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sexta-feira, 11 de junho de 2010

Antunes Filho e o papel de sua arte de formar conciências – O Globo

Há alguns dias atrás – para não dizer meses – o diretor e coordenador de teatro da Escola de Teatro e Dança FAFI, Wilson Coelho, me encaminhou um texto do diretor e dramaturgo Antunes Filho que fora publicado no jornal O Globo no dia 24/04/2010 (sábado) em defesa de sua arte de formar consciências. A matéria foi escrita por Marcia Abos e Gilberto Scofield Jr e agora eu disponibilizo aqui para vocês (obrigado Wilson!). Mas você também pode lê-lo na íntegra no site de O Globo.

Publicada em 24/04/2010, às 09h50min

Aos 80 anos, Antunes Filho defende papel de sua arte de formar consciências

Marcia Abos e Gilberto Scofield Jr.

antunesfilhoretrato SÃO PAULO - Num dos pontos altos da peça "Policarpo Quaresma" - baseada no romance de Lima Barreto e que encerra a famosa "trilogia carioca" do dramaturgo e diretor Antunes Filho, iniciada com "A Falecida Vapt-Vupt" e "Lamartine Babo" -, o personagem principal, interpretado por Lee Thalor, executa um genial sapateado ao som do Hino Nacional. Ali, naquele domingo à noite no palco do Teatro Anchieta, onde a peça está em cartaz, o major Quaresma deixa clara sua inquietude com a ainda nova República, as formigas que destroem sua frustrada plantação e as tiranias e corrupções da política numa dança raivosa, revoltada e perplexa com o mundo à sua volta.
- Porque a missão do teatro não é só formar o público. É formar consciência também. Consciência de que este país anda em direções contrárias nas suas ambições culturais
Na manhã do dia seguinte, no sétimo andar do prédio do Sesc Consolação, onde funcionam o teatro, o Centro de Pesquisa Teatral (CPT) do Sesc e o Grupo Macunaíma, todos sob o comando de Antunes, quem recebe a reportagem do GLOBO de jeans e camiseta de campanha ecológica é um senhor grisalho, alegre e sorridente, disposto a explicar sua trilogia de paixão pelo Rio e pelo teatro de maneira filosófica e incondicional. Mas se engana quem pensa que um dos mais ativos diretores brasileiros de sua geração é um suave e cínico encenador profissional. Bobagem. Aos 80 anos, Antunes Filho executa seu sapateado de palavras com as mesmas revolta, perplexidade e frustração que seu major Quaresma. Como da primeira vez em que trabalhou com grupos de teatro amadores, ainda na década de 1950.
- Eu odeio a ideia de envelhecer - diz ele, batendo na mesa. - Porque a missão do teatro não é só formar o público. É formar consciência também. Consciência de que este país anda em direções contrárias nas suas ambições culturais: financiando iniciativas culturais ao mesmo tempo em que despreza a educação de sua população. O ator e o diretor estão no palco para doar, e esse é o manto sagrado da criatividade. É preciso mostrar para essa gente quem é Lima Barreto porque a dramaturgia da TV é imediatista, busca audiência e presta um desserviço à cultura - dispara, como num sapateado louco.
Antunes Filho, no entanto, é generoso com o Rio, cuja memória ajudou a gestar sua trilogia. Diz que o público paulista precisa conhecer Nelson Rodrigues, Lima Barreto e Lamartine Babo, e que guarda boas lembranças de uma cidade onde desfilava com amigos como Clarice Lispector ("minha comadre"), Paulo Pontes, Antonio Callado e Vianinha. Lembra que o Rio era uma cidade onde ele dormia cedo. Quer dizer, de manhã cedo, depois de amanhecer após noitadas nos botecos da cidade.
- O Rio para mim é um local muito especial. Hoje em dia, não saio de São Paulo. Não é que eu não vá ao Rio para ir para Paris. Não vou nem a Paris.
- O Rio para mim é um local muito especial. Hoje em dia, não saio de São Paulo. Não é que eu não vá ao Rio para ir para Paris. Não vou nem a Paris. Mas o Rio era a capital federal, o centro do Brasil, para mim, o centro da América do Sul, e eu queria fazer uma homenagem que aconteceu quase por acaso com o Nelson Rodrigues. Depois veio o Lamartine, e depois outro LB (Lima Barreto), então pensei: é uma trilogia carioca. Inconscientemente, fui levado ao Rio - diz ele.
Rusga com Barbara Heliodora
De estranhamento com a cidade, só a relação com a crítica de teatro do GLOBO, Barbara Heliodora, marcada, segundo ele, por "dois acidentes":
- Sabe por que ela pega no meu pé? Há muito tempo ela me convidou para ser jurado de um prêmio. Votei a favor de uma peça que depois soube que era do Dias Gomes. Ela queria outra peça, e todo mundo concordava com ela, menos eu. Na mesma época, ela fez um livro sobre os diretores do Brasil e não me colocou. Fui lá na redação cobrar. Eu era moleque e queria um lugar ao sol - conta.
Mas Antunes se define como um homem "aberto e alavancado" pelas críticas. Lembra com saudade dos críticos Yan Michalski e Sabato Magaldi, que, em um primeiro momento, negaram os processos radicais de laboratórios aplicados ao elenco de "Vereda da salvação" (1964). Na manhã da entrevista, o encenador deglutia as duras críticas de Luís Antônio Giron, da revista "Época", que acusou o teatro brasileiro de falta de criatividade "por esgotamento de inspiração ou de recursos".
- Achei a crítica genial. Não sei nem quero discutir se ele tem ou não razão. Ele nos leva todos a repensar. Temos que nos perguntar para que e por que fazer teatro. Ele me provoca, e eu quero estar acordado diariamente - afirma o diretor.
Gratidão a Stenio Garcia
Após assumir que misturou "tudo o que sabe de teatro" para criar "Policarpo Quaresma", Antunes diz estar em crise, sem saber ainda que rumo tomar. Mas sua trajetória de mais de meio século de teatro mostra que esta perplexidade vai durar pouco. Afinal, é um homem que não aceita perder a capacidade de estar no palco.
- Temos uma relação viva com a plateia. O ator está no palco para doar, não para arrecadar. A única atitude digna que vejo no homem, épica, é na doação. Se é para arrecadar, você é o homem do não. A minha razão de fazer teatro é doar. Óbvio que receber aplausos e parabéns é bom. Mas essa não é a finalidade. - diz ele.
Quando Antunes discorre sobre pessoas que, de alguma forma, o inspiraram, oferece sua gratidão a Stenio Garcia e Ziembinski. O primeiro incentivou o diretor à experimentação, como assistente de direção de "Vereda da salvação". Já Ziembinski, de quem Antunes foi assistente em 1952 no Teatro Brasileiro de Comédia (TBC), apresentou-lhe o universo de Nelson Rodrigues.
- Stenio Garcia é um dos atores que mais admiro. Ele pode participar de tudo o que quiser da minha vida. Ajoelho e falo: "Obrigado, Stenio, você foi um cara maravilhoso na minha vida". Para Ziembinski, ia buscar café e sanduíche todos os dias, observava-o se maquiando. Nem todos puderam perceber, porque ele falava meio enrolado, meio polaco, mas era um ator extraordinário - diz.
Odeio ter 80 anos. Odeio a velhice
Definindo-se como um homem do século XX, Antunes não se deslumbra com a revolução tecnológica. Nunca teve automóvel, celular ou internet (Twitter, nem pensar) e mantém uma rotina de hábitos simples, que inclui um expediente diário de mais de nove horas de trabalho no CPT, idas ao teatro - "Assisto a tudo, até para poder falar a respeito" - e leituras.
Experiência humana vale mais que a teatral
- As telenovelas são um desserviço não somente à cultura, como também para essa molecada.
Apesar de ter sido um dos fundadores do teledrama na TV, como produtor e diretor de teleteatro ao vivo nas TVs Tupi e Cultura, Antunes não se conforma com a situação atual da teledramaturgia brasileira:
- As telenovelas são um desserviço não somente à cultura, como também para essa molecada (atores). Leva-os a um naturalismo vazio, a interpretar de maneira vazia e simplesmente natural. Ser natural serve para agradar à vovó, à titia, que olham e dizem: "Que gracinha, que menininha natural!". Atores têm que tomar cuidado para não virar gracinhas. Ninguém é contra os atores fazerem TV, ganharem melhor, mas atuar não é simplesmente ser gracinha - ensina.
Quando alguém pergunta como é ser um mito do teatro aos 80 anos, a resposta é enérgica e indignada:
- Odeio ter 80 anos. Odeio a velhice. O que eu gosto não é da experiência teatral, é da experiência humana que tenho por causa do teatro. Não me interessa nem o teatro. Teatro é um meio, não um fim. A vida para mim é tudo, é fundamental. Adoro o movimento da vida. O teatro é só o veículo que eu encontrei, é o meu patinete - diz.

Fonte: O Globo on line

“Arvoreda” no Parque Botânico

thais-bicalho-logo A Cia. Thaís Bicalho leva até o Parque Botânico da Vale em Jardim Camburi, em Vitória – ES a peça teatral infantil “Arvoreda”. Com cunho ecológico, a peça estará no domingo (13/07/2010), as 15h00, se apresentando no local. O texto é da própria Thais Bicalho e tem a direção de Cleverson Guerrera. No elenco temos Jessyca Dias, Vander Neri e Romulo Timoteo. Abaixo uma breve sinopse da peça. Leve seu filho (ou filha) e se divirta!

CIA THAIS BICALHO

Apresenta:

ARVOREDA

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Texto: Thais Bicalho

Direção: Cleverson Guerrera

Elenco: Jessyca Dias, Vander Neri e Romulo Timoteo

Domingo (dia 13 de junho) às 15h

no Parque Botânico da VALE em Jardim Camburi - Vitória

Aberto ao público!

Sinopse:

Arvoreda e Riacho, são grandes amigos que brigam acreditando que um é o culpado pela escassez do outro. Ao descobrirem que o verdadeiro vilão é o Poluidor, eles se unem e criam um estatuto, junto com as crianças, para a preservação do meio ambiente.

quinta-feira, 10 de junho de 2010

Lei Rubem Braga abre inscrições para 2010

Mais uma nova oportunidade para todos os residentes de Vitória/ES se inscreverem na Lei de Incentivo Cultura “Rubem Braga”, que incentiva e investe na cultura da capital do Espírito Santo.

lrbraga4 A famosa Lei Rubem Braga foi criada em 1991 pela Secretaria Municipal de Cultura (SEMC) de Vitória e no passar dos anos trouxe trabalhos teatrais do mais variados. Este ano ela chega com um prazo maior para as inscrições, que começaram no dia 08/06/2010 (terça-feira) e vão até o dia 23/07/2010 (sexta-feira). Tudo foi colocado no Edital, que foi publicado no site da Prefeitura de Vitória. O Formulário de Inscrição, Memorial Descritivo, Descrição Física do Projeto, Cronograma de Execução incluindo a contrapartida social, Planilha Detalhada de Custos, Ficha técnica do projeto, listando as principais funções artísticas e técnicas necessárias à sua execução, e nomeando aqueles que desempenharão as funções listadas, Declaração de todos os profissionais artísticos e técnicos nominados no projeto, ou de entidade envolvida em sua realização de que concordam com a sua participação no mesmo, além das documentações exigidas se encontram no Edital, já para baixar todos os formulários para preenchimento, você pode acessar o site da Prefeitura e procurar Formulários. Antes de preenchê-los e separar a documentação, leia bem a Resolução Normativa nº 001/2010, que estou disponibilizando abaixo e que pode ser encontrada no site da Prefeitura, na aba Secretaria de Cultura, Editais. Boa sorte para todos!

BrasaoVitoria SECRETARIA DE CULTURA
RESOLUÇÃO NORMATIVA Nº 001/2010

Estabelece os prazos e normas para o recebimento e análise de projetos culturais nos termos da Lei nº 3.730/91 e dá outras providências.
Art. 1º - Fica determinado o período de 8 de junho de 2010 a 23 de julho de 2010, para o recebimento de projetos culturais que postulam os benefícios fiscais da Lei nº 3.730/91.
§1º - A Comissão de Gerenciamento e Fiscalização tem o período de 28 de julho de 2010 até 19 de setembro de 2010 para a análise da documentação legal e demais requisitos dos projetos apresentados.
Após esta data, os projetos apresentados com toda a documentação legal completa serão encaminhados à Comissão Normativa para análise do mérito e decisão de aprovação ou indeferimento.
§2º - O resultado da apreciação dos projetos, indicando aqueles aprovados, será de conhecimento público no mês de dezembro de 2010.
§3º – Os Bônus correspondentes ao benefício aprovado pela Comissão Normativa somente poderão ser emitidos até 180 (Cento e oitenta) dias após a data de publicação da Resolução Normativa que autoriza a sua emissão, conforme o §2º, Art. 6º do decreto nº 10.789/2001.
Art. 2º - Serão aprovados tantos projetos quantos forem julgados meritórios pela Comissão Normativa, até o limite dos recursos previstos na Lei Orçamentária para o ano de 2011.
Art. 3º - Fica vedada a participação de qualquer pessoa física ou jurídica que tenha sido postulante ou beneficiado direto ou indiretamente, bem como todos os eventos patrocinados pela Lei Rubem Braga, e que não tenha, no ato da inscrição, sua prestação de contas aprovada pela Comissão de Gerenciamento e Fiscalização da Lei Rubem Braga.
Art. 4º - Fica vedada a indicação de membros para a Comissão Normativa, por parte de instituições culturais que estejam pleiteando recursos na Lei Rubem Braga.
Art. 5º - Serão indeferidos pela Comissão de Gerenciamento e Fiscalização, os projetos que no ato da inscrição não apresentem qualquer documento ou exigência obrigatória constante desta Resolução Normativa e descritos a seguir, não cabendo nenhum tipo de recurso ou a apresentação de documentos após o término do prazo estipulado no edital.
Art. 6º.- Constitui documentação OBRIGATÓRIA para a postulação dos benefícios do Projeto Cultural Lei Rubem Braga:
a)Formulário de Inscrição;
b)Memorial Descritivo;
c)Descrição Física do Projeto;
d)Cronograma de Execução incluindo a contrapartida social;
e)Planilha Detalhada de Custos;
f)Ficha técnica do projeto, listando as principais funções artísticas e técnicas necessárias à sua execução, e nomeando aqueles que desempenharão as funções listadas;
g)Declaração de todos os profissionais artísticos e técnicos nominados no projeto, ou de entidade envolvida em sua realização de que concordam com a sua participação no mesmo;
h)Comprovação de domicílio no Município de Vitória de no mínimo 05 (cinco) anos – documento de 05 (cinco) anos antes da entrega do projeto e da data atual;
i)Cópia do Contrato Social ou Ata de Fundação, se pessoa jurídica, também com o mínimo de 05 (cinco) anos em Vitória;
j)Certidão de Regularidade Fiscal junto ao município de Vitória (Nada Consta);
k)Cessão de Direitos Autorais ou conexos, onerosa ou não.
l)Texto completo do roteiro, texto dramatúrgico ou literário quando tratar-se de projeto destinado à sua filmagem ou gravação, encenação de espetáculo cênico ou edição de livro, excetuando-se quando o projeto incluir pesquisa prévia;
m)Sempre que o projeto tratar de pesquisa ou a incluir, deverá expor fundamentação teórica, justificativa, metodologia, objetivo, bibliografia e literatura acerca do tema;
n)Demo do trabalho musical que se pretende registrar e cópia das letras, se houver, e concepção artística do trabalho;
o)Projeto detalhado de montagem, incluindo concepção dramatúrgica da direção e demonstração gráfica de cenários, figurinos, adereços e outros, quando se tratar de projeto de montagem de espetáculo cênico;
p)Esboço do projeto de produção, incluindo desenho de cenários, figurinos e outros, quando se tratar de projeto de filme ou vídeo ficção;
q)É obrigatória a apresentação de roteiro detalhado para projetos de CD-ROM e DVD;
r)Em caso de DVD músical, não será obrigatória a apresentação de roteiros, sendo apenas apresentada à câmara de música para a avaliação.
s)Apresentar 1 (um) orçamento para cada item incluído na planilha de custos, exceção feitas aos serviços artísticos e aqueles de caráter singular, justificada a singularidade da contratação, ou aqueles que somente podem ser obtidos por estimativa, justiçada a impossibilidade de obterem-se os orçamentos.
t)Exposição Quantificada da Contrapartida Social do Projeto, que deverá ser, minimamente:
1. Quando o projeto tratar da realização de produtos audiovisuais (cinema, foto e vídeo):
1.1 Doação de duas cópias do produto em VHS, DVD ou CD-ROM, conforme o caso, para o acervo do Município, com capa artística, ficha técnica completa, sinopse do trabalho.
2 Quando o projeto incluir a realização de oficinas,
2.1 Realizar gratuitamente uma oficina a critério e sem custos para o Município.
3 Quando o projeto incluir a realização de exposições de artes visuais e/ou a produção de objetos artísticos,
3.1 a doação de uma obra para o acervo do município, selecionada e escolhida pela Comissão de Gerenciamento e Fiscalização;
4 Quando o projeto incluir a publicação de livros ou catálogos:
4.1 doar 10% dos exemplares para o município;
5. Quando o projeto tratar da edição e duplicação de CDs, DVDs, CDROMs e similares:
5.1 doar 5% (cinco) por cento do produto final ao município;
6. Quando tratar-se de projeto de pesquisa:
6.1 doar 05 (cinco) exemplares do relatório final da pesquisa ao município;
6.2 realizar pelo menos uma palestra, aberta ao público, no município de Vitória, expondo os resultados finais da pesquisa.
7 Quando tratar-se da produção de espetáculos musicais e de artes cênicas:
7.1 Realização de uma exibição gratuita, no município de Vitória, sem custo para o município, em data previamente comunicada à SEMC/SERB.
7.2 Entrada gratuita em qualquer das exibições, para professores da rede municipal de ensino devidamente identificados, e alunos regularmente matriculados na Escola de Música do Estado e no Curso de Qualificação Profissional da FAFI mediante a apresentação da Carteira Estudantil oficial da entidade de ensino;
8. Quando tratar-se de projeto de restauração e manutenção de patrimônio histórico:
8.1. doar 10 (dez) exemplares da pesquisa realizada acerca do patrimônio e acompanhamento do trabalho de restauração, incluindo farto material fotográfico e/ou audiovisual sobre o patrimônio e sua restauração, ao município de Vitória;
8.2. oferecer garantias de acesso público ao patrimônio;
8.3. apresentar orçamento descriminado e detalhado das obras e serviços; Parágrafo único – Caso haja a impossibilidade de atendimento de algum item previsto neste artigo, deverá o postulante justificar a impossibilidade, oferecendo alternativamente outra forma de atender à solicitação, sendo tanto a justificativa quanto a alternativa analisadas de acordo com o que prevê o artigo terceiro.
9. DO LANÇAMENTO ABERTO AO PÚBLICO
9.1 Todos os projetos patrocinados pela LEI RUBEM BRAGA deverão fazer lançamento aberto ao público, previamente combinado com a Secretaria Municipal de Cultura, com ampla divulgação pela imprensa. Proporcionando assim, maior visibilidade e fiscalização do evento.
Art. 7º - Todos os Projetos patrocinados pela Lei Rubem Braga poderão ser utilizados pelo Poder Executivo Municipal de Vitória, sem fins lucrativos, para apresentação ao público, sem qualquer ônus para a Prefeitura Municipal de Vitória.
Art. 8º - A avaliação da adequação dos projetos ao prescrito no artigo segundo dessa Resolução Normativa é de competência da Comissão de Gerenciamento e Fiscalização, conforme o artigo 3º do decreto 10.328/99.
Art. 9º. Os pareceres serão assinados conjuntamente pelos membros da Câmara Setorial, devendo ser assinados pela maioria de seus membros.
Art. 10º. A Análise dos projetos pelo Plenário da Comissão Normativa tem por objetivo a elaboração da lista final dos projetos contemplados com os benefícios da Lei nº 3.730/91, selecionados entre os projetos considerados prioritários pela análise comparativa pelas Câmaras Setoriais, de tal modo que o montante aprovado não seja superior ao volume de recursos disponíveis.
Art. 11º. Esta Resolução Normativa entra em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário que porventura existam no Regimento Interno da Comissão Normativa do Projeto Cultural Rubem Braga.

Vitória, 07 de junho de 2010
Alcione Alvarenga Pinheiro – Secretário Municipal de Cultura

terça-feira, 8 de junho de 2010

Cia. Club Noir apresenta “Comunicação a uma Academia” no Teatro do SESI

O espetáculo esteve em cartaz no ano de 2009 e foi sucesso de público e crítica nos mais diversos sites direcionados à arte cênico-teatral. Agora este trabalho chega até Vitória, com produção local de Eneidis Ribeiro, e será encenada nos dias 18, 19 e 20 de junho de 2010 (sexta-feira, sábado e domingo), as 21h00 (sexta e sábado) e 20h00 (domingo) no Teatro do SESI, em Jardim da Penha. Os ingressos não poderiam ser em preços mais acessíveis, sendo R$ 10,00 (inteira) e R$ 5,00 (meia).

O trabalho que tem o nome de “Comunicação a uma Academia” é encenado pela Cia. Club Noir de São Paulo. O texto é de Franz Kafka e tem direção de Roberto Alvim. Abaixo segue o release enviado a mim por Elayne Batista, da M3 Marketing e Comunicação Total. Sinceramente, parece ser imperdível:

Vitória recebe o espetáculo “Comunicação a uma Academia”

Projeto idealizado pela premiada Cia. Club Noir de São Paulo, com texto de Franz Kafka, chega à capital selecionado pelo Programa BR de Cultura 2009/2010

BANNER COMUNICAÇÃO A UMA ACADEMIA 3 Depois do sucesso de público e crítica em sua temporada no Projeto Vitrine Cultural 2009 (Centro Cultural Silvio Santos/SP); no Festival Internacional de Teatro (FIT), de São José do Rio Preto; no Fiac Bahia, na Mostra de Teatro de Uberlândia; no Espaço Mosaico, em Brasília; no Sesc Santo André; e em temporada no Teatro do Club Noir, a peça “Comunicação a uma Academia” – texto de Franz Kafka, direção de Roberto Alvim, com Juliana Galdino e José Geraldo Júnior no elenco – será apresentada dias 18, 19 e 20 de junho no Teatro do SESI, em Vitória. Este projeto foi contemplado pelo PROGRAMA BR DE CULTURA2009/2010 para circular por cinco capitais do Brasil (Goiânia, Florianópolis, Porto Alegre, Curitiba e Vitória.)

Programa BR de Cultura

1 Lançado em abril de 2009, o Programa BR de Cultura foi criado com objetivo de dar maior transparência e democratizar o acesso à política de patrocínio cultural da Petrobras Distribuidora.

Parte integrante do Programa Petrobras Cultural, o Programa BR de Cultura também contempla projetos de continuidade, como o Cinema BR em Movimento e o Dançando para não Dançar.

A seleção pública desta edição (2009/2010) foi específica para circulação de peças teatrais e se configura como o primeiro plano de patrocínio cultural voltado unicamente para este segmento. Esta seleção visa promover o intercâmbio cultural entre os estados e disseminar os espetáculos que tenham conquistado notório resultado de público.

Sobre a peça

3 Em Comunicação a uma Academia, um macaco (interpretado por Juliana Galdino) metamorfoseado em homem, vigiado por um guarda armado (José Geraldo Jr.), faz seu relato, uma simples comunicação aos excelentíssimos senhores membros de uma Academia, acerca de sua história e, sobretudo, acerca do processo de sua transformação. Nada repentina: lutou (graças a um esforço que não encontra até hoje seu equivalente na Terra, ele afirma) para aprender a se comportar como um de nós.

comunicacao Aprendeu a apertar mãos (o que para ele denota um coração aberto); a fumar cachimbo, costume que caracteriza civilização; a beber aguardente até a saturação, outro hábito que nos configura em nossa humanidade (embora o álcool lhe inspirasse absoluta repugnância); a falar (conquista suprema) e, por fim, a pensar como um de nós.

Por que ele o faz? Porque tornar-se um igual àqueles que o balearam, prenderam e torturaram cruelmente é (ele compreende) sua única saída. Tornar-se um igual e, consequentemente, abandonar sua natureza; tornar-se um igual, imitando convenções; tornar-se um igual, tão humano quanto o resto da humanidade é a sua saída.

comunicação-a-uma-academia-3-Edson-Kumasaka-682x1024 O macaco se limita a relatar: não se lamenta, mas também não se orgulha. Era

progresso, ele diz, no sentido em que me libertou da jaula e me proporcionou esta saída: uma saída humana...

O macaco fala diante de nós, como se prestasse contas (embora não admita ser julgado por homem algum) – e por meio do discurso, pensa e conforma, gradualmente, sua visão de mundo. Reflete e compara sua condição animalesca anterior com a atual humanidade conquistada – hesita, se contradiz, torna-se agressivo, sarcástico, niilista, arrogante, frágil e perplexo. Tornou-se outra coisa – foi forçado a fazê-lo, morreria se permanecesse ele mesmo. Precisava tornar-se como os que o espreitavam do lado de fora da jaula... Agora não está mais preso, mas percebe que tampouco está livre. Afinal, tornou-se um homem e aos homens (ele descobre) não cabe a liberdade.

Comunicação a uma Academia desenha o processo pelo qual alguém se torna “humano”. Isto é, o processo que leva um indivíduo (ou mesmo todo um povo) a abraçar voluntariamente uma idéia hegemônica relativa ao que é ser um ser humano, sob o risco de exclusão da comunidade global. Metáfora terrível de toda forma de condicionamento, colonialismo, adestramento e aculturação, o texto de Franz Kafka suscita a reflexão a respeito de questões urgentes e graves da era globalizada.

A encenação é minimalista. O palco, praticamente vazio de objetos, está repleto das palavras da “criatura”. Conforme a pesquisa da Companhia, o trabalho será pautado na imobilidade dos atores, em movimentos mínimos (mas significativos), numa luz fria e crepuscular e no emprego musical da fala, alternando ritmos, sensações e sobreposições.

O diretor Roberto Alvim, que assina também cenário, iluminação, figurinos e trilha sonora, criou um ambiente frio, asséptico, claustrofóbico. As paredes do cenário são forradas por placas de mármore verde-musgo, com uma grande cabeça de cervo empalhada no alto. Nesse lugar, separado da platéia por uma corda de isolamento, o macaco fala e sua palestra ocorre sob a tensão constante oriunda da presença vigilante de um guarda armado com um rifle.

A encenação de Comunicação a uma Academia, de Franz Kafka, destoa da proposta inicial da Companhia CLUB NOIR (que é a de produzir exclusivamente peças de autores contemporâneos). Isso se deu devido ao encontro da companhia com a obra; as questões nela presentes (urgentes em seu conteúdo e, brilhantemente, compostas em sua forma), a síntese altamente dramática elaborada por Kafka, tornaram o texto incontornável para nós. Sua pertinência e atemporalidade tornam seu diálogo com o público de hoje tão potente quanto aquele estabelecido pelas melhores obras produzidas na contemporaneidade.

Sinopse

4 Diante de uma Academia não especificada (uma representação alegórica de todas as instituições dedicadas ao conhecimento humano), um macaco se apresenta, com o intuito de fazer uma estranha comunicação: o relato de como se tornou humano. Separado por uma linha divisória dos excelentíssimos senhores acadêmicos e, constantemente, vigiado por um discreto, mas atento, guarda armado, ele fala. Ao falar, revela o processo de transformações gradual e incontornável, por meio do qual se tornou o que não era.

Ficha Técnica

Texto: Franz Kafka

Tradução e direção: Roberto Alvim

Elenco: Juliana Galdino e José Geraldo Jr

Cenário, iluminação, figurinos e trilha sonora: Roberto Alvim

Produção Executiva: Danielle Cabral

Assistente de produção: Júlia Novaes

Fotos: Julieta Bacchin

Serviço

Teatro do Sesi

End.: Rua Tupinambás, nº 240, Jardim da Penha, Vitória (anexo ao Sesi Jardim da Penha)

Dias: 18,19 e 20 de junho

Horários: sexta e sábado 21h e domingo 20h

Ingressos: R$10,00 e R$ 5,00 (meia entrada)

Duração: 50 minutos

Classificação: 16 anos

Informações: Eneidis Ribeiro/ Tel.: (27) 9727-2086

Club Noir

picture-2A companhia foi criada, em 2006, pelo diretor e dramaturgo Roberto Alvim e pela atriz Juliana Galdino, com o objetivo de encenar, exclusivamente, autores contemporâneos. Club Noir já produziu seis espetáculos: Anátema (monólogo de Roberto Alvim, com Juliana Galdino); Homem sem rumo, do autor norueguês Arne Lygre, indicado ao Prêmio SHELL (SP) de MELHOR DIREÇÃO e MELHOR ILUMINAÇÃO (ambas as indicações para Roberto Alvim), e para o PRÊMIO BRAVO! de Melhor Espetáculo Teatral do ano; O QUARTO, primeira peça do dramaturgo inglês Harold Pinter, com tradução e direção de Roberto Alvim, indicado ao Prêmio de Melhor Espetáculo do Ano pela COOPERATIVA PAULISTA DE TEATRO, e vencedor do PRÊMIO BRAVO! de Melhor Espetáculo Teatral do ano; COMUNICAÇÃO A UMA ACADEMIA, de Franz Kafka, com direção e tradução de Roberto Alvim, indicado ao Prêmio SHELL (SP) de Melhor Atriz para Juliana Galdino; A TERRÍVEL VOZ DE SATÃ, de Gregory Motton e está em cartaz no CLUB NOIR H.A.M.L.E.T. versão do clássico escrita por Roberto Alvim com direção de Juliana Galdino.

ROBERTO ALVIM (1973). É autor e já dirigiu 18 peças encenadas no Rio de Janeiro, São Paulo, Curitiba, França (Paris), Argentina (Córdoba) e Suíça (Lausanne). Sua obra já foi traduzida para o italiano, francês, espanhol e grego, e há publicações teóricas sobre o seu trabalho no Brasil, Argentina, Espanha e França. 

Foi Professor de História do Teatro e Literatura Dramática no Curso Profissionalizante da CAL (RJ) de 2000 a 2004; também lecionou Dramaturgia na Universidade de Córdoba (Argentina) em 2005, além de ministrar Oficinas para novos dramaturgos em diversos Estados do Brasil (Acre, Ceará, Pernambuco, São Paulo e Rio de Janeiro, a convite de Festivais e do Ministério da Cultura - FUNARTE). De 2001 a 2004, exerceu a função de Diretor Artístico da Sala Paraíso – Teatro Carlos Gomes (RJ), onde criou o projeto Nova dramaturgia Brasileira, que ajudou a consolidar uma nova geração de dramaturgos na cidade do Rio de Janeiro. Em 2005, exerceu a função de Diretor Artístico do Teatro Ziembinski (RJ), onde coordenou o Centro de Referência da Dramaturgia Contemporânea, com o patrocínio da Prefeitura do Rio. Em janeiro de 2006, mudou-se para a cidade de São Paulo, onde fundou com a atriz Juliana Galdino a companhia CLUB NOIR.   

Foi o primeiro dramaturgo brasileiro publicado na mais importante coleção de dramaturgia contemporânea européia, a Les Solitaires Intempestifs, em 2005, com sua peça “Às Vezes é preciso usar um punham para atravessar o caminho”, também traduzida para o espanhol e publicada na Espanha e Argentina.

  Em 2008, lecionou Dramaturgia na Escola Livre de Teatro (ELT) de Santo André (SP) e, desde então, leciona Dramaturgia e Interpretação no Estúdio de Criação Dramatúrgica, situado na sede da companhia Club Noir, em São Paulo.

Em 2009, assumiu a coordenação do Núcleo de Dramaturgia do Sesi – Curitiba, lecionando Dramaturgia para novos autores curitibanos. Em 2010, foi convidado a assumir a Curadoria do Festival Internacional de Teatro (FIT) de São Jose do Rio Preto.

JULIANA GALDINO é atriz e diretora. Trabalhou de 1999 a 2006 com o diretor Antunes Filho, em São Paulo, atuando em uma série de espetáculos como: “Fragmentos Troianos”, Foi Carmen Miranda, “O Canto de Gregório”, “Prét-à-Portêr 3, 4, 5, 6 e 7” e protagonizando os espetáculos “Antígona e Medéias 1 e 2”, que lhe rendeu o Prêmio SHELL 2002 de Melhor Atriz. Em 2006, exerceu a função de Professora de Interpretação na USP (ECA) e fundou, com Roberto Alvim, a companhia Club Noir. Em sua Cia. leciona Interpretação na oficina de Atuação com Foco na Dramaturgia Contemporânea. Atuou nos seguintes espetáculos: “Anátema”, de Roberto Alvim; “Homem sem rumo”, de Arne Lygre; “O Quarto”, de Harold Pinter; “Comunicação a uma Academia”, de Franz Kafka e “A Terrível voz de Satã”, de Gregory Motton. Em 2007 e 2008, lecionou em uma série de cursos livres de Interpretação na galeria b_Arco (SP).

José Geraldo Júnior - É integrante da Cia. Clube Noir, desde 2007. Fez parte da Oficina Uzina-Uzona nos espetáculos “As Bacantes” e “Os Sertões”, direção de José Celso Martinez Corrêa. Trabalhou com Antunes Filho no grupo Macunaíma, com Luis Valcazaras no N.I.T.E e foi assistente de direção da peça “O Homem da Tarja Preta”, de Contardo Calligaris, com direção de Bete Coelho.

PATROCÍNIO

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Companhia Folgazões apresenta “O Pastelão e a Torta” em Domingos Martins

LOGO COM LETREIRO5 Quem cometeu o erro, como eu, de ainda não assistir a este trabalho da Companhia Folgazões, ou espera o retorno deles ou então vai a Domingos Martins - ES, neste fim de semana, e poderá curtir o espetáculo de rua que tem sido muito elogiado por aqueles que já tiveram a oportunidade de vê-lo.

A peça “O Pastelão e a Torta” estará em sendo interpretada neste domingo (13/06/2010) na Praça Central , no Centro da cidade, as 16h00. No elenco temos os membros da Folgazões: Duílio Kuster, Edson Nascimento, Vanessa Darmani e Wyller Villaças, que interpretam as personagens Balandrot, Joaquim, Marieta e Julião, respectivamente. Querem saber mais antes de curtir? Então leia abaixo o release e – com certeza – bom espetáculo!

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O espetáculo

Foi montado pela primeira vez pela companhia em 2008, na ocasião, com recursos do prêmio de Montagem Alvim Barbosa da Secretária Estadual de Cultura do Espírito Santo. Neste mesmo ano, foram realizadas cinco apresentações de uma curta temporada. Em 2009, o espetáculo é retomado num novo processo de encenação e pesquisa que perdurou até 2010, dando origem a um novo espetáculo que, agora, está pronto para iniciar suas andanças pelos parques, ruas e praças desse país afora.

Sinopse

A farsa “O Pastelão e a Torta” foi escrita na Idade Média por autor desconhecido. Já foi montada e encenada por diversos grupos de teatro em todo o mundo e até hoje diverte as platéias. O enredo narra as aventuras e desventuras de dois mendigos, Julião e Balandrot, em busca de um suculento pastel e de uma apetitosa torta que são vistos na janela de um casal de pasteleiros, Joaquim e Marieta. Esteticamente, o espetáculo é fruto de uma fusão de várias linguagens que estão presentes no processo de pesquisa e treinamento permanente do grupo, como a comicidade, a música e o teatro de rua.

Duração: 60 minutos

Público-alvo: Todas as idades

Temporada independente em Vitória

Local: Praça Central, Centro, Domingos Martins.

Horário: às 16:00 h.

Datas: Junho 13 (domingo).

Ficha técnica

Autor: Desconhecido

Direção, adaptação dramatúrgica e produção: Companhia Folgazões

Cenário e figurinos: Collete Dantas e Companhia Folgazões

Maquiagem: Cleverson Guerrera

Preparação Vocal: Juliana Matias

Projeto gráfico: Foca Magalhães

Fotos de divulgação: Rafael Resende

Elenco: Balandrot - Duílio Kuster, Julião - Wyller Villaças, Marieta - Vanessa Darmani, Joaquim - Edson Nascimento

Agradecimentos: André luz, Esio Magalhães, Fraga Ferri, Igor Awad Barcellos, Marcos Isaiase Sergio Torrente.

A Companhia Folgazões nasceu em Vitória/ES (2003) fruto de uma pesquisa da linguagem musical e gestual dos chamados “brincantes” - artistas que carregam em seu íntimo a alma do povo.

Desde então, o grupo vem desenvolvendo uma estética própria fundada nas linguagens musical, teatral, na dança, na arte da comicidade, nas técnicas circenses e no universo lúdico das festas populares.

Dedica-se, também, à pesquisa de espaços de encenação que possam aproximar a relação ator/espectador, não se limitando apenas ao palco italiano (tradicional).

Dessa forma, vem encontrando nos espaços “abertos” (praças, ruas e parques, entre outros) a sua área de atuação por excelência.

Atualmente, a Companhia Folgazões tem em seu repertório os espetáculos “Cantantes e Brincantes” e “O Pastelão e Torta” e também ministra oficinas em sua sede, no centro de Vitória.

Contato: Vanessa Darmani Lima

Tel.: 33227391/99728350

E-mail: osfolgazoes@hotmail.com

producaofolgazoes@gmail.com

domingo, 6 de junho de 2010

Lei Vila Velha Cultura e Arte 2010 anuncia projetos aprovados

lei vv cultura e arte A Prefeitura Municipal de Vila Velha – ES lançou os projetos aprovados no Edital de 2010 da Lei de Incentivo Cultural Vila Velha Cultura e Arte. O valor de bônus foi de R$ 80.000,00 (Oitenta mil reais) entre oito categorias: Circo, Capoeira, Cinética, Dança, Literatura, Música, Artes Plásticas/Patrimônio Histórico e Teatro. Na categoria de Circo foram somente dois premiados, Dança somente teve um e Teatro foram seis agraciados. As categorias de Literatura (Parabéns Lilian!) e Música tiveram o maior número de premiados com oito para Literatura e sete em Música.

Abaixo os que conseguiram nas categorias ligadas as artes cênicas. Parabéns a todos!

CIRCO

75.000,00

JOHN FABIO OLIVEIRA UCHOA

13196

RESPEITÁVEL PÚBLICO

27.000,00

PEDRO HENRIQUE RIBEIRO DA SILVA

13195

LONA ABERTA

48.000,00

DANÇA

30.000,00

ELUZA MARIA SANTOS

12980

PASSAPORTE: DANÇA

30.000,00

TEATRO

174.800,00

NYSIO DE ALMEIDA CHRYSOSTOMO

12003

FISIONOMIA E IMAGINÁRIO DO FANTOCHE MAMULENGO

11.800,00

WANDERLEY FAUSTINO DA SILVA

12271

DOIS NA GANGORRA

35.000,00

FLAVIANO AVILLONI

13009

AS CASADAS SOLTEIRAS

35.000,00

ROBERTO BARCELOS FERRANTE

13170

MURO DE ARRIMO

33.000,00

JOÃO PAULO STEIN LOUREIRO

13186

A MAIS FORTE

30.000,00

ELIZABETH MARIA CASER

13212

FERO CIDADE

30.000,00

segunda-feira, 31 de maio de 2010

Teatro da Barra/ES recepciona andarilhos da 13ª Passos de Anchieta

Fala povo. Sei que tem tempo que não posto nada, mas além de estar ocupadaço, ninguém tem me enviado material de teatro, o que complica os posts, mas não vim aqui para isso. Nesta quinta-feira (03/06/2010) se inicia a 13ª Passos de Anchieta. E como sempre acontece, o Grupo Teatro da Barra/ES estará recepcionando os andarilhos na Praça Pedro Valadares, a partir das 15h00, com a peça Anchieta: Depoimento. O grupo também abrirá sua sede para visitação na 4ª Edição da Expo Memória Teatro da Barra/ES, aonde estará colocando em exposição fotos e documentos do Teatro Capixaba, principalmente trabalhos ligados ao ator e diretor Paulo DePaula. A Exposição ficará aberta nos horários das 13h00 as 14h00 e das 17h00 as 19h00 na Rua Antônio Leão, 114, na Barra do Jucu, em Vila Velha/ES.

Abaixo segue o material enviado pelo grupo para ser divulgado aqui no blog. Bom espetáculo para todos e boa caminhada para os andarilhos!

Anchieta: Depoimento e Expo Memória na Barra do Jucu

anchieta_depoimento_passos2004 (4) Já é tradição o Teatro da Barra/ES recepcionar os andarilhos dos Passos de Anchieta. No próximo dia 3 de junho (quinta-feira), às 15 horas o grupo teatral estará na Praça Pedro Valadares, na Barra do Jucu, com a apresentação da peça Anchieta: Depoimento.

Os caminhantes pernoitarão no balneário de Vila Velha antes de continuarem seguindo a trilha percorrida pelo beato, que viveu por muitos anos no Brasil para exercer atividade missionária juntos aos nativos desta terra.
Durante a passagem dos andarilhos pela Barra do Jucu, o grupo de teatro também abrirá sua sede para visitação, marcando a 3ª edição da Expo Memória Teatro da Barra/ES (exposição de fotos e documentos do teatro capixaba). Os horários para visitação serão das 13 às 14 horas e das 17 às 19 horas. A sede do grupo está localizada à Rua Antonio Leão, nº 114.
O espetáculo, escrito pelo diretor teatral Paulo DePaula, alia aspectos do teatro anchietano ao contemporâneo. Trata-se de uma volta às raízes, pois foi aqui que o Padre José de Anchieta escreveu grande número de suas peças, encenando-as em frente às Igrejas, nas ruas e nas praias. O beato também fez questão de utilizar elementos indígenas, como música, dança e símbolos culturais, especialmente aqueles que se identificam a prédica da luta entre o bem e o mal.
Anchieta: Depoimento conta com a participação especial da Banda de Congo Mirim Tambor de Jacarenema.

Anchieta
anchieta_depoimento_passos2004 O beato Padre José de Anchieta nasceu na Ilha de Tenerife em 1534. Filho de espanhol e ilhoa, estudou em Coimbra, Portugal. Viveu no Brasil dos 19 aos 63 anos e trabalhou em todos os campos (foi cozinheiro, artesão, professor, lingüista, poeta e enfermeiro).

A peça Anchieta: Depoimento é dedicada ao povo do Espírito Santo, local de escolha do beato para passar seus últimos dias. Com este trabalho, o Teatro da Barra/ES pretende homenagear a memória do Padre José de Anchieta, que se referia ao Espírito Santo como “Nossa Terra”.

Ficha Técnica
Texto e direção artística: Paulo DePaula
Figurinos e adereços: Zeiza Jorge
Máscara e tela: Kleber Galvêas
Cenário e sonorização: Valmir Zatta
Participação especial: Banda de Congo Mirim Tambor de Jacarenema.

Elenco
Anchieta – Paulo DePaula
Dona Luisa – Dulce Lodi
Frei Pedro Palácios – Jaime Nilson
Narrador I/ Dom Diogo – Vitor Zucolotti
Capitão – Newton Raposo
Anhangá/ Cunhã Aia – Roberta Soares
Verônica – Anita Bonadiman
Curumim – Joseph Victor
Mariquinha – Liliana DePaula

Serviços:
Peça Anchieta: Depoimento
Na Praça Pedro Valadares, Barra do Jucu
Dia 3 de junho de 2010 (quinta-feira)
Às 15 horas
III Expo Memória
Na Sede do Teatro da Barra/ES
Rua Antonio Santos Leão, 114, Barra do Jucu
Das 13 às 14 horas e das 17 às 19 horas

Mais informações:

Teatro da Barra/ES: 3260-1146

Roberta Soares (Assessoria de comunicação): 9255-0626

http://teatrodabarra-es.blogspot.com/

quinta-feira, 20 de maio de 2010

A Companhia Folgazões apresenta “O Pastelão e a Torta” em Vitória

Com a missão de alegrar as praças do municipio da Serra – ES com o espetáculo de rua “O Pastelão e a Torta”, a Companhia Folgazões vem fazer o mesmo nas praças de Vitória – ES. A animação se iniciará nesta sexta-feira (21/05/2010), as 19h30, na PraçaUbaldo Ramalhete Maia, e seguirá neste mesmo local até o domingo (23/05/2010), neste mesmo horário. Como é um espetáculo de rua, então é só chegar e curtir esta comédia que os Folgazões trazem para nós. Bom espetáculo para todos!

clip_image001O Pastelão e a Torta

5 foto Rafael Resende  20 de abril de 2010 O espetáculo foi montado pela primeira vez pela companhia em 2008, na ocasião, com recursos do prêmio de Montagem Alvim Barbosa da Secretária Estadual de Cultura do Espírito Santo. Neste mesmo ano, foram realizadas cinco apresentações de uma curta temporada. Em 2009, o espetáculo é retomado num novo processo de encenação e pesquisa que perdurou até 2010, dando origem a um novo espetáculo que, agora, está pronto para iniciar suas andanças pelos parques, ruas e praças desse país afora.

Sinopse

6 foto Rafael Resende  20 de abril de 2010 A farsa “O Pastelão e a Torta” foi escrita na Idade Média por autor desconhecido. Já foi montada e encenada por diversos grupos de teatro em todo o mundo e até hoje diverte as platéias. O enredo narra as aventuras e desventuras de dois mendigos, Julião e Balandrot, em busca de um suculento pastel e de uma apetitosa torta que são vistos na janela de um casal de pasteleiros, Joaquim e Marieta. Esteticamente, o espetáculo é fruto de uma fusão de várias linguagens que estão presentes no processo de pesquisa e treinamento permanente do grupo, como a comicidade, a música e o teatro de rua.

Temporada de estréia

Local: Parque da Cidade em Laranjeiras – Serra

Horário: Sempre às 16:30 h

Datas: Maio 01 (sáb) e 02 (dom), 08 (sáb) e 09 (dom), 15 (sáb) e 16 (dom)

Ficha técnica

Autor: Desconhecido

Direção, adaptação dramatúrgica e produção: Companhia Folgazões

Cenário e figurinos: Collete Dantas e Companhia Folgazões

Maquiagem: Cleverson Guerrera

Preparação Vocal: Juliana Matias

Projeto gráfico: Foca Magalhães

Fotos de divulgação: Rafael Resende

Elenco: Balandrot - Duílio Kuster, Julião - Wyller Villaças, Marieta - Vanessa Darmani, Joaquim - Edson Nascimento

Agradecimentos: Fraga Ferri, Igor Awad Barcellos, Marcos Isaias, Sergio Torrente, André luz

LOGO COM LETREIRO5A Companhia Folgazões nasceu em Vitória/ES (2003) fruto de uma pesquisa da linguagem musical e gestual dos chamados “brincantes” - artistas que carregam em seu íntimo a alma do povo.

Desde então, o grupo vem desenvolvendo uma estética própria fundada nas linguagens musical, teatral, na dança, na arte da comicidade, nas técnicas circenses e no universo lúdico das festas populares.

7 foto Rafael Resende  20 de abril de 2010 Dedica-se, também, à pesquisa de espaços de encenação que possam aproximar a relação ator/espectador, não se limitando apenas ao palco italiano (tradicional).

Dessa forma, vem encontrando nos espaços “abertos” (praças, ruas e parques, entre outros) a sua área de atuação por excelência.

Atualmente, a Companhia Folgazões tem em seu repertório os espetáculos “Cantantes e Brincantes” e “O Pastelão e Torta” e também ministra oficinas em sua sede, no centro de Vitória.

Contato: Vanessa Darmani Lima

Tel.: (27) 33227391/99728350

E-mail: osfolgazõees@hotmail.com

producaofolgazoes@gmail.com

quarta-feira, 19 de maio de 2010

“O Ca$amento” encerra temporada no Teatro do SESI

A peça teatral “O Ca$amento” encerra sua primeira temporada no Teatro do SESI… Peraí, primeira temporada? Bem, sendo assim, deixa a crer que haverá uma segunda.

A peça, que é uma adaptação da diretora e atriz Margareth Galvão do texto de Bertold Bretch, “O Casamento do Pequeno Burguês”, teve críticas bem ácidas aqui no blog (pena que o povo ainda tenha medo de se identificar!), e como eu ainda não posso concordar ou discordar (mas isso deverá mudar este sábado!), só coloco o relaese que me passaram sobre a montagem.

“O Ca$amento” estará em cartaz neste sábado e domingo (22 e 23/05/2010), as 20h00, no Teatro do SESI, em Jardim da Penha, na cidade de Vitória-ES, com ingressos nos valores de R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia). abaixo, mais sobre a peça:

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Concepção Dramaturgia

Estréia o 
Casamento (8) O texto “O Casamento” foi concebido por Margareth Galvão tomando-se como ponto de partida o texto de Bertolt Brecht: “O Casamento do Pequeno Burguês” escrito em 1919. “O Casamento” critica os valores morais deteriorados da classe média brasileira contemporânea, suas contradições e seus sonhos de consumo tecnológico.
Num jantar íntimo para festejar o casamento de um executivo em ascensão, que acabou de adquirir móveis robotizados, que se fazem e se desfazem, de acordo com o apertar de um botão de um controle remoto, desvela-se todo o subterrâneo da falsa moral das duas famílias que se unem pelo casamento. Os móveis foram concebidos como personagens, trabalhadores das indústrias que constroem o bem estar e a modernidade dessa classe média sem escrúpulos, que anseia a todo custo só a obtenção de bens materiais.

Estréia o Casamento 28-02-10 Sesi (20) O texto foi escrito visando à pesquisa da linguagem gestual, que se configura nas imagens das contradições dos personagens, buscando torná-las evidentes para platéia, instigando-a assim, a uma visão distanciada e crítica da realidade na qual vivemos neste início de século, onde o acesso à tecnologia de ponta significa status privilegiado numa sociedade de milhões de pessoas que mal sabem assinar o próprio nome.

Sinopse

Estréia o Casamento 28-02-10 Sesi (39) Os personagens são apresentados e contextualizados antes da festa, ou melhor, do jantar de casamento de um casal de jovens em plena ascensão econômica. O noivo, um jovem executivo, faz coisas escusas para manter a sua incessante ganância de bens tecnológicos e saciar a sua sede de status: lua-de-mel em Paris com direito a um tour pela Europa, móveis humanizados, frutos da mais alta tecnologia. No jantar as coisas começam a não caminhar muito como o noivo esperava, os móveis se rebelam, desvela-se todo o subterrâneo da falsa moral das duas famílias que se unem
para a comemoração do enlace. No final do jantar, que seria o momento de romantismo do casal, “felizes para sempre”, noivo e noiva brigam e negociam em euros um amor infinito.

Ficha Técnica

Direção: Margareth Galvão
Direção de Produção: Edilamar Fogos 
Consultoria de Figurino: Luiza Fardin
Figurino: Carol Borges
Cenografia: Max Goldner
Iluminação: Fabio Prieto
Fotografia: André Sobral
Trilha Sonora: Margareth Galvão
Operação de Luz: Marcos Cruz
Operador de Som: Alan Campos
Design Gráfico: Max Goldner
Video Maker: Eder Wemerk

Elenco
Adalberto Mônico
Alessandro Rodrigues
Arcanjo Nobre
Brussi Pierce
Douglas Pôrto
Edivaldo Junior
Eleciana Mello
Fabrícia Dias
Gerson Lorenzo
Grazielly Favero
Lorena Goldner

Você pode conhecer mais sobre a peça no nosso blog: ocasament.blogspot.com ou no nosso perfil do orkut.
Luiza Vitorio
Max Goldner
Mayra Alarcón
Milena Zacché
Renan Santos
Tatiana Caus

segunda-feira, 17 de maio de 2010

um encontro com Cacá Carvalho




O diretor e ator Cacá Carvalho estará em Vitória para participar da Programação Oficial de Reabertura do Theatro Carlos Gomes com o espetáculo “A Poltrona Escura” no dia 20 de maio de 2010. Ainda, como parte dessa programação a Secretaria de Estado da Cultura oferecerá um bate papo com o artista no auditório da Escola de Teatro e Dança FAFI, a partir das 14 horas, no mesmo dia da apresentação do espetáculo.
Cacá Carvalho se encontrará com os artistas locais para discutir e debater o teatro contemporâneo brasileiro celebrando a reestruturação e reforma do Theatro Carlos Gomes. Os participantes receberão certificados ao final do encontro como parte do Programa de Capacitação em Atividades Culturais da Secretaria de Estado da Cultura.




um encontro com Cacá Carvalho



Data: 20 de maio de 2010
Horário: 14 horas
Local: Auditório da Escola de Teatro e Dança FAFI




Cacá Carvalho (Ator e Diretor)
Nascido em 24 de abril de 1953 em Belém - PA

Em 1968, inicia sua carreira de ator no Grupo Experiência, sob a direção de Geraldo Sales, em Belém do Pará, onde nasceu. Já em São Paulo, em 1973 cursa a escola do Piccolo Teatro de São Paulo e participa de várias montagens.
Começa os ensaios de “Macunaíma” em 1977, adaptação do livro de Mário de Andrade sob a direção de Antunes Filho, com o Grupo de Arte Pau-Brasil – grupo em que permaneceu até l980, viajando pelo Brasil, Europa e América do Norte. Com “Macunaíma”, recebe inúmeros prêmios, entre eles APCA ; Molière; Lei Sarney e Mambembe por sua atuação
Em l982, monta a adaptação da obra de Zé Fidelis “O Teatro Maluco”, com direção de Paulo Yutaka e recebe o Prêmio Mambembe-82-SP de Melhor Ator.
Produz e interpreta “Meu Tio O Iauaretê” no ano de 1986, de Guimarães Rosa, com adaptação de Walter George Durst e direção de Roberto Lage, e recebe por sua atuação os prêmios Molière, APCA e Mambembe.
Com “Meu Tio O Iauaretê”, viaja grande parte do Brasil e é convidado pelo Centro per la Sperimentazione e la Ricerca Teatrale (atual Fondazione Pontedera Teatro) a apresentar-se no Festival de Pontedera, Itália, começando uma parceria que se estende até hoje.
Segue as apresentações do “Meu Tio...” até l990, quando vai para Pontedera e produz “25 Homens”, adaptação de um conto de Plínio Marcos, sob a direção de François Khan.
Na Itália, dá aulas em vários cursos de formação para atores e em l994, participa da montagem “O Céu por Terra”, com direção de Roberto Bacci e viaja por diversos países. Em l995, sob direção de Roberto Bacci, estréia “O Homem com a Flor na Boca”, de Luigi Pirandello, espetáculo que vem se apresentando até hoje, tanto no Brasil como na Itália.
Em l997, participa no Brasil de “Don Juan”, de Molière, com direção de Moacir Chaves.
Na televisão, em l998 participa da novela “Torre de Babel”, de Sílvio de Abreu e da minissérie “A Muralha”, de Maria Adelaide Amaral, com direção de Denise Sarraceni, para a TV Globo.
Ainda em l998, participa como ator e faz a preparação de elenco do filme “Outras Estórias”, direção de Pedro Bial para cinco contos de Guimarães Rosa.
Já em l999 dirige o espetáculo “Partido”, adaptação da obra O Visconde Partido ao Meio, de Calvino, para o Grupo Galpão, de Belo Horizonte.
Entre outubro de 2000 e fevereiro de 2001, colabora na montagem de “Ció che resta”, baseado na obra de Thomas Mann “A Montanha Mágica”, com direção de Roberto Bacci.
Estréia em Belém o espetáculo “Fim do Jogo” de Samuel Beckett, com direção de Francisco Medeiros, em setembro de 2001.
De volta à Itália, em 2003, realiza o espetáculo “A Poltrona Escura”, de Luigi Pirandello, com direção de Roberto Bacci e produzido pela Fondazione Pontedera Teatro. Estréia em São Paulo em 12 de julho, no SESC - Belenzinho e recebe os prêmios:
APCA - Melhor Espetáculo 2003; Shell - Melhor Ator 2003.
De janeiro a março de 2004, viaja pela Itália com “A Poltrona Escura”, interpretando em italiano e obtendo sucesso de crítica e de público. Em Roma, apresenta-se na Casa de Pirandello, no estúdio que pertenceu ao autor.



De 19 março a 2 de maio, faz temporada em São Paulo, no TUSP e em maio volta à Itália para participar do Festival Fábrica Europa, de Florença.
Em 2007 estréia na Itália a leitura cênica ”A Destruição do Homem”, de Luigi Pirandello, com direção de Roberto Bacci e produzido pela Fondazione Pontedera Teatro, apresentando-se no SESC Consolação em 2008.
Em 2009, dirige o espetáculo Os Figurantes, com texto de Claudia Barral e do grupo. Casa Laboratório para as Artes do Teatro e o espetáculo De Pernas para o Ar estrelado por Cláudia Raia.
Em 2010, estréia na Itália o espetáculo O Hóspede Secreto com direção de Roberto Bacci e produzido pela Fondazione Pontedera Teatro, apresentando-se o Teatro ERA.

sexta-feira, 14 de maio de 2010

Processo Seletivo Simplificado: Edital nº 045/2010

marca FAFI É com muito orgulho e prazer que venho a colocar aqui no blog Teatro Capixaba o Edital referente ao Processo Seletivo para formação de quadro reserva para contratação temporária de profissionais nas áreas de teatro e dança na Escola de Teatro e Dança FAFI.

BrasaoVitoria O Edital foi publicado no dia 01/05/2010 (sábado), junto a vários outros Atos Oficiais da Prefeitura Municipal de Vitória – ES. Ele tem como intenção selecionar 06 profissionais para lecionar sobre dança, 04 para a área de teatro e ainda tem as seleções para operador de luz, operador de som e contra-regra, totalizando 14 profissionais trabalhando para um melhor aprendizado na FAFI. O salário máximo é de R$ 1.018,48, mas a exigência é grande, pois a Prefeitura e a FAFI, pelo jeito, pretendem ter um corpo docente na área cênica, capacitado para o aprendizado dos candidatos a atores, atrizes, dançarinos e dançarinas.

Este Edital eu consegui com o grupo de discussão Diálogos Cênicos que tem um material muito bacana no grupo. E o coloquei a disposição para acesso aqui. Então os interessados, podem entrar e ler o material (e até mesmo baixar, se desejar!). Eu espero estar divulgando aqui, também, as datas das avaliações, se me forem passadas.

Para aqueles que não conseguirem acessar o Edital, entrem em contato comigo, que terei o prazer de lhes entregar. Boa sorte a todos!

quinta-feira, 13 de maio de 2010

“A Divina Herança”

Eu tenho um grande orgulho de ser capixaba. De ter nascido neste estado. Tenho mais orgulho ainda de saber que, se não fosse pela vontade do jesuíta espanhol José de Anchieta de catequizar os – possivelmente – tapuias, na região de Reritiba (atual Anchieta), possivelmente teríamos demorado em ter o teatro no Brasil.

Por que desta introdução? Porque muitos falam que o capixaba não sabe ser original e criar, desenvolver textos teatrais. Uma balela. Somente no ano passado, nos foi mostrado mais de quatro textos originalmente capixabas em nossos palcos. Eles foram escritos por dramaturgos nascidos ou naturalizados aqui (Milson Henriques e Leandro Bacellar são naturalizados! =) ). E agora chega as minhas mãos um dos trabalhos selecionado pela SECULT – o outro é “Rosa Negra” de Leandro Bacellar, que espero poder falar em breve aqui -, “A Divina Herança”, do dramaturgo, ator e diretor Danyel Sueth.

Você não ouviu falar dele? Bem, agora sabe quem ele é. Danyel é natural de Alegre-ES e, junto com Flaviane Fonseca, escreveu e dirigiu esta peça, que lotou o Teatro Municipal “Virginia Santos” e já esteve também no Teatro Municipal “Fernando Torres”, em Guaçuí-ES. Agora eles levam o trabalho para o Teatro Ivo Mameri, em Rio Novo do Sul-ES e para o Teatro Rubem Braga, em Cachoeiro de Itapemirim – ES.

No Teatro Ivo Mameri, a peça estará em cartaz no dia 14/05/2010 (sexta-feira), as 20h00, e no Teatro Rubem Braga, ela se apresentará no dia 15/05/2010 (sábado), as 19h00. Abaixo vocês ficam com o release, a Ficha Técnica e todos os detalhes desta peça do Grupo Teatral Caparaó em Cena. Bom espetáculo para todos!

O Grupo Teatral Caparaó em Cena

apresenta a Comédia

A Divina Herança

de

Danyel Sueth

Flaviane Fonseca

Direção

Danyel Sueth

Com

Thiago Lourenço

Danyel Sueth

Roberta Oliveira

Luana Nunes

Carol Areias

Joathan Junior

Aluízio Jr

Apresentação

DSC_0054 Premiado pelo Governo do Estado do Espírito Santo como o melhor texto original capixaba, a montagem do espetáculo teatral “A Divina Herança” possui ponto de partida de qualidade garantida. Essa comédia moderna, audaciosa e contemporânea trata de assuntos relevantes que são trazidos à tona pela sociedade, tais como as relações entre família, o poder do dinheiro e, principalmente, a ganância desenfreada do comércio das religiões. A montagem fica a cargo da dupla Flaviane Fonseca e Danyel Sueth (autores e diretor do espetáculo), inaugurando as atividades do Grupo Teatral Caparó em Cena. Com uma roupagem dinâmica e de fácil identificação para o público, a peça traz em seu bojo um humor inteligente e crítico, o que dá um requinte um tanto quanto ácido para essa montagem inédita.

Sinopse

Astolfo de Assis Coimbra é um velho missionário líder das igrejas “Jesus é a Luz”, verdadeira potência religiosa espalhada por vários países. Após seu falecimento, seus filhos Otávio, Joana e Creuza não conseguem se entender sobre o que fazer com a herança, até que a Morte, um cordeiro cangaceiro já incumbido de levar Astolfo para o além, resolve voltar e interferir na decisão dos filhos para atender a seus interesses próprios. Suas confusões e planos mirabolantes causam verdadeiros estragos e reviravoltas. Os empregados Jeová e Suzete ajudam a contar a história que se mantém coesa do início ao fim, ganhando contornos surpreendentes e como não poderiam deixar de ser, hilários!

Ficha Técnica

Autora: FLAVIANE FONSECA

Direção: DANYEL SUETH

Elenco: THIAGO LOURENÇO, DANYEL SUETH, ROBERTA OLIVEIRA, LUANA NUNES, CAROL AREAIS, JOATHAN NUNES E ALUÍZIO JR

Cenário: DANYEL SUETH E FLAVIANE FONSECA

Iluminação: DANYEL SUETH

Figurinos: HELENA MONTEIRO, LUCINE MONTEIRO E FLAVIANE FONSECA

Sonoplastia: DANYEL SUETH

Fotos: LUIS OTÁVIO ALBERTASSE E JOÃO BATISTA PAVESI

Realização: GRUPO TEATRAL CAPARAÓ EM CENA

Em cartaz:

Panfleto A Divina Herança.jpg Rio Novo Panfleto A Divina Herança.jpg cachoeiro

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Exame de Capacitação do SATED/ES

FINALMENTE eu consegui um contato com o Sindicado dos Artistas e Técnicos em Espetáculos de Diversões do Espírito Santo (SATED/ES). A Secretaria do sindicato, Thelma Huapaya, foi uma pessoa maravilhosa comigo e meu tratou diferente das outras vezes que eu cheguei a entrar em contato com a instituição e me passou os editais referentes aos Exames de Capacitação para ator, que terá no dia 16/07/2010 (sexta-feira) sua avaliação teórica e nos dias 23 e 24/07/2010 (sexta-feira e sábado, respectivamente) sua avaliação prática. A Taxa de inscrição está no valor de R$ 70,00 e teve início das inscrições no dia 19 de abril de 2010 (segunda-feira), que será encerrado em – um prazo prorrogado – 15/06/2010 (terça-feira), dando chances a todos que desejarem se inscrever. Então não perca tempo e corra atrás. Abaixo segue o Edital – e sou totalmente grato a Thelma Huapaya por isso, obrigado! –:

clip_image002 SINDICATO DOS ARTISTAS E TÉCNICOS EM ESPETÁCULOS DE DIVERSÕES NO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO

Regulamento para exame de Pré-Requisito para obtenção de Atestado de Capacitação Profissional de ATORES-Vitória.

A Diretoria do SATED/ES torna público as normas para exame de Pré-Requisito para obtenção de Atestado de Capacitação Profissional para Atores.

Período de Inscrição:19 de abril de 2010 a 15 de Junho de 2010

Taxa de Inscrição: R$ 70,00 (setenta reais).

Data de realização do exame: Prova Teórica: dia 16 Julho/2010 Às 18:30 hs.

Prova Prática: dia 23/07/2010 e 24/07/2010 Às 18:30 hs.14:30hs

Local das Provas: Escola de Teatro e Dança FAFI

DAS CONDIÇÕES GERAIS:

Artigo Primeiro – Poderá requerer ao Atestado de Capacitação Profissional para Ator, por exames de pré-requisito, no SATED/ES, todo brasileiro segundo os critérios estabelecidos neste regulamento.

Artigo Segundo – O processo terá duas fases: a de habilitação (inscrição e avaliação de currículo) e a de classificação (exame teórico e prático).

Artigo Terceiro – Na etapa de habilitação, o candidato deverá , apresentar comprovante de escolaridade Ensino Médio Completo, residência, currículo com comprovantes de participação em pelo menos três espetáculos teatrais produzidos e apresentados no estado do Espírito Santo,e/ou vídeos e/ou filmes também produzidos e exibidos no estado do Espírito Santo, na função solicitada (cartazes, filipetas, programas, contratos, notas contratuais, recibos, ou algum outro documento que comprove sua participação) e o preenchimento de ficha específica.Uma foto (3X4).

Parágrafo Único: Não serão aceitos como comprovantes declarações de qualquer espécie.

Artigo Quarto – Toda documentação apresentada pelo candidato, deverá ser entregue na secretaria do SATED/ES.

Artigo Quinto – A fase de classificação estará condicionada a realização dos exames que constam de prova teórica e prática.

Artigo Sexto – A escalação para o exame de prova prática será feito por ordem alfabética, sendo que os candidatos deverão comparecer ao local da prova pontualmente nos horários estabelecidos pelo SATED/ES.

Parágrafo Único: O não cumprimento do horário de forma pontual desclassificará o candidato.

Artigo Sétimo – Todo processo será coordenado por uma comissão , que foi designado pela Diretoria do SATED/ES, que participará junto com a Banca Examinadora de definição e dos critérios de avaliação dos exames.

Artigo Oitavo – O Comissão fará a conferência de todo o resultado do teórico e prático, oferecido pela Banca Examinadora.

Artigo Nono – O mandato da Comissão e da Banca se extinguirá na primeira reunião da Diretoria do SATED/ES, prevista para data imediatamente após a publicação dos resultados dos exames, podendo ser reconduzida a critério da mesma Diretoria.

Artigo Décimo – O Comissão , deverá coordenar reuniões com a Banca Examinadora, quando necessário,com elaboração de atas referentes às mesmas, até a publicação dos resultados finais.

Artigo Décimo Primeiro – O Comissão reserva-se o direito de solicitar, em caso de dúvida, documentos adicionais comprobatórios na fase de habilitação do candidato, fazer verificações necessárias a confirmação as informações fornecidas, e, se for o caso, indeferir a inscrição do candidato que não corresponder às exigências previstas neste regulamento.

DOS EXAMES:

Artigo Décimo Segundo – Os exames constarão de prova teórica e prática, com notas que variam de 0 (zero) a 10 (dez)

Artigo Décimo Terceiro – A prova teórica versará sobre os textos relacionados na bibliografia anexa, abordando aspectos da história do Teatro, análise dos textos e autores relacionados .

Artigo Décimo Quarto – A prova prática deverá ser avaliada em quatro etapas: interpretação, leitura, improvisação e entrevista.

Artigo Décimo Quinto – A prova prática de interpretação deverá contar no exame pela Banca, de umas cenas teatrais, apresentadas pelo candidato, de sua livre escolha dentre os textos relacionados na bibliografia, previamente preparada, podendo ser em forma de monólogo ou diálogo, desde que não ultrapasse a duração de 05 (cinco) minutos.

Parágrafo Primeiro: O candidato deverá fornecer, no ato dos exames, uma cópia do trecho escolhido para a prova de interpretação, por ocasião da realização da prova teórica.

Parágrafo Segundo: Só será permitida a utilização de materiais (adereços, figurinos, cenários, etc.), quando forem imprescindíveis as realizações da cena, não sendo avaliados pela Banca Examinadora.

Artigo Décimo Sexto – A prova prática de leitura contará de um exercício de leitura à primeira vista, de trecho escolhido pela Banca,dentre os relacionados na bibliografia,para apresentação pelo candidato.

Artigo Décimo Sétimo – A prova prática de improvisação constará no desenvolvimento de uma cena, a ser elaborada pelo candidato, a partir de um tema fornecido pela Banca Examinadora, relacionado aos textos fornecidos, na bibliografia,na qual deverão ser observados pelo candidato questões de princípio, meio e fim, com duração máxima de 03 (três) minutos, com utilização de elementos e expressão corporal, com ou sem utilização de falas.

Artigo Décimo Oitavo – A entrevista deverá ser feita pela Banca Examinadora, abordando temas relacionados à profissão de ator, e outros itens esclarecedores do próprio exame prático, e sobre o currículo apresentado.

Artigo Décimo Nono – Serão consideradas notas mínimas para aprovação do candidato, os valores de 05 (cinco) para prova teórica e 07 (sete) para prova prática.

Parágrafo Único: O prazo para recorrer ao resultado do Exame Teórico e Prático é de 24h após o resultado do exame. O candidato deverá encaminhar a solicitação oficialmente a Diretoria do SATED/ES e a Banca Examinadora.

DA BANCA EXAMINADORA:

Artigo Vigésimo – A Banca Examinadora será composta de 3 (três) profissionais associados do SATED/ES, com no mínimo 5 (cinco) anos de registro profissional, indicado pela Comissão.

Artigo Vigésimo Primeiro – A Banca Examinadora estabelecerá seus próprios critérios para convocação de reuniões ordinárias ou extraordinárias, conforme necessidade.

Artigo Vigésimo Segundo – A Banca Examinadora é soberana nas decisões a respeito dos exames de que trata este regulamento, devendo apresentar em forma de ata, os resultados obtidos pelos candidatos á comissão, não cabendo nenhum tipo de recurso por parte dos candidatos com relação aos resultados.

Artigo Vigésimo Terceiro – É vedada a participação de menores de 14 (quatorze) anos nos exames de capacitação (C.FAET. 7. item XXXIII)

Artigo Vigésimo Quarto – Os casos omissos deverão ser resolvidos pela Diretoria do SATED/ES, para produzir efeitos legais.

Artigo Vigésimo Quinto – O presente regulamento entra em vigor a partir da presente data.

Livros:

v O que é Teatro? Fernando Peixoto.

v Medeia – Eurípedes

v A moratória – Jorge Andrade

v Como se fazia um Deputado – França Junior

v Sonhos de uma noite de Verão - Shakespeare

Vitória (ES), 15 de Abril de 2010..

Rua General Osório, 83, Ed. Portugal, sala 207-Centro - Vitória-ES Tel. 3222-2440.

E-mail: satedes@bol.com.br

Maratona teatral no Teatro Galpão

Sabe o que é cometer um vacilo dos grandes? Pois é, foi o que eu fiz com a Maratona Teatral que vem acontecendo desde o fim de semana passado no Teatro Galpão.

É isso aí! Começou na sexta-feira passada (07/05/2010) com o solo cênico “Rosas Brancas para Salomé”, com Mauro Pinheiro, e teve continuidade no sabado à tarde (08/05/2010) com a peça infantil “O Patinho Feio”, da JC Produções.

A maratona continua nesta quinta-feira (13/05/2010), com a peça “Dinossauros… Ou ainda é hoje” e reprises de “Rosas Brancas…” e “O Patinho Feio”. Abaixo segue as peças que estarão em cartaz até o dia 30/05/2010 (domingo), encerrando com a IV Mostra de Talentos. Os ingressos custam R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia). Escolha o que deseja assitir e boa diversão!

Programação Teatro Galpão – Mês de Maio

13 – Dinossauros......ou ainda é hoje – 20hs

14 - Rosas Brancas para Salomé – 20hs

15 - O Patinho Feio – 17hs

     - Rosas Brancas para Salomé – 20hs

16 - O Patinho Feio – 17hs

     - Dinossauros......ou ainda é hoje – 20hs

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20 – Cabaré das Almas – 20hs

21 – Os Prisioneiros do Acaso – 20hs

22 – Abracadabra – 16h

     - Sexo Frágil, Que Nada!

23 - Abracadabra – 16h

     - Os Prisioneiros do Acaso – 20hs

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28 - Os Prisioneiros do Acaso – 20hs

29 - O Patinho Feio – 15hs

     - Sexo Frágil, Que Nada!

30 - O Patinho Feio – 15hs

     - IV Mostra de Talentos – 18hs

Quer saber um pouco mais sobre “O Patinho Feio”? Abaixo o release da peça infantil:

patinho-feio JC Produções apresenta:

“O Patinho Feio”

Texto e Direção - José Celso Cavaliéri

RELEASE

100_9169 Uma comédia infantil, que retrata essa famosa história. O patinho já é adolescente, tenta sobreviver às loucuras dessa etapa da vida, as implicâncias de seus irmãos, mamãe pata sempre preocupada, tentando fazer com que os irmãos fiquem unidos, contando outras histórias infantis, mas também precisa se cuidar, pois a idade tá chegando, ela não quer passar seus últimos anos sozinha. Quais serão os destinos desses famosos personagens? Situações hilárias e atuais remontam essa nova versão.

FICHA TÉCNICA

PRODUÇÃO – JC Produções

TEXTO & DIREÇÃO – José Celso Cavaliéri (DRT-ES)

ILUMINAÇÃO e OPERADOR DE LUZ – Fernando Porto

OPERADOR DE SOM – José Celso Cavaliéri

FIGURINOS – Anderson Lima e Thelma Lopes

CONCEPÇÃO CENOGRÁFICA - JC Produções

Contatos – 9977 – 2235

E-mail: jcelsocavalieri@hotmail.com

Elenco:

Anderson Lima (DRT-ES)

Gilmar Júnior

Luciana Velten

Thelma Lopes (DRT-ES)

sábado, 1 de maio de 2010

“Rosas Brancas para Salomé” em maio no Teatro Galpão

Eu sou simplesmente apaixonado por este espetáculo. Eu não posso comparar este trabalho com “A Menina”, nunca, mas de todos que eu assisti em 2009, “Rosas Brancas para Salomé” foi o melhor trabalho dramático em palco.

Acredito eu que já fiz essa comparação aqui, mas vamos lá: Se Wilson Nunes é Melanie Marques e José Luiz Gobbi é – praticamente – Marly, Mauro Pinheiro, com certeza, é Salomé.

Eu sempre serei um elogiador deste trabalho, pois Mauro está excelente como Salomé e contado sua história. Para quem não sabe, Salomé é uma transformista real, fascinada pela cantora Angela Maria, que viveu no Rio de Janeiro e conheceu as maiores figuras das décadas de 1960 e 1970. A sua história, contada aqui pelo diretor e dramaturgo Gladston Ramos, nos leva as aventuras e dramas que esta transformista viveu neste período.

Alguns consideram a peça um comédia sobre Salomé, mas eu vejo o trabalho com uma profundidade maior, pois Mauro dá expressão a história com sua interpretação maravilhosa, demonstrando que houve uma enorme preocupação na construção desta personagem fascinante.

O cenário e glamouroso, nos levando ao camarim de Salomé, após ela fazer um show de fim de ano. Enquanto se “desmancha”, nos conta sua história de forma engraçada e encantadora. Seus problemas em família, suas amizades, seus shows (nem sempre bem-vindos) e suas paixões.

Bem, vou deixar de falar, pois como admirador deste trabalho sou suspeito. Recomendo então que compareçam ao Teatro Galpão, em frente ao Wallmart, na Reta da Penha, em Vitória-ES, nos dias 07, 08, 14 e 15 de maio de 2010 (sextas-feiras e sábados), as 20h00, para conferir sobre esta peça. Os ingressos custam R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia). Eu pretendo estar lá e curtir mais uma vez este espetáculo, espero vê-los por lá! Bom espetáculo para todos!rosas-brancas1

Oficinas de Capacitação na Serra-ES

chico-prego Com a prorrogação das inscrições para a Lei de Incentivo Cultural “Chico Prego”, a Secretaria de Turismo, Cultura, Esporte e Lazer (SETUR) da Prefeitura Municipal da Serra/ES promoverá nos dias 04/05/2010 (terça-feira) e 19/05/2010 (quarta-feira), palestras para os interessados em se inscrever na Lei. Elas ocorreram das 19h00 as 21h00, no Cras de Laranjeiras, atrás do Terminal do Transcol

Em matéria publicada no site da Prefeitura no dia 23/04/2010 (sexta-feira), eles disseram que será a será “a oportunidade para eliminar a dificuldade, encontrada por algumas pessoas, quando tentam colocar o projeto cultural no papel”.

Nas palestras, os representantes do Departamento de Cultura da Setur explicarão a produtores, artistas, autores e agentes culturais, independente de residirem na Serra, que estiverem interssados em se inscrever na Lei, os passos necessários para projeto inscrito atender às exigências da Lei Chico Prego.

É uma oportunidade interessante para aqueles que ainda não se inscreveram e querem saber como ter um projeto aprovado. Então não perca a chance.