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sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Fundação Getúlio Vargas vai gerir Cais das Artes durante um ano

agazeta Saiu hoje (20/10/2010) no suplemente Caderno Dois do jornal A Gazeta que a Fundação Getúlio Vargas assumirá a gestão do Cais das Artes, em construção na Enseada do Suá, próximo a Praça do Papa, em Vitória – ES.

A parceria de ambos foi assinada ontem (28/10/2010), no Palácio Anchieta. Abaixo segue a matéria completa.

caderno2 A Gazeta Vitória (ES), sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Instituição de pesquisa vai gerir Cais das Artes

Complexo cultural em construção na Enseada do Suá será coordenado pela FGV durante um ano

Gustavo Cheluje
lcheluje@redegazeta.com.br

cais_das_artes_externo Um dos projetos mais ambiciosos da Secretaria Estadual de Cultura, o complexo cultural Cais das Artes, em construção na Enseada do Suá, em Vitória, contará com plano de gestão desenvolvido pela Fundação Getúlio Vargas. A parceria entre o governo do Estado e a instituição de ensino e pesquisa foi assinada na tarde de ontem, no Palácio Anchieta.
Projetada pelo arquiteto Paulo Mendes da Rocha, a obra - cuja inauguração está prevista para setembro de 2011 - contará com um museu, um teatro (com 1,3 mil lugares e um palco de aproximadamente 600 metros, com condições de receber grandes espetáculos) e uma praça que, além de fazer uma ponte entre os dois prédios, servirá de espaço para manifestações culturais e encenações teatrais ao ar livre.
De acordo com Dayse Lemos, secretária de Cultura do Estado, a empresa FGV Projetos ficará encarregada de toda a gestão cultural e administrativa do espaço no período de um ano. "Uma pesquisa de mercado, que conhecerá os interesses e as necessidades da comunidade cultural capixaba, vai nortear boa parte das decisões que serão tomadas. Caberá a eles a elaboração de curadorias para definir projetos voltados para o acervo, a área técnica, o desenvolvimento de pessoal, a aquisição de obras de arte e a programação cultural, tanto do museu quanto do teatro", destaca, informando ainda que a sustentabilidade econômica do espaço também está nos planos da instituição.
"O grupo tentará parcerias com a iniciativa privada, sem esquecer da campanha de movimento sustentável, em total integração do espaço com o meio ambiente", complementa.

Programação
FGV1 No projeto defendido pela FGV, o Cais das Artes (que conta com investimentos de cerca de R$ 115 milhões) terá uma moderna estrutura de gestão cultural. No teatro, por exemplo, um comitê específico definirá as diretrizes de programação, as regras para preços e vendas de ingressos, a gestão de websites e a natureza dos espetáculos, a fim de atender a perfis distintos de público.
Para o governador Paulo Hartung, a iniciativa vai ampliar ainda mais a rede cultural do Estado. "Será um espaço de convergência. Ao mesmo tempo em que receberemos grandes espetáculos, vamos dar espaço aos novos talentos do Estado. Uma parte da programação será destinada a eles".
Por falar em renovação, o público jovem, obviamente, terá voz no futuro Cais das Artes. Na apresentação do projeto, Cristina Hartung, primeira-dama do Estado, defendeu a total interação do projeto com a rede estadual de ensino. "Queremos fazer da iniciativa um agente multiplicador de cultura. Precisamos embarcar na ideia de que o centro será um lugar de reflexão sobre a arte e também de formação de público", acredita.

Fonte: http://gazetaonline.globo.com/_conteudo/2010/10/683089-instituicao+de+pesquisa+vai+gerir+cais+das+artes.html

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

A Gazeta: Sucesso do riso - 29-09-2010

Tem sido tão raro o Teatro Capixaba ocupar as capas dos cadernos de entretenimento dos jornais do estado, que quando acontece, vale a pena até divulgação maior.
Hoje (29/09/2010), o Caderno Dois estampou na primeira página os sucessos das comédias, teatrais ou não. O destaque vale para as personagens que se tornaram marcas destes sucessos como a solteirona Marly, o matuto Tonho dos Couros e a alpinita social Melani Marques. Em uma entrevista ao jornalista Marcelo Pereira, alguns dos envolvidos nestes sucessos revelam o que causa tanto alvoroço, a ponto de lotar espetáculos, precisarem ficar em cartaz dois anos seguidos no mesmo teatro (como Marly) ou mesmo ter 11 anos de sucesso com um "stand by" personalizado (se assim posso chamar!). Segue a baixo a matéria, escrita pelo jornalista Marcelo Pereira:
A Gazeta - 28/09/2010 - 22h00

Sucesso do riso

Marcelo Pereira
mvitoria@redegazeta.com.br

Uma perua da alta sociedade, um matuto nordestino e uma espevitada solteirona foram os responsáveis pelas maiores bilheterias do teatro local nesta primeira década do século XXI. Tonho dos Couros (criação de Rossini Macedo), Melani Marques (da trilogia "Por Favor, Matem minha Empregada", de Edilson Pedrini e Wilson Nunes) e a virgem Marly (criação de Milson Henriques, com interpretação de José Luiz Gobbi) provam que, no Espírito Santo, o teatro conquista o público com comédia e humor.
Melani está de volta, em cartaz com o besteirol "Por Favor, Matem Minha Empregada 3 - Dez Anos Depois", com temporada aos domingos no Clube dos Oficiais, em Vitória.
Desta vez a socialite, papel do diretor e ator Wilson Nunes, quer ser deputada federal para deslanchar de vez na mídia. A primeira parte (em cartaz em 2000 e 2001) atraiu mais de 50 mil pessoas. A segunda parte foi apresentada em 2003 e 2004.
"O sucesso dessa comédia é a própria Melani. Ela representa aquele tipo de gente que não mede esforço para aparecer, ter seus minutos de fama e não enxerga o quão ridículo isto pode ser", desenvolve o ator e autor das duas primeiras peças, Edilson Pedrini. O amigo Nunes, pelo jeito, aprendeu a lição de casa, já que o texto desta vez é do próprio. "Wilson desenvolveu a história sem mexer nas características da personagem, perua por natureza, e naquela velha rixa com Rosângela, sua ex-empregada", aponta. Além disso, o texto manteve aquela estrutura maleável, podendo se adaptar para incluir críticas sobre situações do momento. "A plateia pode até perceber citações sobre pessoas públicas, mas preferimos deixar nas entrelinhas. É mais elegante e instiga mais", argumenta.

Nordestino

O humorista Rossini Macedo não sabe o que é ter férias por causa de Tonho dos Couros. O intérprete do matuto nordestino completou 11 anos em cartaz com o show de humor no Restaurante Mr. Picuí, em Vitória. "Em 2008, alcancei a marca de mil shows e lancei o DVD comemorativo", informa. Com uma média de 200 pessoas por apresentação (e são duas, às sextas e aos sábados), certamente atingiu a marca dos 200 mil espectadores no local.
Macedo aponta os fatores desse sucesso: a temporada ocupa o mesmo lugar e o texto pode ser modificado de acordo com os fatos do cotidiano. "Incluo as características do personagem que conquistaram o público: sua simplicidade e uma língua solta que fala de tudo", desenvolve.

Fenômeno

"A vida já nos dá muitos motivos para chorar. Uma produção que faça rir já começa ganhando a preferência porque o riso sempre tem um lugar no coração das pessoas", explica o diretor e ator José Luiz Gobbi, que vive a solteirona Marly nos palcos desde 1992. "Planejamos uma temporada de dois meses com ?Hello, Creuzodete? e ficamos dois anos. Vendíamos ingressos com três semanas de antecedência", recorda. Quatro peças com a personagem (a última foi "Hello, Creuzodete IV - Finalmente Alguém Comeu") e pensam que ela tirou férias? Nada. Marly é convidada para animar festas, congressos, palestras motivacionais. "Já me telefonam querendo falar diretamente com a Marly", brinca. Pelas contas dele, Marly foi vista no palco por mais de um milhão de pessoas.

Só Rindo... Especial Eleições 2010

Texto, direção e atuação:
Rossini Macedo.

Quando:
sexta e sábado, às 22h.

Onde:
Mr. Picuí Restaurante e Cachaçaria, Triângulo das Bermudas, Praia do Canto, Vitória.

Couvert artístico:
R$ 20 por pessoa (mais consumação).

Informações:
(27) 3235-7711 e 9837-6092.

Por Favor, Matem Minha Empregada 3 - Dez Anos Depois

Texto e direção:
Wilson Nunes.

Quando:
a peça volta a ser apresentada no dia 10 de outubro (no dia 3 não haverá apresentação por causa das eleições), com temporada aos domingos, às 19h30.

Onde:
Clube dos Oficiais, Rua Comissário Octávio Queiroz, 1225, Jardim da Penha, Praia de Camburi, Vitória.

Ingresso:
R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia).

Informações:
(27) 9981-6795 e (27) 9866-6776.

terça-feira, 15 de junho de 2010

Programa Petrobrás Cultural 2010 abre inscrições – A Gazeta

programa-petrobras-cultural-2010 Já que a Cia. Taruíras Mutantes conseguiram o patrocínio da Petrobrás participando do Programa Petrobrás Cultural (ou PPC), nada como divulgar a abertura das inscrições para aqueles que desejam participar este ano.

Ontem (14/06/2010), o jornal A Gazeta, através do seu Caderno Dois, publicou um matéria referente ao programa que entra na sua sétima edição de apoio e patrocínio à cultura do Brasil. Vai desde Educação para as artes, passando por Preservação e Memória e chegando a Produção e Difusão de Artes Cênicas, Audiovisual, Cultura Digital, Literatura e Música. Este ano a Petrobrás estará disponibilizando o valor de R$ 61,2 milhões para estas áreas da cultura brasileira, que são subdivididas em vários subáreas. Todos os detalhes podem ser encontrados dentro do hotsite criado pela Petrobrás para deixar os interessados mais informados. Lá você encontra tudo que precisa saber sobre o PPC 2010.

Abaixo segue a matéria publicada no Caderno Dois, de A Gazeta:

logo_gol Cultura - Petrobras destina R$ 61 milhões às artes

14/06/2010 - 00h00 (Outros - A Gazeta)

As inscrições estão abertas para 16 áreas de seleção, entre elas artes cênicas e gravação de CDs

A Petrobras, em parceria com o Ministério da Cultura, anunciou a abertura de inscrições para a edição 2010 do Programa Petrobras Cultural (PPC). O programa tem verba total de R$ 61,2 milhões, destinada à seleção pública de projetos em 19 áreas culturais, dentro das três linhas de atuação do PPC: Formação; Preservação e Memória; e Produção e Difusão.
O lançamento foi realizado na última quinta-feira no Forte de Santo Antônio Além do Carmo (Forte da Capoeira), em Salvador, com a presença do ministro da Cultura, Juca Ferreira; do governador da Bahia, Jaques Wagner; e do presidente da Petrobras, José Sergio Gabrielli de Azevedo.
Das 19 áreas do programa, três seguiram cronograma diferenciado e já tiveram suas seleções concluídas (festivais de música, festivais de cinema e difusão de longa-metragem em salas de cinema). Os projetos contemplados foram anunciados no início do ano, com recursos totais de R$ 9 milhões. Para as 16 áreas de seleção que estão com inscrições abertas serão destinados R$ 52,2 milhões.
Os incentivos abrangem desde projetos de pesquisa artística até projetos de distribuição de bens culturais. Podem inscrever-se projetos destinados à recuperação e digitalização de acervos, à manutenção de grupos e companhias de artes cênicas, à produção de filmes, a eventos de cultura digital e artes eletrônicas, à gravação de CDs, a turnês de shows e concertos, entre outros.
Na ocasião, o presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli, não poupou críticas aos produtores culturais do país: “Produtor cultural é um bicho complicado, ele acha que pode tudo, mas às vezes não tem CNPJ, não tem estatuto, não tem organização nenhuma - e precisa ter, porque nós vamos prestar contas do dinheiro que estamos dando”, disse. “Só tem uma categoria pior do que produtor cultural, que é banqueiro”.
De acordo com Gabrielli, Salvador foi escolhida para o lançamento do programa por causa do esforço para descentralizar a produção cultural do país - no ano passado, 60% dos investimentos do PPC foram aplicados em ações do eixo Rio-São Paulo. “É natural que a maior parte dos recursos fique entre Rio e São Paulo, porque a maioria dos produtores culturais está nessa região, mas temos de incentivar a descentralização”.
Desde sua primeira edição, em 2003, as seleções públicas do PPC já destinaram, por meio da Lei Rouanet, R$ 250 milhões a mais de mil projetos em todos os Estados do país. As inscrições para o PPC.

Áreas contempladas

FORMAÇÃO
Formação e Educação para as Artes: R$ 2 milhões
Educação para as artes: ações e materiais: R$ 300 mil

PRESERVAÇÃO E MEMÓRIA
Memória das Artes e Apoio a Museus, Arquivos e Bibliotecas: R$ 7 milhões
Memória das artes: R$ 500 mil
Apoio a museus, arquivos e bibliotecas: R$ 700 mil

PRODUÇÃO E DIFUSÃO

Artes Cênicas: R$ 14,6 milhões
Teatro e dança: R$ 1,4 milhão, R$ 1 milhão ou R$ 600 mil (para os dois anos)
Circo: R$ 800 mil, R$ 400 mil ou R$ 200 mil (para os dois anos)

Audiovisual: R$ 21,2 milhões
Produção de longa-metragem em 35 mm: R$ 1,5 milhão, R$ 1 milhão, R$ 800 mil ou R$ 600 mil (conforme os critérios do regulamento)
Produção de curta-metragem em 35 mm: R$ 80 mil
Produção de longa-metragem digital: R$ 600 mil
Produção de curta-metragem digital: R$ 60 mil

Cultura Digital: R$ 2,2 milhões
Apoio a websites: R$ 150 mil
Eventos de artes eletrônicas e cultura digital: R$ 200 mil
Literatura: R$ 810 mil

Literatura – ficção e poesia (produção de uma obra inédita de ficção e/ou de poesia, com inteira liberdade de formas e gêneros): R$ 54 mil

Música: R$ 4,4 milhões
Turnês de shows/concertos: R$ 400 mil
Gravação de CD: R$ 200 mil
Gravação para disponibilização pela internet: R$ 50 mil

Fonte: http://www2.gazetaonline.com.br/index.php?id=/local/a_gazeta/materia.php&cd_matia=644749

domingo, 27 de dezembro de 2009

Caderno2.AG: Para ficar na memória

untitled Não é sempre que abrimos o Caderno Dois e vemos uma avaliação do panorama do ano, ou melhor, os fatos que marcaram a cultura. Hoje (27/12/2009), tivemos uma avaliação do que marcou o ano que passou e para minha surpresa eles relacionaram as peças teatrais que marcaram o ano com suas estréias.

As peças selecionadas não foram tanta surpresa assim. Sem uma classificação ou mesmo uma analise sobre cada escolhida, vale citar cada uma.

fahrenheit451 FAHRENHEIT 451 – Este novo trabalho da Cia. De Teatro Urgente, sob direção de Marcelo Ferreira, trás um excelente trabalho de expressão corporal dos atores em cena. Eu sempre falo que queria entender mais sobre Butô ou Grotowski, mas nunca me aprofundei nos estudos sobre ambos. Mas os trabalhos de Marcelo sempre me impressionaram pela sua interpretação das histórias através do corpo. Eu cheguei a assistir no Festival Nacional de Teatro “Cidade de Vitória”, mas se tiverem a oportunidade, não percam.

CARTAZ1 A MENINA – Se eu cometi um pecado este ano, foi não ter ido assistir esta peça teatral que tanto anunciei aqui no blog Teatro Capixaba. O solo cênico da atriz Fabiola Buzim, interpretando o texto do dramaturgo Ivan Ângelo, sob direção da cineasta Virginia Jorge, foi um dos trabalhos mais discutidos do ano. Alguns o elogiam, outros o criticam, mas vale lembrar que os trabalhos para serem de qualidade, devem gerar as mais diversificadas discussões. Ganhadoras da maioria dos prêmios destinados ao teatro no Prêmio Omelete Marginal 2009, com Fabiola Buzim ainda concorrendo como Destaque do Ano de 2009 no Jornal A Gazeta por este trabalho, que correu presídios femininos e instituições. Acredito eu ser uma oportunidade maravilhosa de se ver um excelente trabalho de palco.

rosas-brancas ROSAS BRANCAS PARA SALOMÉ – Outro espetáculo que sofreu duras criticas, mas mostrou para o que veio. Este trabalho escrito e dirigido por Gladston Ramos, nos trás no palco o ator Mauro Pinheiro. Mais conhecido pelos seus trabalhos de teatro-empresa, Mauro nos dá Salomé. Apesar de uma personalidade real, a personagem Salomé, interpretada pelo ator, nos mostra toda sua história nesta brilhante interpretação. Mauro Pinheiro nos brinda com esta personagem cativante e emocionante, que tem uma história arrebatadora, vivendo os melhores momentos da vanguarda do país. Sempre rasgarei elogios por este trabalho, pois para mim deveria ter tido o verdadeiro reconhecimento, que poucos ousaram dar. Parabéns Mauro! Parabéns Gladston!

Os Mendigos - Banner OS MENDIGOS E O PATO DO IMPERADOR – Outro trabalho que teve pouco reconhecimento, mas foi muito bem feito. A peça estreou em um Festival, mas foi neles que ela mostrou para que veio. Uma verdadeira ode ao teatro, conta a história de uma trupe de atores que termina por matar um pato no terreno de um imperador e na intenção de sobreviverem, eles tentam ludibriar o imperador. Quando eu vi no Festival Nacional de Teatro “Cidade de Vitória”, juro que no começo não acreditei no espetáculo, mas com o decorrer da peça, vi o trabalho meticuloso que o diretor Rodrigo Pauoto teve. É uma comédia bem feita, com um trabalho bem executado pelos atores. Parabéns a Trupe Iá... Pocô!

HELLO, BOY! – Esta peça esteve em cartaz bem no fim de temporada do Teatro Galpão e o diretor Robson De Paula chegou a pedir a mim para falar dela no blog Teatro Capixaba e eu pedi a ele material para divulgação. Uma pena que não deu tempo de ele mandar o material para eu publicar. Eu gostaria de tê-la visto também, se não fosse à correria de fim de ano do local aonde eu trabalho. Mas sendo um trabalho com direção de Robson De Paula, com a atriz Inácia Freitas em cena, acompanhada do ator Wilton Bastos, acredito ter sido uma excelente peça. A atriz e o diretor já tiveram outros trabalhos conjuntos, mas vale lembrar-se do monólogo “Uma Mãe Muito Louca”. Espero que eles retornem em 2010, para que eu possa anunciar e assistir.

Bem, esta foi à seleção do Caderno Dois de A Gazeta. Acredito que muitos dirão: “E Boulevard, 83?” “E Cárcere?” “E Dinossauros?”... Bem, quanto ao último, fico feliz de nem ser mencionado, quanto aos outros, se quiser colocar sua opinião, entre no site do Gazeta Online e opine, mas antes precisa ser cadastrado.