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sexta-feira, 29 de outubro de 2010

DESTERRADOS VOLTA AO TEATRO GALPÃO NESTE FIM DE SEMANA (atualizado)

Ocorreu um probleminha no blog e terminou que essa postagem foi excluía, então eu posto novamente. Ela foi divulgada anteriormente pela atriz Fabrícia Dias.

DESTERRADOS VOLTA AO TEATRO GALPÃO NESTE FIM DE SEMANA
Para aqueles que ainda não conseguiram prestigiar Desterrados não se preocupem, pois neste fim de semana o espetáculo que trás em cena os atores Maria Alice Costa e Othoniel Cibien volta à sala do Teatro Galpão com ingressos a preços populares.Abaixo com breve release da obra.


Release

Em um imponderável reencontro já na maturidade de Jasão e Medeia, baseado na peça de Eurípedes, é retomado e passado a limpo o passado desses dois seres, mostrando a porção frágil e humana, atormentados pelo amor, ambição e crueldade.

Na visão do autor, ele os transporta com a visão do homem contemporâneo, mostrando que após 2.500 anos conserva toda a atualidade, pois revela de modo dramático e comovente as vicissitudes do psiquismo humano em sua constante luta pulsional.

“Um reencontro teatral depois de 40 anos. Maria Alice foi minha companheira de jornada nos três maravilhosos anos que viivemos juntos durante o processo de formação de ator da Escola de Arte Dramátrica de São Paulo. Cá estamas agora, 2010, quando a seu convite assumo a direção de Desterrados, que desenha o imponderável reencontro de Medeia e Jasão, traçado pelo músico e dramaturgo Urugaio Federico Roca. Maria Alice na maturidade de sua expressão dramática cênica, tendo como companheiro de jornada Othoniel, um talentoso ator capixaba em pleno vigor criativo. Compartilhar com eles o processo de corporificação dessas personagens míticas do teatrogrego na visão comtemporanesa de Federico, é uma aventura que sempre renova em nós a paixão pelo oficio de ator.” (Janô)

Ficha técnica:


Direção: Antônio Januzelli

Elenco: Maria Alice Costa, Othoniel Cibien
Concepção de luz: Ary Roaz
Concepção de Figurinos: Antônio Januzelli
Confecção de figurinos: Rosania Lorenzoni
Produção: Edgard Quintella
Assesoria pedagógica: Gazú
Desgner gráfico: Chico Ribeiro
Tradução: Maria Alice Costa

Serviço:

Espetáculo Desterrados
Local : Teatro Galpão
Dias : 29 , 30 E 31/10/2010
Hora: sempre as 20h00
Ingressos: R$10,00 e R$5,00 (meia)
Informações :
Maria Alice Costa Quintella (alice2311@hotmail.com)
--
Postado por Fabricia Dias
em 10/29/2010 03:07:00 AM

Fundação Getúlio Vargas vai gerir Cais das Artes durante um ano

agazeta Saiu hoje (20/10/2010) no suplemente Caderno Dois do jornal A Gazeta que a Fundação Getúlio Vargas assumirá a gestão do Cais das Artes, em construção na Enseada do Suá, próximo a Praça do Papa, em Vitória – ES.

A parceria de ambos foi assinada ontem (28/10/2010), no Palácio Anchieta. Abaixo segue a matéria completa.

caderno2 A Gazeta Vitória (ES), sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Instituição de pesquisa vai gerir Cais das Artes

Complexo cultural em construção na Enseada do Suá será coordenado pela FGV durante um ano

Gustavo Cheluje
lcheluje@redegazeta.com.br

cais_das_artes_externo Um dos projetos mais ambiciosos da Secretaria Estadual de Cultura, o complexo cultural Cais das Artes, em construção na Enseada do Suá, em Vitória, contará com plano de gestão desenvolvido pela Fundação Getúlio Vargas. A parceria entre o governo do Estado e a instituição de ensino e pesquisa foi assinada na tarde de ontem, no Palácio Anchieta.
Projetada pelo arquiteto Paulo Mendes da Rocha, a obra - cuja inauguração está prevista para setembro de 2011 - contará com um museu, um teatro (com 1,3 mil lugares e um palco de aproximadamente 600 metros, com condições de receber grandes espetáculos) e uma praça que, além de fazer uma ponte entre os dois prédios, servirá de espaço para manifestações culturais e encenações teatrais ao ar livre.
De acordo com Dayse Lemos, secretária de Cultura do Estado, a empresa FGV Projetos ficará encarregada de toda a gestão cultural e administrativa do espaço no período de um ano. "Uma pesquisa de mercado, que conhecerá os interesses e as necessidades da comunidade cultural capixaba, vai nortear boa parte das decisões que serão tomadas. Caberá a eles a elaboração de curadorias para definir projetos voltados para o acervo, a área técnica, o desenvolvimento de pessoal, a aquisição de obras de arte e a programação cultural, tanto do museu quanto do teatro", destaca, informando ainda que a sustentabilidade econômica do espaço também está nos planos da instituição.
"O grupo tentará parcerias com a iniciativa privada, sem esquecer da campanha de movimento sustentável, em total integração do espaço com o meio ambiente", complementa.

Programação
FGV1 No projeto defendido pela FGV, o Cais das Artes (que conta com investimentos de cerca de R$ 115 milhões) terá uma moderna estrutura de gestão cultural. No teatro, por exemplo, um comitê específico definirá as diretrizes de programação, as regras para preços e vendas de ingressos, a gestão de websites e a natureza dos espetáculos, a fim de atender a perfis distintos de público.
Para o governador Paulo Hartung, a iniciativa vai ampliar ainda mais a rede cultural do Estado. "Será um espaço de convergência. Ao mesmo tempo em que receberemos grandes espetáculos, vamos dar espaço aos novos talentos do Estado. Uma parte da programação será destinada a eles".
Por falar em renovação, o público jovem, obviamente, terá voz no futuro Cais das Artes. Na apresentação do projeto, Cristina Hartung, primeira-dama do Estado, defendeu a total interação do projeto com a rede estadual de ensino. "Queremos fazer da iniciativa um agente multiplicador de cultura. Precisamos embarcar na ideia de que o centro será um lugar de reflexão sobre a arte e também de formação de público", acredita.

Fonte: http://gazetaonline.globo.com/_conteudo/2010/10/683089-instituicao+de+pesquisa+vai+gerir+cais+das+artes.html

Companhia Folgazões de artes cênicas convida para ensaio aberto de “O Judas em Sábado de Aleluia”

Isso será incrível, mas desta vez eu não vou falar muito, pois o cartaz da Companhia Folgazões de artes cênicas já fala por si só. Não percam essa oportunidade única de assistir esse ensaio aberto que conseguiu o Projeto de residência junto a Secretaria Estadual de Cultura (SECULT). Será nesse domingo (31/10/2010), das 16h00 as 18h00, no Espaço Cultural Vira-Lata, no Centro de Vitória – ES.clip_image001

O Ator-Performer - Dramaturgia do Desejo com Silvana Abreu

Janeiro é um período quase parado quando se fala em peças teatrais circulando pelos teatros. Os atores procuram por novos trabalhos, outros iniciam os projetos que conseguiram passar pelas leis de incentivo e outros preparam novas peças, para talvez passar nas leis de incentivo dos anos seguintes. Mas tem alguns atores, atrizes, diretores, produtores, bailarinos, bailarinas e artistas circenses em geral que procuram cursos de reciclagem e é aí que entra o workshop de férias de Silvana Abreu no Instituto Gaia Revida, em São Francisco Xavier, em São Paulo.

O Ator-Performer visa trabalhar com uma abordagem corporal e autoral, para identificar e potencializar o que cada ator tem de mais expressivo e único, para que esse esteja tão comprometido com a criação que a cena seja necessariamente intensa, autêntica, prazerosa, alegre e vibrante.

O workshop inicia em 17 de janeiro de 2011 (segunda-feira) e termina em 21 de janeiro de 2011 (sexta-feira). O preço é um pouco salgado: R$ 870,00 até o dia 20 de novembro de 2010 (sábado) e após o valor passa para R$ 960,00, mas é uma oportunidade única de se aprimorar e procurar novas formas de trabalhar o corpo e o processo de criação, sem contar que o ambiente é propício para relaxar da correria que todos estão sujeitos.

Abaixo segue o material. Os interessados devem entrar em contato pelo e-mail: silvana@silvanaabreu.com, para saber como efetuar a inscrição, ou se desejarem mais informações, ligarem para (11) 3539-2985.

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

“Bernarda, por detrás das paredes”

Ontem (24/10/2010) finalizou-se a 6ª Edição do Festival Nacional de Teatro “Cidade de Vitória”, mas a programação de teatro em Vitória – ES não cessou. Quinta-feira passada (21/10/2010) estreou no Teatro Galpão “Desterrados”, com texto do paraguaio Frederico Roca e direção de Antônio Januzelli, e nesta sexta-feira (29/10/2010) estreia “Bernarda, por detrás das paredes”, baseada nas obras “A Casa de Nernarda Alba” de Frederico Garcia Lorca, e “Arte Poética” de Aristóteles. A adaptação tem a responsabilidade da dramaturga Nieve Matos, que também dirige. As apresentações acontecerão as 20h00, no Espaço Coletivo – Folgazões, Repertório e Cousa, com ingressos custando os valores de R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia). Como ainda é uma peça inédita, infelizmente só posso divulgá-la, então lhes deixo com o material enviado a mim pelo historiador e dramaturgo Saulo Ribeiro, mas mesmo assim acredito que será imperdível. Bom espetáculo para todos!

cartaz Bernarda “Bernarda, por detrás das paredes”

Uma colagem dos textos “A casa de Bernarda Alba” de Frederico Garcia Lorca e “Arte Poética” de Aristóteles

Estreia: 29/10/2010

Primeira Temporada: 29, 30 e 31/10 | 05, 06 e 07/11 – Sempre às 20h.

Ingresso: 20 reais inteira / 10 reais meia.

Em virtude de serem apenas 30 lugares por apresentação, sugerimos reservar ingressos. Telefone: 27 – 9238 6617 ou e-mail producoescenicas@gmail.com

Local: Espaço Coletivo – Folgazões, Repertório e Cousa

Endereço: Rua Professor Baltazar, nº152. Centro.

(Casarão vermelho na ladeira de acesso para a Catedral Metropolitana)

Ficha técnica:

Direção e dramaturgismo: Nieve Matos

Atores: Nícolas Corres Lopes e Roberta Portela

Assistência de direção: Moacir Prudêncio Jr.

Direção musical: Dori Sant’anna

Músico: Fábio do Carmo

Figurino: Antonio Apolinário

Confecção de figurino; Ateliê Luz divina

Designer gráfico: Anaise Perone

Fotografias: Ariny Bianchi.

O espetáculo

“Destruamos as teorias, as poéticas e os sistemas”

(Victor Hugo)

_MG_0333 O desejo de construir um trabalho com linguagem própria e desenvolver uma pesquisa corporal e estética, impulsionaram o grupo Repertório Artes Cênicas e Cia na composição de seu terceiro espetáculo: “Bernarda, por detrás das paredes”.

O belíssimo texto de Garcia Lorca, “A casa de Bernarda Alba”, foi utilizado pelo grupo como enredo e estímulo criador.

_MG_0317 Do texto surgiram alguns desafios: Como trabalhar uma obra que já foi montada tantas vezes? Como trabalhar novas linguagens (novas para o grupo!) em um texto tão cheio de referências estéticas?

Pedimos licença à Lorca e usamos sua obra como pretexto na pesquisa do grotesco. Também pedimos licença ao grande filosofo Aristóteles e usamos sua “Arte Poética” como recurso de estranhamento.

“É o feio junto ao belo. A partir daí, você traz um novo significado para ambos. Essa é uma das características da pós-modernidade, essa tentativa sistemática de mesclar, fundir, unificar e, com isso, gerar algo novo. As fronteiras que ainda não foram corrompidas serão, certamente, corrompidas por alguém”, afirma o artista e pesquisador Antônio Vargas.

domingo, 24 de outubro de 2010

6ª Edição do Festival Nacional de Teatro “Cidade de Vitória” – Dia 12

Header E chegamos ao último dia da 6ª Edição do Festival Nacional de Teatro “Cidade de Vitória”. Foram doze dias de peças teatrais, em todos os teatros da capital, além das ruas, praças e centro cultural. Vitória pode mais um vez respirar teatro, é triste somente os problemas que – novamente – ocorreram no Teatro Universitário com a peça teatral “Simplesmente Eu, Clarice Lispector”, com Beth Goulart. Chega a ser vergonhoso saber de tamanha falta de organização, ainda mais de uma peça teatral aberta ao público capixaba. Os pronunciamentos vindos da Secetaria Municipal de Cultura da Prefeitura Municipal de Vitória não foram muito explicativos quanto o que aconteceu, então podemos pressuor que a Ratimbum Produções de Artes, que produz o Festival, tenha cometido um verdadeiro deslize na entrega dos ingressos, não muito diferente do ano passado, quando simplesmente numerou os ingressos a mão, para localizar seus convidados no centro da platéia para assistir “Óidipus, Filho de Laios – A História de Édipo Rei Pelo Avesso”. Eu somente torço para que a SEMC repense na produtora do festival, já que a Ratimbum está deixando muito a desejar.

Mas seguindo nesse dia 12 do Festival (24/10/2010), o desfecho se inicia as 11h00, na Concha Acústica do Parque Moscoso com a peça “O Dilema do Paciente”, na sua terceira apresentação, com direção de Márcio Silveira dos Santos, depois no Theatro Carlos Gomes, o festival fecha com a peça “Anatomia Frozen”, com direção de Marcio Aurélio, em duas sessões, a primeira as 17h00 e a segunda as 20h00. Como sempre os ingressos devem ser retirados na bilheteria do teatro, a partir das 13h00, enquanto o espetáculo de rua, é só chegar ao Parque Moscoso e assistí-lo. Agradeço antecipadamente (depois farei um agradecimento mehlor!) a todos que acompanharam o blog durante o Festival e desejo-lhe um bom espetáculo nesse último dia da 6ª Edição do Festival Nacional de Teatro “Cidade de Vitória”. Abaixo seguem os releases e as fichas técnicas:

dilema-do-paciente Peça: O Dilema do Paciente / RS

Local: Concha Acústica do Parque Moscoso

Horário: 11h00 Duração: 45min

Direção: Márcio Silveira dos Santos

Grupo Teatral Manjericão

Classificação: Livre

Sinopse

O espetáculo inicia com uma trupe de artistas de circo quem vem exibir seus números circenses na praça. Durante a apresentação dos palhaços acrobatas, percebe-se que Brijela está cheio de manchas azuis pelo corpo. Abandonado pela sua colega de picadeiro, que teme uma epidemia e precisando de ajuda, o palhaço vai consultar com uma doutora que não encontra diagnóstico e encaminha o paciente para outro médico, dizendo ser um alergista de fama mundial.

Durante os exames, no consultório do conturbado Dr. Hugo Nervalgina, percebe que o especialista quer lhe aplicar um golpe marcando consultas durante um mês inteiro com valores absurdos. Diante de tanta falcatrua, o palhaço perde a paciência e decide não acreditar mais nos médicos, retornando para o circo em um desfecho tragicômico.

Ficha Técnica

Autor: Márcio Silveira dos Santos – inspirado na obra cinematográfica e dramatúrgica de Groucho Marx e Federico Fellini.

Elenco: Samir Jaime, Anelise Camargo, Márcio Silveira

Figurino, adereços e maquiagem: Anelise Camargo.

Música e sonoplastia: o grupo.

Direção: Márcio Silveira dos Santos

anatomia-frozen Peça: Anatomia Frozen / SP

Local: Theatro Carlos Gomes

Horário: 17h00 e 20h00 Duração: 1h15

Direção: Marcio Aurélio

Companhia Razões Inversas

Público: 290 pessoas

Classificação: 16 anos

Sinopse

Anatomia Frozen apresenta três narrativas que se entrelaçam: uma psiquiatra americana que escreve uma tese sobre assassinatos em série, um pedófilo e assassino em série condenado à prisão perpétua na Inglaterra e a mãe de uma de suas vítimas, a garotinha Nina que desapareceu aos dez anos de idade.
Esses três personagens que se encontram congelados em seus estados emocionais são dissecados pela encenação em um ambiente asséptico, cirúrgico, no qual podemos observar a anatomia da violência e da psicopatia social.

Ficha Técnica

Texto Bryony Lavery

Encenação: Marcio Aurelio

Com: Joca Andreazza e Paulo Marcello

Tradução: Rachel Ripani

Adaptação: Cia. Razões Inversas

Assistente de direção: Lígia Pereira

Iluminação, Cenário e Trilha Sonora: Marcio Aurelio

Voz Dr. David: Odilon Wagner

Operação de luz e som: André Lemes

Projeto Gráfico: Pedro Penafiel

Fotos: Tati Cardoso

Consultoria de Psiquiatria: Drª Paula Orsi

Produção Executiva: Renata Araújo

Iniciativa: Rachel Ripani

Realização: Companhia Razões Inversas

sábado, 23 de outubro de 2010

6ª Edição do Festival Nacional de Teatro “Cidade de Vitória” – Dia 11

Header Este sábado (23/10/2010) da 6ª Edição do Festival Nacional de Teatro “Cidade de Vitória” começará com um espetáculo de rua, diferente do fim de semana anterior, que nem peças na rua teve. Bem, mas não será exatamente na rua, mas sim na Arena da Escola de Teatro, Dança e Música FAFI, localizada na Praça Pedro Caetano, situada nas dependências da escola. A peça? Ah sim, será uma reapresentação de “O Dilema do Paciente” com direção de Márcio Silveira dos Santos. Mais tarde, as 19h30, na Praça Sagrada Família, se apresenta o espetáculo “CRônicas da Razão Cômica”, com direção de do ator e dançarino Cleverson Guerrera. As 19h00, no Teatro José Carlo de Oliveira, localizado no Centro Cultural Carmélia Maria de Souza, será encenado o espetáculo “Rosa Negra”, do Grupo Teatro Empório, sob direção do ator e dramaturgo Leandro Bacellar. E para fechar a noite, no Theatro Carlos Gomes, as 21h00, estreia “Agreste”, com direção de Marcio Aurélio.

Não sou muito chegado a opinar antes de assistir as peças do festival, mas “Rosa Negra” eu já assisti quando ela estreou no Teatro Galpão, há uns meses atrás. O espetáculo é uma peça teo-apocalíptica (se isso existir!), que retrata o planeta Terra devastado e somente poucos tentam sobreviver neste mundo estéril. Esses, em sua maioria, creem na vinda da Rosa Negra, e que sua chegada trará um novo amanhecer ao nosso planeta. Leandro Bacellar concebeu esse espetáculo e meu deu, anos atrás, a oportunidade de lê-lo, para mais tarde vê-lo montado, tornando-o simplesmente fantástico!

Os ingressos devem ser retirados a partir das 13h00 na bilheterias dos teatros aonde ele serão encenados. Já as peças de rua e em espaços alternativos, é só você chegar e assistir.

Escolha bem e bom espetáculo! Abaixo realeases e fichas técnicas.

dilema-do-paciente Peça: O Dilema do Paciente / RS

Local: Praça Pedro Caetano – Arena da Escola de Teatro, Dança e Música Fafi

Horário: 16h00 Duração: 45min

Direção: Márcio Silveira dos Santos

Grupo Teatral Manjericão

Classificação: Livre

Sinopse

O espetáculo inicia com uma trupe de artistas de circo quem vem exibir seus números circenses na praça. Durante a apresentação dos palhaços acrobatas, percebe-se que Brijela está cheio de manchas azuis pelo corpo. Abandonado pela sua colega de picadeiro, que teme uma epidemia e precisando de ajuda, o palhaço vai consultar com uma doutora que não encontra diagnóstico e encaminha o paciente para outro médico, dizendo ser um alergista de fama mundial.

Durante os exames, no consultório do conturbado Dr. Hugo Nervalgina, percebe que o especialista quer lhe aplicar um golpe marcando consultas durante um mês inteiro com valores absurdos. Diante de tanta falcatrua, o palhaço perde a paciência e decide não acreditar mais nos médicos, retornando para o circo em um desfecho tragicômico.

Ficha Técnica

Autor: Márcio Silveira dos Santos – inspirado na obra cinematográfica e dramatúrgica de Groucho Marx e Federico Fellini.

Elenco: Samir Jaime, Anelise Camargo, Márcio Silveira

Figurino, adereços e maquiagem: Anelise Camargo.

Música e sonoplastia: o grupo.

Direção: Márcio Silveira dos Santos

cronica da razão cômica Peça: Crônica da Razão Cômica / ES

Local: Praça Sagrada Família – Jardim Camburi

Horário: 19h30 Duração: 50min

Direção: Cleverson Guerrera

Grupo Vira Lata de Teatro

Classificação: Livre

Sinopse

Um palhaço em uma perna-de-pau desafia as leis do mundo imaginário onde acontece o espetáculo. Os pré-julgamentos e os olhares indiferentes fazem com que os seres daquele mundo levem o palhaço a julgamento. O grupo utiliza características do teatro do absurdo na busca de apresentar o paradoxo, a incoerência e a ignorância dos personagens, em um contexto bastante expressivo. Através de elementos do ilógico, as personagens, o diálogo e o enredo foram criados para reproduzir diretamente o desatino e a falta de soluções em que o homem e a sociedade estão imersos. O espetáculo é a fusão das mais variadas correntes teatrais, com essência do teatro de rua e do teatro do absurdo. Uma mistura de dança, teatro, artes plásticas e técnicas circenses.

Esta peça foi escrita pelo autor capixaba Saulo Ribeiro Amorim, com adaptação do Grupo Vira Lata de Teatro, que inseriu sua identidade no espetáculo adaptando-a aos mais diversos ambientes.

Ficha técnica

Direção: Cleverson Guerrera

Elenco: Elaine Vieira, Vander Neri, Cledson Junior, Rômulo Timoteo, Diego Pinto, Maykel Matos, Renato Sacharro, Thais Bicalho, Cynthia Andrade, Paula Molina, Moniky Lyra.

Figurino: Grupo Vira Lata

Operador de som: Cleverson Guerrera

Maquiagem: Grupo Vira Lata

ROSA NEGRA (2) Peça: Rosa Negra / ES

Local: Teatro José Carlos de Oliveira (Centro Cultural Carmélia Maria de Souza)

Horário: 19h00 Duração: 1h

Direção: Leandro Bacellar

Grupo Teatro Empório

Público: 400 Pessoas

Classificação: 12 anos

Sinopse

Bruxas, rebeldes bons e canibais vivem um universo de contradições em busca de uma nova ordem para o fim do mundo que será a solução para todos os males. Entretanto, só há em todo o planeta um único seguidor dessa “religião”: uma bruxa velha que prega os dizeres dos escritos que ninguém nunca viu ou ouviu falar. Todos sabem que a Rosa é salvação, mas ninguém sabe quem ela é e qual seria a sua origem. Sabem apenas que ela nascerá de algo puro e essa pureza é que deve ser encontrada.

Ficha técnica

Dramaturgia e Encenação: Leandro Bacellar

Direção de Produção e Assistente de Direção: Luana Eva

Cenografia: Leandro Bacellar

Artista Plástica: Kênia Lyra

Figurino: Luana Eva

Trilha Sonora Original: Léo Pereira

Iluminação: Thiago Sales

Sonoplastia: Maurício Ramos

Percussionista: Léo Pereira

Fotografia:

Elenco: Camila Bautz, Dayanne Lopes, Diego Carneiro, Diogo Reis, Henrique Três, Leandro Bacellar, Letícia Bianchi, Luana Eva, Marcos Luppi, Nívia Carla, Ramon Alcântara, Josimar Teixeira, Stace Mayka, Thiara Pagani, Werlesson Grassi.

agreste Peça: Agreste /SP

Local: Theatro Carlos Gomes

Horário: 21h Duração: 1h

Direção: Marcio Aurélio

Companhia Razões Inversas

Público: 290 pessoas

Classificação: 16 anos

Sinopse

No meio da seca, um casal de lavradores simples descobre o amor e fogem. Pressentem que "algo" de perigoso paira sobre seu amor. A esposa vem a compreender o porquê, anos depois, após a morte do marido. Essa mulher machucada pela perda, sem entender a dimensão de seus atos, acaba sendo vítima do horror da intolerância.

Agreste é um vigoroso manifesto poético, uma fábula sobre ignorância, preconceito e amor incondicional. Em cena, dois atores narram e representam as personagens de sua estória. Esses atores montam e desmontam a cena, com o mesmo domínio que assumem a passagem narrador-personagem para personagem-narrador.

Ficha Técnica

Encenação e direção de arte: Marcio Aurelio

texto: Newton Moreno

atores: Paulo, Marcello, Joca, Andrezza

Preparação corporal: Lu Favoreto e Marina Caron

Programação visual: Paulo Marcello

Direção de produção: Companhia Razões Inversas

Produção executiva: Renata Araújo

Realização: Companhia Razões Inversas

Fotos: Tati Cardoso

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

6ª Edição do Festival Nacional de Teatro “Cidade de Vitória” – Dia 10

Header Hoje (22/10/2010), o Theatro Carlos Gomes, que serviu de palco para “A Menina” e “Rascunhos”, deixa suas portas fechadas, mas a 6ª Edição do Festival Nacional de Teatro “Cidade de Vitória” continua, mas de forma mais calma do que ontem (21/10/2010), pois não haverá um espetáculo de rua. Sendo assim, a noite de peças se iniciará no Teatro José Carlos de Oliveira, no Centro Cultural Carmélia Maria de Souza, as 19h00, com o trabalho cênico “Abracadabra”, com texto, direção, atuação, produção e criação de Luiz Päetow, ou melhor, um verdeiro monólogo, sendo que, as 20h00, o próprio Päetow estará dando uma palestra nas dependências do teatro. E no Teatro Universitário, no Campus da UFES, as 21h00, estreia “Estórias de um Povo de Lá”, com direção de Carlos Ola. Os ingressos devem ser retirados na bilheteria do teatro em que ele estará sendo encenada a peça a partir das 13h00. Abaixo seguem as sinopses e a Ficha técnica de cada peça, escolha uma e bom espetáculo!

abracadabra_-_luiz-paetow_-_foto_clarissa_mastro Peça: Abracadabra / SP

Local: Teatro José Carlos de Oliveira (Centro Cultural Carmélia Maria de Souza)

Horário: 19h00 Duração: 1h

Direção: Luiz Päetow

Público: 400 pessoas

Classificação: 16 anos

Sinopse

Um monólogo inovador no qual a plateia recebe lanternas e se torna responsável por aquilo que todos irão enxergar imersos na completa escuridão da cena. No palco, somente uma presença dialogando com os limites do nosso raciocínio – encarcerado no majestoso teatro dos nossos corpos e da sua imaginação – as palavras deixam de ser as bolinhas de vidro escapadas do colar quebrado da anedota – são oferenda e manifesto.

O espetáculo oferece ao público a experiência de se aventurar em um estado íntimo, silencioso, secreto no qual a sua consciência se torna o palco. A dramaturgia nascida nas ruas provoca uma reflexão sobre o nosso papel de espectadores diante da máquina da vida.

E assim no espaço sagrado por excelência, o Teatro, promovemos uma reavaliação dos diversos aspectos político-social-existencial. Na contramão de tanta poluição visual-sonora-psicológica o Encontro Teatral pode nos alimentar ao revolucionar o modo como enxergamos as coisas.

Ficha Técnica

Texto, criação, direção, produção e atuação: Luiz Päetow

estorias Peça: Estórias de um povo de lá / ES

Teatro Universitário (UFES)

Horário: 21h00 Duração: 1h

Direção: Carlos Ola

Grupo “Gota, Pó e Poeira”

Público: 650 pessoas

Classificação: livre

Sinopse

Livremente inspirado nos contos de Guimarães Rosa, o espetáculo Estórias de um povo de lá retrata histórias de pessoas que podem estar aqui e lá em seus anseios, obstáculos, religiosidade e esperanças.

Logo em sua abertura, um prólogo com fragmentos de textos que contemplam o universo de Guimarães Rosa, seguindo depois para três pequenas histórias. A montagem reúne literatura, teatro e música, e os atores se revezam em diversos personagens.

Ficha técnica

Texto e Direção: Igor Ferreira

Assistente de Produção: Carlos Ola

Cenografia: Paulo Honório da Costa

Iluminação: Caio Azevedo

Contrarregragem: Danielle Lino

Confecção dos Figurinos: Rosa Miranda

Preparação Vocal: Jovane Anacleto

Elenco: Aline Saraiva, Carlos Ola, Edmar da Silva, Eliane Correia, João Paulo Rodrigues, Mayk Mafalsine, Neuza de Souza, Paulo Honório da Costa, Picco Diniz, Thaynara Barros

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

"A Menina" encanta mulheres no Theatro Carlos Gomes


"Você já ficou repetindo uma palavra até perder o significado??"

Parece que eu estava adivinhando como seria a recepção do público quanto ao espetáculo "A Menina". Sempre carismática, Fabiola Buzim encantou as pessoas que foram assistí-la na terça-feira (19/10/2010), no Theatro Carlos Gomes, durante a 6ª Edição do Festival Nacional de Teatro "Cidade de Vitória". Em comunicação do Secom, direto para o hotsite do festival, o público pode rir, chorar, refletir e se identificar com o espetáculo, que é um solo cênico escrito pelo mineiro Ivan Ângelo e dirigido pela cineasta Virginia Jorge. Abaixo segue a matéria que foi publicada no hotsite (Parabéns Fabiola!):

Mulheres diferentes se reconhecem em A Menina, encenada na noite de terça

Enviado por secom, qua, 20/10/2010 - 16:17


A programação distribuída na entrada do Theatro Carlos Gomes indicava a representação de um solo cênico influenciado pelo teatro essencial. Mas o público viu muito pouco solo na interpretação da atriz capixaba Fabíola Buzim, que não se deixou estar só no palco.

Durante todo o espetáculo, a peça A Menina, que integra o VI Festival Nacional de Teatro Cidade de Vitória, a atriz dialoga com a plateia, com a luz, com o cenário, com a mãe, com as amigas e traz questionamentos da vida diária, faz pensar, rir e chorar com um texto que não se perde nas palavras nem mesmo quando ela assim o diz.

As marcas de força da interpretação trazidas pelo teatro essencial estavam lá nesta adaptação do conto do jornalista Ivan Ângelo e surpreenderam as aproximadamente 150 pessoas que foram assistir à peça na noite desta terça-feira (19).

Um dos representantes capixabas no Festival, A Menina integra o pensamento à colcha de retalhos que forma o cenário, enquanto as sombras trazem à memória do público momentos de pura experimentação - ora das lembranças, ora simplesmente das palavras que perdem e ganham sentidos diferenciados.

Idades diversas foram ao teatro conhecer esse mundo feminino. Maria Cristina Azevedo (39 anos) levou a sobrinha Ana Júlia Silva (15 anos) para assistir à peça: "Viemos buscar o ingresso cedo porque moramos aqui perto e quase não temos oportunidade de ir ao teatro. Quando ela falou da escola e da crueldade das meninas eu tinha certeza de que ela estava falando de mim", conta a tia.

Para Ana Júlia o melhor momento é quando a menina descobre o significado da palavra desquitada: "Esse preconceito é antigo. Eu sou jovem, meus pais são separados e eu ainda sinto aquele arrepio quando alguém pergunta pelo meu pai. Parecia que era comigo que a atriz estava falando".

O espetáculo vai entrar em cartaz no início do próximo ano no Teatro Leblon (Rio de Janeiro).

Fonte: http://hotsites.vitoria.es.gov.br/festivaldeteatro/index.php?q=content/mulheres-diferentes-se-reconhecem-em-menina-encenada-na-noite-de-ter%C3%A7

6ª Edição do Festival Nacional de Teatro “Cidade de Vitória” – Dia 9

Header Parece que todo o agito de ante-ontem (19/10/2010) na 6ª Edição do Festival Nacional de Teatro “Cidade de Vitória”, recebeu seu dia de tranquilidade hoje (21/10/2010), pois somente um espetáculo estará no palco do Teatro Universitário, com a peça escrita pelo dramaturgo Fernando Arrabal. Mas antes, a Vila Rubim e a Praça Oito serão locais para espetáculos de rua. O primeiro, as 10h00, no Mercado Vila Rubim, será a última apresentação de “A Chegada de Lampião ao Inferno”, com direção de Wilson Chagas. Depois, as 12h00, na Praça Oito, se “O Dilema do Paciente”, com direção de Márcio Silveira do Santos. E fechando a noite, no Teatro Universitário, as 20h00, será encenada a peça “O Grande Cerimonial”, com direção de Reginaldo Nascimento, que também estará dando um palestra, as 22h00, no Teatro Universitário. Eu só espero que a Organização do Festival não faça uma nova confusão e dessa vez entregue os 70% dos ingressos destinados ao público, em vez de somente 30% =). Abaixo segue o release e a ficha técnica de cada trabalho cênico teatral que estará em cartaz hoje. Vale lembrar que o ingresso (se tiver em quantidade suficiente para o público) deverá ser retirado a partir das 13h00 na bilheteria do teatro aonde a peça acontecerá, quanto aos espetáculos de rua, é só chegar no horário em que eles estiverem acontecendo e curtir. Bom espetáculo para todos (se isso for mesmo possível!)

lampiao_diabo Peça: A Chegada de Lampião no Inferno / MA

Local: Mercado da Vila Rubim

Horário: 10h00 Duração: 40min

Direção: Wilson Chagas

Grupo Gamar

Classificação: Livre

Sinopse

A peça é um espetáculo teatral baseado no texto de José Pacheco e nas tradições populares e cordelísticas do sertão brasileiro. Quanto à Morte de Lampião, havia nos arraiais do sertão, o costume de conduzir os defuntos ao cemitério em uma padiola ou rede, por grupos constituídos de amigos e parentes entoando-se cantigas e “incelenças” adequadas ao ato fúnebre. À frente do préstito, um padre, empunhando um ramo e água benta e fazendo trejeitos, puxava a “melopeia” para os demais que o acompanhavam repetindo em coro.

Só que desta vez, o defunto é alguém muito especial: é Lampião, o maior cangaceiro do sertão. Cabra macho, chegado a uma confusão e que de tudo e mais um pouco aprontou pelas bandas do sertão. Lampião, após bater no portal do Céu e ter sido rejeitado por São Pedro, vai bater nos portões do Inferno e aí a confusão é certa, pois de tanto aprontar em vida, nem o Diabo quer aceitá-lo.

Ficha Técnica

Direção Geral: Wilson Chagas

Assistente de Direção: Hellyson Layo

Maquiagem: Wilson Chagas

Figurino: Grupo Gamar

Sonoplastia: Grupo Gamar

Cenário e adereços: Grupo Gamar

Elenco: Rafael Feitosa, Paulo Roberto Aguiar, Edinaldo Júnior, Hellyson Layo

dilema-do-paciente Peça: O Dilema do Paciente / RS

Local: Pça Costa Pereira

Horário: 12h Duração: 45min

Direção: Márcio Silveira dos Santos

Grupo Teatral Manjericão

Classificação: Livre

Sinopse

O espetáculo inicia com uma trupe de artistas de circo quem vem exibir seus números circenses na praça. Durante a apresentação dos palhaços acrobatas, percebe-se que Brijela está cheio de manchas azuis pelo corpo. Abandonado pela sua colega de picadeiro, que teme uma epidemia e precisando de ajuda, o palhaço vai consultar com uma doutora que não encontra diagnóstico e encaminha o paciente para outro médico, dizendo ser um alergista de fama mundial.

Durante os exames, no consultório do conturbado Dr. Hugo Nervalgina, percebe que o especialista quer lhe aplicar um golpe marcando consultas durante um mês inteiro com valores absurdos. Diante de tanta falcatrua, o palhaço perde a paciência e decide não acreditar mais nos médicos, retornando para o circo em um desfecho tragicômico.

Ficha Técnica

Autor: Márcio Silveira dos Santos – inspirado na obra cinematográfica e dramatúrgica de Groucho Marx e Federico Fellini.

Elenco: Samir Jaime, Anelise Camargo, Márcio Silveira

Figurino, adereços e maquiagem: Anelise Camargo.

Música e sonoplastia: o grupo.

Direção: Márcio Silveira dos Santos

o grande cerimonial(1) Peça: O Grande Cerimonial / SP

Local: Teatro Universitário, UFES

Horário: 20h Duração: 1h40

Direção: Reginaldo Nascimento

Teatro Kaus

Público: 650 pessoas

Classificação: 14 anos

Sinopse

Escrito em 1963, O grande cerimonial narra a história de Cavanosa, um Casanova as avessas que todas as noites seduz uma mulher e a leva a seu quarto, onde estabelece o cerimonial: um rito tresloucado de amor, que não passa de um projeto, uma fantasia extraída de seus sonhos.

O Cerimonial acontece quando Cavanosa encontra a Mulher-menina, a pureza profana que com ele irá desbravar o mundo. Uma história de amor às avessas, levada às últimas consequências.

A peça traz para cena o mundo claustrofóbico do autor e estabelece um jogo permanente entre o belo e o grotesco, a vida e a morte, o sonho e a realidade, a fantasia e os pesadelos, de cinco personagens: Cavanosa, A Mãe, Sil, O Amante e Lis.

Ficha Técnica

Direção: Reginaldo Nascimento

Elenco: Alessandro Hernandez, Amália Pereira, Deborah Scavone, Alessandro Hanel

Preparação Corporal: Mônica Granndo

Cenógrafo: Reginaldo Nascimento

Cenotécnico: Fábio Jerônimo

Criação das bonecas: Suzy Gheler

Figurinos: Anelise Drake e Reginaldo Nascimento

Costureiras: Benê e Maria Alice Pereira

Iluminação: Vanderlei Conte

Sonoplastia: Reginaldo Nascimento

Fotos: Bob Sousa / Viviani Leite

Criação Gráfica: Reginaldo Nascimento

Produção: Amália Pereira e Reginaldo Nascimento

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Gazeta On Line - Distribuição de ingressos gera confusão


É, a coisa foi mais feia do que eu pensava. Aparentemente, dos 400 ingressos que a Comissão Organizadora da 5ª Edição do Festival Nacional de Teatro "Cidade de Vitória" deveria ter distribuido ontem (19/10/2010), somente metade foi entregue. A pergunta é: Aonde foi parar a outra metade? O problema foi tão grande que ontem mesmo duas internautas publicaram no site Gazeta Online a confusão que foi e hoje (20/10/2010). foi um dos destaques do site. publicado por Carla Einsfeld. Ambas eu publico abaixo, com os devidos créditos:
19/10/2010 - 20h13 - Atualizado em 19/10/2010 - 20h13

Problema em distribuição de ingressos para Festival de Teatro gera confusão no campus da Ufes em Vitória (ES)

De acordo com as internautas, muitas pessoas aguardavam para receber os ingressos, porém os bilhetes acabaram rapidamente

Letícia Comério e Lais Lorenzoni | CIDADÃO REPÓRTER - EU AQUI

Nesta terça-feira (19), ocorreu uma confusão na distribuição de ingressos para a peça "Simplesmente Eu, Clarice Lispector", no teatro universitário da Ufes. As entradas seriam distribuídas a partir das 13 horas, mas se esgotaram 15 minutos após o inicio da distribuição. A fila fazia uma grande volta pelo teatro.

Muitas pessoas aguardavam pelos bilhetes desde o meio-dia e não conseguiram. Teve casos de espera desde às 11h30. Disseram que os ingressos reservados foram repassados no inicio do festival, o que causou mais indignação nas pessoas que estavam aguardando.

Da Redação:

Segundo a prefeitura de Vitória, existe uma cota mínima, que é retirada para os patrocinadores, imprensa e órgãos públicos. A secretaria municipal de Cultura informou que 400 ingressos foram disponibilizados ao público para a peça.

Ciente do grande interesse que provocaria no público capixaba, a organização do Festival de Teatro programou a realização da mesma no Teatro Universitário, espaço em Vitória com maior capacidade para este tipo de evento. Mesmo assim, os ingressos se esgotaram em cerca de 20 minutos, finalizou a nota emitida pela Secretaria.
Fonte: http://gazetaonline.globo.com/_conteudo/2010/10/679314-problema+em+distribuicao+de+ingressos+para+festival+de+teatro+gera+confusao+no+campus+da+ufes+em+vitoria+es.html

19/10/2010 - 17h39 - Atualizado em 19/10/2010 - 17h39

Distribuição de ingressos gera confusão em bilheteria do Teatro da Ufes

Segundo informações de pessoas que estavam na fila, havia cerca de 800 pessoas aguardando os ingressos, porém menos de 200 bilhetes foram distribuídos

Carla Einsfeld - gazeta online

foto: Carla Einsfeld
Tumulto na Ufes por conta da distribuição de ingressos
Cartazes pregados nas dependências do teatro informando que os ingressos acabaram


A distribuição de ingressos na tarde desta terça-feira para uma peça de teatro agendada para a noite do mesmo dia gerou muita reclamação das centenas de pessoas que ficaram sem os bilhetes. Dez minutos foi o tempo suficiente para que a bilheteria do Teatro da Ufes desse a distribuição dos ingressos por encerrada. O Teatro tem capacidade para 635 pessoas.

Centenas de pessoas aguardavam a distribuição das entradas gratuitas para a peça 'Simplesmente Eu, Clarice Lispector', dirigida por Beth Goulart, que faz parte da programação do VI Festival Nacional de Teatro, realizado pela Secretaria de Cultura de Vitória.

A professora de educação física, Thereza Moreira, chegou ao local uma hora antes da abertura da bilheteria às 13he ressalta que fez questão de contar quantas pessoas tinha na sua frente e afirmou que a entrega não passou de 200 entradas. Segundo ela é vergonhoso este tipo de situação ainda acontecer em grande festivais.

"Segundo os funcionários, os ingressos acabaram nestes dez minutos. Na minha frente tinham apenas 200 pessoas e cada um só pode pegar apenas um ingresso. Eu me senti desrespeitada. Eu e 'trocentas' pessoas atrás de mim. Um evento de tamanha grandeza que o Estado se disponibiliza a fazer e é tão mal organizado. Se não tem ingresso para todo mundo deveriam distribuir senha ou pelo menos avisar".

Já a estudante de comunicação, Amanda Paganini, 18, saiu do Tetro Universitário inconformada por esperar por tanto tempo e não conseguir nada. Amanda afirma que foi uma falta de consideração com as pessoas que ficaram por tanto tempo na fila.

"Mandaram a gente assistir uma outra peça, mas era essa que queríamos ver. Disseram que 600 ingressos foram distribuídos e na fila, na minha frente, não tinha mais de 200 pessoas".

Também estudante de comunicação, Vanessa Ferrari, 21, saiu da aula direto para fila na esperança de conseguir assistir a peça, mas todo sacrifício foi em vão. De acordo com Vanessa na fila haviam cerca de 800 pessoas. "Não tem como distribuírem os ingressos em 15 minutos. Achamos isto um absurdo e calculamos, eles teriam que distribuir 40 ingressos por minuto mais ou menos. Isto é impossível".

Foram distribuídos 400 ingressos, diz organização

Apesar das reclamações a secretaria municipal de Cultura informou por nota que 400 ingressos foram disponibilizados ao público para a peça 'Simplesmente Eu, Clarice Lispector'. E cientes do grande interesse que a peça provocaria no público capixaba, a organização do Festival programou a realização da peça no Teatro Universitário, espaço em Vitória com maior capacidade para o público. No entanto, mesmo assim, os ingressos se esgotaram em cerca de 20 minutos.

Segundo a prefeitura existe uma cota mínima que é retirada para os patrocinadores, imprensa e órgãos públicos. Ainda em nota, a Secretaria afirmou que o VI Festival Nacional de Teatro Cidade de Vitória traz este ano 32 espetáculos, num total de 43 apresentações, 11 a mais que em 2009.
Fonte: http://gazetaonline.globo.com/_conteudo/2010/10/679321-distribuicao+de+ingressos+gera+confusao+em+bilheteria+do+teatro+da+ufes.html

6ª Edição do Festival Nacional de Teatro "Cidade de Vitória" – Dia 8

Header É, aparentemente, o dia de ontem (19/10/2010) teve tempestades caindo sobre o Teatro Universitário. Nesse dia fora apresentado no teatro o espetáculo “Simplesmente eu, Clarice Lispector”, com direção, adaptação e atuação de Beth Goulart. Infelizmente eu não pude assisti-lo, pois estava na faculdade, mas já me foi avisado que houve confusão e bagunça (foi o que deu para entender!). Mas isso – infelizmente"! – já se tornou um hábito no Festival. Na 5ª Edição do Festival Nacional de Teatro “Cidade de Vitória”, no próprio Teatro Universitário, a Secretaria Municipal de Cultura disponibilizou para seus convidados no centro da platéia para assitirem a “Óidipus, Filho de Laios – A História de Édipo Rei ao Avesso”, da Cia. Inconsciente em Cena. Bem, comecemos pelo seguinte, a produtora que geralmente é responsável pela organização do Festival, a Ratimbum Produções de Artes, se trouxesse essa peça teatral para Vitória cobraria no mínimo R$ 50,00 (para ser otimista!), como veio para o festival, com certeza houve uma reserva em demasia para as peças participantes, que tem direito a ingressos, mas isso seria o de menos, pois tenho certeza que a organização deve ter feito reservas para membros da imprensa, amigos e conhecidos, e para quem mais eles desejassem, deixando para o público que adoraria assistir a peça, uma misera quantidade de ingressos. Isso se não numeraram novamente as cadeiras, dificultando ao público e facilitando para eles (lógico!)

Bem, não posso me prender muito a isso, pois temos mais cinco dias de festival e com certeza muitas coisas aconteceram antes do final, podem ter certeza.

Neste oitavo dia, temos o retorno do nobre palhaço interpretado pelo ator Richard Riguetti, mas dessa vez ele estará na Praça Oito, as 12h00, com a peça “Café Pequeno da Silva e Psiu”, com direção de Lilian Moraes. Já “A Chegada de Lampião no Inferno”, com direção de Wilson Chagas, estará as 19h00, no Espaço Circuito Cultural São Pedro. Fazendo duas sessões, as 18h00 e as 19h00, o Clã de Teatro apresenta “Rascunhos”, com direção de Gê Viana, no palco do Theatro Carlos Gomes. E fecha a noite com o espetáculo “A Porta”, com direção de Vinicius Torres Machado, depois a atriz Elisa Rossin estará dando uma palestra, as 22h30, no mesmo local.

Repeteco: Os ingressos devem ser retirados nas bilheterias dos teatros onde acontecerão os espetáculos a partir das 13h00. No caso dos espetáculo de rua, é só chegar e assistir. Abaixo release e ficha técnica de cada espetáculo. Bom espetáculo pessoal!

cafepequeno Peça: Café Pequeno da Silva e Psiu / RJ

Local: Pça. Oito

Horário: 12h Duração: 55min

Direção: Lílian Moraes

Grupo Off-Sina

Classificação: Livre

Sinopse

Café Pequeno da Silva e Psiu é um espetáculo de circo-teatro de repertório do Grupo Grupo Off-Sina estrelado pelo palhaço mais bonito do Brasil: Café Pequeno da Silva e Psiu (Richard Riguetti). Café Pequeno é um palhaço que representa o cidadão comum, que enfrenta os problemas do cotidiano a sua maneira e acaba criando situações caóticas, tentando resolvê-las com uma enorme persistência e bom-humor.

Café Pequeno chega no circo "Tomara que não chova" – um circo sem lona – cantando sua música, com sua inseparável vassoura. O “apresuntador” não apareceu e o palhaço tem que realizar o espetáculo sozinho. Sem saber o que fazer, resolve varrer o picadeiro e ensaiar o público, através de placas onde se pode ler: aplausos, gritos, gargalhadas, silêncio e finalmente, bom espetáculo.

Tentando solucionar a ausência do "apresuntador" que é o seu avô, Café Pequeno acaba encontrando um menino do público com a "cara do seu avô", o "tamanho do seu avô" e o "cheirinho do véio". Um pequeno ensaio e pronto: O espetáculo vai começar!

Cheio de habilidades, o palhaço apresenta números de malabares, mágica, marionete, música e poesia. E... com muito charme e elegância conquista uma namorada!

Ficha Técnica

Dramaturgia: Richard Riguetti

Direção: Lílian Moraes

Ator/Palhaço: Richard Riguetti

Cenário: Sandra Valle

Figurino: Mauro Leite

Trilha Sonora: Marcelo Bernardes

Música Original: Mônica Besser

Fotografia: Beatriz Rainho

Técnico de Som: Nilo Maia

Realização: Grupo Off-Sina

lampiao_diabo Peça: A Chegada de Lampião no Inferno / MA

Local: Espaço Circuito Cultural Sâo Pedro

Horário: 19h00 Duração: 40min

Direção: Wilson Chagas

Grupo Gamar

Classificação: Livre

Sinopse

A peça é um espetáculo teatral baseado no texto de José Pacheco e nas tradições populares e cordelísticas do sertão brasileiro. Quanto à Morte de Lampião, havia nos arraiais do sertão, o costume de conduzir os defuntos ao cemitério em uma padiola ou rede, por grupos constituídos de amigos e parentes entoando-se cantigas e “incelenças” adequadas ao ato fúnebre. À frente do préstito, um padre, empunhando um ramo e água benta e fazendo trejeitos, puxava a “melopeia” para os demais que o acompanhavam repetindo em coro.

Só que desta vez, o defunto é alguém muito especial: é Lampião, o maior cangaceiro do sertão. Cabra macho, chegado a uma confusão e que de tudo e mais um pouco aprontou pelas bandas do sertão. Lampião, após bater no portal do Céu e ter sido rejeitado por São Pedro, vai bater nos portões do Inferno e aí a confusão é certa, pois de tanto aprontar em vida, nem o Diabo quer aceitá-lo.

Ficha Técnica

Direção Geral: Wilson Chagas

Assistente de Direção: Hellyson Layo

Maquiagem: Wilson Chagas

Figurino: Grupo Gamar

Sonoplastia: Grupo Gamar

Cenário e adereços: Grupo Gamar

Elenco: Rafael Feitosa, Paulo Roberto Aguiar, Edinaldo Júnior, Hellyson Layo

RASCUNHOS 1 Peça: Rascunhos / ES

Local: Theatro Carlos Gomes

Horário: 18h00 e 19h00 Duração: 50min

Direção: Gê Vianna

Clã de Teatro

Público: 60 pessoas em cada apresentação

Classificação: 16 anos

Sinopse

Rascunhos é uma operação alquímica. Utiliza o vazio, a aceleração, a desaceleração e a sobreposição de imagens em uma tempestade torrencial de sons. É a declaração da ausência total de respostas, o entendimento que a falta delas nos constitui humanos.

Ficha técnica

Direção de Produção: Fábio Samora

Direção e Supervisão Artística: Gê Viana

Vídeo: Charles Galvane

Edição de Vídeo: Jubergson Ferraz

Edição de Som: Golias Engelharddt

Cenotécnico: Luiz Cláudio Siqueira (Beré)

Modelagem e Costura: Hiram Costa

Fotografia: Cristiane Barcellos e Cynthia Sathler

Arte Gráfica: Jefferson Lima

Operador de Som/Vídeo: Beto Fernandes

Operador de Luz: Lucas Ribeiro

Elenco: Charlaine Rodrigues, Eneidis Ribeiro, Fábio Samora, Regiani Rossini

a_porta Peça: A Porta / SP

Local: Teatro Universitário - UFES

Horário: 21h Duração: 1h10

Direção: Vinicius Torres Machado

Cia. Troada

Público: 650 pessoas

Classificação: 14 anos

Sinopse

É madrugada. Mais uma noite de insônia. A terceira em seguida. Porém, sozinho em seu quarto, Gregor K. já não sabe se está acordado. Sente que dorme, por assim dizer, fora de si, enquanto ele mesmo está trancado com seus sonhos. Dentre eles, uma dupla de oficiais que lhe traz uma intimação. As obrigações a cumprir: encontrar a chave, sair de si mesmo e voltar a dormir. A porta de seu quarto se transformou em uma passagem. É por ela que Gregor K. poderá voltar à realidade.

O espetáculo é livremente inspirado na obra do escritor Franz Kafka enfatizando os aspectos oníricos de sua criação. Para isto, a Cia. Troada realiza uma investigação de máscaras inteiras que são o exagero caricatural da figura humana. Esta composição se aproxima da linguagem dos quadrinhos destacando os aspectos cômicos e imagéticos da cena para a construção de um universo surrealista e de humor “nonsense”.

Ficha Técnica

Encenação: Vinicius Torres Machado

Dramaturgia: Vinicius Torres Machado e Fernando Rodrigues

Máscaras: Elisa Rossin

Elenco: Ana Caldas Lewinsohn, Beto Souza e Elisa Rossin

Textos: Franz Kafka

Voz em Off: Ravel Cabral

Trilha sonora: Beto Sporleder e Rui Barossi

Gravação de Trilha: Rui Barossi - baixo acústico, Beto Sporleder - Sax Soprano e Sax Tenor, André Bordinhon – Guitarra, Guilherme Marques – Bateria, Daniel Muller – Piano

Figurino: Eliseu Weide e Elisa Rossin

Iluminação: Eduardo Albergaria

Cenário: Renata Velguim e Vinicius Torres Machado

Cenotécnico: Marcos Pinto (Marcutti)

Operador de luz: Marcos Pinto e Lui Seixas

Operador de som: Beto Sporleder e Natália Kronig

Contra-Regra: Rafael Senatore e Camila Masotti

Fotos: Marcelo Kahn

Design gráfico: Núcleo-i Designers Associados

Vídeos: Gustavo Machado e Lukas Gadelha

Designer de perucas: Joca Carvalho

Auxiliares na confecção de máscaras: Beto Souza, Victor Lucene, Flavio Drummond, Natália Kronig, Isadora Carvalho

Costura: Rai, Maria Tereza Rossin, Beto Souza

Produção: Cia. Troada

terça-feira, 19 de outubro de 2010

A Menina na 6ª Edição do Festival Nacional de Teatro “Cidade de Vitória”

CARTÃO Gapão3 12 Existem pessoas e grupo de teatro que eu gosto sem esforço, simplemente por serem pessoas simpáticas comigo ou por terem trabalhos que agradaram aos olhos e o solo-cênico “A Menina” é um desses casos. Hoje (19/10/2010), esse espetáculo, que tem direção de Virginia Jorge e atuação da carismática Fabiola Buzim, subirá mais uma vez ao palco do Theatro Carlo Gomes.

“A Menina” é um espetáculo que já circulou pelo Espírito Santo e pelo Rio de Janeiro, sendo sucesso de críticas e ganhando prêmios e o público que assiste a esse trabalho. É uma adaptação do texto de Ivan Ângelo, que conta sobre o universo feminino de fora leve e agradável, passando pela relação de mãe e filha e os ritos de passagem desse universo obscuro para a mente masculina. Fabiola dá a graça a interpretação, com seu carisma e sua força em palco.

Eu não tenho feito esse tipo de divulgação para as peças que passam pelo Festival, mas como a Companhia Folgazões de Artes Cênicas, Fabiola sempre me manda o material para divulgação e eu não podia deixar de abrir-lhe o espaço para tal. Abaixo segue o material que ela me mandou. A entrada é franca, sendo que devem retirar o ingresso a partir das 13h00, na bilheteria do Theatro Carlo Gomes. O espetáculo subir[a ao palco as 19h00. Abaixo segue o material que me foi enviado pela atriz. A todos desejo um maravilhoso espetáculo!

A MENINA NO 6º FESTIVAL NACIONAL DE TEATRO CIDADE DE VITÓRIA

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O solo "A Menina" é uma das treze peças locais selecionadas via edital para o VI Festival Nacional de Teatro Cidade de Vitória, que acontece entre os dias 13 a 24 de outubro. O espetáculo será apresentado no Theatro Carlos Gomes em 19 de outubro, às 19h.

          Com classificação livre, a entrada é gratuita e a retirada de ingressos deve ser feita na bilheteria do teatro, no dia da peça, às 13h. Cada pessoa tem direito a solicitar somente uma entrada.

Galpao 10 - Leonardo Merçon “A MENINA” é um solo cênico, influenciado pelo teatro essencial e que valoriza a força da interpretação do ator. O espetáculo tem a direção da cineasta Virginia Jorge e a interpretação da atriz Fabíola Buzim. O texto é uma adaptação do conto “Menina” do escritor mineiro Ivan Ângelo e este conto foi publicado no livro “Os 100 melhores contos da literatura brasileira”. A partir de uma encenação simples, mas envolvente é mostrado  o conflito da heroína, uma menina mulher, na busca pelo significado de uma palavra.

Galpao 5 - Leonardo Merçon O espetáculo já realizou temporadas no Espírito Santo e Rio de Janeiro, participou de Festivais e recebeu boas críticas na imprensa local, e o reconhecimento da platéia que aplaudiu o espetáculo de pé durante vários minutos em todas as suas apresentações. E recebeu a premiação de Melhor Direção e Melhor Atriz no Festival Omelete Marginal, promovido pelo site Intervenções Urbanas. Desde sua estréia, o espetáculo tem comovido a platéia em geral. Crianças, jovens e adultos são envolvidas pelas histórias da personagem Ana Lúcia.

Sinopse

Ana Lúcia é uma mulher adulta e se debruça sobre uma passagem da sua infância que a marcou muito. No centro da história a palavra “desquitada” e uma pergunta:

“Você já ficou repetindo uma palavra várias vezes até ela perder o sentido?”.

A personagem vai narrando sobre este momento de sua vida, quando foi discriminada pelas colegas na escola por conta de uma palavra da qual nem sabia o significado. O espetáculo abre possibilidades para discussões atuais, como o tema bulling e alguns acontecimentos responsáveis por estigmas, preconceitos e também propõem uma discussão sobre a sociedade e as relações familiares.  

Ficha técnica
Direção: Virigina Jorge
Interpretação: Fabiola Buzim
Texto: Ivan Ângelo
Adaptação: Fabiola Buzim, Virginia Jorge
Cenografia / Figurino: Luiza Fardin
Assistente de Figurino: Samira Alcântara
Pesquisa Corporal: Leonardo Patrocínio
Iluminação: Toninho dos Anjos
Operador de Luz e Cenotécnico: Jorgemar de Oliveira
Sonoplastia: Fernanda Butiar

Trilha Sonora Original: Juliano Gauche Operador de Som: Felipe Dal´Orto
Produção: Jihany Rangel / Fabiola Buzim
Foto: Marcelo Carvalho

Serviço
VI Festival Nacional de Teatro Cidade de Vitória A Menina / ES
Dia: 19 de Outubro / Terça-feira
Horário:
19h
Duração:
40min
Direção:
Virginia Jorge
Classificação:
Livre

6ª Edição do Festival Nacional de Teatro “Cidade de Vitória” – Dia 7

HeaderVocê ja ficou repetindo uma palavra várias vezes até ela perder o sentido?”

É dessa forma que eu começo esse sétimo dia da 6ª Edição do Festival Nacional de Teatro “Cidade de Vitória”, pois hoje (19/10/2010) subirá ao palco do Theatro Carlos Gomes o espetáculo “A Menina”. Mas vamos deixar isso para depois, pois Fabiola Buzim me mandou o material que eu terei o prazer de publicar, após publicar mais esse “cardápio” de espetáculos.

Voltando um pouco a normalidade, ontem (18/10/2010), tive a oportunidade de passar pela Praça Costa Pereira e vislumbrar – somente =( - “Café Pequeno da Silva e Psiu”, com o palhaço, ator e dramaturgo Richard Riguetti, que animava a todos que por ali passavam e deicidiam parar, embaixo de uma fina garoa, para admirar o vigor dessa pessoa que enobrece a arte circense. Eis que vejo a ajudá-lo um dos atores a quem adoro admirar como atuante em espetáculos de rua e também como pessoa, Wyller Villaças, membro integrante da Companhia Folgazões de Arts Cênicas. Me fascina ver que, mesmo com o céu ameaçando uma chuva, somente mantendo leves gotas frias, esses dois mostraram que “o show tem de continuar!”. E continuando nesse ritmo, a primeira apresentação de hoje acontecerá na Praça Costa Pereira, com o espetáculo de rua “A Chegada de Lampião ao Inferno”, com direção de Wilson Chagas, mais tarde, as 19h00, no Theatro Carlos Gomes, todos poderão curtir o solo cênico “A Menina”, com direção de Virginia Jorge. As 21h00, o Teatro Universitário, localizado no Campus da UFES, abre suas portas para o festival para a apresentação do monólogo “Simplesmente eu, Clarice Lispector”, com direção, adaptação e atuação de Beth Goulart. Nesse mesmo horário, no Armazém 5 – Estação Porto, reprisa a peça “Na Solidão dos Campos de Algodão”, com direção de Caco Ciocler.

A entrada é franca e os ingressos precisam ser retirados a partir das 13h00, no teatro aonde a peça será encenada. No caso do espetáculo de rua, é só chegar a apreciar. Abaixo seguem os releases e as fichas técnicas de cada encenação. Bom espetáculo para todos!

lampiao_diabo Peça: A Chegada de Lampião no Inferno / MA

Horário: 12h00 Duração: 40min

Local: Pça Costa Pereira

Direção: Wilson Chagas

Grupo Gamar

Classificação: Livre

Sinopse

A peça é um espetáculo teatral baseado no texto de José Pacheco e nas tradições populares e cordelísticas do sertão brasileiro. Quanto à Morte de Lampião, havia nos arraiais do sertão, o costume de conduzir os defuntos ao cemitério em uma padiola ou rede, por grupos constituídos de amigos e parentes entoando-se cantigas e “incelenças” adequadas ao ato fúnebre. À frente do préstito, um padre, empunhando um ramo e água benta e fazendo trejeitos, puxava a “melopeia” para os demais que o acompanhavam repetindo em coro.

Só que desta vez, o defunto é alguém muito especial: é Lampião, o maior cangaceiro do sertão. Cabra macho, chegado a uma confusão e que de tudo e mais um pouco aprontou pelas bandas do sertão. Lampião, após bater no portal do Céu e ter sido rejeitado por São Pedro, vai bater nos portões do Inferno e aí a confusão é certa, pois de tanto aprontar em vida, nem o Diabo quer aceitá-lo.

Ficha Técnica

Direção Geral: Wilson Chagas

Assistente de Direção: Hellyson Layo

Maquiagem: Wilson Chagas

Figurino: Grupo Gamar

Sonoplastia: Grupo Gamar

Cenário e adereços: Grupo Gamar

Elenco: Rafael Feitosa, Paulo Roberto Aguiar, Edinaldo Júnior, Hellyson Layo

Galpao 1 - Leonardo Merçon Peça: A Menina / ES

Dia: 19 de Outubro / Terça-feira

Horário: 19h Duração: 40min

Direção: Virginia Jorge

Público: 290 pessoas

Classificação: Livre

Sinopse

O espetáculo teatral A Menina é um solo cênico influenciado pelo teatro essencial, que consiste na força do ator, livre dos demais elementos cênicos, para contar uma história. É um espetáculo que contempla praticamente todos os públicos, pois discute com leveza as relações sociais e transita pelo universo feminino abordando as relações entre mãe e filha e os rituais de passagem femininos. A peça agrada a todas as faixas etárias e classes sociais.

Misturando momentos lúdicos, cômicos e dramáticos, é mostrado o conflito da heroína: uma menina mulher na busca pelo significado de uma palavra.

Ficha técnica

Direção: Virigina Jorge

Interpretação: Fabiola Buzim

Texto: Ivan Ângelo

Adaptação: Fabiola Buzim, Virginia Jorge

Cenografia / Figurino: Luiza Fardin

Assistente de Figurino: Samira Alcântara

Pesquisa Corporal: Leonardo Patrocínio

Iluminação: Toninho dos Anjos

Operador de Luz e Cenotécnico: Jorgemar de Oliveira

Sonoplastia: Fernanda Butiar

Trilha Sonora Original: Juliano Gauche

Operador de Som: Anauã Vilhena

Produção: Fabiola Buzim, Juliana Costa

Fotografia: Bianca Pimenta, Leonardo Merçon

Simplesmente-eu-Clarice-Lispector-CREDITO-Fabian-fotoweb Peça: Simplesmente Eu, Clarice Lispector / SP

Dia: 19 de Outubro / Terça-feira

Horário: 21h Duração: 1h

Direção: Beth Goulart

Público: 650 pessoas

Classificação: 12 anos

Sinopse

O espetáculo mostra a trajetória de uma mulher em direção ao entendimento do amor, de seu universo, suas dúvidas e contradições. Uma autora e seus personagens dialogando sobre a vida e morte, criação, Deus, cotidiano, palavra, silêncio, solidão, entrega, inspiração, aceitação e entendimento. O texto é extraído de depoimentos, entrevistas, correspondências de Clarice e trechos das obras: "Perto do Coração Selvagem", "Uma Aprendizagem ou O Livro dos Prazeres" e os contos "Amor" e "Perdoando Deus". E toda essa ligação se dá por uma única linha: o amor.

Ficha Técnica

Texto: Clarice Lispector

Adaptação, Interpretação e Direção: Beth Goulart

Supervisão: Amir Hadad

Direção de Produção: Pierina Morais

Gênero: Espetáculo Poema

nasolidaodoscampos Peça: Na Solidão dos Campos de Algodão

Local: Armazém 5 – Estação Porto

Horário: 21h Duração: 1h30

Direção: Caco Ciocler

Público: 400 pessoas

Classificação: 16 anos

Sinopse

Um negociador e um cliente encontram-se ao acaso num local indefinido. A princípio, não se sabe exatamente o que o cliente quer comprar e o que o negociador tem para vender. Aos poucos, estabelece-se entre eles uma estranha relação, um exuberante diálogo cheio de suspense e duplas intenções, onde ambos procuram dissimular suas ações através de um inteligente combate verbal. A partir daí, a peça se transforma de uma simples relação comercial entre os dois, em uma importante discussão sobre o homem. O tema de "Na Solidão dos Campos de Algodão” aborda questões fundamentais para se compreender a sociedade atual: solidão, dificuldade de comunicação e o abismo intransponível que cada vez mais permeia a condição humana na busca pela saciedade total de seus desejos.

Ficha Técnica

De: Bernard Marie-Koltès

Direção: Caco Ciocler

Elenco: Armando Babaioff e Gustavo Vaz

Cenário: Bia Junqueira

Figurinos: Amanda Carvalho

Iluminação: Rodrigo Portella

Música composta e desenho de som: Felipe Grytz

Assistente de direção: Pablo Sanábio

Direção produção: Liliana Montserrat e Damiana Guimarães

Sonorização: Rossini Maltoni

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

II FENACO abre inscrições

teatro3 No ano de 2009 Alegre serviu de “casa” para o 1º Festival Nacional de Comédias do Espírito Santo (FENACO), então este ano não poderia ser diferente.

Desde o dia 28 de setembro de 2010 (terça-feira), estão abertas as inscrições para os grupos ou peças de palco e/ou rua que desejem participar dessa mostra competitiva, que acontecerá entre os dias 24 a 28 de novembro de 2010 (quarta-feira a domingo) no Teatro Municipal “Virginia Santos” e no Parque Getulio Vargas, na Praça da Prfeitura. Serão oito peças (quatro de rua e quatro de palco) que estarão concorrendo ao prêmios de Melhor espetáculo de palco, Melhor espetáculo de palco - Júri popular, Melhor espetáculo de rua, Melhor espetáculo de rua – Júri popular, que totalizam o valor de R$ 8.000,00, além de troféus para os prêmios Melhor ator, Melhor atriz, Melhor direção, Melhor texto, Melhor figurino, Melhor cenário e Melhor trilha sonora.

As inscrições vão até o dia 24 de outubro de 2010 (domingo) e podem ser feitas através do e-mail fenaco@mmansureventos.com.br, que deverão contar com os seguintes dados:

  1. Ficha de inscrição disponível no site da prefeitura, devidamente preenchida;
  2. Recortes de jornal, revista, folders, programas, entre outros, sobre
    o espetáculo e suas montagens (em arquivo compactado);
  3. Fotografias;
  4. Mapa de luz, som e demais equipamentos relacionados às
    necessidades da montagem do espetáculo;
  1. Especificação de cenário ou de elementos cênicos
    utilizados na montagem;
  2. Documento de liberação do autor ou cópia do comprovante da
    SBAT e do ECAD (caso utilize música);
  3. Links de sites, blogs e outros que contenham vídeos do espetáculo.

Na primeira edição do festival, o grande ganhador foi “Boulevard, 83”, de Leandro Bacellar e o Grupo Teatro Empório, que faturou seis dos nove prêmios. Para mais detalhes, entre no site da Prefeitura Municipal de Alegre-ES. Não percam essa oportunidade!

6ª Edição do Festival Nacional de Teatro “Cidade de Vitória” – Dia 6

Header Para mim é sempre complicado entrar aqui e passar os dias da 6ª Edição do Festival Nacional de Teatro “Cidade de Vitória” e não poder acompanhar um dia sequer, devido aos estudos, que tem me tomado muito tempo. Mas como é de praste fazê-lo, pois desde que criei o blog, prometi ser um dos difusores da cultura cênico-teatral – até aonde me permitissem – do Espírito Santo, seguimos para o sexto dia do festival, ue além de voltar com os espetáculos de rua, que andaram sumidos no fim de semana, terá o palco do Estação Porto, localizado no Armazém 5, como palco. Começando com o espetáculo de rua, na Praça Costa Pereira, ao 12h00, estará se apresentando “Café Pequeno da Silva e Psiu”, com direção de Lilian Moraes. Já as 19h00, aqueles que não tiveram chance de assistir, poderão ver no Teatro José Carlos de Oliveira, localizado no Centro Cultural Carmélia Maria de Souza, a peça “Capitu – Memória Editada”, com direção de Edson Bueno. Mais tarde, no Theatro Carlos Gomes, as 20h00, terá a apresentação da peça “Momentos para o Eu”, com direção de Eluza Santos. Nesse mesmo horário, no Teatro do Sesi, acontece a peça “O Desejo de Catirina”, com direção de Wilson Chagas, e para fechar a noite de espetáculos, as 21h00, no Armazém 5 – Estação Porto apresenta-se a peça “Na Solidão dos Campos de Algodão”, com direção de Caco Ciocler. Vale lembrar que as 17h00, na Escola de Teatro, Dança e Música FAFI, o dramaturgo, ator e palhaço Richard Riguetti estará dando uma palestra.

Sendo repetitivo: Os ingressos das peças deverão ser retirados na bilheteria do teatro aonde a peça estará em cartaz a partir das 13h00, já os espetáculos de rua é só chegar e assistir. Desejo a todos boa diversão e bom espetáculo! Fiquem abaixo com os releases e fichar técnicas.

cafepequeno Peça: Café Pequeno da Silva e Psiu / RJ

Local: Pça. Costa Pereira

Horário: 12h Duração: 55min

Direção: Lílian Moraes

Grupo Off-Sina

Classificação: Livre

Sinopse

Café Pequeno da Silva e Psiu é um espetáculo de circo-teatro de repertório do Grupo Grupo Off-Sina estrelado pelo palhaço mais bonito do Brasil: Café Pequeno da Silva e Psiu (Richard Riguetti). Café Pequeno é um palhaço que representa o cidadão comum, que enfrenta os problemas do cotidiano a sua maneira e acaba criando situações caóticas, tentando resolvê-las com uma enorme persistência e bom-humor.

Café Pequeno chega no circo "Tomara que não chova" – um circo sem lona – cantando sua música, com sua inseparável vassoura. O “apresuntador” não apareceu e o palhaço tem que realizar o espetáculo sozinho. Sem saber o que fazer, resolve varrer o picadeiro e ensaiar o público, através de placas onde se pode ler: aplausos, gritos, gargalhadas, silêncio e finalmente, bom espetáculo.

Tentando solucionar a ausência do "apresuntador" que é o seu avô, Café Pequeno acaba encontrando um menino do público com a "cara do seu avô", o "tamanho do seu avô" e o "cheirinho do véio". Um pequeno ensaio e pronto: O espetáculo vai começar!

Cheio de habilidades, o palhaço apresenta números de malabares, mágica, marionete, música e poesia. E... com muito charme e elegância conquista uma namorada!

Ficha Técnica

Dramaturgia: Richard Riguetti

Direção: Lílian Moraes

Ator/Palhaço: Richard Riguetti

Cenário: Sandra Valle

Figurino: Mauro Leite

Trilha Sonora: Marcelo Bernardes

Música Original: Mônica Besser

Fotografia: Beatriz Rainho

Técnico de Som: Nilo Maia

Realização: Grupo Off-Sina

interna_momentos_para_o_eu Peça: Momentos para o Eu / ES

Local: Theatro Carlos Gomes

Horário: 20h Duração: 1h

Direção: Eluza Santos

Público: 290 pessoas

Classificação: 12 anos

Sinopse

Momentos para o Eu é apresentada em 3 partes, ou atos, distintos que exploram a pompa e a arrogância com as quais nos deparamos frequentemente; a guerra e a violência de um modo geral, que muitas vezes nos traz o medo, como se tivéssemos enfrentando um campo minado no nosso dia-a-dia; a correria, a falta de tempo e toda turbulência que hoje faz parte da vida de todos nós. Esses temas, apesar de serem considerados comuns, são uma preocupação de todas as pessoas em nossa vida contemporânea e, coreografia, surgiram de forma natural como resultado de discussões e laboratórios entre as atuantes grupo.

Se os temas de Momentos para o Eu são vistos como corriqueiros, eles aqui desenvolveram-se sob a persistência de pessoas maduras e com vasta experiência de vida, que procuram entender a busca do ser humano por uma melhor condição interior e interpessoal. Momentos para o Eu foi criado dentro de um estilo que pode ser definido como dança contemporânea, incluindo texto e elementos de dança-teatro. A intenção da CAES é seguir uma linha que cada vez mais se ampliará para as formas teatrais e incluirá as artes de um modo geral, principalmente as artes cênicas.

Ficha técnica

Direção: Eluza Santos

Coreografia: Eluza Santos e CAES

Iluminação e Sonoplastia: Overlan Marques

Gravação e trilha sonora: Victor Queiroza Schneider

Figurino: Mariana Polonine Motta, Fátima Terra, CAES

Costureiras: Josedir Andrade, Angela Armond

Cabelo e Maquiagem: By Beto, Helena Mara B. M. Galvan, Marco Lucas

Fotos: Dayane Simões Gomes

Divulgação: Adauto Vieira de Almeida

Vídeo: Guilherme Klaws, Virgilio Cesar Melotti

Assistentes de Palco: Dilça Ramos, Edgar Barbosa, Francisca B. Santos, Josiane S. Freire, Nadira Pereira, Renato Santos, Valdete de Souza Lima.

interna_02_-_o_desejo_de_catirina Peça: O Desejo de Catirina / MA

Local: Teatro do Sesi

Horário: 20h Duração: 1h

Direção: Wilson Chagas

Grupo Gamar

Público: 300 pessoas

Classificação: Livre

Sinopse

O Desejo de Catirina é um espetáculo teatral baseado na história tragicômica mais popular dos folguedos maranhenses: O Auto do Bumba meu Boi. Conta a lenda que no mês de junho, a negra Catirina, grávida, de madrugada, sente um desejo muito estranho e arriscoso: o desejo de comer um cozido de língua de boi. Só que não era um cozido de língua de um boi qualquer. Tinha que ser a língua do boi Mimoso, o boizinho mais querido da fazenda e que, além de garboso e malhado, sabia dançar. O coitado do Nêgo Chico ainda tenta de todas as formas dissuadir sua amada, sugerindo-lhe outras iguarias típicas de mulher grávida e desejosa. Porém, não teve jeito nem conversa. Catirina faz um drama e não restou senão ao Chico, pesar e medir entre o delito e o amor, roubar o boizinho Mimoso e tirar-lhe a língua para a sua Catitinha. E dá-se a tragédia.

Ficha Técnica

Direção Geral: Wilson Chagas

Figurino e Maquiagem: Wilson Chagas

Sonoplastia: Felipe Martins

Cenário e adereços: Grupo Gamar

Elenco: Rafael Feitosa, Paulo Roberto Aguiar, Edinaldo Júnior, Rayza Pereira, Wilson Chagas

nasolidaodoscampos Peça: Na Solidão dos Campos de Algodão

Local: Armazém 5 – Estação Porto

Horário: 21h Duração: 1h30

Direção: Caco Ciocler

Público: 400 pessoas

Classificação: 16 anos

Sinopse

Um negociador e um cliente encontram-se ao acaso num local indefinido. A princípio, não se sabe exatamente o que o cliente quer comprar e o que o negociador tem para vender. Aos poucos, estabelece-se entre eles uma estranha relação, um exuberante diálogo cheio de suspense e duplas intenções, onde ambos procuram dissimular suas ações através de um inteligente combate verbal. A partir daí, a peça se transforma de uma simples relação comercial entre os dois, em uma importante discussão sobre o homem. O tema de "Na Solidão dos Campos de Algodão” aborda questões fundamentais para se compreender a sociedade atual: solidão, dificuldade de comunicação e o abismo intransponível que cada vez mais permeia a condição humana na busca pela saciedade total de seus desejos.

Ficha Técnica

De: Bernard Marie-Koltès

Direção: Caco Ciocler

Elenco: Armando Babaioff e Gustavo Vaz

Cenário: Bia Junqueira

Figurinos: Amanda Carvalho

Iluminação: Rodrigo Portella

Música composta e desenho de som: Felipe Grytz

Assistente de direção: Pablo Sanábio

Direção produção: Liliana Montserrat e Damiana Guimarães

Sonorização:Rossini Maltoni