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quinta-feira, 21 de outubro de 2010

"A Menina" encanta mulheres no Theatro Carlos Gomes


"Você já ficou repetindo uma palavra até perder o significado??"

Parece que eu estava adivinhando como seria a recepção do público quanto ao espetáculo "A Menina". Sempre carismática, Fabiola Buzim encantou as pessoas que foram assistí-la na terça-feira (19/10/2010), no Theatro Carlos Gomes, durante a 6ª Edição do Festival Nacional de Teatro "Cidade de Vitória". Em comunicação do Secom, direto para o hotsite do festival, o público pode rir, chorar, refletir e se identificar com o espetáculo, que é um solo cênico escrito pelo mineiro Ivan Ângelo e dirigido pela cineasta Virginia Jorge. Abaixo segue a matéria que foi publicada no hotsite (Parabéns Fabiola!):

Mulheres diferentes se reconhecem em A Menina, encenada na noite de terça

Enviado por secom, qua, 20/10/2010 - 16:17


A programação distribuída na entrada do Theatro Carlos Gomes indicava a representação de um solo cênico influenciado pelo teatro essencial. Mas o público viu muito pouco solo na interpretação da atriz capixaba Fabíola Buzim, que não se deixou estar só no palco.

Durante todo o espetáculo, a peça A Menina, que integra o VI Festival Nacional de Teatro Cidade de Vitória, a atriz dialoga com a plateia, com a luz, com o cenário, com a mãe, com as amigas e traz questionamentos da vida diária, faz pensar, rir e chorar com um texto que não se perde nas palavras nem mesmo quando ela assim o diz.

As marcas de força da interpretação trazidas pelo teatro essencial estavam lá nesta adaptação do conto do jornalista Ivan Ângelo e surpreenderam as aproximadamente 150 pessoas que foram assistir à peça na noite desta terça-feira (19).

Um dos representantes capixabas no Festival, A Menina integra o pensamento à colcha de retalhos que forma o cenário, enquanto as sombras trazem à memória do público momentos de pura experimentação - ora das lembranças, ora simplesmente das palavras que perdem e ganham sentidos diferenciados.

Idades diversas foram ao teatro conhecer esse mundo feminino. Maria Cristina Azevedo (39 anos) levou a sobrinha Ana Júlia Silva (15 anos) para assistir à peça: "Viemos buscar o ingresso cedo porque moramos aqui perto e quase não temos oportunidade de ir ao teatro. Quando ela falou da escola e da crueldade das meninas eu tinha certeza de que ela estava falando de mim", conta a tia.

Para Ana Júlia o melhor momento é quando a menina descobre o significado da palavra desquitada: "Esse preconceito é antigo. Eu sou jovem, meus pais são separados e eu ainda sinto aquele arrepio quando alguém pergunta pelo meu pai. Parecia que era comigo que a atriz estava falando".

O espetáculo vai entrar em cartaz no início do próximo ano no Teatro Leblon (Rio de Janeiro).

Fonte: http://hotsites.vitoria.es.gov.br/festivaldeteatro/index.php?q=content/mulheres-diferentes-se-reconhecem-em-menina-encenada-na-noite-de-ter%C3%A7

terça-feira, 19 de outubro de 2010

A Menina na 6ª Edição do Festival Nacional de Teatro “Cidade de Vitória”

CARTÃO Gapão3 12 Existem pessoas e grupo de teatro que eu gosto sem esforço, simplemente por serem pessoas simpáticas comigo ou por terem trabalhos que agradaram aos olhos e o solo-cênico “A Menina” é um desses casos. Hoje (19/10/2010), esse espetáculo, que tem direção de Virginia Jorge e atuação da carismática Fabiola Buzim, subirá mais uma vez ao palco do Theatro Carlo Gomes.

“A Menina” é um espetáculo que já circulou pelo Espírito Santo e pelo Rio de Janeiro, sendo sucesso de críticas e ganhando prêmios e o público que assiste a esse trabalho. É uma adaptação do texto de Ivan Ângelo, que conta sobre o universo feminino de fora leve e agradável, passando pela relação de mãe e filha e os ritos de passagem desse universo obscuro para a mente masculina. Fabiola dá a graça a interpretação, com seu carisma e sua força em palco.

Eu não tenho feito esse tipo de divulgação para as peças que passam pelo Festival, mas como a Companhia Folgazões de Artes Cênicas, Fabiola sempre me manda o material para divulgação e eu não podia deixar de abrir-lhe o espaço para tal. Abaixo segue o material que ela me mandou. A entrada é franca, sendo que devem retirar o ingresso a partir das 13h00, na bilheteria do Theatro Carlo Gomes. O espetáculo subir[a ao palco as 19h00. Abaixo segue o material que me foi enviado pela atriz. A todos desejo um maravilhoso espetáculo!

A MENINA NO 6º FESTIVAL NACIONAL DE TEATRO CIDADE DE VITÓRIA

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O solo "A Menina" é uma das treze peças locais selecionadas via edital para o VI Festival Nacional de Teatro Cidade de Vitória, que acontece entre os dias 13 a 24 de outubro. O espetáculo será apresentado no Theatro Carlos Gomes em 19 de outubro, às 19h.

          Com classificação livre, a entrada é gratuita e a retirada de ingressos deve ser feita na bilheteria do teatro, no dia da peça, às 13h. Cada pessoa tem direito a solicitar somente uma entrada.

Galpao 10 - Leonardo Merçon “A MENINA” é um solo cênico, influenciado pelo teatro essencial e que valoriza a força da interpretação do ator. O espetáculo tem a direção da cineasta Virginia Jorge e a interpretação da atriz Fabíola Buzim. O texto é uma adaptação do conto “Menina” do escritor mineiro Ivan Ângelo e este conto foi publicado no livro “Os 100 melhores contos da literatura brasileira”. A partir de uma encenação simples, mas envolvente é mostrado  o conflito da heroína, uma menina mulher, na busca pelo significado de uma palavra.

Galpao 5 - Leonardo Merçon O espetáculo já realizou temporadas no Espírito Santo e Rio de Janeiro, participou de Festivais e recebeu boas críticas na imprensa local, e o reconhecimento da platéia que aplaudiu o espetáculo de pé durante vários minutos em todas as suas apresentações. E recebeu a premiação de Melhor Direção e Melhor Atriz no Festival Omelete Marginal, promovido pelo site Intervenções Urbanas. Desde sua estréia, o espetáculo tem comovido a platéia em geral. Crianças, jovens e adultos são envolvidas pelas histórias da personagem Ana Lúcia.

Sinopse

Ana Lúcia é uma mulher adulta e se debruça sobre uma passagem da sua infância que a marcou muito. No centro da história a palavra “desquitada” e uma pergunta:

“Você já ficou repetindo uma palavra várias vezes até ela perder o sentido?”.

A personagem vai narrando sobre este momento de sua vida, quando foi discriminada pelas colegas na escola por conta de uma palavra da qual nem sabia o significado. O espetáculo abre possibilidades para discussões atuais, como o tema bulling e alguns acontecimentos responsáveis por estigmas, preconceitos e também propõem uma discussão sobre a sociedade e as relações familiares.  

Ficha técnica
Direção: Virigina Jorge
Interpretação: Fabiola Buzim
Texto: Ivan Ângelo
Adaptação: Fabiola Buzim, Virginia Jorge
Cenografia / Figurino: Luiza Fardin
Assistente de Figurino: Samira Alcântara
Pesquisa Corporal: Leonardo Patrocínio
Iluminação: Toninho dos Anjos
Operador de Luz e Cenotécnico: Jorgemar de Oliveira
Sonoplastia: Fernanda Butiar

Trilha Sonora Original: Juliano Gauche Operador de Som: Felipe Dal´Orto
Produção: Jihany Rangel / Fabiola Buzim
Foto: Marcelo Carvalho

Serviço
VI Festival Nacional de Teatro Cidade de Vitória A Menina / ES
Dia: 19 de Outubro / Terça-feira
Horário:
19h
Duração:
40min
Direção:
Virginia Jorge
Classificação:
Livre

domingo, 27 de dezembro de 2009

Caderno2.AG: Para ficar na memória

untitled Não é sempre que abrimos o Caderno Dois e vemos uma avaliação do panorama do ano, ou melhor, os fatos que marcaram a cultura. Hoje (27/12/2009), tivemos uma avaliação do que marcou o ano que passou e para minha surpresa eles relacionaram as peças teatrais que marcaram o ano com suas estréias.

As peças selecionadas não foram tanta surpresa assim. Sem uma classificação ou mesmo uma analise sobre cada escolhida, vale citar cada uma.

fahrenheit451 FAHRENHEIT 451 – Este novo trabalho da Cia. De Teatro Urgente, sob direção de Marcelo Ferreira, trás um excelente trabalho de expressão corporal dos atores em cena. Eu sempre falo que queria entender mais sobre Butô ou Grotowski, mas nunca me aprofundei nos estudos sobre ambos. Mas os trabalhos de Marcelo sempre me impressionaram pela sua interpretação das histórias através do corpo. Eu cheguei a assistir no Festival Nacional de Teatro “Cidade de Vitória”, mas se tiverem a oportunidade, não percam.

CARTAZ1 A MENINA – Se eu cometi um pecado este ano, foi não ter ido assistir esta peça teatral que tanto anunciei aqui no blog Teatro Capixaba. O solo cênico da atriz Fabiola Buzim, interpretando o texto do dramaturgo Ivan Ângelo, sob direção da cineasta Virginia Jorge, foi um dos trabalhos mais discutidos do ano. Alguns o elogiam, outros o criticam, mas vale lembrar que os trabalhos para serem de qualidade, devem gerar as mais diversificadas discussões. Ganhadoras da maioria dos prêmios destinados ao teatro no Prêmio Omelete Marginal 2009, com Fabiola Buzim ainda concorrendo como Destaque do Ano de 2009 no Jornal A Gazeta por este trabalho, que correu presídios femininos e instituições. Acredito eu ser uma oportunidade maravilhosa de se ver um excelente trabalho de palco.

rosas-brancas ROSAS BRANCAS PARA SALOMÉ – Outro espetáculo que sofreu duras criticas, mas mostrou para o que veio. Este trabalho escrito e dirigido por Gladston Ramos, nos trás no palco o ator Mauro Pinheiro. Mais conhecido pelos seus trabalhos de teatro-empresa, Mauro nos dá Salomé. Apesar de uma personalidade real, a personagem Salomé, interpretada pelo ator, nos mostra toda sua história nesta brilhante interpretação. Mauro Pinheiro nos brinda com esta personagem cativante e emocionante, que tem uma história arrebatadora, vivendo os melhores momentos da vanguarda do país. Sempre rasgarei elogios por este trabalho, pois para mim deveria ter tido o verdadeiro reconhecimento, que poucos ousaram dar. Parabéns Mauro! Parabéns Gladston!

Os Mendigos - Banner OS MENDIGOS E O PATO DO IMPERADOR – Outro trabalho que teve pouco reconhecimento, mas foi muito bem feito. A peça estreou em um Festival, mas foi neles que ela mostrou para que veio. Uma verdadeira ode ao teatro, conta a história de uma trupe de atores que termina por matar um pato no terreno de um imperador e na intenção de sobreviverem, eles tentam ludibriar o imperador. Quando eu vi no Festival Nacional de Teatro “Cidade de Vitória”, juro que no começo não acreditei no espetáculo, mas com o decorrer da peça, vi o trabalho meticuloso que o diretor Rodrigo Pauoto teve. É uma comédia bem feita, com um trabalho bem executado pelos atores. Parabéns a Trupe Iá... Pocô!

HELLO, BOY! – Esta peça esteve em cartaz bem no fim de temporada do Teatro Galpão e o diretor Robson De Paula chegou a pedir a mim para falar dela no blog Teatro Capixaba e eu pedi a ele material para divulgação. Uma pena que não deu tempo de ele mandar o material para eu publicar. Eu gostaria de tê-la visto também, se não fosse à correria de fim de ano do local aonde eu trabalho. Mas sendo um trabalho com direção de Robson De Paula, com a atriz Inácia Freitas em cena, acompanhada do ator Wilton Bastos, acredito ter sido uma excelente peça. A atriz e o diretor já tiveram outros trabalhos conjuntos, mas vale lembrar-se do monólogo “Uma Mãe Muito Louca”. Espero que eles retornem em 2010, para que eu possa anunciar e assistir.

Bem, esta foi à seleção do Caderno Dois de A Gazeta. Acredito que muitos dirão: “E Boulevard, 83?” “E Cárcere?” “E Dinossauros?”... Bem, quanto ao último, fico feliz de nem ser mencionado, quanto aos outros, se quiser colocar sua opinião, entre no site do Gazeta Online e opine, mas antes precisa ser cadastrado.

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Sai o resultado do Prêmio Omelete Marginal 2009

premio-omelete-marginal-09 Desculpem-me pela falta de atualização imediata, como ocorreu no ano de 2008, referente ao Prêmio Omelete Marginal 2009. Acredito que isso ocorreu - posso estar enganado – por causa de minha crítica (se assim posso chamar) ácida referente aos selecionados nas categorias de teatro.

Galpao 4 - Leonardo Merçon Bem, deixando isso de lado, já pode ser visto no site do Omelete Marginal a lista de ganhadores do Prêmio. Na categoria Teatro o resultado foi o seguinte: Na categoria Melhor Diretor de Teatro ganhou a diretora de cinema e estreante como diretora de teatro, Virginia Jorge. Eu votei em Marcelo Ferreira nessa categoria, pois achei o único merecedor, dentre todos os outros. A maioria dos diretores concorrentes, para mim, não tinham o mesmo nível de Marcelo, o que foi meio decepcionante. Já Virginia Jorge, diretora de “A Menina”, eu nem posso falar nada. Se ela ganhou, mérito dela, pois não posso levantar um testemunho contra seu trabalho de direção, já que não assisti o solo-cênico (prometo compensar isso assim que possível!).

Joe Jocker Na categoria Melhor Peça Teatral ganhou o espetáculo musical “Boulevard, 83”, do Grupo Teatro Empório. Eu já votei nessa peça para ganhar, não por causa da direção, mas sim por causa da história em si. A história do Boulevard é encantadora. Um grupo de dançarinos cria um show para levantar a casa que está em concordata nas mãos de um mafioso e uma cafetina, é simplesmente empolgante. Também dou destaque a atriz e cantora Nívia Carla, que faz a personagem Joe Jocker. Sempre rasgarei elogios para o trabalho dela com a personagem e pela sua voz maravilhosa.

Nívia Carla concorreu na categoria Melhor Atriz de Teatro e eu votei nela, mas não critico também a escolha de Fabiola Buzim nessa categoria, pois como à diretora, eu não assisti ao trabalho dela no monólogo “A Menina”.

o_figurante_invisivel[3] Já na categoria Melhor Ator de Teatro ganhou o veteraníssimo Ednardo Pinheiro. Eu não tiro o mérito dele, também, até gostei de sua atuação (que caiu como uma luva) em “O Figurante Invisível”, mas sinceramente, devido ao excelente trabalho solo de Mauro Pinheiro em “Rosas Brancas para Salomé”, o mínimo que eu esperava era o reconhecimento que ele merece.

imagem0002 Na categoria Melhor Festival ganhou o Festival Nacional de Teatro “Cidade de Vitória”. Esse sim é uma felicidade para mim. O Festival, todo ano trás os mais diversos artistas cênico-teatrais para os palcos da capital. Além das peças, há debates, cursos, workshops, entrevistas com os mais conceituados artistas brasileiros, sem contar que este ano houve até participação internacional no Festival, com duas peças teatrais cubanas.

Agora, na categoria Revelação do Teatro fica aqui meu protesto.

Era esperado que eles ganhassem? Lógico que sim, pois infelizmente ainda temos um sério problema em reconhecer o que é ou não é teatro.

comediaalacarte Antes que venham falar algo: Sim, eu fui assisti-los e gostei do que vi. Ri com eles, mesmo quando ironizavam o trabalho do ator de teatro, mas isso não quer dizer que devo considerar o trabalho deles como teatro. Estou falando de Comédia a La Carte, que ganhou o prêmio de Revelação do Teatro.

Eles competiram com um ator de teatro, com um grupo teatral e com uma diretora de teatro, mas mesmo assim ganharam numa categoria que não lhes cabe.

Há muito tenho enrolado para falar sobre teatro e “comédia em pé”. Para aqueles que desconhecem, é normal a confusão, já aqueles que convivem, que sabem como é, fico impressionado com isso ainda. Stand Up Comedy nada mais é do que uma pessoa, sem construir uma personagem, ironizando ou brincando com situações cotidianas que aconteceram com ela ou com alguém (próximo ou não), já teatro existe todo um processo de construção da personagem. O jeito dessa pessoa andar, como ela vai falar, com ela vai agir com os outros a sua volta, que sentimento demonstrar por outra personagem e a necessidade deste sentimento.

Não estou falando que fazer Stand Up Comedy seja fácil, pelo contrário. Acredito que exista todo um trabalho envolvido, mas é diferente do processo do ator numa peça teatral ou de um diretor de posicionar ou de como fazer a cena acontecer, coisa que não existe no Stand Up Comedy, já que é uma pessoa, em pé, vestida socialmente ou não, em frente a um microfone. Não existe a necessidade de projeção vocal, algo no qual um ator (ou atriz) precisa trabalhar constantemente.

A critica que faço não é ao trabalho dos envolvidos em Comédia a La Carte, mas sim do processo de seleção de concorrentes do Prêmio.

Se valer alguma coisa a opinião deste que vos escreve (e se a organização do prêmio chegar ler isso), recomendo que crie e desenvolva a categoria destinada ao Stand Up Comedy, que cresce a cada dia. Cheguei a receber um convite informal para fazer esse tipo de trabalho, mas eu não me sinto capacitado para tal. Prefiro construir uma personagem a falar com o público de “cara limpa”. Congratulo e elogio o trabalho deles, mas continuo a bater na tecla que os trabalhos são diferenciados, merecendo categorias diferenciadas.

Infelizmente nossa mídia impressa faz o mesmo tipo de confusão (chega a ser ridículo isso!), só torço e espero que o mesmo não aconteça a um prêmio que é dedicado ao artista cultural capixaba.

Sei que isso pode vir a causar balburdia e mesmo – talvez – ameaças que me foram feitas se concretizarem, mas acho que se deve fazer um aprofundamento melhor dos organizadores do Festival para saber o que é teatro e não esperar que conhecidos lhes digam o que é.

Prezo e acredito no Prêmio Omelete Marginal (sei que não parece!), mas sinceramente – volto a frisar – eles precisam rever os conceitos deles.

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Vai começar o Festival e Prêmio Omelete Marginal

Dois dias de atrações com shows, DJ’s set, cinema, teatro… E até um Festival de Pipa. Nos dias 11 e 12 de dezembro de 2009 (sexta e sábado) acontecerá o Festival Omelete Marginal 2009. Na sexta-feira (11/12), as atrações começarão as 18:00, mas no sábado (12/12), o segundo dia começará as 11:00 com o Festival de Pipa “Omelete Voador”. O evento será na Praça do Papa, em Vitória – ES, com entrada franca para quem desejar curtir.

O peça teatral “1555. Brésil, Un Pays Imagineire” acontecerá no segundo dia do Festival, será as 21:40, com a Cia Taruíras Mutantes – em vídeo (???). Não sei muito sobre este trabalho do grupo, mas acredito que não deverá estar sendo feito em Vitória – ES, para ser passado em vídeo. Bem, abaixo coloco o serviço que todos podem encontrar no site do Omelete Marginal:

FestivalOM20091 > Tenda Rede Cultura Jovem: O Programa Rede Cultura Jovem promove a reflexão, a criação e a expressão dos jovens capixabas por meio da arte, da cultura e da tecnologia numa grande rede de relacionamento virtual e presencial. Trata-se de uma iniciativa da Secult-ES, em parceria com o Instituto Sincades e sob execução da ONG Universidade Para Todos. Visite www.portalyah.com.br

> Tenda Tecnologia 3G: VIVO

> Tenda Omelete: Musica ES / Centro de Referência da Juventude/ Omeletinho: Faça o natal de alguém mais feliz. Doe livros, brinquedos e roupas / Revistas e CD’s independentes

> Esporte: Basquete de rua / Skate (street)

> Bar e Lanchonete

> Estacionamento grátis (polua menos, vá de bike!)

SERVIÇO

Festival Omelete Marginal

Praça do Papa – Vitória/ES

Av. Nossa Senhora dos Navegantes, s/nº – Enseada do Suá

Informações: 27. 32234707

Dia 11 de dezembro (sexta-feira): de 18h às 02h40

Dia 12 de dezembro (sábado): de 11h às 02h40

[[[ENTRADA FRANCA]]]

..::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::..

Patrocínio: [VIVO] [SEBRAE]

Apoio: [Master Cel] [TV Gazeta] [Prefeitura de Vitória: CDV – Cia de Desenvolvimento de Vitória e Secretaria Municipal de Cultura] [IAPA]

Parceria: [Governo do Estado do ES: Programa Rede Cultura Jovem – SECULT/ES]

Apoio Gastronômico: [Japa San] [Don Camaleone] [Rock Burguer] [Pin Up Bar] [Café Bamboo] [Padaria Expressa]

Promoção: [Rádio Cidade FM]

Realização: [IU – Intervenções Urbanas e Inova Consultoria e Eventos]

OMELETE MARGINAL

NÓS TODOS JUNTOS!

premio Quanto ao Prêmio Omelete Marginal 2009, ele acontecerá no dia 15 de dezembro de 2009 (terça-feira), no Parque Botânico da Vale, em Jardim Camburi, em Vitória – ES, e será fechado para convidados. Durante o prêmio, serão mostrados os vencedores dentre os 155 indicados. As votações se encerraram no dia 01 de dezembro de 2009 (terça-feira). O Festival Nacional de Teatro “Cidade de Vitória” está concorrendo na Categoria Festival, e nas categorias de Teatro temos concorrendo:

Melhor Diretor de teatro:

- Altair Caetano (Dinossauros… Ou Ainda É Hoje)

- Leandro Bacellar (Boulevard, 83)

- Marcelo Ferreira (Fahrenheit, 451)

- Maurício Paroni de Castro (Auto da Defunta Nua)

- Vírginia Jorge (A Menina)

Melhor Peça Teatral:

- A Menina

- Auto da Defunta Nua

- Boulevard, 83

- Cárcere

- Fahrenheit, 451

Melhor Ator de teatro:

- Ednardo Pinheiro (O Figurante Invisível)

- Leandro Bacellar (Boulevard, 83)

- Mauro Pinheiro (Rosas Brancas para Salomé)

- Otoniel Cibién (Dinossauros… Ou Ainda é Hoje)

- Rodrigo Pauoto (Os Mendigos e o Pato do Imperador)

Melhor Atriz de teatro:

- Déia Carpenedo (Comeria Eu Carne de Touros?)

- Fabíola Buzim (A Menina)

- Janine Corrêa (Auto da Defunta Nua)

- Maria Alice Costa (Dinossauros… Ou Ainda é Hoje)

- Nívia Carla (Boulervard, 83)

Revelação do teatro:

- Allan Toni, pela peça “Boulevard, 83”

- Comédia a La Carte, stand up comedy

- Marcela Cavalinni pela peça “Comeria Eu Carne de Touros?”

- Nieve Matos, diretora da esquete “No Ínicio, Agora e Sempre”

- Trupe Iá… Pocô!, grupo teatral da peça “Os Mendigos e o Pato do Imperador”

Escolha seus favoritos e faça sua torcida!

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Fabiola Buzim como Capixaba do Ano

Galpao 1 - Leonardo Merçon Existem certas notícias que sempre deixam qualquer um feliz e eu acredito que é assim que a atriz Fabiola Buzim deve estar se sentindo agora.

Não é sempre que vemos tamanho prestígio ser dado a uma artista teatral, que subiu no palco este ano, dirigida por Virginia Jorge, no solo cênica “A Menina”.

Eu, - como já falei a própria Fabiola – sou um pecador, pois não fui prestigiá-la, assisti-la, fosse a festivais que participou ou mesmo em apresentações fechadas. Mas ela é uma guerreira, pois correu vários teatros da capital, além de viajar com o trabalho para o Rio de Janeiro e Minas Gerais. As críticas lá fora, em geral, favoráveis ao trabalho, mostrando que o empenho dela, da diretora e de todos os envolvidos com este trabalho cênico-teatral, valeu à pena.

capixabadoano-artista A Categoria que Fabiola Buzim participa é de Artista do Ano e o Gazeta Online enfatiza todo o empenho da atriz:

Fabiola Buzim - Protagonista de "A Menina", monólogo dirigido por Virgínia Jorge, a atriz participou também da peça "Um Forte Cheiro a Maçã", do Grupo Taruíras Mutantes, sob direção de Luiz Tadeu Teixeira. Fabíola apresentou "A Menina" em temporada de dois meses no Rio de Janeiro, além de ter circulado com o espetáculo no Teatro Universitário da Ufes, Festival de Inverno de Ponte Nova (Minas Gerais), Teatro Carlos Gomes (Vitória), Teatro Municipal de Viana, Presídio Feminino em Tucum (Cariacica), Casa Brasil (Itararé, Vitória), Teatro Galpão (Vitória), Escola de Teatro e Dança Fafi (Vitória), Secri (Serra), Festival de Teatro de Rua das Agulhas Negras (Resende-RJ) e Virada Cultural (Vitória).”

Para votar na atriz basta acessar o site Gazeta Online e procurar “Quem merece ser eleito o capixaba do ano? Vote”, pois acredito que as pessoas que tanto reclamam da desunião da classe de artistas cênico-teatrais deve ficar no mínimo feliz por esta vitória de uma colega que tanto contribuiu este ano e nos deixou eternizados com a frase: "Você já ficou repetindo uma palavra até ela perder o significado?".

CARTAZ1 O solo cênico “A Menina” é uma adaptação de Fabiola Buzim baseando-se no texto de Ivan Ângelo e tem na direção Virginia Jorge.

Se quiser prestigiar mais ainda ambas, cadastre-se e vote nelas no Prêmio Omelete Marginal. A peça concorre na Categoria de Melhor Peça Teatral, Fabiola Buzim concorre na Categoria de Melhor Atriz de Teatro e Virginia Jorge na Categoria de Melhor Diretor (a) de Teatro.