Google Website Translator Gadget

Mostrando postagens com marcador Grupo Estripolia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Grupo Estripolia. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 25 de outubro de 2013

O “Projeto Pipoca” apresenta “Era uma vez”

Em julho deste ano de 2013 eu cheguei a falar sobre a 3ª edição do “Projeto Pipoca”, que é uma parceria entre o Grupo Vira Lata de Teatro e Grupo Estripolia. Entrando na 5ª edição do Projeto, os grupos convidam atores e atrizes para estarem falando sobre técnicas de contação de história.

O “Projeto Pipoca” é um projeto que visa dar início a uma série de eventos voltados às Artes Cênicas no Estado do Espírito Santo, levar ao público diferentes abordagens sobre o Teatro e outras manifestações artísticas através de debates com artistas, ações cênicas, oficinas e apresentações, com a intenção de promover, pensar e discutir a arte.

A 5ª edição do “Projeto Pipoca” – que conta com o título “Era Uma Vez” – acontecerá na sede do Grupo Vira Lata de Teatro (Rua José Marcelino, 175, 3º andar, Sociedade São Vicente de Paula, Centro, Vitória – ES), neste sábado (26/10/2013), as 18h00, com entrada franca. Os interessados podem entrar em contato pelo número (27) 9802-3313, para terem mais informações.

projeto pipoca (2)

quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Grupo Estripolia apresenta musical para crianças “Cantarerê” no Teatro Marista

Grupo EstripoliaO Grupo Estripolia surge novamente no cenário cênico-teatral trazendo seu espetáculo teatral-musical para crianças “Cantarerê”, e desta vez ele estará no Teatro Marista, em Vila Velha – ES, as 17h00 deste domingo (13/10/2013). Abaixo um breve release do espetáculo. Boa diversão para todos!

Musical Cantarerê

           Cantarerê é um projeto que partiu da ideia de realizar um trabalho cênico/musical voltado para o público infantil. Relembrando antigas cantigas, fazendo releitura de algumas já conhecidas, com novos arranjos e novas interpretações e também trazendo para esse público, o teatro e a música em seu universo ‘encantado’.

O projeto “Cantarerê” tem a proposta de reunir músicos e artistas cênicos para desenvolver um “show-espetáculo cênico musical”, onde música, teatro e dança interage em perfeita harmonia com um repertório que vai desde cantigas populares até MPB, sempre destacando a temática que permeia o universo infantil.PANFLETO ESTRIPOLIA Marista ok JPG

Com a intenção de aproximar o público em questão, no mundo das artes, em específico da música e do teatro, às vezes tão distante para alguns, e outras vezes tão restrito para boa parte da população. Permitindo assim a interação, a formação de público, o reconhecimento e conseqüente valorização da arte e todas a suas possibilidades.

Realizar um trabalho que apesar de ter temática infantil, e se destinar a um público específico, permita também ao público em geral (de diferentes faixas etárias), em alguns casos conhecer obras musicais que até então passavam despercebidas, e também relembrar momentos da infância, sendo alguns desses embalados por essas trilhas sonoras.

Partindo da necessidade e da carência de espetáculos específicos para o público infantil e principalmente observando a urgência de se criar, ampliar e manter platéia, é que se pensou na ideia inicial deste projeto.

Incentivar as crianças a conhecer e valorizar as artes (nesse caso, música, dança e teatro), são princípios fundamentais para formarmos cidadãos questionadores e conscientes de sua história, de seus valores, de sua memória e principalmente de seus direitos e deveres. O que consequentemente influenciará diretamente em suas escolhas, em seus gostos e em suas atitudes num futuro próximo.

É pensando dessa forma, que se ressalta a importância de projetos para este público, que muitas vezes por não conhecer (ou por conhecer apenas o que lhe é apresentado por uma mídia essencialmente comercial) acaba por desvalorizar qualquer tipo de trabalho que não tenha esse convite ao consumo. Onde o que importa é o quanto e não o que você consome. E muitas vezes trabalhos que priorizam quantidade em detrimento de qualidade.

Neste projeto intitulado “Cantarerê”, qualidade é um dos principais objetivos desde a escolha do repertório, que vai optar canções nacionais, (algumas já conhecidas do grande público e outras inéditas), que serão apresentadas em versões infantis, buscando cativar não apenas as crianças, mas também os adultos, que vão ter a possibilidade de relembrar sua infância e proporcionar o prazer da música e do teatro a seus filhos.

imagem5

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Grupo Estripolia apresenta espetáculo cênico-musical infantil “Cantarerê” no Theatro Carlos Gomes

O cenário teatral tem crescido exponencialmente, seja em espetáculos inéditos ou com novo grupos que estreiam seus trabalhos.

Em 2012, um grupo de artistas cênicos decidiram criar o Grupo Estripolia que desenvolve trabalhos cênicos (teatro, dança e circo) com música, levando a todos os cantos do Espírito Santo.

Seu primeiro trabalho subirá ao palco do Theatro Carlos Gomes no dia 31 de agosto de 2013 (sábado), as 17h00. É o espetáculo cênico-musical infantil “Cantarerê”. Abaixo o release que você pode encontrar no blog do grupo. Os ingressos custaram R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia). Desejo a todos bom espetáculo!

Musical Cantarerê

           Cantarerê é um projeto que partiu da ideia de realizar um trabalho cênico/musical voltado para o público infantil. Relembrando antigas cantigas, fazendo releitura de algumas já conhecidas, com novos arranjos e novas interpretações e também trazendo para esse público, o teatro e a música em seu universo ‘encantado’.

Cantarerê

O projeto “Cantarerê” tem a proposta de reunir músicos e artistas cênicos para desenvolver um “show-espetáculo cênico musical”, onde música, teatro e dança interage em perfeita harmonia com um repertório que vai desde cantigas populares até MPB, sempre destacando a temática que permeia o universo infantil.

            Com a intenção de aproximar o público em questão, no mundo das artes, em específico da música e do teatro, às vezes tão distante para alguns, e outras vezes tão restrito para boa parte da população. Permitindo assim a interação, a formação de público, o reconhecimento e conseqüente valorização da arte e todas a suas possibilidades.

            Realizar um trabalho que apesar de ter temática infantil, e se destinar a um público específico, permita também ao público em geral (de diferentes faixas etárias), em alguns casos conhecer obras musicais que até então passavam despercebidas, e também relembrar momentos da infância, sendo alguns desses embalados por essas trilhas sonoras.

            Partindo da necessidade e da carência de espetáculos específicos para o público infantil e principalmente observando a urgência de

se criar, ampliar e manter platéia, é que se pensou na ideia inicial deste projeto.

            Incentivar as crianças a conhecer e valorizar as artes (nesse caso, música, dança e teatro), são princípios fundamentais para formarmos cidadãos questionadores e conscientes de sua história, de seus valores, de sua memória e principalmente de seus direitos e deveres. O que consequentemente influenciará diretamente em suas escolhas, em seus gostos e em suas atitudes num futuro próximo.

É pensando dessa forma, que se ressalta a importância de projetos para este público, que muitas vezes por não conhecer (ou por conhecer apenas o que lhe é apresentado por uma mídia essencialmente comercial) acaba por desvalorizar qualquer tipo de trabalho que não tenha esse convite ao consumo. Onde o que importa é o quanto e não o que você consome. E muitas vezes trabalhos que priorizam quantidade em detrimento de qualidade.

Neste projeto intitulado “Cantarerê”, qualidade é um dos principais objetivos desde a escolha do repertório, que vai optar canções nacionais, (algumas já conhecidas do grande público e outras inéditas), que serão apresentadas em versões infantis, buscando cativar não apenas as crianças, mas também os adultos, que vão ter a possibilidade de relembrar sua infância e proporcionar o prazer da música e do teatro a seus filhos.imagem5

quarta-feira, 3 de julho de 2013

Grupo Vira-Lata de Teatro e Grupo Estripolia apresentam a 3ª Edição do “Projeto Pipoca” neste sábado

Muitos, as vezes, acham que o Espírito Santo é atrasado culturalmente, que nada de interessante acontece por aqui. Ledo engano! Além de ser o estado palco do surgimento do teatro no Brasil, constantemente os artistas capixabas trazem novidades para nos entreter, e as vezes, fazem isso unindo grupos teatrais, mostrando uma constante união com o objetivo de trazer ótimos trabalhos para nós.

pipoca - 3 edicaoSendo assim, O Grupo Vira-Lata de Teatro e o Grupo Estripolia se unem para trazer a 3ª Edição do Projeto Pipoca, cujo tema será “Vivendo o Boal – Teatro do Oprimido”, com o Grupo Facto, sob coordenação do diretor Felipe Dall’Orto.

CTOPara quem não conhece bem o trabalho sobre O Teatro do Oprimido, aí vai um pouquinho de sua história:

1971, Boal é exilado e percorre América Latina até chegar à Europa e se instalar na França e fundar o CTO-Paris. Especialmente convidado pelo então Secretário de Educação do Estado do Rio de Janeiro Darcy Ribeiro, Augusto Boal retorna em 1986 à sua cidade natal como quem chegou para ficar.

A proposta de Darcy Ribeiro era implantar a Fábrica de Teatro Popular, um projeto de Boal apoiado pelo governo do estado. 35 animadores culturais formaram a primeira turma e foram capacitados por Boal com apoio de Cecília Thumin e Rosa Luiza Marques. A partir deste grupo, fundou-se o Centro de Teatro do Oprimido com a direção artística de Boal com objetivo de conhecer, aprofundar, pesquisar e difundir o Teatro do Oprimido no Brasil. As primeiras parcerias foram sindicatos dos bancários e dos professores, prefeituras de Ipatinga e Belo Horizonte e cada vez mais novos parceiros iam possibilitando o fortalecimento deste movimento.

Augusto Boal faleceu no dia 02 de maio de 2009, no Rio de Janeiro, mas o Centro de Teatro do Oprimido nunca desistiu da missão de Boal com o CTO, que é promover o fortalecimento da cidadania e a justiça social do Teatro do Oprimido, como meio democrático na transformação da sociedade.

Os grupos envolvidos no Projeto buscam apresentar uma palestra sobre o tema, além de exibição de vídeo, roda de conversa e técnicas do Teatro do Oprimido e Teatro Fórum.

O evento é destinado a estudantes de teatro, atores, educadores e interessados no assunto, e acontecerá neste sábado (06/07/2013), com entrada franca, a partir das 18h00, na Sede do Grupo Vira-Lata de Teatro, na Rua José Marcelino, 175, Cidade Alta, Vitória – ES (atrás da Catedral Metropolitana de Vitória-ES).

O “Projeto Pipoca” é um projeto que visa dar início a uma série de eventos voltados às Artes Cênicas no Estado do Espírito Santo, levar ao público diferentes abordagens sobre o Teatro e outras manifestações artísticas através de debates com artistas, ações cênicas, oficinas e apresentações, com a intenção de promover, pensar e discutir a arte, e já entra na sua 3ª edição.

quarta-feira, 27 de março de 2013

Grupo Estripolia oferece oficina de iniciação a "palhaçaria"

Hoje (27/03/2013), além de Dia Mundial do Teatro, é também o Dia Nacional do Circo, sendo assim, o Brasil todo comemora o dia da alegria do picadeiro. E nada mais legal do que o Grupo Estripolia abrir um workshop de iniciação a "palhaçaria".
A oficina será ministrada pelo ator, arte-educador e palhaço Edson "Ressaca" Nascimento nos dias 06, 07, 13 e 14 de abril de 2013 (sábados e domingos, respectivamente), de 09h00 as 17h00, com custo de R$ 100,00 (cem reais). Abaixo seguem mais detalhes para que estiver interessado nesta oficina que, com certeza, vai valer a pena! Bom aprendizado para todos!

Introdução
A arte do palhaço já não está mais restrita apenas às pessoas que são de família de circo, ou que possuem uma tradição circense. Hoje, todos têm a possibilidade de criar o seu próprio palhaço, afinal, os palhaços não nascem prontos. Por isso, é preciso dar o primeiro passo, o primeiro tropeço, o primeiro tombo! E assim, permitir-se, ao riso, ao ridículo, ao ingênuo, e despertar o lado cômico, presente em todo ser humano, mas que é muitas vezes bloqueado pela ‘pressão’ da vida moderna. Neste workshop de iniciação à palhaçaria, a ideia é resgatar a cultura do palhaço, e desenvolver um novo olhar a partir dessa forma mais alegre de ver e sentir o mundo. Esta oficina é indicada a qualquer pessoa que queira exercitar a “arte do perdedor”, através de muitas gargalhadas e brincadeiras.

Conteúdo programático

Conceito de palhaço, clown, mímica e pantomima. Malabarismo básico. Dinâmicas. Acrobacias básicas. Tapas, chutes, pegadas e carregadas cômicas. Gags: caminhadas, quedas/cascatas cômicas. Números tradicionais de palhaço. Criação de números em grupos e solo. Maquiagem cômica. Ação-reação (tempo cômico).

Local: Oficina Artes de Vitória
Rua Constante Sodré, 342 – Santa Lúcia (Em frente a Clínica Soccor / Próximo ao Centro de Convenções de Vitória). Telefones para contato: (27) 9992-6670 (vivo), (27) 8114-7030 (tim).

Datas: 06, 07, 13 e 14 de abril;
Horários:
06/04 – 9h às 17h
07/04 – 9h às 17h
13/04 – 9h às 17h
14/04 – 9h às 17h

Sábado e domingo com 1h para almoço.
20h de oficina. 4h não presenciais para pesquisa.

Investimento: R$100,00 (por pessoa)
                                   Banco do Brasil
                                   Agência: 3195-X
                                   Conta: 15386-9

Vagas: 16

Faixa etária: A partir de 16 anos;

OBS: As inscrições deverão ser feitas através do e-mail: grupoestripolia@gmail.com.
Ou na Oficina Artes de Vitória. No ato da inscrição, o candidato deverá pagar 50% do valor total do investimento e os outros 50% no primeiro dia da oficina.

*Em caso de desistência, só será devolvido o valor, se for comunicado com 72 horas de antecedência do início da oficina. Caso contrário, não haverá reembolso.

Instrutor

EDSON NASCIMENTO: Filho de mãe circense e irmã atriz, desde criança entra no universo artístico ao brincar entre corredores dos teatros cariocas.  Seu trabalho como ator inicia-se, com espetáculos infantis passando pela “loucura” de Antonin Artaud, as máscaras de Jaque Leccoq, ao Teatro de Rua, a pesquisa da cultura popular e o Teatro de Bonecos. Como pesquisador participou dos cursos e oficinas na Escola Nacional de Circo/RJ e Central do Circo/SP. Oficina de Clownaria Clássica com Leris Colobaioni (Mestre Italiano),  Oficina “A nobre arte do palhaço” com Marcio Libar. Oficina “O jogo como técnica” com João Carlos Artigos (Teatro de anônimo). Oficina “Mímica total e Teatro Físico” com Luis Louis. No exterior, participou do Encontro Popular Latino Americano de Teatro em Santiago/Chile. Na Noruega participou do workshop para arte-educadores ministrado pelo Professor Doutor Lennart Winnberg, participou do Festival Les Arts Dinent à L'Huile na Cidade de Duarnenez/França com o Espetáculo “Palhaçando”. Atualmente ministra oficinas de circo e teatro e distribui gargalhadas com seu palhaço “Ressaca”.


Mais Informações:
Edson Nascimento