação.

As apresentações, tantos dos trabalhos cênicos, quanto das oficinas, debates e outras atividades a mais, acontecerão na Tenda do Aldeia SESC, na Escola de Teatro e Dança FAFI, na UFES, no Teatro Galpão, no espaço da Companhia Folgazões e do Grupo Vira-Lata. Vejam abaixo e se organizem no que desejarem participar. Bom festival a todos!aldeia-sesc

26/09

Sábado

10:00 às 12:00

Praça Costa Pereira/ Rua 7/Rua 13 de maio/ Teatro Glória/Av. Princesa Isabel/Escola de Teatro e Dança FAFI

Cortejo artístico com participação de Folguedos populares e Companhias de Teatro

20:00

Teatro Universitário:

Abertura da I Aldeia ES

Espetáculo 1: A Menina

27/09

Domingo

16:00

Auditório do CEMUNI IV - Centro de Artes da UFES

Mesa redonda sobre Ética e Mercado com: Jose Manoel (PE), Galiana Brasil (PE), Clodoaldo de Arruda (MT)

19:00

20:00

Teatro Universitário

Espetáculo 2: Comeria Eu Carne de Touros?

Espetáculo 3: O Figurante Invisível

28/09

Segunda-feira

8:00 às 12:00

Escola de Teatro e Dança FAFI

Oficinas: Máscaras Balinesas, Música para Atores, Corpo Plural e Processo de Criação de Figurinos

12:00

Em frente à Assembléia Legislativa

Intervenção Cênica Urbana

14:00

Teatro do SESI

Espetáculo 4: O Mágico de Nós

18:00 e

20:00

21:00

Sala de Espetáculos da Escola de Teatro e Dança FAFI

Espetáculo do Palco Giratório “Diário de um Louco” – Grupo de Teatro Lavoura (PB), 2 sessões

Debate com o Grupo Lavoura

29/09

Terça-feira

8:00 às 12:00

Escola de Teatro e Dança FAFI

Oficinas: Máscaras Balinesas, Música para Atores, Corpo Plural e Processo de Criação de Figurinos

8:00 às 17:00

UFES – Centro de Artes

Oficina de Cenografia (Palco Giratório)

12:00

Praça Costa Pereira

Intervenção Cênica Urbana

18:00

Teatro Galpão

Reflexões cênicas I: sobre os espetáculos 1, 2 e 3

20:00

Teatro Galpão

Espetáculo 5: O Grande Circo Ínfimo

30/09

Quarta-feira

8:00 às 12:00

Escola de Teatro e Dança FAFI

Oficinas: Máscaras Balinesas, Música para Atores, Corpo Plural e Processo de Criação de Figurinos

12:00

Centro de Campo Grande / Cariacica

Intervenção Cênica Urbana

12:00

Praça Costa Pereira / Vitória

Espetáculo 6: O Pequeno Circo e outras Criaturas

18:00

Teatro Galpão

Reflexões cênicas II: sobre os espetáculos 4 e 5

20:00

Teatro Galpão

Espetáculo 7: Dinossauros…ou Ainda é Hoje

01/10

Quinta-feira

8:00 às 12:00

Escola de Teatro e Dança FAFI

Oficinas: Máscaras Balinesas, Música para Atores, Corpo Plural e Processo de Criação de Figurinos

12:00

Centro de Vila Velha

Intervenção Cênica Urbana

12:00

Praça Costa Pereira / Vitória

Espetáculo 8: A Incrível Peleja de Zefa e a Morte

18:00

Teatro Galpão

Reflexões cênicas III: sobre os espetáculos 6 e 8

20:00

Teatro Galpão

Espetáculo 9: Cabral, a Esquadra se deu mal

02/10

Sexta-feira

8:00 às 12:00

Escola de Teatro e Dança FAFI

Oficinas: Máscaras Balinesas, Música para Atores, Corpo Plural e Processo de Criação de Figurinos

12:00

UFES – em frente ao RU

Intervenção Cênica Urbana

18:00

Auditório do CEMUNI IV - Centro de Artes da UFES

Reflexões cênicas IV: sobre os espetáculos 7 e 9

20:00

Teatro Universitário

Espetáculo 10: Nosferatu

22:00

Teatro Universitário

Espetáculo 11: O Estranho y o Cavaleiro

03/10

Sábado

9:00 às

21:00

Campus da UFES

Overdoze: doze horas ininterruptas de atividades artísticas

9:00

Tenda

Café Cênico

Apresentações de performances e esquetes cênicas: Grupos Quintal de Teatro e Z de Teatro

10:00

Tenda

SESC Dramaturgia: Leituras em Cena A Capital Federal, com os alunos da Escola de Teatro e Dança FAFI

10:00

Auditório do CEMUNI IV - Centro de Artes da UFES

Apresentação do Resultado das Oficinas: Máscaras Balinesas, Música para Atores, Corpo Plural e Processo de Criação de Figurinos

11:00

Auditório do CEMUNI IV - Centro de Artes da UFES

Reflexões cênicas V: sobre os espetáculos 10 e 11

12:00

Galeria de Arte e Pesquisa UFES

Espetáculo do Palco Giratório: Mangiare – Grupo Pedras (RJ)

14:00

Galeria de Arte e Pesquisa UFES

2ª. Sessão do Mangiare

12:00

Cine Metrópole

Filme: Jogo de Cena

14:00

Cine Metrópole

2ª. Sessão do Filme

15:00

Tenda

Apresentações de performances e esquetes cênicas: Grupos Dinossauros e Rerigtiba

15:00

Auditório do CEMUNI IV - Centro de Artes da UFES

Apresentações de performances e esquetes cênicas: Cias Taruíras Mutantes e A Menina

16:00

Tenda

Apresentações de performances e esquetes cênicas: Cias de Teatro Arautos e Ratimbum

16:00

Auditório do CEMUNI IV - Centro de Artes da UFES

SESC Dramaturgia: Leituras em Cena Dr. Faustus Liga a Luz, com os alunos da Escola de Teatro e Dança FAFI

17:00

Tenda

Espetáculo da Cia Vira-Latas: Crônica da Razão Cômica

18:00

Auditório do CEMUNI IV - Centro de Artes da UFES

Espetáculo do Grupo Trupe Teatral Iá... Pocô!: Os Mendigos e o Pato do Imperador

18:00

Tenda

Apresentações de performances e esquetes cênicas: Cias de Teatro Urgente, Urucum, Circo de Teatro Capixaba

19:00

Tenda

Apresentação de performance da Cia Folgazões de Teatro e Trupe Folguedo Cênico

20:00

Teatro Universitário

Espetáculo “TROIS QUATRE PETITES PIÈCES POUR VELÓ” – Cie. 3.6 / 3.4. (França)

04/10

Domingo

20:00

Teatro Universitário

Espetáculo “TROIS QUATRE PETITES PIÈCES POUR VELÓ” – Cie. 3.6 / 3.4. (França)

Encerramento da I Aldeia SESC José de Anchieta

Qualquer mudança na programação, acreditem eu não tenho responsabilidade. Somente publico o que me é passado. Caso queira mais informações entrem em contato com o SESC por e-mail ou no site (http://www.sesc-es.com.br/)