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terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Folgazões conquista sede própria

A Assessoria de Imprensa Triade Comunicação está trabalhando agora diretamente com a Folgazões Companhia de Artes Cênicas, sendo assim, constantemente mantem-nos atualizados, através de informativos, sobre tudo o que a companhia vier a desenvolver. A mais nova notícia é que a Folgazões agora ganhou sede própria. Antes dividindo um espaço com o Grupo Repertório de Artes Cênicas e a Editora Cousa, agora a Folgazões tem um espaço próprio. A notícia segue abaixo. Parabéns para a companhia.




Vitória (ES), 4 de fevereiro de 2013
Folgazões conquista sede própria
O espaço está localizado no Centro de Vitória, no circuito histórico da região. O imóvel passará por reformas para abrigar a sede da companhia capixaba e, em breve, será usado para a realização de atividades culturais para a comunidade
A Folgazões Companhia de Artes Cênicas acaba de adquirir uma sede própria no Centro de Vitória. Com cerca de 120m² e dois pavimentos, a intenção é que o espaço se transforme em um núcleo de ensaios, apresentações, oficinas e outras atividades à comunidade. Situada estrategicamente no circuito histórico e cultural do Centro, a sede fica em frente à Praça do Palácio Anchieta, onde também funcionam a Academia Espírito-Santense de Letras, e a futura sede da Orquestra Filarmônica.
É nesta localidade que foram realizadas as primeiras encenações teatrais capixabas realizadas pelo Padre José de Anchieta no adro da antiga igreja e onde funciona hoje o Palácio do Governo.  "É com grande orgulho que agora habitamos este lugar que é historicamente berço do teatro capixaba" ressalta Wyller Villaças, um dos integrantes da Folgazões.
Em busca de parceiros, a Folgazões dará início a um processo de reforma do local nos próximos meses para que a estrutura seja ocupada e utilizada.  “A aquisição é um marco na história dos Folgazões e também na do teatro capixaba, já que estamos criando uma estrutura para trabalhar com o grupo de forma profissional, por meio da execução de um planejamento estratégico e ferramentas de gestão que culminaram na conquista de um espaço próprio. É o teatro de rua se transformando e se organizando para progredir e se fortalecer. O próximo passo é revitalizar a sede e dar o ar folgazão ao local”, explica o membro do grupo, Foca Magalhães.
A companhia funcionava anteriormente também no Centro, mas em um espaço alugado durante cinco anos. “Este é apenas o começo de um processo de consolidação de metas e queremos que o local seja uma extensão da praça pública, onde realizemos nossas apresentações, agregando outras artes como a música, artesanato, artes plásticas e outros movimentos” ressalta Foca.
Sobre a Folgazões Companhia de Artes Cênicas
A Folgazões Companhia de Artes Cênicas foi fundada oficialmente em 2007, na cidade de Vitória (ES). Em sua trajetória vem desenvolvendo uma estética teatral própria fundada a partir de três diretrizes: o diálogo entre as linguagens da música, da dança e da arte da comicidade; a pesquisa das tradições culturais brasileiras, em especial do universo plural capixaba; e a utilização de espaços não convencionais para encenação que possam aproximar a relação ator/espectador, como praças, ruas e parques.
Mais informações para a imprensa:
Tríade Comunicação: (27) 3225-0099
Atendimento:
Monique Ferbek – (27) 9838-0926
monique@triadecomunicacao.com.br
Coordenação:
Ane Ramaldes – (27) 9973-4547
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Denise Klein – (27) 9253-6191
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terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Estreia "Credores" no Theatro Carlos Gomes


O Grupo teatral Boyásha Trup retorna aos palcos do Espírito Santo com uma nova peça teatral.
“Credores” tem estreia agendada no Theatro Carlos Gomes, no dia 27/01/2013 (domingo), com sessão dupla, as 17h00 e 20h00, a preços populares, nos valores de R$ 2,00 a inteira, e R$ 1,00 a meia. Abaixo segue o release do espetáculo com a ficha técnica. Bom espetáculo para todos!



 “CREDORES”
Teka. 39 anos. Escritora.
Adolfo. 31 anos. Marido de Teka.
Gustavo. 43 anos. Ex-marido de Teka. Porém... Adolfo não sabe.

A separação de Teka e Gustavo rende um livro onde ela aponta todas as falhas de Gustavo como marido. Movido pelo desejo de vingança, Gustavo se aproxima de Adolfo e coloca em prática um plano de destruição meticulosamente planejado, numa trama repleta de jogos de dominação e embates psicológicos.
A obra de Strindberg ganha uma leitura contemporânea pelas mãos de Boyásha Trup, propondo uma reconfiguração das "quatro paredes" naturalistas, resultando numa relação intimista do público com o ambiente íntimo do quarto de hotel de Teka e Adolfo, como voyeurs desta intrincada trama.
Fruto de um processo de pesquisa orientado pelo diretor Fernando Yamamoto (Grupo Clowns de Shakespeare/RN), o espetáculo está sendo construído com recursos do Prêmio Residência de Grupos de Teatro SECULT 2012, onde Boyásha Trup foi buscar ferramentas para a capacitação e o fortalecimento do grupo.
FICHA TÉCNICA
DRAMATURGIA: August Strindberg
ENCENAÇÃO: Boyásha Trup e Fernando Yamamoto
DIREÇÃO: João Paulo Stein
CONSULTORIA DE ENCENAÇÃO – RESIDÊNCIA ARTÍSTICA: Fernando Yamamoto (Grupo Clowns de Shakespeare – RN)
ELENCO:
Daniel Poltronieri - Gustavo
Jéssica Gasparini - Teka
Sandro Mendonça - Adolfo
DIREÇÃO MUSICAL: Murillo Iglesias
CENÁRIO: Boyásha Trup e Fernando Yamamoto
FIGURINO: Boyásha Trup
ILUMINAÇÃO: Boyásha Trup e Fernando Yamamoto
FOTOGRAFIA: Maressa Moura
OPERADOR DE LUZ: Gabriel Poltronieri
CONTRA REGRA: Wallace Bromerschenkel
OFICINA: “Gestão em Teatro de Grupo”: Renata Kaiser e César Ferrario (Grupo Clowns de Shakespeare – RN)
PALESTRA: “Naturalismos” – Prof. William Golino (UFES)
PALESTRA: “Teatro Naturalista”– Prof. César Huapaya (UFES)
ASSISTÊNCIA DE PRODUÇÃO: João Paulo Stein
PRODUÇÃO: Murillo Iglesias
PATROCÍNIO: Secretaria de Estado da Cultura do Espírito Santo
REALIZAÇÃO: Boyásha Trup

domingo, 23 de dezembro de 2012

“A Casa de Bernarda Alba”, de Garcia Lorca, tem lotação esgotada na estreia

por Lilian Meneguci

Estreia A Casa de Bernarda AlbaNa última terça-feira, (18), às 20h, o espetáculo “A Casa de Bernarda Alba”, de Federico Garcia Lorca, sob direção de José Luiz Gobbi, estreou na Escola Técnica Municipal de Teatro, Dança e Música Fafi com lotação esgotada.

“A Casa” não comportou a quantidade de visitas que recebeu. Muitas, inclusive, tiveram que voltar para as suas “casas” sem ter conseguido ver Bernarda Alba (Lilian Menenguci), La Poncia (Fabiane Simões), Adela (Giovana Voig), Angústias (Victoria Ramos), Madalena (Márcia Moraes), Martírio (Eneidis Ribeiro) e conhecer seus dramas.

Entretanto, no mês de abril (2013) o espetáculo estará de volta. Dessa vez, no Theatro Carlos Gomes (Centro Histórico de Vitória-ES). Quem não teve a oportunidade de entrar na Casa de Bernarda, na estreia, poderá fazê-lo na ocasião da temporada em 2013. Os que lá já estiveram, poderão reencontrar com essas mulheres lorquianas, revistar sua casa e testemunhar o que se passa nela.

Federico Garcia Lorca

Poeta e dramaturgo Federico Garcia Lorca nasceu em 1898, no povoado de La Veja, em Granada. Herdou da mãe a paixão pela música e pela poesia e, mais tarde, pelo teatro. Nesse gênero, desenvolveu um conceito particular: a representação como “a poesia que se levanta do livro e se faz humana. E ao fazer-se humana, fala e grita, e chora e se desespera.” Para ele, personagem é um ser poético e dubiamente real que faz sangrar as emoções da forma mais visceral possível. A palavra escrita já não lhe bastava. Era preciso outras representações, subvertendo métodos, convenções sociais e normas vigentes. O dramaturgo também via o teatro de forma didática, a exemplo de sua atuação à frente da fundação do Teatro Universitário La Barraca, em torno de 1931-1932, junto com Arturo Ruiz Castillo. Essa espécie de teatro mambembe destinava-se a difundir a cultura espanhola por todo o país, com os seus mais importantes clássicos. Lorca deixou vasta obra, dentre elas: “Bodas de Sangue” (1933), “Yerma” (1934) e “A Casa de Bernarda Alba” (1936). Peças que constituem sua “trilogia dramática da terra espanhola”. “A Casa de Bernarda Alba”, foi sua última obra. Meses depois de ter concluído o texto, Lorca foi assassinado pelas forças repressoras em plena Guerra Civil espanhola.

Ficha Técnica

A Casa de Bernarda Alba – Federico Garcia Lorca
Adaptação – Vanessa Schaydegger
Direção – José Luiz Gobbi
Elenco – Eneidis Ribeiro; Fabiane Simões; Giovana Voig; Lilian Menenguci; Márcia Moraes e
Victória Ramos

Assistente de Direção – Roberto Ferrante

Produção Executiva – Miriam Gonçalves

Assistente de Produção – Hugo Martinelli

Iluminação – Coletiva

Sonoplastia – Gleison Dutra

Cenários – Celso Adolfo

Figurinos – Angela Mendes

Fotografias – Laila Carolina

Design Gráfico – Sérgio de Paula

Assessoria de Imprensa – Linda Kogure

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Cultura Presente - Dezembro/2012

A Região Metropolitana da Grande Vitória - se existisse - pegaria desde a cidade de Fundão, no norte do Espírito Santo, até Guarapari, ao sul do estado. Cidades como Cariacica, Serra, Viana, Vila Velha e Vitória, fariam parte da composição da metrópole, e são elas que receberam nos dias 13, 14 e 15 de dezembro de 2012 (quinta-feira, sexta-feira e sábado) o Projeto "Cultura Presente".
O "Cultura Presente" integraliza outros projetos da Secretaria Estadual de Cultura, como "Circulação Cultural" e "Cinema na Praça", levando as cidades do estado do Espírito Santo teatro, dança, música e cinema.
Nos dias já citados acontecerão apresentações de teatro de rua, com os grupos Z de Teatro e Folgazões, e das peças teatrais "Circo Imaginário" e "Crônica da Razão Cômica", do Grupo Vira-Lata. Também acontecerá as apresentações dos grupos de dança Conexão Master Crew + Super Heroes Crew. Abaixo a programação completa nos dias e locais. Bom espetáculo para todos!

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

"A Casa de Bernarda Alba" na Escola de Teatro, Dança e Música FAFI


Então. Estou voltando, mesmo que seja aos poucos, as publicações no blog Teatro Capixaba. Tive um grande recesso devido a correrias de estudo - faço Faculdade de História -, mas agora pretendo retornar a fazer as divulgações dos trabalhos teatrais desenvolvidos no estado do Espírito Santo, e espero - sinceramente - que tenha colaboração de todos os envolvidos.
E nada melhor para começar o retorno do blog do que divulgar a peça teatral de um dos diretores capixabas que eu mais admiro, José Luiz Gobbi.
Gobbi volta a direção com uma adaptação para os palcos capixabas da peça do escritor e dramaturgo espanhol Frederico Garcia Lorca (1898-1936), “A Casa de Bernarda Alba”.
Não tenho muito o que dizer ainda sobre esse trabalho teatral, mas com o elenco que ele conta em cena, com certeza, será mais um excelente trabalho nas mãos de Gobbi. Junto de Gobbi, voltam aos palcos as atrizes Lilian Menenguci (A Grande Estiagem), Fabiane Simões (Hello Creuzodete IV – Finalmente Alguém Comeu!), Eneides Ribeiro (Rascunhos) e Giovana Voig (As Troianas), contando com as atrizes Márcia Moraes e Victória Ramos, também. A adaptação ficou por conta Vanessa Cordeiro Schaydegger e a produção ficou a cargo de Miriam Gonçalves de Assis. Quem me enviou o release foi a assessora de imprensa. Linda Kogure. Abaixo segue o material que me foi enviado (Obrigado Linda!). 

“A Casa de Bernarda Alba”, de Lorca, na Fafi

A estreia é dia 18/12, às 20 horas, com entrada franca.

Elenco de "A Casa de Bernarda Alba"
Um dos clássicos do poeta e dramaturgo espanhol Federico García Lorca - “A Casa de Bernarda Alba” - estreia no próximo dia 18 de dezembro (terça-feira), às 20 horas, na Fafi, com direção de José Luiz Gobbi. Haverá outra sessão quarta-feira, dia 19, às 13 horas, no auditório do Tribunal de Contas do Estado, na Enseada do Suá, aberta ao público. As duas apresentações têm entrada franca.
Com Lilian Menenguci (Bernarda Alba), Victória Ramos (Angústias), Márcia Moraes (Madalena), Eneidis Ribeiro (Martírio), Giovana Voig (Adela) e Fabiane Simões (a criada Poncia). A adaptação do texto é de Vanessa Cordeiro Schaydegger, com produção de Miriam Gonçalves de Assis.

Sinopse
A matriarca Bernarda Alba impõe luto aprisionando suas filhas em casa. Algumas não se resignam e lutam pela liberdade e pela conquista do amor de Pepe (único personagem masculino e sempre ausente) como saída de tamanha opressão.
O diretor José Luiz Gobbi explica que concebeu a direção com ênfase na crueldade das relações familiares, na opressão feminina e na luta pela liberdade. Por isso, utiliza recursos que provocam ainda mais tensão: a cenografia assinada pelo artista plástico Celso Adolfo e a forte percussão do flamenco na trilha sonora. Elementos do cenário se deslocam com a movimentação do elenco e a marcação flamenca, ampliando a dramaticidade do universo característico de Lorca. Afinal o poeta concebeu a peça com a intenção de um “documentário fotográfico”.
“A Casa de Bernarda Alba”, de 1936, foi o último texto do gênio da dramaturgia espanhola e que encerra a sua “trilogia dramática da terra espanhola” (as duas primeiras são Bodas de Sangue, de 1933, e Yerma, de 1934). Meses depois, Lorca foi fuzilado pelas forças repressoras em plena Guerra Civil espanhola.

A CASA DE BERNARDA ALBA

Direção: José Luiz Gobbi
Produção: Miriam Gonçalves de Assis
Adaptação: Vanessa Cordeiro Schaydegger
Elenco:
Eneidis Ribeiro (Martírio)
Fabiane Simões (Poncia)
Giovana Voig (Adela)
Lilian Menenguci (Bernarda Alba)
Márcia Moraes (Madalena)
Victória Ramos (Angústias)
Local: Escola de Teatro, Dança e Música Fafi | Auditório do Tribunal de Contas da União
Datas: 18/12/2012 (terça-feira) | 19/12/2012 (quarta-feira)
Horários: 20h00 | 13h00
ENTRADA FRANCA

terça-feira, 21 de agosto de 2012

Os Inclusos e os Sisos em Vitória

A Trevo: Efervescência Comunicativa do Rio de Janeiro/RJ, por meio da Pauline Martins, enviou-me o material do grupo teatral carioca Os Inclusos e os Sisos – Teatro de Mobilização pela Diversidade, que estará se apresentando em Vitória/ES nos dias 28, 29, 30 e 31 de agosto de 2012 (terça, quarta, quinta e sexta-feira) no Anfiteatro do Parque Botânico da Vale com o trabalho “Ninguém mais vai ser bonzinho – Em esquetes”, com sessões as 10h00 e 14h00. O grupo também promoverá nos dias 28 e 29 de agosto de 2012 (terça e quarta-feira) uma oficina de teatro acessível com os atores, no horário de 15h00 as 17h30. Abaixo segue o material do grupo que tem apoio da Vale.

TEATRO ACESSÍVEL DA ESCOLA DE GENTE CIRCULA PELO NORTE, NORDESTE, SUDESTE E CENTRO-OESTE DO BRASIL EM PARCERIA COM A VALE

Turnê do grupo Os Inclusos e os Sisos chega a Vitória

Criado em 2003, com o incentivo da ONG Escola de Gente – Comunicação em Inclusão, o grupo carioca de teatro Os Inclusos e os Sisos – Teatro de Mobilização pela Diversidade encena espetáculos que abordam com humor temas como a discriminação, o preconceito e a inclusão na sociedade. As apresentações contam com todos os recursos de acessibilidade previstos por lei, como intérprete de Libras, audiodescrição, legenda eletrônica, programas em braile e em letra ampliada, além da reserva de assentos para pessoas com dificuldade de locomoção, garantindo a todos o acesso à cultura.

Quarenta e seis mil pessoas com e sem deficiência de todas as regiões do Brasil já assistiram às apresentações do grupo Os Inclusos e os Sisos - Teatro de Mobilização pela Diversidade, projeto da ONG Escola de Gente – Comunicação em Inclusão. Agora, em agosto de 2012, uma nova circulação nacional da peça está sendo realizada. A primeira parada foi em São Luís, no Maranhão, seguido de Pauapebas e Belém, no Pará, e Corumbá, no Mato Grosso do Sul. A turnê faz sua última parada em Vitória, no Espírito Santo, com apresentações de 28 a 31 de agosto, no Anfiteatro do Parque Botânico da Vale.

Com o patrocínio da mineradora Vale, através da Lei Rouanet do Ministério da Cultura, cada cidade receberá quatro apresentações gratuitas e abertas ao público do espetáculo Ninguém mais vai ser bonzinho – Em Esquetes. A peça é encenada pelo grupo Os Inclusos e os Sisos, projeto de arte e transformação social da Escola de Gente criado em 2003 pela atriz e VJ da MTV Tatá Werneck com outros/as estudantes de Artes Cênicas da Unirio. Atualmente o grupo está na sua quarta geração de jovens artistas dedicados/as a colocar a arte a serviço da Inclusão.

O espetáculo Ninguém mais vai ser bonzinho – Em Esquetes conta com todos os recursos de acessibilidade na comunicação previstos em lei: intéprete de Libras, legenda eletrônica, audiodescrição das cenas, programas em braile, visita guiada ao cenário, atendimento prioritário para pessoas com deficiência e reserva de assentos para pessoas com deficiência e/ou mobilidade reduzida. Todo esse esforço conjunto da Escola de Gente, da Vale e do Ministério da Cultura, vai de encontro com o que determina a legislação brasileira e internacional sobre Direitos Humanos, especialmente o Estatuto da Criança e do Adolescente, a Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência da ONU, ratificada no Brasil pelo Decreto Legislativo 186/08 e Decreto Federal 6.949/09, e o Decreto 5.761/06.

Oficinas de Teatro e Inclusão - Além de assistirem aos espetáculos, o público também poderá participar de oficinas de teatro, ministradas pelo grupo Os Inclusos e os Sisos com a supervisão da Escola de Gente. As Oficinas de Teatro Acessível foram criadas pela Escola de Gente no ano de 2010 para fazer com que artistas e produtores culturais experimentem impasses e encontrem soluções para sempre garantir o direito à participação e à comunicação de pessoas com deficiência em espetáculos de teatro, dança, concertos musicais, etc. Desde  a sua criação, 157 artistas e produtores culturais já foram capacitados através de 117 horas de oficinas realizadas nas cidades do Rio de Janeiro, Salvador, Recife, Fortaleza e Teresina. As oficinas têm vagas limitadas e as inscrições podem ser feitas através do e-mail escoladegente@escoladegente.
org.br.

Livro inspira peça - Baseado no livro homônimo da jornalista e fundadora da Escola de Gente, Claudia Werneck, recomendado por Unesco e Unicef, a peça Ninguém mais vai ser bonzinho tem como tema central a urgência em se promover uma sociedade inclusiva, passando da fase de conscientização para a de ação. O livro, publicado no ano de 1996 pela WVA Editora, especializada em inclusão, é vendido também em formatos acessíveis, e se tornou a primeira obra no Brasil a tratar do tema a partir da Resolução 45/91, assinada pela ONU em 1990.  Apresentado pela primeira vez em 2007, Ninguém mais vai ser bonzinho, com criação e direção de Diego Molina, é um espetáculo que revela cenas sutis de discriminação no dia a dia, apresentadas com muito bom humor. Em 2011, com adaptação e direção de Marcos Nauer, também fundador do grupo, o espetáculo circulou por cinco cidades do Nordeste e cinco cidades do Rio de Janeiro, totalizando 18 apresentações, para um público de cerca de 5.000 pessoas. Este ano a montagem ganha nova forma, com texto e elenco reformulados.

Campanha nacional - A turnê faz parte da campanha Teatro acessível: arte, prazer e direitos, lançada em 2011 pela Escola de Gente e Ministério da Cultura como parte das celebrações pelos 10 anos da ONG. Na última década, a Escola de Gente vem trabalhando a favor da inclusão de grupos em situação de vulnerabilidade na sociedade, especialmente crianças, adolescentes e jovens com deficiência, sensibilizando diretamente para a causa da inclusão cerca de 400 mil pessoas em diversos países de distintos continentes. Através de ações de Comunicação, Cultura e Educação, a Escola de Gente tem como objetivo democratizar o conceito e a prática da sociedade inclusiva. A organização incide em políticas públicas e integra o Conselho Nacional de Juventude, o Conselho Estadual de Juventude e a Campanha Nacional pelo Direito à Educação, entre outras redes. No ano de 2011, recebeu o Prêmio Direitos Humanos 2011 na categoria: “Direitos de Pessoas com Deficiência” da presidente Dilma, a mais alta condecoração que o Estado brasileiro pode oferecer a uma organização da sociedade civil.

Patrocínio Vale - A Vale, como estratégia de investimento institucional voluntário, apoia projetos em cinco eixos: cultural, social, esportivo, ambiental e técnico.  Desta forma, a temática da acessibilidade, levantada pela Escola de Gente por meio da campanha Teatro acessível: arte, prazer e direitos, vem ao encontro das diretrizes adotadas no cotidiano da empresa: a valorização da diversidade, a inclusão social e o respeito às diferenças.


Veja a programação completa
(a quantidade de público para as apresentações está sujeita à lotação dos espaços):

VITÓRIA - ES
Local: Anfiteatro do Parque Botânico da Vale (Avenida dos Expedicionários, s/n, Jardim Camburi)

Dias 28 e 29 de agosto
10h e 14h: Espetáculo
14h às 17h30: Oficina de Teatro Acessível

Dias 30 e 31 de agosto
10h e 14h: Espetáculo

Mais informações:












domingo, 19 de agosto de 2012

19 de agosto – Dia do ator

feliz dia do atorSei que ando bem afastado do blog, mas o estudos têm sugado minha vida, não me dando tempo de atualiza-lo constantemente. Como uma grande maioria sabe, faço isso sozinho, então peço desculpas a todos pela falta de atualização, mas como hoje é um dia duplamente importante para mim, pois além de ser o dia do historiador, é o dia do ator, também. E como não poderia deixar passar em branco, deixo para os meus amigos e colegas atores uma mensagem do ator e escritor Antonio Calloni.

Calloni iniciou sua vida profissional no teatro em 1980, após passar pelo Curso Profissionalizante Célia Helena e fazer um curso no Centro de Pesquisas Teatrais, sob direção de Antunes Filho. Seu primeiro trabalho foi “A barra do jovem”, com direção de Célia Helena. E de lá pra cá, fez trabalhos no teatro, no cinema e na televisão, além de escrever livros. O texto que segue abaixo foi inicialmente publicado no blog de Patrícia Kogut, mas já divulgado por vários sites (inclusive o do próprio Calloni) e agora disponibilizo no blog Teatro Capixaba. Então fica aqui meu desejo de felicidade àqueles que encantam os palcos do Brasil e do mundo com os personagens que nos fazem imaginar e viajar em belas histórias.

Antonio Calloni escreve texto em homenagem ao Dia do Ator

calloni2Antonio Calloni, que também é poeta, escreveu especialmente para o blog da Patrícia Kogut homenageando os atores. Hoje (19/8/12) é o Dia do Ator. Confira.

Ser ator é realmente uma profissão de maluco, fascinante. A poética do ridículo, o brincar de faz de conta, o infindável universo onírico infantil e a tremenda cara de pau fazem com que os atores encantem os que os assistem e sonham junto com eles - pelo seu poder de transgressão, pela sedução, pelo poder de conscientização, pela capacidade de simplesmente entreter e pela mágica de poder ser quase todo mundo.

Lemos Diderot, Stanislavsky, Grotovsky, Meyerhold, D. T. Suzuki e uma infinidade de outros livros (todos fundamentais). Ouvimos muita música clássica para apurarmos nossa noção de ritmo, de cor, de intensidade. Ouvimos samba, pagode, MPB, música sertaneja e o diabo a quatro, graças ao bom Deus. Graças à obrigatória falta de preconceito para ver e viver a vida como ela é (obrigado, grande Nelson!) e poder reproduzi-la, e, melhor ainda, recriá-la como uma pintura, que quase sempre é mais rica do que uma foto. Vemos (com o corpo inteiro) pinturas de Bosch, Goya, Velázquez, Max Ernst, para tentar compreender alguns mistérios da vida, para provocar nossos sonhos ou, para nada. Só para ver mesmo. Que bom!

Conversamos com o Zé que vende coco no quiosque da praia e notamos um gesto diferente, um ritmo novo, outras possibilidades de comportamento e de comunhão com a vida. Observamos sem pensar. Viva o Zé! Precisamos dele. E depois colocamos uma armadura e dizemos que somos cavaleiros da Távora Redonda, dizemos que somos bons, que somos maus, que somos bons e maus, que somos gente. É uma profissão que deveria se iniciar logo que a pessoa começasse a falar e a ler, e terminar no início da adolescência, já que os adolescentes têm verdadeiro horror a pagar mico. Mas não... o maravilhoso complexo de Peter Pan nos acompanha pelo resto da vida e passamos a nos comportar como crianças relativamente adultas. E aí entra a poética do tempo que estará sempre a nosso favor.

Fazer um bom trabalho de ator é sempre muito arriscado, mesmo que o personagem seja comum, simples, cotidiano. É mais arriscado ainda. É raro, mas acontece de se ver um ator dizendo que está arriscando quando, na verdade, está fazendo um trabalho histérico e fora da medida. No caso de uma novela, geralmente as pessoas se acostumam e até passam a gostar. O erro faz parte do show. Eliminá-lo é impossível. Diminuir a margem de erro com estudo, dedicação e, principalmente, leveza e bom humor talvez seja o melhor caminho. Cada um escolhe o seu.

É uma profissão generosa, democrática e acolhedora. Qualquer um pode ser ator, basta saber falar, andar, ler e ter o juízo mais ou menos perfeito. Todos têm direito à tentativa e ninguém tira o lugar de ninguém. Fazer um bom trabalho de ator e permanecer digno praticando o ofício já são outros quinhentos, não é para qualquer um. A consciência de que somos inevitavelmente precários por sermos humanos pode ser um grande estímulo para fazermos trabalhos grandiosos. Viramos heróis, mendigos e uma infinidade de outros personagens, para, entre outras coisas, vencer a morte (eta coisinha incômoda). E, no final, conseguimos rir de nós mesmos.

Quero, por fim, agradecer aos meus nobres e loucos companheiros atores por percorrerem esse caminho inventado e que aumenta a vida, o prazer e o sonho. Quero agradecer aos grandes atores que já superaram o estágio dos adjetivos e conquistaram a liberdade plena da criação. Qual o adjetivo para Fernanda Montenegro, para Laura Cardoso? Quero agradecer também aos que estão começando, aos que estão terminando (se é que isso é possível) e aos que estão por vir.

Sou ator, acho que isso quer dizer alguma coisa.

Evoé!

sexta-feira, 22 de junho de 2012

“República de Garotos” em Guaçuí

panfleto guaçuiEm março deste ano, a JC Produções estreou com a peça “República de Garotos” no Espaço Cais das Artes, em Coqueiral de Itaparica, Vila Velha/ES. Agora a peça faz as malas para ir para o Teatro Fernando Torres, em Guaçuí/ES. A apresentação acontecerá nos dias 23 e 24 de junho de 2012 (sábado e domingo), as 20h00. Abaixo segue o material enviado a mim pelo diretor, escritor e produtor da peça, José Celso Cavalieri. Bom espetáculo para todos!

Espetáculo: "República de Garotos"

163588_3432780495890_1161737260_32539501_360851809_nRelease: Cinco rapazes vindo do interior do ES, formam uma república, cada um com suas vivências, expectativas, desejos, sonhos, ideologias e maneira de ser, diferentes um do outro, fazem dessa comédia uma divertida e surpreendente história.

Texto e Direção: José Celso Cavaliéri
Elenco: Adalberto Monico, Gleidson Rangel, Heliomar Copertino, Reuber Diirr e Ritieli Ricard

Fotos: Jorgemar de Oliveira

Serviço:

Local: Teatro Fernando Torres - Guaçuí/ES

Data: 23 e 24 de junho de 2012

Horário: 20 hs

Ingressos: R$ 20,00 (Inteira) e R$ 10,00 (meia) - Antecipados - R$ 8,00 (Preço Único)

Informações: (28) 3553-2826 ou (27) 9908-7044

terça-feira, 19 de junho de 2012

“No Tempo do Vinil”

Em 2003 estreou o espetáculo “No Tempo do Vinil”, escrito por Jovany Sales Reys e com direção de Wilson Nunes. O enredo contava a história de uma jovem orfã que entra para uma escola de freiras e lá conhece a amizade e o amor. No elenco alguns talentos dispontaram como Leia Rodrigues e Higor Campanharo.
Foi um musical com expressivo sucesso, viajando todos os teatros do Espírito Santo e ganhando prêmios no Festival de Teatro de São Mateus/ES. então por que não trazê-lo de volta? Por que não lançar novos talentos nos palcos capixabas?
logo oficialEm agosto de 2011, o diretor Wilson Nunes e o seu companheiro na produção do espetáculo, o ator Fabiano Turbay, abriram inscrições para seleção de elenco, que teve o resultado publicado no blog em outubro de 2011. Depois de oito meses de intensos ensaios e preparação vocal e corporal – pela bailarina Renata Junger - para um musical, “No Tempo do Vinil” estreou no dia 16/06/2012 (sábado) no Teatro Municipal Rubem Braga, em Cachoeiro de Itapemirim/ES. Depois desta estreia, todo o elenco, o diretor, a produção e todos os envolvidos embarcam para a capital, para iniciar uma breve temporada no Teatro do Ifes, em Jucutuquara, Vitória/ES.
A temporada será iniciada no dia 23/06/2012 (sábado), com os portões do teatro sendo abertos as 19h30. Os ingressos custam R$ 30,00 (inteira) e R$ 15,00 (quinze reais). Bem, abaixo segue o material enviado a mim pelo produtor e ator da peça, Fabiano Turbay.
Desejo a todos um bom espetáculo, pois eu com certeza vou ter!!!
Musical “No Tempo do Vinil” estreia em junho
FLYER 04No próximo dia 23, estreia em Vitória o musical “No Tempo do Vinil”, no Teatro do IFES (antigo Cefetes).
A comédia musical “No Tempo do Vinil” retrata a jovem guarda, movimento que mesclava música, comportamento e moda, e que surgiu com um programa de televisão brasileiro de mesmo nome na década de 60. Nesse contexto, quatro jovens garotas com perfis completamente conflitantes aprontam trapalhadas pelas costas do padre responsável pelo colégio. Num golpe do destino, conhecem quatro rapazes com quem tramam um plano para arrumar um pai para uma das jovens, Fafá, que é órfã.
No texto escrito pelo historiador, dramaturgo e roteirista profissional, Jovany Sales Rey, que além de escrever para cinema e teatro, fez roteiros para televisão, os diálogos e a narrativa de uma forma sutil e alegre mostram claramente por meio de seus personagens, como as pessoas viveram, seus costumes, seus tabus e valores na década de 60. Sem apelações, a teia da história se faz e desfaz com inserções de humor leve e inteligente, além de contar com músicas que marcaram a vida de muita gente.
Já a direção ficou a cargo do diretor e ator Wilson Nunes, um dos maiores nomes do teatro no Estado. Nunes conseguiu êxito em mais de 30 peças, com sucesso de público e critica, além de vários prêmios em festivais. Realizou também outros trabalhos em TV, rádio, escolas, música e carnaval.
É importante destacar que este musical foge da linha de “textos cantados”. O espetáculo é composto por diálogos de teatro e música com coreografias como elementos separados. A propósito, as coreografias de Renata Junger, bailarina e coreografa, são para lá de animadas e contagiantes, com ares de jazz contemporâneo e a típica “pegada” rock ‘n roll das décadas de 60 e 70.
NTV_278No elenco estão jovens atores, aprovados nos testes realizados pela produção do espetáculo, tendo passado por quatro etapas, incluindo workshops de teatro e dança. São eles: André Celant, Andressa Trancoso, Baltazar Bittencourt, Beatriz Fialho, Mariana Preti, Paula Ceotto e Ricardo Werneck e Vinicius Capistrano. Eles se unem aos veteranos, Fabiano Turbay e Wilson Nunes, completando assim o elenco.
Vitória:
Dias 23 e 24 de Junho (estreia),
30 de Junho e 01 de Julho,
7 e 8 de Julho,
19:30h, Teatro do IFES (Antigo Cefetes).
Ingressos: R$ 30,00 (inteira), R$ 15,00 (meia).
Venda na bilheteria do teatro.
Informações à imprensa
Andressa Moreno
27- 9776-8380
dreska@gmail.com
Twitter:@Dreska
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