Google Website Translator Gadget

Mostrando postagens com marcador Espaço Coletivo – Folgazões Repertório e Cousa. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Espaço Coletivo – Folgazões Repertório e Cousa. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 19 de abril de 2012

Companhia Folgazões oferece oficina para professores

A Companhia Folgazões de Artes Cênicas, todos os anos, inicia oficinas para que todos possam estar aprendendo ou desenvolvendo seu lado cênico. São oficinas de interpretação, dança e arte circense, mas também abre oportunidades para aqueles que não necessariamente querem subir em um palco, mas que precisam desenvolver uma desenvoltura no momento de interagir com o público, não importando qual ele seja.

Sendo assim, com imenso prazer, eu informo aos professores e educadores que a companhia abriu inscrições para uma Oficina de Teatro para professores. Serão 45 horas, sendo 27 horas de carga prática e 18 horas de projeto. As aulas começarão no mês de maio de 2012 e acontecerão três vezes na semana (terça-feira, quarta-feira e quinta-feira), nos horários das 19h00 as 22h00, no Espaço Coletivo Folgazões Repertório, localizado na Rua Prof. Baltazar, 152, no Centro de Vitória. Vale lembrar que as vagas são limitadas e caso queiram maiores informações, podem enviar um e-mail para producaofolgazoes@gmail.com ou pelos telefones (27) 3322-7391, (27) 9972-8350 e/ou 8139-7567.

A oficina terá conceito do teatro e abordagens do teatro no ambiente escolar, atividades de improvisação, produção e customização de figurinos e adereços com materiais alternativos e reaproveitáveis, processo de produção coletiva e condução de ensaios de montagens. Não percam a oportunidade, pois vale a pena, com certeza.

Oficina-Teatro-Professores-folgazoes

sábado, 18 de fevereiro de 2012

Companhia Folgazões abre oficina de jogos teatrais em março

Companhia-FolgazoesA Companhia Folgazões se estabelece como uma das melhores companhias teatrais do Espírito Santo, seja com seus trabalhos cênico-teatrais ou com as oficinas oferecidas no Espaço Coletivo Folgazões e Repertório. Nessas oficinas já aconteceram participações das mais variadas, sendo que a mais recente foi com o Grupo Galpão. Mas além das parcerias, eles oferecem oficinas nas quais são os arte-educadores.

Desta forma, no dia 05 de março de 2012 (segunda-feira), iniciará a oficina de Jogos Teatrais que será ministrada pelos arte-educadores da companhia.

A oficina ocorrerá período matutino e está aberta para crianças e adolescentes interessados na arte da encenação. Abaixo segue o prospecto passado para mim pela arte-educadora Vanessa Darmani, da Companhia Folgazões. Boa sorte para os felizardos!

OFICINAS FOLGAZÕES

Folgazões, companhia de Artes Cênicas abre inscrições para temporada de cursos e oficinas no ano de 2012.

OFICINA DE JOGOS TEATRAIS

Aulas a partir de 05 de março.

Período: matutino

Investimento: 50 reais mensais.

Turmas para crianças e adolescentes.

As aulas serão oferecidas no  Espaço Coletivo que fica a Rua Professor Baltazar, 152. Centro de Vitória (ladeira da catedral).

VAGAS LIMITADAS!

Informações: (27)9972-8350

                          8139-7567

                          3322-7391 (sede dos Folgazões)

producaofolgazoes@gmail.com

domingo, 6 de novembro de 2011

Folgazões e Galpão oferecem oficina “O avesso da cena”

O mais importante do Festival Nacional do Teatro Cidade de Vitória vãos além das apresentações dos espetáculos teatrais que fazem parte dele, na verdade, estão nos contatos estabelecidos entre os grupos teatrais do Espírito Santo com os que vêm encenar durante o festival. folgazoes-galpaoE é isso que ocorreu na mais recente edição do festival, iniciando uma parceria do Grupo de Teatro Galpão, de Minas Gerais com a Companhia Folgazões, do Espírito Santo, trazendo a oficina “O avesso da cena”, ministrada pelo produtor, gestor cultural e assessor de planejamento dos mineiros, Grupo Galpão e Grupo do Beco, Romulo Avelar.

A oficina tem o mesmo nome de seu livro, que fala sobre produção e gestão cultural. Bem, não vou me ater a falar mais sobre o assunto, já que o ator, diretor e arte-educador Wyller Villaçãs me passou todo o material sobre a oficina. Sendo assim, fiquem ligados nas inscrições, que são gratuitas, para a oficina, que vão até dia 14/11/2011 (segunda-feira), no Espaço Coletivo Folgazões e Repertório.

GALPÃO CINE HORTO PROMOVE OFICINA SOBRE PRODUÇÃO E GESTÃO CULTURAL EM VITÓRIA

Oficina “O Avesso da Cena”, realizada pelo centro cultural do Grupo Galpão, de Belo Horizonte, em parceria com o programa Vivo EnCena, da Vivo, traz à capital capixaba uma das referências da gestão cultural no país, o administrador Romulo Avelar.

_________________________________________________

o avesso da cena“O AVESSO DA CENA”

Oficina sobre produção e gestão cultural, com Romulo Avelar

De 21 a 23 de novembro de 2011

Segunda a quarta, 14h às 19h

Na sede da Cia Folgazões (Rua Professor Baltazar, 152 – Centro – Vitória/ES)

INSCRIÇÕES GRATUITAS - Inscrições e informações: www.galpaocinehorto.com.br

_________________________________________________

O programa cultural Vivo EnCena, da empresa de telefonia Vivo, traz à Vitória, entre os dias 21 e 23 de novembro, mais uma ação do Galpão Cine Horto, centro cultural do Grupo Galpão, de Belo Horizonte. A oficina gratuita “O Avesso da Cena”, que debate a produção e a gestão cultural no Brasil, promoverá um encontro de três dias entre artistas locais, estudantes e interessados pela área, com uma das referências do setor no país, o administrador Romulo Avelar. Os encontros acontecerão sempre das 14h às 19h, na sede da Cia Folgazões. A inscrições devem ser feitas pelo site www.galpaocinehorto.com.br

A atividade faz parte de uma parceria firmada este ano entre o Galpão Cine Horto e o programa Vivo EnCena, a qual também prevê a divulgação do Portal Primeiro Sinal (www.primeirosinal.com.br), que oferece conteúdo de referência para a pesquisa e memória sobre o teatro produzido no Brasil, e a realização de uma mostra de cenas curtas, o Circuito da Cena, que aconteceu em setembro, em Goiânia. “O programa cultural Vivo EnCena estimula o encontro de artistas em diferentes estágios de suas carreiras, promovendo intercâmbios. A parceria com o Galpão Cine Horto reforça o conceito do projeto, pois promove a circulação do grupo e a interação com artistas de outros Estados”, afirma Expedito Araújo, curador do Vivo EnCena.

OFICINA “O AVESSO DA CENA”

A oficina "O Avesso da Cena" pretende estabelecer um panorama da produção e gestão cultural no Brasil, estimulando os alunos a desenvolverem seus próprios projetos, a partir de suas experiências pessoais, e estabelecer parâmetros para sua execução. Essa prática visa beneficiar tanto produtores quanto os próprios artistas, que muitas vezes assumem múltiplas funções nos projetos que realizam, sem ter uma formação adequada.

Segundo Romulo Avelar, há artistas que investem pesadamente em seu aperfeiçoamento técnico e em seu trabalho, sempre sob a perspectiva da criação. No entanto, não conseguem solucionar aspectos básicos referentes à administração de seu dia-a-dia. “O que observamos é um grande paradoxo: dificilmente um profissional experiente e respeitado se dispõe a investir no trabalho de um artista iniciante. Os produtores também pretendem viver dignamente de seu trabalho e nem sempre podem se permitir a realização de investimentos de longo prazo e alto risco. Com isso, o artista precisa saber lidar também com as demandas administrativas de sua criação”, afirma o professor.

Romulo Avelar é administrador, produtor e gestor cultural. Trabalhou em empresas como Fiat, MBR e Teatro Alterosa. Na área pública, atuou como Assessor Especial da Secretaria de Estado de Cultura de Minas Gerais e Presidente da Comissão Técnica de Análise de Projetos da Lei Estadual de Incentivo à Cultura. Atualmente trabalha como consultor de diversos grupos e entidades culturais, entre eles o Grupo Galpão e o Grupo do Beco. Autor do livro “O Avesso da Cena: Notas sobre Produção e Gestão Cultural”.

GALPÃO CINE HORTO E O PROGRAMA VIVO ENCENA

O Centro Cultural Galpão Cine Horto, criado pelo Grupo Galpão em Belo Horizonte, é um espaço comprometido com a pesquisa, a formação, a exibição, o fomento e o estímulo à criação em artes cênicas.  Entre os projetos que realiza está sempre em evidência a possibilidade de unir e reunir pessoas em torno do teatro para uma experiência coletiva. Fundado em 1998, celebra 13 anos de ação e tem consolidado o perfil de espaço aberto à comunidade para o compartilhamento de práticas, ideias e conhecimentos.

Sediado em um antigo cinema da década de 50, é referência para o surgimento de novos e importantes grupos teatrais mineiros e contribui efetivamente para a discussão dos rumos das artes cênicas no país. Mais de 150.000 pessoas já participaram dos mais de 1.400 eventos realizados em Belo Horizonte e no interior do Estado de Minas Gerais. Além da programação artística, aproximadamente 2.000 alunos já frequentaram os cursos livres de teatro, oficinas e núcleos de pesquisa. E, desde 2006, realiza atividades do Centro de Pesquisa e Memória do Teatro (CPMT), espaço que vem se tornando um centro de referência artística, com mais de 5.000 títulos em livros, CDs e DVDs, acessíveis de forma gratuita.

Hoje, o Galpão Cine Horto é um dos principais centros de efervescência cultural de Minas e do País, valendo-se de suas ideias inovadoras, de sua ousadia, dinamismo e de seu comprometimento com a difusão cultural, o que permite garantir um espaço definitivo junto ao público de cada cidade a que leva seus projetos. Foi com essa perspectiva, de ampliar sua atuação pelo Brasil, que o Centro Cultural firmou em 2011 uma nova parceria com o programa cultural Vivo EnCena, da operadora Vivo. Além do projeto Circuito da Cena, que leva a diferentes cidades brasileiras os vencedores do Festival de Cenas Curtas, a parceria tem como objetivo potencializar também o Portal Primeiro Sinal (www.primeirosinal.com.br), portal virtual criado pelo Galpão Cine Horto que oferece conteúdo de referência para a pesquisa e memória sobre o teatro produzido no Brasil.

SOBRE O VIVO ENCENA

A Política Cultural Vivo tem como base conceitual o estímulo à formação de redes nos diversos setores artísticos. O Vivo EnCena, programa cultural da Vivo para as artes cênicas, tendo atuação potente nos setores do teatro e da dança, atua como estímulo à criação de novas pontes e possibilidades sustentáveis, promovendo intercâmbio entre pessoas em diversos estágios de suas carreiras. Mais que discutir, pretende-se criar novas pontes para a cultura e educação.

Por meio de ações como o seminário “A Sociedade em Rede e o Teatro”, o projeto “Vivo EnCena Teatro e Animação”, patrocínios incentivados em todo o país e a curadoria do Espaço Cultural Vivo na cidade de São Paulo, o programa estimula a conectividade e a transformação utilizando-se das artes cênicas para gerar interação e, assim, promover a criação de redes com planos de futuro sustentáveis.

SERVIÇO

“O AVESSO DA CENA”

Oficina sobre produção e gestão cultural, com Romulo Avelar

De 21 a 23 de novembro de 2011

Segunda a quarta, 14h às 19h

Na sede da Cia Folgazões (Rua Professor Baltazar, 152 – Centro – Vitória/ES)

INSCRIÇÕES GRATUITAS - Inscrições e informações: www.galpaocinehorto.com.br

domingo, 31 de julho de 2011

Na Coxia: O jogo cênico de “Bernarda, por detrás das paredes"”

O JOGO CÊNICO DE “BERNARDA, POR DETRÁS DAS PAREDES”
Charlaine Rodrigues
Apresentada na sede do Coletivo Folgazões, no centro de Vitória, a peça teatral “Bernarda, por detrás das paredes” mostra um grande, e bom, exercício para o ator. Dois intérpretes produzem as suas versões sobre uma das grandes famílias femininas do teatro e também obedecem à natureza da mulher: múltiplas, contraditórias e cheias de nuanças.
Realizada pelo grupo Repertório Artes Cênicas e Cia, a peça ousa na construção, a começar pelo espaço. A experiência total instiga a ver o teatro de forma diferenciada ao montá-la nos fundos de uma casa onde praticamente toda a área é utilizada. Não se sabe se a peça pediu esse tipo de local ou o contrário, mas isso não importa. O que vale observar é a tamanha a comunhão entre obra e palco. Não existe, necessariamente um cenário, mas uma arena para o jogo cênico onde locações e personagens mudam de acordo com a necessidade e vontade, mostrando tudo aquilo que o grupo aprendeu e esta desenvolvendo como uma jovem companhia de teatro.
Nesse contexto os intérpretes Nicolas Lopes e Roberta Portela e a diretora Nieve Matos equilibram liberdade sem perder a coerência. Os atores delimitaram bem vozes e gestos das construções de cada uma das mulheres interpretadas. Assim, fica claro quando há a mudança de personagem fazendo com que o jogo fique dinâmico e instigante. A peça de Federico Garcia Lorca permanece íntegra e avança no tempo em que foi escrita para chegar ao hoje.
No meio disso é possível ter uma aula de teatro onde o elenco utiliza as técnicas, as explica e em seguida mostra. Para os que pensam que isso é pretensioso, na mesma apresentação os atores deixam claro que isso não é nada original (e não é mesmo). Mas não quer dizer que a metalinguagem não ser pode usada e mesclada, afinal, grandes montagens e as maiores revoluções no teatro vieram de pessoas que ousaram dessa forma. O risco de algo desandar é um fato, mas é assim que as pessoas evoluem e, neste caso, as experiências foram equilibradas e agradáveis rendendo uma bela peça.
"Bernarda, por detrás das paredes" estará em cartaz hoje (31/07/2011) no Espaço Coletivo Folgazões e Repertório as 18h30, integrando o Aldeia SESC de Teatro e Dança. Para retirar o ingresso. precisa retirá-lo uma hora antes do espetáculo.

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Programação do III Aldeia SESC está no blog

bannermaior Este ano o SESC Cultura ES tomou a iniciativa de criar seu próprio blog para a divulgação do Aldeia SESC de Teatro e Dança. Diferente das edições anteriores, a mostra trará também espetáculos de dança, ampliando ainda mais o alcance cultural do evento.

O Aldeis SESC deste ano acontecerá nos dias 30 e 31 de julho de 2011 (sábado e domingo) e de 01 a 13 de agosto de 2011, nos Theatro Carlos Gomes e Teatro José Carlos de Oliveira, no Centro Cultural Carmélia Maria de Souza (que também terá seu Hall de entrada e espaço externo servindo à mostra), no Triângulo das Bermudas, na Praia do Canto, nas Praça Costa Pereira, no Centro, Praça Misael Penna, no Parque Moscoso e Praça Regina Frigieri Furno, em Jardim da Penha, no Espaço Coletivo Folgazões e Repertório e no Campus da UVV, em Vila Velha. As peças que integram a programação são: SÃO PEDRO OS IRMÃOS E A SERPENTE (Grupo Vira-Lata e Companhia Folgazões/ES), REBU (Cia Teatro Independente/RJ), BUNDA E PROGRESSO (Cia Urucum/ES), BERNARDA, POR DETRÁS DAS PAREDES (Cia Repertório/ES), De Dentro (Qualquer Um dos Dois Cia de Dança/PE), Cia Dita (CE), FUÁ (Cia de Dança do SESC Petrolina/PE), INCESSANTEMENTE (Grupo Z de Teatro e Dança/ES), O DRAMA DE ORFEU (Companhia Circo Teatro Capixaba/ES), DE-VIR (Cia Dita (Dança)/CE), DESTERRADOS (Cia Maria Alice Quintella/ES), A ORDINÁRIA (Grupo Empório/ES), A MEGERA DOMADA (Grupo Gota, Pó e Poeira/ES), ROSEIRAL (Cia Ingrid Mendonça (Dança)), HÁ JUDAS PARA MALHAR (Cia Folgazões de Teatro/ES), NÃO TE ABANDONO MAIS, MORRO CONTIGO (Cia Mitzi Marzzuti (Dança)/ES), INABITÁVEIS (Cia de Dança In Pares/ES), LÁ SE VAI (Homem Cia de Dança/ES), SOMOS DEZ EM AÇÃO (Cia Somos Dez), Dentro Fora (Cia In-Co-Mo-De-Te/RS), Cia In-Co-Mo-De-Te (RS), A CAIXA DE BONIFÁCIA (Cia Ingrid Mendonça (Dança)), A TECELÃ (Cia Caixa do Elefante/RS), SUPER NANNY (Balé da Ilha), LEVE (Coletivo Lugar Comum (Dança)/PE), ESSÊNCIA FLAMENCA (Cia Alma Andaluza/ES) e O BURGUÊS RIDÍCULO (Grupo ASTECA/ES). Alguns dos espetáculos participarão do Palco Giratório e outros serão intervenções cênicas, mas o Aldeia SESC permanecerá com as refelxões cênicas, que serve para se debater os trabalhos que estarão em cartaz, além com o Pensamento Giratório e OVERDOZE, que acontece no último dia de mostra e traz performances, cenas, esquetes, leituras dramáticas, filmes, música, gastronomia e muito mais. Acontecerão também oficinas durante todo festival, que serão ministradas por profissionais da áreas de dança e teatro no Centro Cultural Carmélia Maria de Souza, na Escola de Teatro, Dança e Música Fafi e no Auditório da Secretaria Municipal de Cultura da Prefeitura Municipal de Vitória/ES.

Todas as informações podem ser melhor conferidas no já mencionado blog do SESC Cultura/ES: http://culturasesc-es.blogspot.com/, assim como os interessados nas oficinas, que contarão com CRIAÇÃO, COMPOSIÇÃO E PESQUISA COREOGRÁFICA - "UM SOPRO DE IDÉIAS”, orientada pela dançarina Esther Weitzman, COMPOSIÇÃO PARA MOVIMENTO, com orientação das artistas Maria Agrelli e Renata Muniz, A RECONSTRUÇÃO DO JOGO RITUALÍSTICO NO TEATRO CONTEMPORÂNEO, com a orientadora, a diretora de teatro Herê Aquino, LEITURA DRAMÁTICA – DA PALAVRA À AÇÃO, orientado pelo ator, diretor e professor Vítor Lemos e DINAMICAS PARA A NARRATIVA DE HISTORIAS, cuja orientação fica a cargo da arte-educadora, atriz e produtora cultural Carolina Gracia, podem adquirir a Ficha de Inscrição, também no blog.

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Espaço Coletivo Folgazões e Repertório apresenta “Diálogos”: ator no cinema

Depois do sucesso do primeiro encontro, eu imaginava que o segundo não demoraria para acontecer, e agora com mais um debate interessante, desta vez sobre o ator no cinema, mostrando as interseções e as diferenças desta arte para o teatro. O encontro acontecerá no dia 09 de junho de 2011 (quinta-feira), a partir das 19h30, começando com o curta-metragem “2 e meio”, do diretor Alexandre Serafini. Mais tarde terá a apresentação “Agrados para Cloe” do diretor Jefinho Pinheiro, seguido de uma mesa redonda com os diretores e atores de ambos os filmes.

O evento acontece no Espaço Coletivo Folgazões e Repertório, com entrada para os interessados no assunto. Vale lembrar que “Diálogos” é uma reunião de artistas e simpatizantes das artes que tem como principal objetivo uma torca de conhecimentos, promovendo uma troca destes entre grupos de artes cênicas do Espírito Santo, aproximando-os de realizadores de outras linguagens das artes como cinema, música, artes visuais e literatura. O projeto tem como objetivo encontro bimestrais, por isso já tem agendados para o dia 12/08/2011 (sexta-feira) Trilha sonora para cinema e teatro, e para o dia 21/10/2011 (sexta-feira) Interações entre as artes visuais e as artes cênicas. Abaixo mais informações que o dramaturgo e historiador Saulo Ribeiro disponibilizou no Facebook:

203558_225764497435213_1699329_n DIÁLOGOS – O ator no cinema

Em sua segunda edição de 2011 o evento DIÁLOGOS, vem discutir a atuação no cinema e suas interseções e diferenças entre o teatro e a sétima arte.

DIÁLOGOS – O ator no cinema acontecerá no dia 09 de junho, às 19h30min, com exibição de curtas e mesa redonda com os diretores e atores dos filmes, além de muita pipoca!

O evento é bimestral e tem como objetivos promover a troca de conhecimentos entre os grupos de Artes Cênicas do estado, que estão em franca produção, e aproximá-los de realizadores de outras linguagens artísticas como a música, o cinema, as artes visuais e a literatura.

A primeira edição foi um sucesso! Contou a participação de nove grupos teatrais locais e de forma descontraída e informativa foi relatado o papel de criação do ator em cada grupo. Confira o que vai acontecer na segunda edição:

PROGRAMAÇÃO:

19:30 – Apresentação do curta “2 e meio” de Alexandre Serafini
19:50 – Apresentação do curta “Agrados para Cloe” de Jefinho Pinheiro
20:30 – Mesa redonda com os diretores e atores dos filmes, mediada por João Moraes

SERVIÇO:

“Espaço Coletivo abre as portas para: DIÁLOGOS” (ENTRADA FRANCA)

DATA: 09 de junho (QUINTA-FEIRA)

LOCAL: Espaço Coletivo Folgazões e Repertório (Rua Professor Baltazar, 152. Centro, Vitória. Próximo à Catedral Metropolitana)

Mais informações:

Vanessa Darmani (Folgazões): (27) 9972-8350
Nieve Matos (Repertório): (27) 8168-0919
Espaço Coletivo: (27) 3322-7391 (producoescenicas@gmail.com)

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Grupo Trama em Vitória

grupo_trama Há seis dias atrás eu recebi um material que já era para ter publicado aqui desde então: o Grupo Trama de Teatro, de Belo Horizonte – MG, vem a Vitória – ES para apresentar dois de seus espetáculos, “O Pastelão” e “John & Joe”, com direção do diretor mineiro Eid Ribeiro.

O Grupo Trama de Teatro tem treze anos de existência. Eram atores que advinham da Cia. Sonho & Drama, que têm como intenção a valorização do trabalho do ator e o despojamento cênico, em comunhão com um pensamento crítico e a reflexão. Nos seus primeiro oito, o grupo teve quatro espetáculos em cartaz, que sempre prezaram pelo trabalho de pesquisa do grupo.

O diretor Eid Ribeiro está com o grupo desde o espetáculo “Os Três Patéticos”, que ele dirigiu e escreveu. O espetáculo ganhou o Prêmio Funarte de Teatro Myrian Muniz.

Conhecendo a qualidade de fazer teatro do grupo, a Companhia Folgazões convidou-os para fazer uma mostra na capital, apresentando os dois espetáculos, um com inspiração no cinema mudo e outro baseado no texto de Ágora Kristof, hungara naturalizada suiça, que teve a tradução de Joaquim Elias e Aryanne Perrottet.

Bem, não vou me prender a mais detalhes, pois Adilson Marcelino, assessor de imprensa do Grupo Trama de Teatro, me mandou um excelente material (Obrigado Adilson!). Só vale lembrar que as apresentações acontecerão entre os dias 28/04/2011 (quinta-feira) a 01/05/2011 (domingo), no Espaço Coletivo Folgazões e Repertório, na Praça Costa Pereira e na Praça Ubaldo Ramalhete, no Centro de Vitória-ES, as 11h00 e as 20h00, sempre com entrada franca, sendo que, no Espaço Coletivo, os ingressos precisarão ser retirados uma hora antes do espetáculo. Bom espetáculo para todos!

GRUPO TRAMA REALIZA CIRCULAÇAO DE ESPETACULOS NA CIDADE DE VITÓRIA - ES

mostra-grupo_trama O Grupo Trama de Teatro realizará no período de 28 de abril a 1º de maio uma mostra de espetáculos de repertório do Grupo na cidade de Vitória – ES. A programação inclui apresentações do espetáculo de rua O Pastelão e do espetáculo de palco John & Joe, ambos tem direção assinada pelo Dramaturgo e Diretor mineiro EID RIBEIRO.

A programação compõe o Projeto de Circulação de Espetáculos do Grupo Trama, o qual foi agraciado com recursos do Prêmio Myriam Muniz de Teatro, da Funarte. Na cidade de Vitoria esta Mostra é realizada em parceria com o Grupo Teatro “Os Folgazões”.

O projeto conta também com apresentações dos espetáculos em cidades do interior de Minas Gerais como Esmeraldas, Contagem e Betim.

A Circulação é uma iniciativa do Grupo Trama de Teatro como forma de promover a descentralização de atividades culturais, contribuir pelo fomento cultural destas cidades e criar novas possibilidades de intercâmbio e integração com organizações e grupos teatrais locais.

As apresentações têm entrada franca. Para as apresentações de palco, o publico deverá retirar a senha 1 hora antes do espetáculo. Após as apresentações, os artistas passam o chapéu.

PROGRAMAÇÃO

ESPETACULO JOHN & JOE

Dia 28 de Abril - Quinta-feira - 20 horas

Dia 29 de Abril - Sexta-feira - 20 horas

(bate papo com grupos teatrais locais após o espetáculo)

Dia 30 de Abril - Sábado - 20 horas

Dia 1º de Maio – Domingo - horário 20 horas

Local: Sede do Grupo Folgazões (Rua Prof. Baltazar, 152 – Cidade Alta – Vitória)                                                                                                                                               

ESPETACULO O PASTELÃO

Dia 28 de Abril - Sexta-feira - 11 hora

Local: Praça Costa Ferreira

Dia 29 de Abril – Sábado - 11 horas

Local: Praça Ramalhete

O PASTELÃO

O Espetáculo

O Pastelão Tomando como referência o cinema mudo, em que a ação dos personagens independe da utilização da palavra para narrar o desenvolvimento de uma história,   “O Pastelão”  utiliza um minucioso trabalho gestual e coreográfico dos atores, pontuado por uma contundente trilha sonora.

O Roteiro

Enquanto um casal de pasteleiros vai preparando um delicioso pastelão,  a relação deles vai sendo aos poucos revelada, trazendo para a cena o conflito na vida conjugal, humanizando-os diante da platéia que os acompanha com emoção, afeto e muitas vezes tomando partido de um ou de outro, de acordo com o desenrolar dos acontecimentos. 

Sinopse

Um casal de pasteleiros invade a cidade para oferecer o melhor pastelão e entre malabarismos, nuvens de farinha, ovos quebrados e lágrimas de cortar cebola, eles transformam a arte da culinária num divertido e lúdico espetáculo.

O público torna-se assistente dos pasteleiros e também cúmplice de uma historia de amor.

Venha assistir e ajude a fazer este pastelão, recheado de bom humor.  Traga sua receita.

Classificação etária

Livre

Ficha técnica

Direção: Eid Ribeiro e Grupo Trama

Roteiro: Eid Ribeiro

Elenco: Michelle Sá e Rogério Gomes

Cenário e Figurinos: Fabrício Belmiro

Cenotécnica: Geraldo Belmiro e Nilson Alves dos Santos

Sapatos: Jamil Alves

Programação Visual: Na Lata Comunicação

Costureira: Gercy Dantas

Sonoplastia: Vinícius Maia Carvalho

Produção: Patrícia Matos

Realização: Grupo Trama

Fotos: Guto Muniz

Filmagens: Guilherme Reis

Assessoria de Imprensa: Adilson Marcelino

JOHN & JOE

Espetáculo marca terceira parceria com o diretor

John&Joe-brunovilela(4) O espetáculo “John & Joe” que tem texto inédito da húngara naturalizada suíça Ágota Kristof, com tradução de Joaquim Elias e Aryanne Perrottet, traz uma discussão sobre o poder corrosivo do dinheiro.

Com “John & Joe”, o Grupo dá continuidade ao trabalho com Eid Ribeiro. Essa será a terceira montagem do Trama assinada por Ribeiro, cuja parceria foi iniciada, em 2005, com a criação de “Os Três Patéticos” seguido do espetáculo de rua “O Pastelão”. O espetáculo estreou em setembro de 2009, no Espaço Trama – Teatro Garagem, em Belo Horizonte.

Indicação etária: a partir de 12 anos

Elenco

Para compor o elenco de “John & Joe”, foi convidado o ator Chico Aníbal, que atuará juntamente com Epaminondas Reis e Carlos Henrique. Os atores encontram-se novamente no palco após anos de trabalho juntos na Cia. Sonho & Drama, na qual atuaram por um longo período, na década de 90.

O texto

A escolha deste texto vem ao encontro do desejo do Grupo Trama de levar ao palco uma discussão sobre o valor do capital na sociedade atual, sobre o poder que o dinheiro exerce nas relações humanas. Na autora Ágota Kristof, o Trama encontrou um texto simples e bastante profundo que consegue tocar em questões cruciais que regem o sistema capitalista.

Sinopse

É no inusitado bar "Aqui Jazz", que John e Joe encontram-se diariamente.

Embalados por muitos goles de conhaque e muita música, eles levam e são levados pela rotina da vida.

Na ânsia de garantir o gole de cada dia, perdem-se entre golpes e falsas espertezas.

Quando a sorte dá as caras, esse acontecimento pode mudar o rumo dessa amizade... Ou não.

Ficha Técnica

Texto: Ágota Kristof

Tradução: Aryanne Perrottet e Joaquim Elias

Direção: Eid Ribeiro

Assistente de Direção: Lucélia Saturnino

Elenco: Carlos Henrique, Chico Aníbal e Epaminondas Reis.

Iluminação: José Reis e Carlos Henrique

Técnico de luz: José Reis

Trilha sonora: Eid Ribeiro

Cenário e projeto gráfico: Estevão Machado

Cenotécnico: Geraldo Belmiro

Figurino: criação coletiva

Fotos: Bruno Vilela

Produção Executiva: Patrícia Matos

Assistente de Produção: Michelle Sá

Assessoria de imprensa: Adilson Marcelino

Assessoria contábil: MCosta Contabilidade

CURRÍCULO DO ESPETÁCULO

Estreia:

3 a 6 de setembro de 2009

Espaço Trama Teatro Garagem – Belo Horizonte

Apresentações em Belo Horizonte:

Dias 19 e 20 de setembro de 2009

Espaço Cultural Cor(tição) - Sede do Grupo TNA

Dias 26 e 27 de setembro de 2009

Casa de Candongas - Sede da Cia. Candongas

Apresentações interior de MG:

Cidade: Ipatinga

Dias 1, 2, 3 de outubro de 2009

Sede do Grupo Boca de Cena

Temporada:

6 a 29 de novembro de 2009, sexta a domingo

Espaço Trama Teatro Garagem – Belo Horizonte

21 a 24 de novembro de 2010, quinta a domingo

Espaço Trama Teatro Garagem – Belo Horizonte

Verão Arte Contemporânea

Festival de Curitiba

Fringe – curadoria Chico Pelúcio

17 a 20 de março de 2010

Teatro Novelas Curitibanas

Espaço Tom Jobim

06 a 16 de maio de 2010

Rio de Janeiro – RJ
PRÊMIOS

Sesc Sated 2010:

Melhor Direção

Melhor Ator (Chico Anibal)

Sinparc Usiminas 2010

Melhor ator Coadjuvante (Carlos Henrique)
GRUPO TRAMA DE TEATRO

O Grupo Trama de Teatro foi fundado no ano de 1998, por atores vindos da extinta Cia. Sonho & Drama (atual ZAP18). Da vontade desses atores de criar um grupo teatral, cuja premissa era o despojamento cênico e a valorização do trabalho do ator, conjugados ao pensamento critico e à reflexão, surgiu o Grupo Trama de Teatro.

O Grupo Trama acredita no teatro que valoriza as relações humanas e a força da cooperação. As ações do Grupo priorizam o fomento de pensamentos, de encontros, de discussões, em prol da arte simples, verdadeira e livre. Assim, o Trama tenta transformar a vontade inicial que moveu a criação e fundação do Grupo, em ações significativas para a sociedade

Principais montagens realizadas:

A primeira montagem feita pelo recém-formado grupo Trama foi o espetáculo infantil ABRACADALIVRO, com texto inédito e direção de Glicério Rosário, esse espetáculo mostra às crianças os prazeres da leitura. ABRACADALIVRO foi indicado ao prêmio de melhor texto inédito para teatro infantil. Em 2001, o Grupo Trama monta o premiado espetáculo O HOMEM DA CABEÇA DE PAPELÃO, com direção de Marcelo Bones, o espetáculo, que conta a historia de Antenor, um sujeito que só dizia a verdade, discute o valor da ética na sociedade atual Essa montagem recebeu os prêmios de melhor espetáculo, melhor direção e melhor iluminação. Em 2003, o Grupo participa do projeto 3x4, produzido pelo Galpão Cine Horto e Cia. Maldita. Nesse projeto, que propõe um aprofundado estudo sobre o processo colaborativo de produção, o Trama cria o espetáculo TABU. Com direção de Gustavo Bartollozzi, esse espetáculo propõe uma discussão sobre a contradição humana. No inicio de 2005, o Grupo Trama inicia os trabalhos de produção do espetáculo OS TRES PATETICOS. Com texto inédito e direção de Eid Ribeiro, esse espetáculo faz uma divertida abordagem sobre as relações de poder, sobre a utilização da tecnologia e sobre questões políticas, econômicas e ecológicas da sociedade contemporânea. OS TRES PATETICOS recebeu o prêmio de Teatro Myrian Muniz, da Funarte.

Além das montagens teatrais, o Grupo Trama de Teatro desenvolve, desde o ano de 2007, importantes projetos além-palco que visam a integração, intercâmbio e ações entre grupos teatrais.

GRUPOS EM TRAMA: Projeto que propõe um intercambio de idéias e ações entre grupos teatrais iniciantes que atuam na periferia de BH e região metropolitana. Neste projeto, os grupos participam de debates, seminários e propõem ações concretas que visam o amadurecimento critico e artístico dos participantes. O projeto hoje esta em sua terceira edição, e os grupos participantes trabalham na montagem colaborativa do espetáculo CABEÇA DE PORCO.

TRAMA PESQUISA: Pesquisa de linguagem realizada com grupos de resistência da cultura de Minas Gerais. Desse projeto surgiu a parceria entre o Grupo Trama e a Comunidade dos Arturos, onde ate os dias de hoje o Grupo Trama mantêm uma oficina de teatro para jovens e adolescentes, e realiza montagem de cenas e espetáculos teatrais, como uma ferramenta capaz de contribuir para a comunicação e preservação da cultura desta comunidade quilombola. Atualmente o Grupo Filhos de Zambi – Grupo Teatral da Comunidade dos Arturos e o Grupo Trama de Teatro trabalham na montagem do espetáculo ABOLIÇAO.

De abril de 2008 a dezembro de 2010, a sede do Trama era instalada no bairro Floresta, em Belo Horizonte: o Espaço Trama - Teatro Garagem. Atualmente. o Grupo Trama de Teatro transfere sua sede para a cidade de Contagem (região metropolitana de Belo Horizonte), onde a partir do mês de março de 2011, abrigará diversas atividades culturais para a população local.

A transferência da sede ocorre pela vontade do Grupo de atuar mais próximo de uma comunidade, contribuindo pela descentralização dos bens culturais dos grandes centros urbanos.

www.grupotramadeteatro.com.br

O DIRETOR EID RIBEIRO

Eid_Ribeiro Eid José Ribeiro Aguiar (Caxambu MG 1943). Diretor, autor, roteirista e ator. Destaca-se como um dos mais inventivos diretores mineiros. Curador e diretor de programação do Festival Internacional de Teatro Palco & Rua em Belo Horizonte.

Inicia sua trajetória teatral em 1963, conciliando os estudos e o trabalho de bancário com a atuação no Centro Popular de Cultura, entidade ligada à União Nacional dos Estudantes, que se utiliza do teatro como forma de engajamento e leva espetáculos de conteúdo político a sindicatos, favelas e universidades. No ano seguinte, em decorrência de uma tuberculose, passa seis meses internado no sanatório dos bancários, onde escreve dois textos teatrais e encena com os internos a peça A Farsa do Advogado Patelim. Em 1965, ingressa no curso de formação de atores do Teatro Universitário - TU da Universidade Federal de Minas Gerais - UFMG, onde é contemporâneo de Neville D'Almeida, Ezequiel Neves, José Antônio de Souza e Alcione Araújo, nomes que posteriormente se destacam no teatro mineiro e nacional. Ao concluir o curso do TU, Eid Ribeiro funda o Grupo Geração, cujos espetáculos se referem à situação política do Brasil, abordando temas polêmicos como tortura e privação de liberdade. O grupo estreia em 1967 sua primeira montagem, A Vida Impressa em Dólar, de Clifford Odets.

No ano seguinte, atua nos espetáculos Mortos Sem Sepultura, de Jean-Paul Sartre e Se Correr o Bicho Pega, Se Ficar o Bicho Come, de Oduvaldo Vianna Filho e Ferreira Gullar, ambos dirigidos por José Antônio de Souza. Ainda em 1968, faz sua primeira direção teatral, com o espetáculo Fábula da Hora Final, adaptação de The Zoo Story, de Edward Albee, trabalho pelo qual recebe o título de melhor diretor do ano. Em 1969, muda-se para o Rio de Janeiro, onde atua como assistente de direção de Amir Haddad, em estágio no A Comunidade. Entre 1970 e 1977, divide seu tempo entre a capital fluminense e Belo Horizonte, trabalhando como repórter, colunista e copydesk dos jornais mineiros O Sol e Última Hora, e do carioca O Jornal, além de atuar como redator publicitário. Nesse período, prossegue também com a carreira de diretor teatral, encena em 1973 Fala Baixo Se Não Eu Grito, de Leilah Assumpção, pelo qual recebe o prêmio de melhor diretor do ano. Dirige em 1974 a primeira montagem do texto Há Vagas para Moças de Fino Trato, de Alcione Araújo, e ganha o Troféu de Prata na categoria melhor diretor do ano. Com Risos e Facadas, 1976, de Samuel Beckett, é escolhido novamente melhor diretor do ano pela crítica e pelo Serviço Nacional de Teatro - SNT.

Ao retornar a Belo Horizonte, em 1977, Eid Ribeiro inicia um período de grande produtividade, firmando-se como diretor de teatro e dramaturgo. Assina a direção de Viva Olegário, de Luiz Carlos Cardoso; posteriormente escreve e dirige Cigarros Souza Câncer, montagem com a qual participa do Projeto Mambembão - que promove a circulação de espetáculos teatrais por todo o Brasil, criado pela Fundação Nacional de Arte - Funarte em 1978 e extinto em 1989 -, o que lhe rende o reconhecimento da crítica dos principais jornais cariocas e paulistas. No mesmo ano, escreve e dirige Terreno Baldio para o Transforma - Grupo Experimental de Dança, trabalho agraciado com o prêmio de melhor espetáculo do 3º Festival de Dança Contemporânea da Bahia. Em 1979 vence o Concurso Nacional de Dramaturgia do Rio Grande do Sul com a peça Delito Carnal, que encena em Belo Horizonte com o Grupo Carne e Osso. No ano seguinte, dirige As Criadas, de Jean Genet, com a mesma companhia.

Em 1984, Eid Ribeiro dirige O Despertar da Primavera, de Frank Wedekind e, no ano seguinte, recebe o Troféu Kikito pela trilha sonora adaptada do longa-metragem Ela e os Homens, dirigido por Schubert Magalhães, no qual atua também como diretor assistente. Em 1988, o Grupo Carne e Osso transforma-se na Cia. Absurda, da qual Eid Ribeiro é fundador e com a qual realiza trabalhos importantes, que o projetam como um dos mais significativos diretores da cena mineira contemporânea. A Cia. Absurda estréia com o espetáculo Fim de Jogo, de Samuel Beckett, pelo qual Eid é agraciado com o Troféu Fundacen de Artes Cênicas nas categorias melhor diretor e melhor iluminação. Fora de sua companhia, dirige outros grupos e produções em Belo Horizonte e em outras cidades. Ainda em 1988, dirige o Grupo Galpão no espetáculo de rua Corra Enquanto é Tempo, criação coletiva com texto de sua autoria. Encerra a década de 1980 dirigindo um espetáculo na Suíça, Prima Del Silenzio, adaptação do texto Esperando Godot, de Samuel Beckett, montada pelo Grupo Teatro Delle Radici. Ainda em 1989, escreve e dirige para a Cia. Absurda o espetáculo musical Hollywood Bananas, inspirado nas chanchadas da Atlântida e nos musicais da Metro.

Em 1990, Eid Ribeiro dirige o Grupo Galpão pela segunda vez, assinando a montagem de Álbum de Família, de Nelson Rodrigues, que configura uma ruptura na trajetória do grupo, até então marcado pelas produções de rua em tom de comédia. O espetáculo ganha vários prêmios, inclusive o Prêmio Cauê nas categorias de melhor espetáculo e melhor diretor. No ano seguinte, renova a parceria com a Cia. Absurda, dirigindo Muro de Arrimo, de Carlos Queiroz Telles; e assina roteiro e direção do espetáculo cênico-musical Na Onda do Rádio, com arranjos de Babaya e direção musical de Fernando Muzzi. Em 1992, dirige o espetáculo para crianças e jovens Anjos e Abacates, com texto de sua autoria e música original de Lô Borges, encenado pela Cia. Absurda. No Rio de Janeiro, no ano seguinte, faz a adaptação e direção do espetáculo A Obscena Senhora D, baseado na novela literária de Hilda Hilst. Em 1994, dirige Toda Nudez Será Castigada, de Nelson Rodrigues, em Caracas, Venezuela, com produção da Intelly Investigaciones. Convidado para dirigir o espetáculo de formatura dos alunos do Curso de Teatro do Centro de Formação Artística da Fundação Clóvis Salgado/Palácio das Artes, em Belo Horizonte, estreia em 1995, Circo Bizarro, coletânea de textos de Fernando Arrabal. No mesmo ano, dirige no Rio de Janeiro Lágrimas de um Guarda-Chuva, com texto de sua autoria e produção do Centro Cultural Banco do Brasil - CCBB.

Em 1994, o diretor atua como curador e diretor de programação do Festival Internacional de Teatro Palco & Rua - FIT, em Belo Horizonte, paralelamente à criação artística. A atuação de cunho político-social do princípio da carreira de Eid Ribeiro retorna com força renovada em 1999, quando ele assume a coordenação artística da ONG Circo de Todo Mundo, assinando também a direção geral, criação de trilha sonora e de iluminação do espetáculo Na Corda Bamba, montado com integrantes do projeto social. Em 2000, dirige novamente um espetáculo de conclusão do Curso de Teatro do Centro de Formação Artística da Fundação Clóvis Salgado/Palácio das Artes, com o texto de Bertold Brecht, Festa de Casamento. No ano seguinte, assina direção e dramaturgia do espetáculo Lusco-Fusco - Ou Tudo Muito Romântico, produção conjunta da sua companhia, a Absurda, e da Cia Acômica. Em 2002, integra o quadro de roteiristas do longa-metragem Uma Onda no Ar, com direção de Helvécio Ratton. Em 2005, inicia parceria artística com um projeto social do Governo do Estado, o Programa Valores de Minas, atuando em três montagens sucessivas. No primeiro ano, realiza a direção do espetáculo Delírio Barroco, em parceria com Carlos Gradim; em 2006, assina o roteiro de A Estrada dos Sonhos e, em 2007, atua como roteirista de Opara. Ainda em 2005, Eid dirige a comédia Os Três Patéticos, do Grupo Trama de Teatro.

Em 2007, Eid Ribeiro dirige a peça O Cobertor e a Bicicleta, montagem de estreia do grupo Garupa, além do espetáculo para crianças e jovens De Banda da Lua, com o Armatrux, que integra atores, bonecos e teatro de sombras. No ano seguinte, dirige novamente o Grupo Trama na montagem de O Pastelão, releitura do O Pastelão e a Torta, texto medieval de domínio público. No cinema, Eid Ribeiro também realiza trabalhos como ator, em duas produções de Tiago Mata Machado, O Quadrado de Joana, de 2007 e Gaio Filho, 2008. Em 2009, dirige o espetáculo John & Joe, do Grupo Trama de Teatro.

SERVIÇO:

MOSTRA DE ESPETACULOS DO GRUPO TRAMA DE TEATRO – VITÓRIA

ESPETACULO JOHN & JOE

Dia 28 de Abril - Quinta-feira - 20 horas

Dia 29 de Abril - Sexta-feira - 20 horas

(bate papo com grupos teatrais locais após o espetáculo)

Dia 30 de Abril - Sábado - 20 horas

Dia 1º de Maio – Domingo - horário 20 horas

Local: Sede do Grupo Folgazões (Rua Prof. Baltazar, 152 – Cidade Alta – Vitória)                                                                                                                                              

ESPETACULO O PASTELÃO

Dia 28 de Abril - Sexta-feira - 11 horas

Local: Praça Costa Ferreira

Dia 29 de Abril – Sábado - 11 horas

Local: Praça Ramalhete

Informações:

(27) 3322-7391 - Sede do Grupo Folgazões

terça-feira, 12 de abril de 2011

O Espaço Coletivo Folgazões e Repertório apresentam o projeto “Diálogos”

repertorio-logo LOGO COM LETREIRO Você já foi ao Espaço Coletivo Folgazões e Repertório? Não?? Bem, o Espaço vem suprindo a necessidade de um local para fomentação da cultura capixaba na capital. Localizado em uma ladeira que nos leva a Cidade Alta, no Centro de Vitória – ES, o Espaço Coletivo vem oferecendo oficinas, cursos, encontros, espaço para ensaios e para apresentação de peças teatrais. Eu tive a oportunidade de assistir lá o espetáculo “Bernarda, por detrás das paredes” do Repertório Artes Cênicas e Cia. e posso garantir que o espaço é maravilhoso.

Bem, mas eu não vim para fazer propaganda do espaço, que para aqueles que conheceram, sabem do que estou falando, vim sim para o evento “Diálogos, que acontecerá em encontros bimestrais, se iniciando no dia 15/04/2011 (sexta-feira), as 19h30. Não me prenderei a detalhes, já que a diretora e dramaturga Nieve Matos me passou um material bem completo, que segue abaixo. Com certeza será imperdível!

dialogos O ESPAÇO COLETIVO FOLGAZÕES E REPERTÓRIO inicia suas atividades culturais do ano de 2011 com o evento “Espaço Coletivo abre as portas para: DIÁLOGOS”.

O evento acontecerá bimestralmente e tem como objetivos promover a troca de conhecimentos entre os grupos de Artes Cênicas do estado ,que estão em franca produção, e aproximá-los de realizadores de outras linguagens artísticas como a música, o cinema, as artes visuais e a literatura.

O primeiro encontro acontece no dia 15/04, as 19h30min. E terá a participação de 09 grupos teatrais que farão um debate sobre: “Relatos de criação: O papel do ator criador”. Nos outros encontros serão abordadas os seguintes temas:

- 10/06 - A atuação no Cinema

- 12/08 - Trilha sonora no Cinema e Teatro

- 21/10 - Interações entre as Artes Visuais e as Artes Cênicas

Os próximos eventos serão: “Oficina Teatral: a improvisação como espetáculo” (17/04) e o espetáculo “Bernarda, por detrás das paredes”(14 e 15/05), ambos com o Grupo Repertório.

SERVIÇO:

“Espaço Coletivo abre as portas para: DIÁLOGOS” (ENTRA FRANCA)

DATA: 15 DE ABRIL (SEXTA-FEIRA)

LOCAL: Espaço Coletivo Folgazões Repertório

ENDEREÇO: Rua Professor Baltazar, 152 (ladeira da Catedral), Centro, Vitória.

PROGRAMAÇÃO:

19:30 - Relatos de criação com: Cia Boiacá, Cia Urucum, Grupo Z de Teatro, Grupo Vira-Lata, Grupo Híbridos, Maria Alice Costa e Othoniel Cibien, Ednardo Pinheiro e José Augusto Loureiro, Cia Folgazões e Grupo Repertório.

20:30 - Coffe break

20:45 - Debate  aberto

21:30 - Informes e finalização do evento 

Telefones de Contato:

Vanessa Darmani (Folgazões): 9972-8350

Nieve Matos (Repertório): 8168-0919

Espaço Coletivo: 3322-7391 

producoescenicas@gmail.com

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Folgazões em todos os ritmos

Companheiros de começo de blog, a Companhia Folgazões tem espaço garantido sempre que enviam material.

Poucos devem saber, mas além de um trabalho de qualidade com teatro, a Companhia Folgazões desenvolve também trabalho como música, circo e dança, seguindo conceitos desenvolvidos na Commedia Dell’Arte e com o Grupo de Teatro Mambembe, que sempre buscou uma interpretação brasileira de se fazer teatro. Sendo assim, a companhia se uniu ao músico carioca Marcelo Seixas no Projeto “Ritmos Brasileiros” e todas as quartas-feiras, das 19h00 as 21h00, estará dando a oficina de percussão “Encontro de ritmos”, no Espaço Coletivo Folgazões e Repertório. Abaixo seguem mais detalhes:

Companhia Folgazões e Marcelo Seixas

Encontro de Ritmos

Oficina de percussão

A Companhia Folgazões vem desenvolvendo o PROJETO RITMOS BRASILEIROS, para isto contamos com a parceria do musico e professor Marcelo Seixas.

Venha aprender a tocar e cantar nossa musica genuína brasileira!!!!

REALIZAÇÃO

Você sempre quis aprender percussão?

O que está esperando?

Venha participar do "Encontro de Ritmos"!

Investimento:

R$ 40,00 por mês ou

R$ 15,00 aulas avulsas

Local:

Espaço Coletivo Folgazões e Repertório

Endereço:

Rua Professor Baltazar, 152, Centro - Vitória Quando: sempre as quartas - feiras

Horário:

das 19h às 21h

Módulo I

(março, abril, maio e junho)

HIP-HOP, FUNK, PARTIDO ALTO, SAMBA ROCK, SURDO VIRADO, JONGO E CAXAMBU.

KIT Individual

(não obrigatório)

PANDEIRO, TAMBORIM, TRIÂNGULO, AGOGÔ, GANZÁ, CAXIXI E UM PAR DE BAQUETAS.

KIT UTILIZADO

ZABUMBA, SURDO, ATABAQUE E CAIXA.

Inscrições e informações:

Marcelo Seixas: (27) 9282-0240 ou pelo

e-mail: producaofolgazoes@gmail.com

· Estudo de dois ritmos por mês;

· Técnicas de percussão corporal;

· Ténicas de pandeiro.

Produção Companhia Folgazões de Artes Cênicas.
Vanessa Darmani
Contatos: (27) 3322-7391/(27) 9972-8350
osfolgazoes@hotmail.com/ producaofolgazoes.gmail.com
www.companhiafolgazoes.com.br

oficina de percussão

Repertório Artes Cênicas e Cia. com nova oficina “A improvisação como espetáculo”

Semana passada Nieve Matos, Saulo Ribeiro e Roberta Portela me enviaram o material referente a mais um curso do Repertório Artes Cênicas e Cia., que foi aberto. “A improvisação como espetáculo” é mais um curso do grupo que tem entre seus sucessos “No inicio, agora e sempre”, que ganhou o 6º Festival de Esquetes do Espírito Santo e participou do Aldeia SESC, “Peroás e Caramurus – Uma Saga da Ilha” e “Bernarda, por detrás das paredes”. O curso, como o anterior, será ministrado no Espaço Coletivo Folgazões e Repetório e se inicia no dia 17/04/2011 (domingo) das 09h00 as 12h00 e 14h00 as 17h00, com uma turma única. Abaixo segue o material que eles me enviaram. Bom trabalho para todos, pois com certeza é um curso que vale a pena fazer.

Repertório Artes Cênicas e Cia. abre as inscrições para oficina:

“A Improvisação como espetáculo”

Sobre a oficina:

A improvisação teatral vem ganhando cada vez mais espaço nos teatros, nos bares e também em programas de TV. Isso porque estimula a criatividade, a espontaneidade e a interação imediata com o público, tornando o momento único e divertido. Porem, exige um treinamento específico que capacite o ator a ter agilidade em suas criações.

Na oficina “A improvisação como espetáculo” os participantes entrarão em contato com jogos e técnicas contemporâneas de improvisação que darão suporte às suas criações cênicas no ‘aqui e agora’.

Local: Espaço Coletivo Folgazões e Repertório

Endereço: Rua Professor Baltazar, 152. Centro, Vitória.

Dia: 17/04/2011

Horário: 09:00 as 12:00 - 14:00 as 17:00 (turma única)

Carga horária: 6 horas

Investimento: R$ 40,00

Inscrições pelo email: producoescenicas@gmail.com

Ou pelos telefones: 27 8837 6806

                      27 8168 0919

                      27 9245 0643

Vagas limitadas!

Histórico do Grupo Repertório

repertorio-logo Sediados em Vitória(ES), Nícolas Corres, ator e performer, Roberta Portela, atriz e bailarina e Nieve Matos, diretora teatral se firmam como o coletivo RAC – Repertório Artes Cênicas e Cia, em 2008, para dar continuidade às pesquisas que vinham desenvolvendo desde a gradução.

Estreiam com sucesso seu primeiro trabalho, a esquete “No inicío, agora e sempre” (2009/2010) no 6º FESTIVAL DE ESQUETES DO ESPÍRITO SANTO ganhando cinco prêmios incluindo o de melhor espetáculo.

Durante o ano de 2009 criam em parceria com o Grupo Vira Lata de Teatro o espetáculo de rua cênico-musical  “Peroás e Caramurus – Uma saga da Ilha” que ao longo de 2010 participou de eventos como:Vitória – Verão – Coca-Cola’, VI Festival Nacional da Cidade de Vitória e II Aldeia Sesc de Teatro. Sendo contemplado no edital de Circulação Cultural da Secult, realização uma turnê pelo interior do Espírito Santo.

Bernarda,por detrás das paredes - peça de estréia do grupo. Foto de Ariny Bianchi Ainda em 2010, são convidados pela Companhia Folgazões  a criar o espaço “Coletivo Folgazões, Repertório e Cousa” em um casarão da década de 50 no coração do centro da cidade de Vitória, que além de sediar os grupos e promover o intercâmbio de experiências com outros criadores, o casarão com sua arquitetura marcante se transformou em material de pesquisa para a composição de  “Bernarda, por detrás das paredes”,  atual trabalho da Repertório, reforçando as investigações acerca da dramaturgia do espaço e sua apropriação. Cumprindo sua primeira temporada em três finais de semana dos meses de outubro, novembro e desembro, com segunda temporada prevista para maio de 2011.

Atualmente a Repertório trabalha na montagem do seu quarto espetáculo: “Entre memórias e esquecimentos”, mantendo a linha de estudo do grupo associada à linguagem performática, com estréia prevista para junho de 2011.

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

“Bernarda, por detrás das paredes”

Ontem (24/10/2010) finalizou-se a 6ª Edição do Festival Nacional de Teatro “Cidade de Vitória”, mas a programação de teatro em Vitória – ES não cessou. Quinta-feira passada (21/10/2010) estreou no Teatro Galpão “Desterrados”, com texto do paraguaio Frederico Roca e direção de Antônio Januzelli, e nesta sexta-feira (29/10/2010) estreia “Bernarda, por detrás das paredes”, baseada nas obras “A Casa de Nernarda Alba” de Frederico Garcia Lorca, e “Arte Poética” de Aristóteles. A adaptação tem a responsabilidade da dramaturga Nieve Matos, que também dirige. As apresentações acontecerão as 20h00, no Espaço Coletivo – Folgazões, Repertório e Cousa, com ingressos custando os valores de R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia). Como ainda é uma peça inédita, infelizmente só posso divulgá-la, então lhes deixo com o material enviado a mim pelo historiador e dramaturgo Saulo Ribeiro, mas mesmo assim acredito que será imperdível. Bom espetáculo para todos!

cartaz Bernarda “Bernarda, por detrás das paredes”

Uma colagem dos textos “A casa de Bernarda Alba” de Frederico Garcia Lorca e “Arte Poética” de Aristóteles

Estreia: 29/10/2010

Primeira Temporada: 29, 30 e 31/10 | 05, 06 e 07/11 – Sempre às 20h.

Ingresso: 20 reais inteira / 10 reais meia.

Em virtude de serem apenas 30 lugares por apresentação, sugerimos reservar ingressos. Telefone: 27 – 9238 6617 ou e-mail producoescenicas@gmail.com

Local: Espaço Coletivo – Folgazões, Repertório e Cousa

Endereço: Rua Professor Baltazar, nº152. Centro.

(Casarão vermelho na ladeira de acesso para a Catedral Metropolitana)

Ficha técnica:

Direção e dramaturgismo: Nieve Matos

Atores: Nícolas Corres Lopes e Roberta Portela

Assistência de direção: Moacir Prudêncio Jr.

Direção musical: Dori Sant’anna

Músico: Fábio do Carmo

Figurino: Antonio Apolinário

Confecção de figurino; Ateliê Luz divina

Designer gráfico: Anaise Perone

Fotografias: Ariny Bianchi.

O espetáculo

“Destruamos as teorias, as poéticas e os sistemas”

(Victor Hugo)

_MG_0333 O desejo de construir um trabalho com linguagem própria e desenvolver uma pesquisa corporal e estética, impulsionaram o grupo Repertório Artes Cênicas e Cia na composição de seu terceiro espetáculo: “Bernarda, por detrás das paredes”.

O belíssimo texto de Garcia Lorca, “A casa de Bernarda Alba”, foi utilizado pelo grupo como enredo e estímulo criador.

_MG_0317 Do texto surgiram alguns desafios: Como trabalhar uma obra que já foi montada tantas vezes? Como trabalhar novas linguagens (novas para o grupo!) em um texto tão cheio de referências estéticas?

Pedimos licença à Lorca e usamos sua obra como pretexto na pesquisa do grotesco. Também pedimos licença ao grande filosofo Aristóteles e usamos sua “Arte Poética” como recurso de estranhamento.

“É o feio junto ao belo. A partir daí, você traz um novo significado para ambos. Essa é uma das características da pós-modernidade, essa tentativa sistemática de mesclar, fundir, unificar e, com isso, gerar algo novo. As fronteiras que ainda não foram corrompidas serão, certamente, corrompidas por alguém”, afirma o artista e pesquisador Antônio Vargas.